17 de dezembro de 2010

Roger Bastide. Medicina e magia nos Candomblés. Medicina e magia nos Candomblés.

Roger Bastide.

Medicina e magia nos Candomblés.

São Paulo

Brochura, bom estado, escasso. In BOLETIM BIBLIOGRÁFICO: Separata. São Paulo, 1950.

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Júlio Braga - O Jogo de Búzios: Um Estudo de Adivinhação no Candomblé.








Júlio Braga -

O Jogo de Búzios: Um Estudo de Adivinhação no Candomblé.

Editora Brasiliense,

1988.

O saber jogar os búzios é de imensa necessidade para o grupo, pois ele constitui o veículo pelo qual o orixá vai revelar suas vontades a seus filhos. Ali se sabe como se conduzir durante qualquer momento da vida do grupo e do indivíduo. O Babalorixá é o instrumento que veicula a vontade divina para o profano através dos búzios. Braga assinala que o jogo dos búzios é um sistema simplificado, não sendo ensinado nem aprendido, mas que revela o próprio destino da pessoa. A fragilidade do humano é substituída pela incontestável revelação do orixá. Qualquer desacato às ordens do orixá será admoestado por sinais, olhares e nunca diretamente. No candomblé nada se diz frente a frente. A instrumentalização dos búzios pelo Babalorixá credencia toda a representação do grupo quanto a sua sacralidade. Os filhos não estão abandonados, os orixás os guiam por onde devem percorrer.



O Jogo de Búzios é a modalidade de consulta por excelência adotada nos cultos afro-brasileiros. Uma atividade importante que direciona tudo o que é feito, desde os problemas particulares de seus integrantes, até o próprio destino de uma comunidade. O Jogo de Búzios consiste na manipulação de 16 búzios, os quais o adivinho os sacode com as mãos em concha e os atira sobre uma mesa previamente preparada para tal fim. Enquanto assim procede, faz perguntas, conversa com as divindades, procurando respostas às dúvidas e situações diversas. Ao caírem, os búzios poderão tomar uma das duas posições - aberta ou fechada - surgindo, assim, um Odú revelador da mensagem desejada. Os sistemas de consulta praticados, entre eles, os jogos do Ibò, do Obí, Orógbó e Búzios, são também devidamente explicados de forma clara e fácil entendimento. Para cada tarefa uma série de observações a serem seguidas com exemplos práticos de como tudo se desenvolve.

Um estudo de muita qualidade tanto informativa quanto de conteúdo.


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INSTRUMENTOS MUSICAIS DE MOÇAMBIQUE MARGOT DIAS,




INSTRUMENTOS MUSICAIS DE MOÇAMBIQUE

MARGOT DIAS,

Centro de Antropologia Cultural e Social do Instituto de Investigação Cientifica Tropical

1986.


livro em bom estado de conservação, prefácio de Gerhard Kubik, ilustrado, brochura original.


Margot Dias nasceu a 4 de Junho de 1908 em Nuremberga.Fora inicialmente pianista - obteve o diploma do Curso Superior de Música da Academia Nacional de Música em Munique - e principiou as suas actividades de etnóloga e etnomusicóloga em Portugal em 1948, na qualidade de bolseira do Instituto de Alta Cultura (do Ministério da Educação Nacional), adstrita à secção de etnografia do Centro de Estudos de Etnologia Peninsular e mais tarde, como investigadora do Centro de Estudos de Antropologia Cultural, criado em 1962 em Lisboa, ambos para serem dirigidos pelo Prof.António Jorge Dias.

O material em que se baseia a obra presente foi colhido, na maior parte, durante as viagens de investigação de campo realizadas durante os anos de 1957-1961.

...O trabalho agora publicado apresenta o primeiro dos estudos sistemáticos, elaborados até hoje, abrangendo os instrumentos musicais de Moçambique.

...Margot Dias é reconhecida mundialmente, entre os peritos da especialidade, como etnomusicóloga do espaço moçambicano e como a cientista com os conhecimentos mais vastos e mais aprofundados da cultura dos Makonde.



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11 de dezembro de 2010

African Ark Peoples of the Horn Carol Beckwith / Angela Fisher



African Ark: People and Ancient Cultures of Ethiopia and the Horn of Africa

Carol Beckwith / Angela Fisher

editora: The Harvill Press

ano: 1996

ótimo estado / capa dura com sobrecapa / formato grande / 320 págs / ricamente ilustrado / em Inglês / Text by Graham Hancock


"Inspired by a deep knowledge and love of the region, this magnificent book from two of the world's outstanding photographers is the record of a five-year jouney of discovery...A true celebration of the lives of those who still inhabit the cradle of mankind. "-



Two talented photographers focus on the Horn of Africa--an "ark" that shelters an astonishing variety of landscapes and human societies.

