23 de fevereiro de 2017

A idade da razão Sartre

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Nietzsche Deleuze imagem literatura educação


Nietzsche Deleuze imagem literatura  educação
Daniel Lins
Páginas:338
Edição:2007  

Esta obra reúne trabalhos apresentados no VI Simpósio Internacional de Filosofia Nietzsche e Deleuze: Imagem, Literatura, Educação, em Fortaleza, sob a coordenação do Laboratório de Estudos e Pesquisas da Subjetividade da Universidade Federal do Ceará (LEPS-UFC). A força singular desse Simpósio foi certamente deixar emergir a fragilidade e a estética do efêmero inserida em toda verdade, em todas as verdades, atribuindo à fragilidade um sentimento positivo. Se essa “descoberta” não imprime conforto às errâncias do pensamento, ela abre, contudo, perspectivas criativas e pouco conformes à antropologia/filosofia da espera ou da promessa, tema presente nesse Simpósio, elaborado de modo grave e instigante por Barbara Stiegler. 

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Crítica da Razão Utópica Franz J. Hinkelammert Paulus 1988

Crítica da Razão Utópica 
Franz J. Hinkelammert
Paulus
1988

 O livro trata da imaginação humana acerca de mundos impossíveis que não envolvem contradições lógicas e que expressam as mais profundas aspirações metafísicas: a plena liberdade, a imortalidade ou um mundo social sem dor e sem miséria. Ademais o fim do século XX e o começo do XXI estão pautados pelo antiutopismo radical. Porém, um mundo humano sem utopias é a utopia daqueles que querem impor um modelo único de vida social.

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22 de fevereiro de 2017

Rainha Quelé Clementina de Jesus Funarte

Rainha Quelé
Clementina de Jesus
Funarte

O livro "Rainha Quelé", com organização de Heron Coelho, textos de Hermínio Bello de Carvalho, Nei Lopes e Lena Frias.

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Divida Externa Escravidão Do Século Xx Coletivo Humanidades Luiza Ramos, O negro na força de trabalho bahia 1950 - 1980. Amefricanidade, Nanny Lelia Gonzalez; Literatura negritude. Maria Lourdes Teodoro; Racismo. sinal fechado para os negros na rua da liberdade. Célia Maria Marinho Azevedo. Mestiçagem e segregação. José Jorge Carvalho. Não mexa com meu amigo. Ana Lucia guimarães. Uma pastoral contra o racismo. Ana Valente. Axé Nagô - A força Vital. Helena Theodoro Lopes. Angola e a afirmação cotidiana da liberdade. Francisco Romão Oliveira. O trabalho como instrumento de wescravidão. Divida externa e escravidão no século XX. Hugo Assmann.








Humanidades

DIVIDA EXTERNA A ESCRAVIDÃO DO SÉCULO XX / NEGRO RITO, CONCIÊNCIA E LUTA   
Editora: UNIVERSIDADE DE BRASILIA   
Ano: 1988   
Páginas: 121   

comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL.FORMATO Revista GRANDE, ILUSTRADO.   

Luiza Ramos, O negro na força de trabalho bahia 1950 - 1980.   Amefricanidade, Nanny Lelia Gonzalez;   Literatura negritude. Maria Lourdes Teodoro;   Racismo. sinal fechado para os negros na rua da liberdade. Célia Maria Marinho Azevedo.   Mestiçagem e segregação. José Jorge Carvalho.    Não mexa com meu amigo. Ana Lucia guimarães.    Uma pastoral contra o racismo. Ana Valente.    Axé Nagô - A força Vital. Helena Theodoro Lopes.    Angola e a afirmação cotidiana da liberdade. Francisco Romão Oliveira.    O trabalho como instrumento de wescravidão.    Divida externa e escravidão no século XX. Hugo Assmann.   etc...       ESTA PÁGINA VISA CONTRIBUIR PARA A ELABORAÇÃO DA BIBLIOGRAFIA SOBRE A TEMÁTICA 'NEGRO', SOBRETUDO NO BRASIL. TRABALHAMOS COM O FORNECIMENTO DE LIVROS ESGOTADOS, RAROS, FORA DO COMÉRCIO, RECOLHIDOS E OUTROS SOBRE A TEMÁTICA AFRO BRASILEIRA, CASO QUEIRA É SÓ NOS CONTACTAR. ABRANGEMOS DIVERSAS ÁREAS DO CONHECIMENTO DESDE OS ORIXÁS ATÉ MILTON SANTOS O MAIOR INTELECTUAL NEGRO DO SÉCULO XX.

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20 de dezembro de 2016

O Negro Brasileiro Ramos Arthur Civilização Brasileira 1934 1ª edição.











