Esta página visa contribuir para elaboração bibliográfica sobre temática Negro Africana, sobretudo que diga respeito Brasil. Livro esgotado, raro, fora do comércio, recolhido, obra que já está fora do comércio, etc. Contato philolibrorum@yahoo.com.br Alguns assuntos: Ifá Orixá Candomblé Capoeira Fon Bahia Ilê Jejê Nagô Yoruba Búzios Mina Nigéria Terreiro Saida Yaô Comida Negritude Movimento Negro Hip-Hop Discriminação Escravatura Quilombismo Abolição Samba Jongo Educação Lei 10639/2003 etc...
18 de outubro de 2012
Corpo e Ancestralidade – uma proposta pluricultural de dança-arte-educação. INAICYRA FALCAO DOS SANTOS Editora: TERCEIRA MARGEM Ano: 2006
Corpo e Ancestralidade – uma proposta pluricultural de dança-arte-educação.
INAICYRA FALCAO DOS SANTOS
Editora: TERCEIRA MARGEM
Ano: 2006
livro em brochura, bom estado, com 168 pg., com ilustrações em p/b e colorida, escasso, não perca, saiba mais ...
Descendente de uma longa linhagem de Mestres no Culto aos Egungun, tradição originária de Oyo, capital do império Yoruba, Alapini, Alagbá, e estudiosos sobre o assunto, a autora sabe muito sobre o assunto que fala...
A constante interligação entre Nigéria e Brasil/Bahia, entre passado e presente, entre sagrado e profano, entre terreiro e teatro é o que enriquece a contribuição acadêmica da artista e professora Inaicyra Falcão dos Santos.
Com este livro, a autora pretende recuperar elementos estéticos e míticos presentes na tradição afro-brasileira, enquanto criação coletiva, por meio da linguagem corporal e o aspecto educativo desta.
Baseada em pesquisa realizada com jovens do sexo feminino, com idade média entre 17 e 22 anos, de diversas cidades do Brasil, a autora utiliza uma abordagem etno-crono-étnica na dança-arte-educação para refletir sobre o papel da vivência corporal e da criação artística para a recuperação da memória histórico-cultural do povo brasileiro.
Ela esteve em países da África e da Europa, vivenciou a dança e a música destes lugares, na Academia e fora dela. Sua bagagem cultural primeira é a tradição Yorubá tal como se configura no Brasil. Sua preocupação com a construção de uma identidade cultural do Negro no Brasil parece ter sempre existido, e o cuidado com o conteúdo e a forma também: “Anseio ser artista que exprime sua arte por meio de técnica e história de vida”.
Durante a construção de sua trajetória artística, a autora sentiu a necessidade de repensar sua prática pedagógica, que se iniciou na Nigéria, e continua até o presente ano de 2007 na Unicamp.
Uma artista que pensa “o cotidiano no sagrado e o sagrado no cotidiano”, não poderia fazer diferente.
Temos um vasto acervo sobre a bibliografia temática afro-brasileira, religião dos orixás, candomblé, nagô, yorubá, jejê, angola, minas, bantu, capoeira, etc..., saiba mais, pergunte-nos.
Caso haja interesse em alguns dos nossos livros, ou em outro que não se encontre cadastrados ainda, pergunte-nos:
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que conversaremos sobre como conseguir.
PHILOLIBRORUM-BIBLIOAFRO cultura griot.
Arte e Religiosidade Afro- Brasileira Emanoel Araújo Carlos Eugenio M Moura.

Autor: Emanoel Araújo - Carlos Eugenio M Moura
Título: Arte e Religiosidade Afro- Brasileira
Editora: C B L Brasiliana de Frankfurt
Ano: 1994
Páginas : 127
Livro em ótimo estado de conservação, encadernado com capa dura original, formato grande, Edição especial, fora do comércio, não perca,
Textos em: Portugues, Inglês e Alemão.
Formato grande, Papel especial de primeira: Couché.
Encadernação original, capa e sobrecapa em perfeito estado.