Starting with the Christian Amharas of Lalibela and Axum and the Falashas of Lake Tana, they complete an arc that takes them to the seacoast of Eritrea, Djibouti and Somalia, as far south as Lamu in Kenya, and finally to the remote peoples of the Southeast who still engage in stick fighting, body painting, scarification and the wearing of lip plates.

Other handsome peoples they depict include the desert-dwelling Afar, Beja and Rashaida, the Somali nomads of Ogaden and the ecstatic Oromo (formerly Galla) pilgrims of the Bale Mountains.

As in Beckwith and Fisher's previous, award-winning books ( Maasai and Nomads of the Niger ), their magnificent color photos (240 of them here) are the glory of this beautifully designed volume. Hancock's ( Ethiopia ) useful if uninspired text covers indigenous societies, cultures, crafts, religions, sacred places, dances, and cycles of life and death.


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Trabalhamos com o fornecimento de livros esgotados, raros, fora de comércio,recolhidos e outros sobre a temática afro-brasileira, caso queira é só nos contactar.

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9 de dezembro de 2010

O Negro Brasileiro Arthur Ramos - Candomblé Yorubá Nagô Ifá Ritos Africa Religião etc










O Negro Brasileiro

Arthur Ramos

Companhia Ed. Nacional

ano: 1940

livro em bom estado de conservação, encadernado em percalux, com muitas ilustrações, algumas estremamente escassas.

Um livro de referência a todo candomblecista e estudios do assunto.

Livro mestre de toda a obra antropológica e etnológica de Arthur Ramos, o presente trabalho de etnografia religiosa é referência obrigatória para os estudiosos da presença africana no Brasil e da sua verdadeira história étnica e cultural em terras do Novo Mundo.

O próprio autor sublinha que “o presente trabalho é o primeiro resultado de um largo inquérito procedido diretamente nos “candomblés” da Bahia, nas “macumbas” do Rio de Janeiro e nos “catimbós” de alguns Estados do Nordeste, sobre as formas elementares do sentimento religioso de origem negra, no Brasil.”

A história destes estudos começa com a publicação em francês do "Animismo fetichista dos negros baianos" do médico Nina Rodrigues, em 1900, este livro teve o mérito de ser o pioneiro a descrever com detalhes os candomblés baianos. Com a morte prematura de Nina Rodrigues em 1906 estes estudos ficaram num certo limbo do interesse intelectual até a década de 1930 quando Artur Ramos, também médico de formação e proclamando-se discípulo e continuador do que denomina a "Escola Nina Rodrigues", iniciou a publicação de seus principais livros sobre o tema. O negro brasileiro (revisto e ampliado em 1940) surge neste contexto sendo o primeiro volume de uma série de livros sobre a temática: Negro, que compreende "O folclore negro do Brasil (1935)", "As culturas negras no novo mundo (1937)" e a "Aculturação negra no Brasil (1942)".

Duas novidades garantiram a importância de "O Negro Brasileiro" na época de sua edição. A primeira foi a ampliação da área de estudos sobre a religiosidade de origem africana que incluiu, além dos terreiros baianos de tradição ritual sudanesa, estudados por Nina Rodrigues, os catimbós do Nordeste e os terreiros de tradição ritual banto (as chamadas "macumbas") do Rio de Janeiro e de São Paulo. A segunda foi que essa religiosidade deixou de ser entendida como manifestação de uma suposta inferioridade da raça negra, e por meio dela se criticou o próprio conceito de raça, substituindo-o pelo de cultura.
A primeira parte dele é dedicada às "Religiões e cultos negros no Brasil" e a segunda à "Exegese psicanalítica".

Na introdução do livro, o autor agrupa a origem étnica dos negros introduzidos no Brasil em dois grandes grupos: os sudaneses (basicamente iorubas ou nagôs e jêjes) e os bantos (angolas, congos, cambindas, benguelas etc.).

