23 de setembro de 2011

Herdeiros da noite: fragmentos do imaginário negro Maria Lúcia Montes, Emanoel Araújo, Lilia Moritz Schwarcz, George Nelson Preston, Francisco de Castro Ramos Neto, Juana Elbein dos Santos, Glória Moura, Pierre Verger, Olívio Tavares de Araújo, Rubem Valentim, Henry John Drewal, Tiago de Oliveira Pinto











Os herdeiros da noite fragmentos do imaginário negro: 300 anos de Zumbi.

Texto de Emanuel Araújo; Maria Lucia Montes e outros.

Pinacoteca do Estado / Raizes

ano: 1995

descrição: livro em bom estado de conservação, Brochura em tamanho grande com 85 pg,fartamente ilustrada a cores.

Lindo livros com imagens raras e significativas, composto com especial esmero pela Raízes, com tiragem reduzida e limitada, em papel couché,Publicação escassa, saiba mais .....

Curadoria Emanoel Araújo; texto Maria Lúcia Montes, Emanoel Araújo, Lilia Moritz Schwarcz,

George Nelson Preston, Francisco de Castro Ramos Neto, Juana Elbein dos Santos, Glória Moura,

Pierre Verger, Olívio Tavares de Araújo, Rubem Valentim, Henry John Drewal, Tiago de Oliveira Pinto;

tradução Francisco de Castro Ramos Neto.



Com mapa do trafico atlantico. Com algumas gravuras raras de Helio de Baba Procópio, com fotografias antigas e outras reproduções, balangandas, tapeçarias daomeanas; mascaras, objetos rituais africanos, bandeiras vodum haitianas; vestimentas rituais.


Diálogos nada arbritários.

Zumbi dos Palmares, identidade nacional e democracia.

Arte e resistência: o povo Fante de Gana e suas bandeiras;

"Nó de pinho" imaginária católica afro-brasileira em São Paulo.

Hioerofanias esteticas- obras simbolos ogbon.

Ilhas negras num mar mestiço;

A vertente erudita;

Influências africa-brasil, brasil-africa.

Imaginário e concepção na música afro-brasileira.


Trabalhamos com um vasta acervo sobre o tema.

Temos condição de conseguir muitos outros títulos da área, diga-nos quais você precisa e lhe daremos a resposta.

Envio em até 24 horas após a confirmação de pagamento com confirmação via e-mail e número de postagem .

Temos um vasto acervo sobre a bibliografia temática afro-brasileira, religião dos orixás, candomblé, nagô, yorubá, jejê, angola, minas, bantu, capoeira, etc..., saiba mais, pergunte-nos.


Caso haja interesse em alguns dos nossos livros, ou em outro que não se encontre cadastrados ainda, pergunte-nos, que conversaremos sobre como conseguir.


philolibrorum@yahoo.com.br




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cultura griot.

Kabengele Munanga. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil





Kabengele Munanga.

REDISCUTINDO A MESTIÇAGEM NO BRASIL: IDENTIDADE NACIONAL VERSUS IDENTIDADE NEGRA

Vozes

1999

livro em bom estado de conservação, brochura original, saiba mais ....

Esta obra recoloca em discusão os fundamentos da identidade nacional brasileira, convidando estudiosos da questão para rediscuti-la e melhor entender por que as chamadas minorias, que na realidade constituem maiorias silenciadas, não são capazes de construir identidades políticas verdadeiramente mobilizadoras. Essa discussão não pode ser sustentada sem colocar no bojo da questão o ideal do branqueamento materializado pela mestiçagem e seus fantasmas.


Muitas vezes relevamos o fato de filósofos, cientistas, sacerdotes, artistas, viajantes e colonizadores classificarem os grupos humanos que abordavam em seus trabalhos como pertencentes a raças e etnias misteriosas, donas de comportamentos selvagens, idéias atrasadas, costumes e religiões primitivas e bizarras, aparência horripilante e idéias irracionais. Como se o nosso mundo não-europeu fosse habitado por seres aos quais era negado o reconhecimento como humanos. O homo sapiens foi dividido pela filosofia e pela ciência européias em uma hierarquia de raças que desumanizou e reduziu os subordinados tanto ao olhar científico como ao desejo dos superiores.