Com obras de: Agnaldo Manoel dos Santos, Aurelino doa Santos, Genilson Soares da Silva, Mestre Didi, Ronaldo Pereira Rego, Rubem Valentim, Waldeloir Rego.
A diáspora africana nas Américas, promovida pela instituição da escravatura, desestruturou indivíduos, famílias, clãs, funções e papeis sociais se desagregaram, mas a resistência e o espírito grupal dos africanos aos poucos se firmaram.
Um belo livro, escasso, não perca tempo. Saiba Mais.
Arte e Religiosidade Afro-Brasileira (Afro-brasilianische Kultur und zeitgenössische Kunst), exposição realizada na Galeria de arte Frankfurter Kunstverein, em colaboração com a Camara Brasileira do livro, e o Itamaraty.
A exposição constou de objetos de arte ritual do candomblé, de imaginária negra, iconografia da religião dos Orixás e de artistas europeus que percorreram o Brasil no século 19, obras de artistas plásticos contemporâneos inspiradas na arte ritual do candomblé e fotografia.
Livro, Arte e Religiosidade Afro-Brasileira (Afro-Brasilianische Kultur und Zeigenössische Kunst), para o qual Carlos Eugênio Marcondes de Moura contribuiu com o ensaio Religiosidade Africana no Brasil.
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10 de outubro de 2012
TIA CARMEM : negra tradição da Praça Onze Yara Silva Garamond
TIA CARMEM : negra tradição da Praça Onze
Yara Silva
Garamond
bom estado, com 149 pgs, escasso, não perca, saiba mais...
“Pequena África”. Foi assim que ficou conhecida a área entre o Cais do Porto e a Praça Onze, no Centro do Rio de Janeiro. Ali, Sinhô, João da Baiana, Tia Carmem, Tia Ciata, Tia Bebiana e muitas outras “tias” desempenharam suas lideranças culturais e religiosas junto à comunidade afrodescendente.
Esse é um espaço onde as mulheres se sobressaem: em suas casas aconteciam cerimônias religiosas, rodas de samba e outras atividades culturais.
Neste livro, Yara da Silva oferece um registro inesquecível de Tia Carmem do Xibuca, sua avó. Rememora aqui suas longas “prosas” com os mais diversos interlocutores, seus tabuleiros em que vendia quitutes para sobreviver, suas idas à Festa da Penha, seu dom para rezar crianças, a distribuição de doces nos dias 27 de setembro e suas reminiscências do carnaval carioca. Um vasto universo daquela que foi a última “tia” a manter nos limites de sua casa a “África em miniatura”.
Ler cada capítulo dessa obra é conhecer um pouco mais da história recente do Rio de Janeiro e reafirmar a ancestralidade africana da sua população através da figura de Tia Carmem do Xibuca. Trata-se de um retrato cheio de vida e sabedoria das origens da cultura negra no Brasil.
Temos um vasto acervo sobre a bibliografia temática afro-brasileira, religião dos orixás, candomblé, nagô, yorubá, jejê, angola, minas, bantu, capoeira, etc..., saiba mais, pergunte-nos. Caso haja interesse em alguns dos nossos livros, ou em outro que não se encontre cadastrados ainda, pergunte-nos: ---- philolibrorum@yahoo.com.br ---- que conversaremos sobre como conseguir. PHILOLIBRORUM-BIBLIOAFRO cultura griot.
Yara Silva
Garamond
bom estado, com 149 pgs, escasso, não perca, saiba mais...
“Pequena África”. Foi assim que ficou conhecida a área entre o Cais do Porto e a Praça Onze, no Centro do Rio de Janeiro. Ali, Sinhô, João da Baiana, Tia Carmem, Tia Ciata, Tia Bebiana e muitas outras “tias” desempenharam suas lideranças culturais e religiosas junto à comunidade afrodescendente.
Esse é um espaço onde as mulheres se sobressaem: em suas casas aconteciam cerimônias religiosas, rodas de samba e outras atividades culturais.