Compartilhando a idéia da superioridade cultural do sistema mítico dos sudaneses, defendida por Nina Rodrigues, Ramos descreve esse sistema enquanto liturgia de uma "religião" (capítulos I e II), contrastando-o com os "cultos" descritos nos outros capítulos, dedicados às práticas dos malês - negros islamizados - (capítulo III) e principalmente dos bantos (capítulo IV), estes inclusive mais próximos do "sincretismo religioso" (capítulo V) e das "práticas mágicas" de feitiçaria e curandeirismo (capítulo VI). Como se vê pela própria organização e título dos capítulos há uma idéia implícita de diferenciação e hierarquização entre um "sistema de religião" mais "coeso" e "puro" (jejê-nagô) e "sistemas de culto" mais "impuros" e "sincréticos" (malês, bantos etc.).

Em Salvador, Ramos centralizou suas pesquisas no terreiro do Gantois, como já havia feito Nina Rodrigues, tomando-o como "um do mais antigos" e "modelo para os demais".
Os cultos bantos, predominantes na região sudeste do país foram vistos em termos de uma suposta "pobreza mítica" contrastada com o modelo baiano de candomblé.
Daí terem sido tão facilmente influenciados pela mitologia jêje-nagô que lhes teria imposto seus orixás, pelas idéias do catolicismo e do espiritismo e pelas sobrevivências de cultos ameríndios.
Para Ramos, os cultos de procedência banto, caracterizados por uma "mitologia paupérrima" e facilmente sincretizado com elementos de outras culturas, como a européia e ameríndia, poderiam ser descritos na forma da macumba, tal como era praticada, principalmente no Rio de Janeiro. Os terreiros de macumba foram vistos então pelo autor como "toscos e simples", sem a "teoria de corredores e compartimentos dos terreiros jêje-iorubanos", a estrutura hierárquica seria relativamente simples e as divindades apresentar-se-iam divididas por linhas ou falanges e tanto mais poderoso seria o pai-de-santo quanto maior fosse o número de linhas em que ele trabalhasse.
Nas macumbas o transe seria muito freqüente tendo muito de efeito procurado ou simulado, contrariamente ao candomblé onde a "queda no santo" é demorada e exige cerimônias especiais.

Um clássico escasso da bibliografia temática afro-brasileira.

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Visamos contribuir para a elaboração da bibliografia sobre a temática "Negro", sobretudo no Brasil.

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30 de novembro de 2010

Autor: Martinho Cardoso Título: Contos que se Contam...

Autor: Martinho Cardoso

Título: Contos que se Contam...

Editora: Sociedade Impressora Paulista

Ano: 1933

Páginas: 156

Comentário : Livro em bom estado de conservação, brochura com capa original, vide foto.

Trocadilhos, Poesias, Humorísticas, Prosa e Versos Sertanejos, e outras, 1ª edição.

29 de novembro de 2010

Org. CARLOS MARCONDES MOURA - Ilustração Carybé. As Senhoras do Pássaro da Noite: Escritos sobre a Religião dos Orixás Volume V. Iyami Verger Augras.




Org. CARLOS EUGENIO MARCONDES DE MOURA, Ilustração: Carybé


Título:As Senhoras do Pássaro da Noite: Escritos sobre a Religião dos Orixás Volume V


Axis Mundi, 1994, pgs. 248









Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL.
Coletânea que apresenta variados aspectos da tradição afro-brasileira, a "religião dos orixás", em ensaios do etnólogo Pierre Verger, da psicóloga Monique Augras, do antropólogo José Jorge de Carvalho, do sociólogo Reginaldo Prandi, do museógrafo José Luiz Hernandes e do pai-de-santo Manoel do Nascimento Costa.

As Senhoras do título são as Grandes Mães, as yamis do candomblé, mulheres feiticeiras que representam os poderes místicos da mulher e seu aspecto mais perigoso e destrutivo.

Artigos:
“Os Gêmeos e a Morte: Notas sobre os Mitos dos Ibeji e dos Abiku na Cultura Afro-Brasileira"

“Violência e Caos na Experiência Religiosa: A Dimensão Dionisíaca dos. Cultos Afro-Brasileiros.”

"As Artes da Adivinhação: Candomblé Tecendo Tradições no Jogo de Búzios".

"Frutos da Memória e da Vivência: O Grande Sacrifício do Boi na Nação Nagô e Outras Tradições dos Xangôs do Recife".

"Santeria: uma religiao cubana de origem africana."

“Grandeza e decadência do culto de Ìyàmi Òsòròngà (minha mãe feiticeira) entre os Yorùbá.”