Em seu livro “Rediscutindo a mestiçagem no Brasil”, o professor Kabengele Munanga demonstra como inúmeros autores europeus considerados clássicos e inatacáveis em nossos currículos advogam as mais ensandecidas teorias racistas. Segundo Kabengele,

“Na vasta reflexão dos filósofos das luzes sobre a diferença racial e sobre o alheio, o mestiço é sempre tratado como um ser ambivalente, visto ora como o “mesmo”, ora como o “outro”. Além do mais, a mestiçagem vai servir de pretexto para a discussão sobre a unidade da espécie humana. Para Voltaire, é uma anomalia, fruto da união escandalosa entre duas raças de homens totalmente distintas. A irredutibilidade das raças humanas não está apenas na aparência exterior: “não podemos duvidar que a estrutura interna de um negro não seja diferente da de um branco, porque a rede mucosa é branca entre uns e preta entre outros”. Os mulatos são uma raça bastarda oriunda de um negro e uma branca ou de um branco e uma negra”



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cultura griot.



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O Folclore Nacional Edson Carneiro Editora Souza 1954

O Folclore Nacional

Edson Carneiro

Editora Souza

1954


brochura original, série de bibliografia de estudos brasileiros.

Acaçá Pai Cido De Òsun Eyin Candomblé Yorubá Cozinha Orixás. Comida de santo. iyá bassê acaçá lubaça gembê amalá etc




Acaçá - Onde tudo começou.

Pai Cido de Òsun Eyin

Arx

2002


Livro em bom estado de conservação, uma pérola, muito escasso, aproveite.

Escrever um livro sobre comida que não fosse de culinária comum criou um problema para o babalorixá Cido de Òsun Eyin, baiano que mora em São Paulo desde os 20 anos.

Como fazê-lo?, perguntava-se o religioso, que pediu ajuda aos orixás. Dormiu um dia e sonhou com o acaçá, interpretando a história como "um recado de Oxóssi", o patrono do seu terreiro. Para quem não sabe ou não está lembrado, acaçá é aquele bolinho cremoso de milho branco enrolado na palha de bananeira, e que ainda pode ser encontrado à venda nas ruas da cidade.

Dentro do Candomblé, informa pai Cido, o acaçá é, simbolicamente, o alimento mais importante. Deve ser ofertado a todos os orixás, em todas as cerimônias, das mais simples às mais complexas, como as de iniciação e passagem. Pensando na iguaria como síntese da importância da comida para o povo de santo, ele chegou ao formato de Acaçá - Onde tudo começou, que traz o intertítulo Histórias, vivências e receitas das cozinhas de Candomblé (Arx).

"O acaçá é o símbolo de paz, a energia branca, remete ao princípio de todas as coisas, à criação", afirma pai Cido.

A partir desse conceito, o trabalho conseguiu mesmo fugir do formato clássico dos livros de receitas, dando um tratamento antropológico ao assunto. Escrito com a colaboração de Rodnei William Eugênio, sociólogo e filho-de-santo de pai Cido, a publicação procura mostrar a importância do alimento no cotidiano das casas de candomblé. O autor observa que a comida, diferentemente do que acontece em outras religiões, representa um elo fundamental entre os homens e as divindades.

"A comunhão se dá em termos reais e simbólicos, pois o mesmo caruru com arroz e galinha da terra que mata a fome dos homens, antes foi oferecido aos orixás, que a partir de então passam a dividir a mesa e a compartilhar da alegria de seus filhos", anota pai Cido. Comer da mesma comida ofertada a Oxum, Oxóssi e outros deuses seria, então, uma maneira de despertar o axé do orixá dentro de cada um de nós.

A primeira parte do livro dá uma geral nos elementos que cercam o ritual do preparo, destacando-se a ida aos mercados e a ação coletiva nas cozinhas. Segundo pai Cido, ingredientes, temperos e modos de preparar são fundamentais para alcançar os propósitos finais. O azeite-de-dendê, diz, assim como o mel e o sal, é uma espécie de sangue, imprescindível nos rituais de consagração. "Depois que fiz o santo, tenho me preocupado muito com a forma correta dos pratos. Vejo muita gente fazendo o acaçá de forma incorreta", diz.

Na seqüência, a publicação traz 18 capítulos, cada um dedicado a um orixá e os principais tipos de alimentos que costumam lhe serem servidos. O interessante é que o autor conseguiu fugir de uma abordagem simplista, falando de comida a partir da mitologia dos orixás e mostrando como os pratos podem variar de acordo com a cultura local. O inhame, por exemplo, está diretamente ligado a Ogum porque, na África, ele é fundamental, simboliza a fartura desejada pelo orixá guerreiro. É a base de muitos pratos naquele continente. No final do livro, um apêndice com algumas receitas e um pequeno glossário.