Neste livro, Yara da Silva oferece um registro inesquecível de Tia Carmem do Xibuca, sua avó. Rememora aqui suas longas “prosas” com os mais diversos interlocutores, seus tabuleiros em que vendia quitutes para sobreviver, suas idas à Festa da Penha, seu dom para rezar crianças, a distribuição de doces nos dias 27 de setembro e suas reminiscências do carnaval carioca. Um vasto universo daquela que foi a última “tia” a manter nos limites de sua casa a “África em miniatura”.
Ler cada capítulo dessa obra é conhecer um pouco mais da história recente do Rio de Janeiro e reafirmar a ancestralidade africana da sua população através da figura de Tia Carmem do Xibuca. Trata-se de um retrato cheio de vida e sabedoria das origens da cultura negra no Brasil.
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JOÃO, do Rio. As Religiões do Rio. Rio de Janeiro : Garnier 1906
JOÃO, do Rio. Paulo Barreto
As Religiões do Rio.
Rio de Janeiro : Garnier
1906
Este é o primeiro texto abrangente sobre práticas religiosas com matrizes africanas no Rio de Janeiro de João do Rio, pseudônimo de Paulo Barreto. Trata-se de um conjunto de reportagens entre os meses de janeiro e março de 1904, no Rio de Janeiro, e reunidas em livro homônimo, publicado naquele mesmo ano. Nessa obra, de imediato, sobressai a diversidade de religiões praticadas na então Capital Federal, após a abolição da escravatura. Já na introdução do livro, o autor diz: “ao ler os grandes diários, imagina a gente que está num país essencialmente católico, onde alguns matemáticos são positivistas. Entretanto, a cidade pulula de religiões. Basta parar em qualquer esquina, interrogar. A diversidade dos cultos espantar-vos-á”.2
Em 1904, As religiões do Rio trouxe a consagração definitiva de seu autor: Paulo Barreto, o João do Rio.
Observação cuidadosa, percepção profunda e ironia fina se juntam para mostrar as crenças do povo, dos intelectuais e da pequena burguesia.
O tempo não faz diminuir a importância do trabalho de João do Rio, como demonstra o interesse que "O livro As religiões do Rio, do sr. Paulo Barreto, é único em seu gênero na literatura brasileira. Nós já possuímos, por certo, vários quadros de costumes [...]; não possuímos, porém, um quadro social, tão palpitante de interesse, como esse que o jovem dedicou às crenças religiosas do Rio de Janeiro. [...]
Escrito com verve, graça e cintilação de estilo, o livro é uma verdadeira jóia que deve ser apreciada pelos leitores competentes.
Tem cunho histórico, porque fotografa o estado d’alma fluminense num período de sua evolução."
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Evaristo Moraes A escravidão africana no Brasil
Evaristo Moraes
A escravidão africana no Brasil
1933
CEN
capa dura, bom estado, escasso ,não perca.
A Escravidão Africana no Brasil – das origens à extinção, publicada em 1933, foi idealizada por Evaristo de Moraes para ser um “ensaio de vulgarização”, que oferecesse ao leitor “o essencial para conhecimento histórico do assunto”.
Em relação à obra, o autor dizia ter a expectativa de que pudesse servir para todos aqueles que se preocupassem com “a história de nossa formação nacional”.
Evaristo de Moraes, portanto, propunha-se, com esta publicação, atingir leitores interessados pelas questões nacionais, tratando de um tema que, como anunciou no prefácio do livro, a ele parecia fundamental para compreensão de “nossa nacionalidade”
O livro foi organizado pelo autor em três partes.
A primeira, com seis capítulos, destinou-se à análise do tráfico de africanos escravizados, tratando de sua origem, dos empreendimentos intelectuais, políticos e diplomáticos para sua contenção e, finalmente, de sua extinção .