"A religião dos orixás, Voduns e Inquices: Uma bibliografia em Progresso."


Este é um livro sobre as religiões dos orixás, seus mitos fundadores, suas instituições tradicionais e suas práticas rituais. Entre os autores temos Pierre Verger, Monique Augras, José Jorge de Carvalho, Reginaldo Prandi, o pai-de-santo Manoel do Nascimento Costa e José Luis Hernándes Alfonso.

Os temas tratados por esses especialistas são os mais instigantes e atraentes: o culto das Iyami Oxorongá, os mitos dos Abiku e Ibeji, o oráculo do jogo de búzios, os aspectos dionisíacos do culto, as práticas sacrificiais, os orixás da santería. É um livro para especialistas e pesquisadores, mas também para os iniciados das religiões afro-brasileiras e para todos os leitores que se interessam pela cultura popular brasileira e sua herança africana.

Um dos objetivos da série de escritos sobre a religião dos orixás, voduns e inquices é colocar novamente em circulação ensaios e artigos publicados nas décadas de 1940 a 1960 pelos pioneiros dos estudos sobre as religiões afro-brasileiras (Édison Carneiro, Bastide, Herskovits, Verger e Costa Eduardo), com ênfase no candomblé.
Tal produção, divulgada em publicações especializadas, tornou-se de difícil acesso. Outro propósito é divulgar ensaios inéditos de autores contemporâneos, a nova geração de antropólogos, sociólogos e psicólogos que vêm aprofundando, revisando e abrindo novos caminhos para o entendimento da religiosidade afro-brasileira. A produção dos africanistas ilumina certos aspectos da religião, tal como é praticada atualmente no Benin e Nigéria, ao revelar a manutenção de valores tradicionais, descrever e analisar procedimentos rituais, apontar tendências de adaptação ou renovação de conhecimentos e, sobretudo, possibilitar a realização de estudos comparativos em relação ao Brasil...




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A SENHORA DO PÁSSARO DA NOITE (ÒSÓRÓNGÁ) YÁMIN.

As Senhoras dos Pássaros da Noite quando se pronuncia o nome de Yiá Mi Osorongá, quem estiver sentado deve-se levantar, quem estiver de pé fará uma reverência, pois se trata de temível Òrìsá, a quem se deve apreço e acatamento. Iyá Mi Osorongá ( Ìyá Mi Osorongà ) é a síntese do poder feminino, claramente manifesto na possibilidade de gerar filhos e, numa noção mais ampla, de povoar o mundo. Quando os iorubás dizem "nossas mães queridas" para se referirem às Iyá Mi, tentam, na verdade, apaziguar os poderes terríveis dessa entidade. Donas de um àse tão poderoso quanto o de qualquer Òrìsá, as Iyá Mi tiveram seu culto difundido por sociedades secretas de mulheres e são as grandes homenageadas do famoso festival Gèlèdè, na Nigéria, realizado entre os meses de março e maio, que antecedem o início das chuvas do país, remetendo imediatamente para um culto relacionado à fertilidade. Poder procriador tornou-se conhecidas como às senhoras dos pássaros e sua fama de grandes feiticeiras as associou à escuridão da noite; por isso também são chamadas de Eleyé e as corujas são seus maiores símbolos.

Esse é o poder de Iyá Mi: mostrar que todas as mulheres juntas decidem sobre o destino dos homens. Mãe todo-poderosa, mãe do pássaro da noite. Grande mãe com quem não ousamos coabitar Grande mãe cujo corpo não ousa olhar. Mãe de belezas secretas que esvazia a taça Que fala grosso como homem, Grande, muito grande, no topo da árvore iroko, Mãe que sobe alto e olha para a terra Mãe que mata o marido, mas dele tem pena. Iyá Mi é a sacralização da figura materna, por isso seu culto é envolvido por tantos tabus. Seu grande poder se deve ao fato de guardar o segredo da criação. Tudo que é redondo remete ao ventre e, por conseqüência, as Iyá Mi. O poder das grandes mães é expresso entre os orixás por Òsún, Yemonjá e Nanã Buruku, mas o poder de Iyá Mi é manifesto em toda mulher, que, não por acaso, em quase todas as culturas, é considerada tabu. As denominações de Iyá Mi expressam suas características terríveis e mais perigosas e por essa razão seus nomes nunca devem ser pronunciados; mas quando se disser um de seus nomes, todos devem fazer reverencias especiais para aplacar a ira das grandes Mães e, principalmente, para afugentar a morte.