Fazer história - Acaçá - Onde tudo começou é o segundo livro de pai Cido, que anteriormente publicou o polêmico Candomblé: a panela do segredo. Dizendo que está interessado em fazer história e não em escrever livros, ele diz que não recebe nenhum elogio do povo do candomblé. "O candomblé só bate palmas para intelectuais", alfineta pai Cido, definindo-se como uma pessoa simples, mas que tem o que contar. "O intelectual tem a tese e eu vivo o Candomblé, eu sei fazer acaçá, acarajé e abará, sei como funciona, esta é minha vida", diz.

Comandando um terreiro na zona leste paulista, pai Cido de Òsun. "A cidade me abraçou e Oxum me deu tudo que tenho", diz ele.

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Dicionário de Culto Afro Brasileiros Com origem das palavras Olga G. Cacciatore palavras usadas nos ritos e liturgias religiões africanas brasil africa candomblé mina jeje nagô ioruba quimbundo terreiros etc




Olga Gudolle Cacciatore

Título: Dicionário de Culto Afro Brasileiros Com origem das palavras

Editora: Forense Univercidade
Ano: 1977

Páginas: 264


Comentário: Livro em bom estado de conservação, brochura com capa original. cod. a14..

Principais Culturas Africanas vindas para o Brasil desde o século XVI.

1- Bantu: Angola, Congo, Cabinda, Benguela. Principais de Angola e do Congo p/ RJ, BA, PE, MA. Moçambique de (para o Rio de Janeiro Moçambique etc.

2 Sudanesa: Ioruba (nago)- da nigéria, Daomeana(jeje)- do Daomei (atual Benin), Fanti-axanti (mina) da costa do Ouro (atual Gana).


Cultos indígenas anteriores ao descobrimento do Brasil, Cultos europeu-populares no Brasil,Cultos afro-brasileiro, Candombés organizados somente a partir do século XIX, Abreviaturas e Símbulos, Valores das letras nas línguas africanas.

CONTÉM UMA INTRODUÇÃO DE JOSÉ CARLOS RODRIGUES. UMA VASTA BIBLIOGRAFIA SOBRE OS LIVROS CONSULTADOS NA ELABORAÇÃO DESSE PRECIOSO TRABALHO.

LIVRO COM A IMPRESSÃO DA RENOMADA GRÁFICA DE TAVARES & TRISTÃO NO RIO DE JANEIRO.


Esta obra contém mais de 2.000 verbetes em ordem alfabética, sentidos diversos, explicações detalhadas de rituais, símbolos, nome científico e uso ritual de plantas sagradas, etimologia, valores das letras nas línguas africanas. Saiba mais ...



"Efun: Cerimonia ritual que consiste em pintar a cabeça raspada e o corpo da inicianda , com circulos ou pontos , ou ambos e traços tribais ( nas faces ) , feitos com giz, durante a iniciação. Na primeira saida da camarinha, para Oxalá, a pintura é toda branca. Na segunda é da côr do orixá " dono da cabeça". Para essa pintura usa-se giz dissolvido em água, com um pouco de goma arábica. Depois da dança a pintura é removida com um banho de ervas sagradas.
Efun no iorubá é cal, giz. No culto de Obatalá ( Oxalá) , na África este é representado por bolos redondos de giz - sésé - efun ( xexé efun ) , bem como outros objetos brancos.
Efun também é cal. Cal é " lime " em inglês , que também é limo. Cremos vir daí a confusão com " limo" da Costa para representar Oxalá, segundo alguns, quando na verdade é cal ou giz ( variedade de cal) material para o "assentamento" desse orixá , pelas tradições africanas."



Sóba: Há um paradoxo que se apresenta no uso desta palavra: a proximidade dela à expressão "assobá" pareceria indicar que as duas expressões são iguais; não obstante isto, a acentuação diferente na palavra sóba e a falta da primeira silaba (prefixo a- é um prefixo muito usado e produtivo em yorubá) poderiam indicar um vocábulo diferente ao de assobá.
Em todo caso, existe a palavra "sobá" dentro do ritual dos terreiros, a qual, segundo Cacciatore, é «nome dado a Yemanjá, provável corruptela de "Açabá" (um dos nomes dados a Yemanjá, até há alguns anos atrás, em macumbas cariocas.do Ior. [yorubá]: 'asába' -ato de colocar- se sob a proteção de alguém.


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6 de setembro de 2011

Frank Hurley Perlas y Salvajes: Mis aventuras entre los caníbales y cazadores de cabezas de Nueva Guinea




Frank Hurley

Perlas y Salvajes: Mis aventuras entre los caníbales y cazadores de cabezas de Nueva Guinea

Editorial "Joaquin Gil Editor"

Año 1931


Ilustrado con 93 fotografías b/n en láminas fuera del texto y desplegables.