A Parte II aborda a Lei de 28 de setembro de 1871 – a Lei do Ventre Livre. Nesta divisão da obra, o autor retoma alguns projetos emancipadores que, apresentados ao Parlamento brasileiro após 1850, foram rejeitados na totalidade; recupera o processo de instituição da Lei de 1871, desde a apresentação das propostas de Pimenta Bueno ao Conselho de Estado, em 1866, até a conformação do Projeto Rio Branco em 1871; são abordados também os debates e as cisões que este projeto ensejou na Câmara dos Deputados e sua passagem pelo Senado.
A Parte III cobre o período entre 1871 e 1888. Com exceção do Capítulo II, em que se trata da campanha popular pela abolição, todos os demais se referem à legislação relativa à emancipação: o Capítulo I trata dos efeitos da Lei de 1871; os Capítulos III, IV, V e VI recuperam os debates, disputas e arranjos realizados em torno dos projetos Dantas e Saraiva – dos quais resultaram a Lei de 1885, chamada posteriormente “dos Sexagenários”; o capítulo VII, por fim, discorre sobre ações do Ministério João Alfredo e o encaminhamento parlamentar do projeto do qual decorreu a lei de extinção da escravidão, em 1888.
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A escravidão africana no Brasil
1933
CEN
capa dura, bom estado, escasso ,não perca.
A Escravidão Africana no Brasil – das origens à extinção, publicada em 1933, foi idealizada por Evaristo de Moraes para ser um “ensaio de vulgarização”, que oferecesse ao leitor “o essencial para conhecimento histórico do assunto”.
Em relação à obra, o autor dizia ter a expectativa de que pudesse servir para todos aqueles que se preocupassem com “a história de nossa formação nacional”.
Evaristo de Moraes, portanto, propunha-se, com esta publicação, atingir leitores interessados pelas questões nacionais, tratando de um tema que, como anunciou no prefácio do livro, a ele parecia fundamental para compreensão de “nossa nacionalidade”
O livro foi organizado pelo autor em três partes.
A primeira, com seis capítulos, destinou-se à análise do tráfico de africanos escravizados, tratando de sua origem, dos empreendimentos intelectuais, políticos e diplomáticos para sua contenção e, finalmente, de sua extinção .
A Parte II aborda a Lei de 28 de setembro de 1871 – a Lei do Ventre Livre. Nesta divisão da obra, o autor retoma alguns projetos emancipadores que, apresentados ao Parlamento brasileiro após 1850, foram rejeitados na totalidade; recupera o processo de instituição da Lei de 1871, desde a apresentação das propostas de Pimenta Bueno ao Conselho de Estado, em 1866, até a conformação do Projeto Rio Branco em 1871; são abordados também os debates e as cisões que este projeto ensejou na Câmara dos Deputados e sua passagem pelo Senado.
A Parte III cobre o período entre 1871 e 1888. Com exceção do Capítulo II, em que se trata da campanha popular pela abolição, todos os demais se referem à legislação relativa à emancipação: o Capítulo I trata dos efeitos da Lei de 1871; os Capítulos III, IV, V e VI recuperam os debates, disputas e arranjos realizados em torno dos projetos Dantas e Saraiva – dos quais resultaram a Lei de 1885, chamada posteriormente “dos Sexagenários”; o capítulo VII, por fim, discorre sobre ações do Ministério João Alfredo e o encaminhamento parlamentar do projeto do qual decorreu a lei de extinção da escravidão, em 1888.
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Gilberto Freyre, Ramos, Arthur Novos estudos afro brasileiros Pref. Arthur Ramos Rio de janeiro : Civilização Brasileira 1937 Desenhos de Lasar Segall; Santa Rosa; Portinari
Arthur Ramos Edson Carneiro Gilberto Freyre e outros.
Novos Estudos Afro-Brasileiros
Trabalhos apresentados ao 1º Congresso Afro-Brasileiro do Recife.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira
1937.
livro em muito bom estado de conservação, capa dura, escasso, não perca, saiba mais...
(Biblioteca de divulgação científica, IX), um dos principais veículos de divulgação dos estudos etnográficos sobre o negro realizados com grande força em várias partes do Brasil.