As feiticeiras mais temidas entre os yorubás e nos candomblés do Brasil são as Àjé e, para referir-se à elas sem correr nenhum risco, diga apenas Eleyé, Dona do Pássaro. O aspecto mais aterrador das Iyá Mi e o seu principal nome, com o qual se tornou conhecida nos terreiros, é Osorongá, uma bruxa terrível que se transforma no pássaro de mesmo nome e rompe a escuridão da noite com seu grito assustador. As Yiá Mi são as senhoras da vida, mas o corolário fundamental da vida é a morte. Quando devidamente cultuadas, manifestam-se apenas em seu aspecto benfazejo, são o grande ventre que povoa o mundo. Não podem, porém, ser esquecidas; nesse caso lançam todo tipo de maldição e tornam-se senhoras da morte. O lado bom de Iyá Mi é expresso em divindades de grande fundamento, como Apàöká, a dona da jaqueira, a verdadeira mãe de Òsóssí Dizem que o deus caçador encontrou mel aos pés da jaqueira e em torno dessa árvore formou-se a cidade de Kêtu. Os assentamentos de Iyá Mi ficam juntos as grandes árvores como a jaqueira e geralmente são enterrados, mostrando a sua relação com os ancestrais, sendo também uma nítida representação do ventre. As Iyá Mi, juntamente com Èsú e os ancestrais. É evocado nos ritos de Ipadé, um complexo ritual que, entre outras coisas, ratifica a grande realidade do poder feminino na hierarquia do Candomblé, denotando que as grandes mães é que detém os segredos do culto, pois um dia, quando deixarem à vida, integrarão o corpo das Iyá Mi, que são, na verdade, as mulheres ancestrais. A grande mãe feiticeira..o grande segredo de todas as nações que envolvem Òrìsá,sabedoria encantamento. Aprendam sobre a grande mãe só assim comessaram a entender os grandes mistérios que envolvem o candonblé,a magia que encanta,o feitiço que apavora,a realidade de cada ser humano espelhados no mistério das yamins.



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12 de novembro de 2010

SOCIOLOGIA DO NEGRO BRASILEIRO CLOVIS MOURA

Sociologia do Negro Brasileiro

Clóvis Moura

editora: Ática

ano: 1988

descrição: O livro está em bom estado de conservação,coda29b-x5,escasso, não perca, saiba mais ...

10 de novembro de 2010

African Masks Franco Monti Paul Hamlyn 1969




African Masks

Franco Monti

Paul Hamlyn

1969



livro em capa dura, fartamente ilustrado, coda16-x5,escasso, não perca, saiba mais....

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A função ritual, liturgica e simbolica da máscara africana é um assunto muito falado mas pouco conhecido, sociedades secretas africanas, cultos abertos, rituais, etc. Temos neste livro uma boa oportunidade de perceber de perto um dos assuntos que fascinam tanto curiosos e estudiosos, quanto iniciados...


A utilização de máscaras em cerimoniais é prática comum há milhares de anos. As máscaras são de fundamental importância nos rituais, sejam de iniciação, de passagem, ou de evocação de entidades espirituais. As máscaras apresentam-se, também, como elementos de afirmação étnica, expondo características particulares de cada grupo. Assim, existe uma enorme diversidade de formas, modelos, técnicas de confecção e aplicações.

Normalmente, a máscara é apenas um dos elementos utilizados nas cerimônias e rituais, havendo a combinação com outras manifestações, como dança, música e instrumentos musicais. Aparece ainda o uso de máscaras associado a objetos de cunho animatista, como amuletos.

Na África, o artífice, antes de começar a esculpir uma máscara, passa por um processo de purificação, com reza aos espíritos ancestrais e às forças divinas. Tal prática faria com que a força divina fosse transferida para a máscara durante o processo de manufatura.

Se no passado era prática generalizada, o uso de máscaras rituais teve um enorme declínio nas últimas décadas. Entretanto, a manufatura e o emprego deste objetos continua sendo um aspecto fundamental na identidade de vários grupos étnicos africanos. Por isso, já existem pessoas que trabalham pela preservação deste hábito milenar.

A máscaras são empregadas, basicamente, em eventos sociais e religiosos. Além de representarem os espíritos ancestrais, em alguns casos objetivam o controle de forças espirituais das comunidades para um determinado fim, sejam estas forças benéficas ou malignas.