O Negro Brasileiro

Ramos Arthur

Civilização Brasileira

1934


bom estado de conservação, brochura, ethnographia religiosa e psychanalyse, 303 págs. 1ª edição.


livro em bom estado de conservação, encadernado em percalux, com muitas ilustrações, algumas estremamente escassas.

Um livro de referência a todo candomblecista e estudios do assunto.

Livro mestre de toda a obra antropológica e etnológica de Arthur Ramos, o presente trabalho de etnografia religiosa é referência obrigatória para os estudiosos da presença africana no Brasil e da sua verdadeira história étnica e cultural em terras do Novo Mundo.

O próprio autor sublinha que “o presente trabalho é o primeiro resultado de um largo inquérito procedido diretamente nos “candomblés” da Bahia, nas “macumbas” do Rio de Janeiro e nos “catimbós” de alguns Estados do Nordeste, sobre as formas elementares do sentimento religioso de origem negra, no Brasil.”

A história destes estudos começa com a publicação em francês do "Animismo fetichista dos negros baianos" do médico Nina Rodrigues, em 1900, este livro teve o mérito de ser o pioneiro a descrever com detalhes os candomblés baianos.

Com a morte prematura de Nina Rodrigues em 1906 estes estudos ficaram num certo limbo do interesse intelectual até a década de 1930 quando Artur Ramos, também médico de formação e proclamando-se discípulo e continuador do que denomina a "Escola Nina Rodrigues", iniciou a publicação de seus principais livros sobre o tema.


Duas novidades garantiram a importância de "O Negro Brasileiro" na época de sua edição.
A primeira foi a ampliação da área de estudos sobre a religiosidade de origem africana que incluiu, além dos terreiros baianos de tradição ritual sudanesa, estudados por Nina Rodrigues, os catimbós do Nordeste e os terreiros de tradição ritual banto (as chamadas "macumbas") do Rio de Janeiro e de São Paulo.

A segunda foi que essa religiosidade deixou de ser entendida como manifestação de uma suposta inferioridade da raça negra, e por meio dela se criticou o próprio conceito de raça, substituindo-o pelo de cultura.

A primeira parte dele é dedicada às "Religiões e cultos negros no Brasil" e a segunda à "Exegese psicanalítica".

Na introdução do livro, o autor agrupa a origem étnica dos negros introduzidos no Brasil em dois grandes grupos: os sudaneses (basicamente iorubas ou nagôs e jêjes) e os bantos (angolas, congos, cambindas, benguelas etc.).

Compartilhando a idéia da superioridade cultural do sistema mítico dos sudaneses, defendida por Nina Rodrigues, Ramos descreve esse sistema enquanto liturgia de uma "religião"...

Em Salvador, Ramos centralizou suas pesquisas no terreiro do Gantois, como já havia feito Nina Rodrigues, tomando-o como "um do mais antigos" e "modelo para os demais".

Os cultos bantos, predominantes na região sudeste do país foram vistos em termos de uma suposta "pobreza mítica" contrastada com o modelo baiano de candomblé.

Daí terem sido tão facilmente influenciados pela mitologia jêje-nagô que lhes teria imposto seus orixás, pelas idéias do catolicismo e do espiritismo e pelas sobrevivências de cultos ameríndios.

Um clássico escasso da bibliografia temática afro-brasileira.





Brochura original, em bom estado, escasso, não perca.

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18 de julho de 2016

Ademola Adesoji. Ifá - Testemunha do Destino e o Antigo Oráculo na terra de Yorubá. Oráculo Odu Orixá Oxum Candomblé Opelê Buzios Adivinhação Divination etc....




Autor : Ademola Adesoji

Título : Ifá - Testemunha do Destino e o Antigo Oráculo na terra de Yorubá

Editora : Catedra

Ano : 1991

Comentário : Livro em bom estado de conservação, brochura com capa original.

Ilustações de Ademola Adesoji, arte final de Luiz Falcão.

Quando nós falamos de Ifá ou Orunmila, muita gente não sabe a diferença entre os dois. Só que Orunmila e Babá Ifá e o Opelê ou 16 caroços de azeite de dendê é usado para este tipo de Ifá.

Outros tipos de Ifá para adivinhar o passado o presente ou o futuro são búzios, obi oráculo, etc. Na terra de Iorubá, nós temos diferentes tipos de Ifá e o tipo de Ifá que é muito comum entre os homens é chamado Orunmila.

Com a ajuda do Dr. Afolabi Epega e o meu tio, chief Bajimo, os leitores vão ter idéias sobre Orunmila, os nomes dos Odus e suas caidas....