Um dos mais importantes livros sobre a temática afro-brasileira. Importante coleção da década de 30 dirigida pelo estudioso Dr. Arthur Ramos.
Ilustrado: Desenhos de Lasar Segall; Santa Rosa; Portinari;
Diversos textos dentre os quais:
Aspecto da influencia africana na formação social do Brasil. Uma escava original.
Xângo. O problema do negro e do mestiço no Brasil. Musicalidade do escavo negro no Brasil.
Ohum eniadudu. Lendas Fons ou Dahomeanas, etc ...
Diversos autores:
Arthur Ramos. Rodrigues de Carvalho. Luis da Camara Cascudo.
Carlos Pontes. Edson Carneiro. Jorge Amado. Juliano Moreira, viuva. Leonildo Ribeiro. W. Bernadelli. Isaac Brown. Jovelino M Camargo. Gonsalves de Mello.
Nair de Andrade. Jarbas Pernambucano. Samuel Campello.Giberto Freyre. Jacques Raimundo. Ulysses Pernambucano.Jorge Amado. A Austregesilo. Bastos Avila.
O I Congresso Afro-Brasileiro, organizado no Recife por Gilberto Freyre e Ulysses Pernambu-co, teria como diferencial juntar em volta da velha mesa do teatro Santa I-zabel, não só doutores com grande erudição de gabinete e de laboratório, mas também yalorixás, cozinheiras velhas, pretos de fogareiro, negros de engenho, rainhas de maracatus, outros analfabe-tos e semi-analfabetos inteligentes, com conhecimento direto de assuntos afro-brasileiros; estudantes de medicina e engenharia, psiquiatras, a exemplo de Ulysses Pernambuco, intelectuais, jornalistas, representantes de jornais do Rio de Janeiro.
O Congresso teria desdobramentos na criação de entidades que lutariam pela preservação dos valores espirituais de base afro-brasileira, especialmente no enfrentamento das perseguições policiais de que eram vítimas os terreiros de candomblés no país à época.
Por outro lado, a repercussão do Congresso também estimularia a continuidade das pesquisas neste âmbito, dando-lhes fórum acadêmico, especialmente os estudos sobre a tradição dos Orixás no Brasil.
Contraditoriamente, entretanto – para esses estudos –, tal tradição religiosa está caracterizada pela oralidade, pelo segredo, pelo autoconhecimento somente alcançado no processo de iniciação, que confirma os supostos iniciais da não revelação.
Por sua vez, a imagem passada pelo país no exterior, considerando-o verdadeiro modelo de democracia racial, daria margem ao interesse acadêmico agora da própria Organização das Nações Unidas, que através da UNESCO organiza vasto projeto de pesquisa sobre as relações raciais no país...
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25 de setembro de 2012
Expressões de sabedoria: educação, vida e saberes Nelson De Luca Pretto / Luís Felippe Perret Serpa / Mãe Stella de Oxossi / Juvany Vieira Edufba Ano: 2002
Expressões de sabedoria: educação, vida e saberes
Nelson De Luca Pretto / Luís Felippe Perret Serpa / Mãe Stella de Oxossi / Juvany Vieira
Edufba
Ano: 2002
Usos e costume; etiqueta e folclore, Páginas: 101, Brochura
Construído a partir das atividades da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, este livro trata da história de duas legítimas representantes da população afronegra baiana: Mãe Stella de Oxóssi e Juvany Viana.
É um livro que quer resgatar um pouco da oralidade tão perdida nesses tempos de tantas reproduções, de tudo comprado pronto, de um tempo que impõe um estilo meio self service de viver. Queríamos não deixar que se perdessem as falas dessas mulheres, falas que nós, privilegiados ...
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4 de setembro de 2012
Leopardo dos Olhos de Fogo Escritos Sobre a Religiao Dos Orixas VI Carlos Eugênio Marcondes de Moura (org.)