A matéria prima utilizada na elaboração das máscaras é diversificada. Entretanto, é a madeira a matéria prima mais comum. Isso porque os artífices acreditam que as árvores possuem uma alma, um espírito. A madeira seria interpretada como um receptáculo espiritual, sendo que parte dessa essência animista é transferida para a máscara, conferindo ao seu portador alguma espécie de poder. Na visão de muitos antropólogos, se trataria de um conjunto de forças invisíveis que atuam diretamente no controle social.

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this book provides crisp photos and concise narratives and descriptions of a wide variety of African masks.


To Western eyes African masks have a sinister, secret life of their own. The astonishing vigour of the carving and the often highly coloured decoration add to the feeling that these masks are more than just tribal regalia. This fascinating book reveals, perhaps for the first time to the ordinary reader, the background of the Negro artist and his place and function in the tribe. It shows how the mask, part of a dance costume, is linked via the public ceremonial life of the tribe.


One does not need a profound knowledge of the art of Black Africa to be awar of one particular traditional element which permeates almost every culture throughout the continent-the mask. So evident is this art form that one cannot but ask why and how this phenomenon took root and grew. This is a 158 pages book of the origin of the mask including wonderful pictures.

This book is in good to good + condition.
Cameo - African Masks; Franco Monti, Paul Hamlyn.


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8 de novembro de 2010

Huet Michel - Laude Jean - Paudrat Jean-louis. The Dance, Art, and Ritual of Africa. mascaras geledes arte ritual etc



Autor: Huet Michel - Laude Jean - Paudrat Jean-louis

Título: The Dance, Art, and Ritual of Africa

Editora: Pantheon Books

Ano: 1978




Comentários: Livro em formato grande, 240 pg, capa dura, bom estado, com sobre capa original, formato grande, profusamente ilustrado, com mais de duas centenas de fotografias, muitas em cores, imagens de ritos, costumes e rituais africanos, alguns pouco conhecidos ...


Além das centenas de fotografias, o livro tem um texto minucioso, preparado por dois dos principais especialistas franceses neste campo.

Jean Laude, autor de numerosos livros e artigos sobre arte Africana.

Uma série mais específica de notas explicativas sobre o significado exato das danças, seus costumes, e sua relação com cada cultura foi preparado por Jean-Louis Paudrat, que leciona na Universidade de Paris, especializado em antropologia da arte.


Uma viagem ao mundo africano onde se mostram suas danças, costumes e ritos, totalmente de fotografias coloridas e preto e branco.

Retrata entre outras, as culturas e ritos e danças, panos, cabelos, vestuário litúrgico/sacerdotal, instrumentos dos ritos, amuletos, máscaras, pintura corporal, tatuagens/marcas tribais, fetiches, e demais peças, um verdadeiro documentário fotográfico sobre a cultura crença e concepção de mundo africana.

Há imagens que falam por si, dezenas de comentários não bastaria para descrevê-las....

Este colorido livro traz uma combinação de estudos que giram em torno da arte, da dança e da ritualística africana, adequado para os pesquisadores da mitologia africana, do sistema liturgico-sacrificial, bem como das religiões comparadas da Africa.






Prefacio e fotografias de Michael Huet.
Introdução de Jean Laude.









Centenas de livros foram publicados sobre a arte Africana, mas até esse volume incomum, nunca ninguém capturou arte Africana viva, como ela é vivida e celebrada na vida cotidiana...

Durante trinta anos Michel Huet viajou pela Africa, fotografando as máscaras e fantasias extraordinárias que são parte central da tradição Africana, nos rituais próprios, danças e cerimônias para as quais foram inventados.

O núcleo deste livro é a conjunção entre a arte, a dança e o ritual.  


Há centenas de fotografias de danças e cerimônias, muitos dos quais nunca foram fotografados antes: danças fúnebres, cerimônias ligadas à colheita e plantio, ritos de iniciação, e as expressões cotidianas de prazer e alegria que são tão importantes para todas as culturas africanas .

Huet nos mostra as formas tradicionais que sobreviveram ao longo dos séculos.


Muitas das fotografias do livro não poderia mais ser tomadas, e em poucos anos, este belo livro será visto principalmente como um registro histórico.

  Importante documento antropológico e artístico.







Trabalhamos com um vasta acervo sobre o tema.

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7 de novembro de 2010

Angola Expressão Cultura Material Kibumdu. Bakongo. Ambundu. Ovibumdu. Cokwe. Bantu. Khoisan. Ana Oliveira.