Olokun - 16 búzios
Obi Oráculo
A característica dos Odus no Obi Abata em Odu Ifá
O que é sacrificio no culto dos Orixás na terra de Yorubá.
Os 200 e os 400 Imales na terra dos Yorubá.

Significado dos sete dias da semana conforme a religião dos Orixás na Terra de yorubá.

Minidicionário Yorubá-português.

O autor revela pela primeira vez no Brasil o livro sobre Ifá - Testemunha do Destino e o Antigo Oráculo na terra de Yorubá, que vive na região Sudeste da Nigéria e africa ocidental. Está testemunha do destino, conhecida como Ifá, reflete a tradição na qual a filosofia dos Yorubás, costumes, ciencîas, artes, cultura e religião são baseados. Há milenios, Ifá é uma religião liagada a Natureza, que ajuda a desenvolver o relacionamento com as forças naturais que governam o Universo.



Livro em bom estado. Fotos, escasso, saiba mais ...
 
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9 de julho de 2016

Sincretismo Religioso Valente Candomblé Jeje Nagô Yorubá Ifá bahia africa nigeria benin costa povo de santo gege bantu etc








AUTOR: WALDEMAR VALENTE

TÍTULO: SINCRETISMO RELIGIOSO AFRO-BRASILEIRO

EDITORA: CEN  -  1977


Comentário: Livro em bom estado de conservação encadernado em brochura original. Coda1-x8, Coleção brasiliana, 280, com 117 pg. escasso, não perca, saiba mais ...


Com prefácio de Amaro Quintas.


Com quadro sinótico do sincretismo na américa.

Brasil - Cuba - Haiti.  As culturas negras no Brasil. sincretismo religioso, sincretismo intertribal, contribuição jeje, contribuiçao banto,  ordenação sincretica,  os orixás,   etc...;


Sincretismo Religioso Valente Candomblé Jeje Nagô Yorubá Ifá

Com uma vasta bibliografia sobre o assunto, um clássico.


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10 anos de BIBLIOAFRO.



Obrigado a todos os leitores, comentadores e parceiros nesta luta de divulgação da cultura em nosso país.

Nestes 10 anos de BIBLIOAFRO.

GROMIKO - KOBICHANOV orgs. AS RELIGIÕES DA ÁFRICA: TRADICIONAIS E SINCRÉTICAS EDIÇÔES PROGRESSO MOSCOU 1987







Autor: GROMIKO - KOBICHANOV orgs.


Título: AS RELIGIÕES DA ÁFRICA: TRADICIONAIS E SINCRÉTICAS


Editora: EDIÇÔES PROGRESSO MOSCOU


Ano: 1987


Páginas: 328

Livro em bom estado de conservação, encadernado em capa dura original, manteve-se a sobrecapa.

Livro de referência para todos os estudiosos sérios da Religião dos Orixás, não só por seu carater acadêmico científico, mas também pela profulsão de iconografia e informações reunidas aqui. Primeira e única edição, extremamente escasso...

Impresso na Russia, Obra feita sob o auspicioso e rigoroso corpo da Academia das Ciencias da URSS, Contém muitas e coloridas Ilustrações, fotos em papel couche, contém mapas, índice geográfico, índice ético, ilustrações de S F Kulik, Vasta Bibliografia. Corpo da redação composto por: Gromiko A. a., redactor- chefe; Ismaguilova R., redactor- chefe adjunto; Kobichanov Lú., Malik- Simonian K., Charevskaya B. e Chpajnikov L, a nata da antropologia e etnografia soviética se debruçou sobre este trabalho de peso....


As diversas expressões religiosas da Africa reunidas como nunca, num livro que só poderia ter sido feito pelo arguto senso sovietico de estudos da antropologia e sociologia das religiões.

Entre outras nações que aqui são abordadas temos, Gegê (Jeje), Nagô Iorubá, Fon, Angola,Congo, Cabinda,Keto, Efan, Ijexá,Egbá,Éwé, Fanti, Ashanti, Krumans, Agni, Nzema, timini,Fulas (peuhls), Mandingas, Haúça, Tapa, Bornu, Gurunsi ou Grunci, entre muitas outras...


A palavra nação é usada no candomblé para distinguir seus seguimentos, diferenciados pelo dialeto utilizado nos rituais, o toque dos atabaques, a liturgia. A nação também indica a procedência dos escravos que lhe deram origem na nova terra e das divindades por eles cultuadas.


Aqui o pesquisador ou o iniciado encontra informações importantes para compreender as interligações entre as diversas crenças e lendas africanas, bem como a estruturação social, cultural que daí surge.
 
Entender a liturgia da Religião dos Orixás, seus detalhes, alguns de seus significados; os ritos funebres, os ritos festivos, os costumes africanos, os materiais utilizados nos trabalhos diversos...