Leopardo dos Olhos de Fogo
Escritos Sobre a Religão Dos Orixas VI
Carlos Eugênio Marcondes de Moura (org.)
editora: Ateliê
ano: 1998
Livro em bom estado de conservação, brochura, escasso, não perca, saiba mais ...
Exemplar com assinatura e dedicatória de próprio punho do Carlos Eugênio.
Textos de Lydia Cabrera, Vivaldo da Costa Lima, Rita Amaral, Claude Lépine e Raul Lody.
O dono de Ewe Oluwa Ewe; Liderança sucessão, coerência e norma no grupo de candomblé, Awon Xirê a festa do candomblé como elemento estruturante da religião, Oriquis dos Orixás, As metamorfosoes de Sakpata, Deus da varíola, O rei come quiabo e a rainha come fogo. Temas de culinaria sagrada no candomblé.
Sexto volume de um projeto inciado em 1981 ( Escritos sobre a religião dos Orixás de Fogo é uma proposta de resgate e divulgação do que de melhor se tem pesquisado, no Brasil e no exterior, sobre a religião dos orixás, voduns e inquices; que conta hoje com milhões de fiéis na África Ocidental, nas três Américas e até mesmo na Europa.
Nesse volume, Carlos Eugênio reúne textos de vários pesquisadores conceituados, tais como Lydia Cabrera, Claude Lépine, Raul Lody, Rita de Cássia Amaral e Vivaldo da Costa Lima, estudando a religião dos Orixás sob o ponto de visto antropológico e sociológico.
Este é um livro sobre as religiões dos orixás, seus mitos fundadores, suas instituições tradicionais e suas práticas rituais.
Os temas tratados por esses especialistas são os mais instigantes e atraentes:
o cultos, os mitos, as cerimonias; os aspectos liturgicos da religião dos Orixás, as práticas sacrificiais, os orixás, os voduns etc...
É um livro para especialistas e pesquisadores, mas também para os iniciados das religiões afro-brasileiras e para todos os leitores que se interessam pela cultura popular brasileira e sua herança africana.
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Temos disponibilidade de outros volumes da coleção Escritos sobre a religião dos Orixás.
Um dos objetivos da série de escritos sobre a religião dos orixás, voduns e inquices é colocar novamente em circulação ensaios e artigos publicados nas décadas de 1940 a 1960 pelos pioneiros dos estudos sobre as religiões afro-brasileiras, com ênfase no candomblé. Tal produção, divulgada em publicações especializadas, tornou-se de difícil acesso.
Outro propósito é divulgar ensaios inéditos de autores contemporâneos, a nova geração de antropólogos, sociólogos e psicólogos que vêm aprofundando, revisando e abrindo novos caminhos para o entendimento da religiosidade afro-brasileira.
A produção dos africanistas ilumina certos aspectos da religião, tal como é praticada atualmente no Benin e Nigéria, ao revelar a manutenção de valores tradicionais, descrever e analisar procedimentos rituais, apontar tendências de adaptação ou renovação de conhecimentos e, sobretudo, possibilitar a realização de estudos comparativos em relação ao Brasil...
Carlos Eugênio Marcondes de Moura é Doutor em Sociologia pela USP e tradutor, com mais de 50 títulos publicados, entre eles, 'Notas Sobre o Culto aos Orixás e Voduns', de Pierre Verger. Foi professor do Serviço de Teatro da Universidade do Pará e do Departamento de Teatro da ECA - USP.
Trabalhamos com um vasta acervo sobre o tema. Uma extensa bibliografia sobre o candomblé, o xangô, o tambor-de-mina, o batuque, o pará e o babassuê, e mais de 40 temas, do que se tem escrito no Brasil, Nigéria, Benin, Angola, Cuba e Haiti, a respeito da religião dos orixás, voduns e inquices.
Temos condição de conseguir muitos outros títulos da área, diga-nos quais você precisa e lhe daremos a resposta.
Envio em até 24 horas após a confirmação de pagamento com confirmação via e-mail e número de postagem .
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