Angola e a Expressão da Sua Cultura Material. Ana Maria de Oliveira.

editora: Odebrecht

ano: 1991

Antropologia, Ciências Sociais, Crença, Costumes e Tradições, Pesquisa Sociológica, Iconografia, Religião, África.

Tiragem em papel especial couché, com reduzidas tiragem de exemplares.

Uma interessante obra que trata de uma das mais importantes matrizes africana com atuação na cultura, costumes e religião afro-brasileira.

As máscaras, os mitos, objetos cúlticos e litúrgicos, amuletos, instrumentos, e diversos ritos que escapam do esquecimento por trabalhos sérios de preservação dos costumes ancestrais africanos, obras como esta são de importância capital para os estudiosos das representações religiosas africanas que ajudaram e ajudam a formar a cosmovisão afro-brasileira.

Esta obra reparte o território de Angola em sete grandes áreas etnolingüisticas para efeitos de caracterização dos objetos nela representados: uns de cunho utilitário, alguns associados a crenças e práticas religiosas e outros como símbolos do poder político tradicional e regional. A simbiose desses importantes elementos é responsável pela deslumbrante visão pictórica de um acervo de inestimável valor, realçada por um texto de qualidade; Formato: 26.5x29.5 cm, 168 p., encadernado, com sobrecapa, ilustrado. Livro em Português/Inglês.


Em seus quase 1.250.000 km2 de superfície, Angola abriga povos que no passado formaram nações bem distintas – como Matamba e Benguela e o Reino do Kongo – e hoje enfrentam o desafio de conviver dentro das mesmas fronteiras geopolíticas e administrativas.

Angola e a Expressão de sua Cultura Material traça um perfil da multifacetada cultura desse país, a partir da análise de peças utilizadas para simbolizar o poder político, em práticas místicas ou para fins utilitários, religiosos, em suas sete grandes comunidades culturais: Bakongo, Ambundu, Ovimbundu, Cokwe, Ovingangela, Ociwambo e Khoisan.

São máscaras, amuletos, totens, estatuetas, instrumentos musicais e objetos utilitários. Cada peça é estudada em sua individualidade artística, mas sem se perder de vista seu simbolismo, ou o contexto sócio-cultural e geográfico em que se insere.

O prefácio de Ivan Cannabrava, à época embaixador do Brasil em Angola, reflete a importância do acervo cultural e a valorização do patrimônio cultural do país.

Editado em 1991, com pesquisa e texto da antropóloga Ana Maria de Oliveira, diretora do Museu, e fotografias do bahiano, Mário Cravo Neto.


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22 de outubro de 2010

Arte África Obras Primas Museu Etnológico Berlin Arte Gelede; Yoruba; Angola; Chokwe; Luba; Benin; Tsonga; Bafum, etc














Arte da África: Obras Primas do Museu Etnológico de Berlin.

autor: Junge - Coletivo - Com Diversos Ensaios

editora: C C Banco Brasil

ano: 2003


Livro Raro, Arte, Religiosidade, Africa, etc ..., livro em muito bom estado de conservação,escasso, não perca, aproveite. Formato grande, com 351 páginas, fartamente ilustrado, edição em papel especial couché, uma preciosidade de livro.

Livro da exposição de grande sucesso que, após ser apresentada no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro seguiu para os CCBBs de Brasília e São Paulo, quase 300 objetos de uma das maiores e mais respeitadas coleções de arte africana do mundo, a do Museu Etnológico de Berlim. tesouros do século XV ao XX de 31 países da África, Congo, Camarões, Angola, Guiné-Bissau, Moçambique, Namíbia, Nigéria, Quênia e muitos outros.


Livro muito bem ilustrado e documentado sobre as artes africanas de nações que dificilmente teríamos acesso, mas que contribuíram e contribuem para a rede de ritos ancestrais africanos, com seus ritos, liturgias e mitos, sociedades muitas vezes secretas, etc ...

Com textos de Gilberto Gil; Peter -Klaus Schuter; Alfonsus Hug; Viola Konig; Peter Junge; Paola Ivanova; Alberto Costa e Silva; Wole Soyinka.

O museu Etnológico; Arte da africa; A invenção da "Cultura Tradicional"; Visão brasileira escultura africana; Lição do Balafo; Representação rosto humano Sul da Nigéria 1200-1900...