As civilizações bantos do grupo angola-congolês são representadas pelos ambundas de Angola (cassanges, bangalas, in-bangalas, dembos), os congos ou cabindas do estuário do Zaira e os benguela com diversas tribos escravizadas.


No começo do período escravagista, todos os escravos vindos da África eram chamados de negros de Guiné, pois no século XVI a Guiné se estendia de Senegal a Orange. Esses guinés deveriam ser autênticos bantus.


Guardiões da cultura oral, os escravos guardaram em sua memória os movimentos de dança, os toques dos atabaques, a comida ritual, as rezas e cânticos, na nova terra chamados de Cantiga no candomblé e pontos cantados na Umbanda.

O silêncio, o segredo (calundus)e o isolamento armado em quilombos e mocambos são formas de resistência e esperança de reconstituir na nova terra seus ritos, costumes e hierarquia.

A resistência dos negros ao regime de subordinação ou exploração do qual foram vítimas encontram portas abertas na religião, nos quilombos, confrarias e santidades, locais de reuniões assim chamados antes de receberem o nome de candomblés que também foram usados como esconderijo.


As Religiões da África Tradicionais e sincréticas, Impresso na Russia, Obra feita sob o auspicioso e rigoroso científico corpo da Academia das Ciencias da URSS.

Contém Ilustrações fotos em papel couché, de primeiríssima qualidade, contém mapas,contém índice geográfico, índice étnico, ilustrações de S F Kulik, Vasta Bibliografia. Saiba Mais...


Sendo ele responsável pelo orun - céu / dimensão do supra-sensível - e ela pelo aiye - terra / dimensão da matéria física, seu casamento implica em todas as relações entre esses dois domínios. Odudua cria o aiye e Obatalá os duplos no orun. Representa essa união uma cabaça branca - igba-odu ou igbadu - formada de duas metades unidas, a metade inferior representando o aiye e a superior, o orun, contendo elementos simbólicos em seu interior. Gromiko , na obra russa As religiões da África, refere-se a essa controvérsia: Obatalá tem uma mulher chamada Odua ou Odudua que, provavelmente, é uma das personagens mais contraditórias no olimpo dos deuses iorubás. Odudua é uma divindade....


A história das religiões africanas (lu. M. Kobichanov)  Fontes arqueológicas e escritas   Elementos arcaicos das concepções religiosas  As religiões politeístas antigas, medievais e modernas   A propagação das religiões mundiais  O sincretismo na Idade Média  O panorama religioso nos tempos pré-coloniais

As religiões tradicionais africanas e as organizações político-religiosas  Totemismo, animismo, feiticismo e outros elementos arcaicos (K. A. Melik-Simonian)  O culto dos ancestrais (A. A. Kara-Murza)  Sortilégio e feitiçaria (K. A. Melik-Simonian)  Sociedades mágico-religiosas secretas (lú. M. Kobichanov)   Os sacerdotes (lú. M. Kobichanov) Reis sacros (lú. M. Kobichanov)  Sacralização da terra, das águas e do gado (lú. M. Kobichanov)


As religiões polidemonistas Religiões dos povos da Guiné Florestal (Guiné, Costa do Marfim, Libéria e Serra Leoa) /V. N. Chmelkov/ O sistema polidemonista e o culto dos ancestrais entre os akas (V. A. Popov) As religiões dos povos da Nigéria Central (I. V. Sledzevski e N. N. Dobrundash-vili) As religiões dos povos da África Central (G. A. Chpajnikov)  As  religiões dos povos da África Ocidental Equatorial (A. S. Lvova)  As religiões da África Oriental e Austral (N. A. Xenofontova e A. V. Nikiforov) As religiões dos povos nilotas e kushitas (Etiópia, Quénia, Uganda, Somália e Sudão) /lú. M. Kobichanov/

As religiões politeístas As religiões dos iorubas (Nigéria) /N. B. Kotchakova As religiões dos binis (Nigéria) /N. B. Kotchakova/   As religiões dos fones (Benim) /N. B. Kotchakova/  As religiões dos gandas (Uganda) /G. A. Chpajnikov/

As religiões sincréticas  O sincretismo do cristianismo monofisista com as religiões kushitas na Etiópia /lú. M. Kobichanov/  O sincretismo do Islão com as religiões tradicionais: -  Etiópia (lú. M. Kobichanov) Somália (lú. M. Kobichanov) -  África Oriental (lú. M. Kobichanov)  -  Nigéria Setentrional e Central (I. V. Sledzevski)  -  Mali (V. R. Arseniev)  As igrejas e seitas cristão-africanas (G. A. Chpajnikov) O sincretismo na África Equatorial Ocidental (A. A. Kara-Murza)


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