Arte Gelede; Yoruba; Angola; Chokwe; Luba; Benin; Tsonga; Bafum, etc


'A arte africana não é primitiva nem estática. Há peças datadas desde o século V a.C. atestando uma história da arte africana, mesmo que ainda não escrita por palavras. É certo que muitos dados estão irremediavelmente perdidos: objetos foram destruídos, queimados ou fragmentados ao gosto ocidental e moral cristã; ateliês renomados foram extintos e muitas produções interrompidas durante o período colonial na África (1894-c.1960). Mesmo assim, as peças dessa arte africana remanescente 'falam' de dentro de si e por si mesmas através de volumes, texturas e materiais; veiculam um discurso estruturado reservado aos anciãos, sábios e sacerdotes. Alguns artistas, como os do Reino de Benim, exerciam função de escriba, descrevendo a história do reino por meio de ícones figurativos em placas de latão que teriam recoberto as pilastras do palácio real.

O desenho de jóias e as texturas entalhadas na superfície de certos objetos da arte africana também constituem uma linguagem gráfica particular. São padrões e modelos sinalizando origem e identidade que aparecem também na arquitetura, na tecelagem ou na arte corporal. A arte africana é multivocal.

Por exemplo, o tratamento do penteado dado a estátuas e estatuetas pelos escultores revela, muitas vezes, o elaborado trançado do cabelo das pessoas, e, mesmo, a prática cultural, em algumas sociedades, da modelagem paulatina do crânio dos que tinham status (caso dos mangbetu, do ex-Congo Belga, atual República Democrática do Congo-RDC). É, para eles, ao mesmo tempo, expressão do belo. Atribuia-se significado até às matérias-primas empregadas na criação estética ? elas davam 'força' à obra, acrescida, por fim, quando ela ganhava um nome, uma destinação. Tornava-se, então, parte integrante da vida coletiva. Por isso, diz-se que a arte africana é uma 'arte funcional'.

A arte africana, porém, não é apenas 'religiosa' como se diz, mas sobretudo filosófica. A evocação dos mitos nas artes da África é um tributo às origens ? ao passado ?, com vistas à perpetuação ? no futuro ? da cultura, da sociedade, do território. E, assim, essas artes 'relatam' o tempo transcorrido; tocam no problema da espacialidade e da oralidade.

Muitas esculturas, como a máscara kpelié dos senufo que introduz este site, não é feita apenas para dançar, mas para celebrar mitos. A estatueta feminina que vai no alto do crânio da face esculpida de que se constitui essa máscara, parece estar gestando, prestes a dar à luz a um filho. O interessante é que, em muitos exemplares similares, essa forma superior da máscara kpeliénão é o de uma mulher, mas de um pássaro associado à origem dessa cultura. Ela, assim como outras criações estéticas da África, constela aspectos da existência e do cosmo, ou seja, tudo o que envolve a humanidade ? o Homem em sua interioridade sensorial e na sua relação com o mundo ao redor. E nisso, vemos também que a arte africana é dual.

Algumas peças da arte africana, como as impressionantes estátuas 'de pregos' dos bakongo, ou as dos basonge (ou ba-songye (ambas sociedades da R.D.Congo), são, na verdade, um conglomerado composto por uma figura humana de madeira e uma parafernália de outros materiais vegetais, minerais e animais. É uma clara alusão à consciência do Homem sobre a magnitude da Natureza e de sua relação intrínseca com ela.

Como frisa o antropólogo e vice-reitor do Centro de Estudos Africanos da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da USP, Kabengele Munanga, para várias culturas africanas o belo é justamente aquilo que funciona. Isso não significa que não exista preocupação com as formas e a maneira de se produzir os objetos. "Eles eram feitos por encomenda por pessoas iniciadas e que seguiam um conjunto de regras. Esses produtores conheciam os símbolos e a madeira que deveria ser utilizada", esclarece Munanga, que nasceu na República Democrática do Congo e há 28 anos mora no Brasil.


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Acaçá Pai Cido De Òsun Eyin Candomblé Yorubá Cozinha Orixás. Comida de santo. iyá bassê acaçá lubaça gembê amalá etc




Acaçá - Onde tudo começou.

Pai Cido de Òsun Eyin

Arx

2002


Livro em bom estado de conservação, uma pérola, muito escasso, aproveite.

Escrever um livro sobre comida que não fosse de culinária comum criou um problema para o babalorixá Cido de Òsun Eyin, baiano que mora em São Paulo desde os 20 anos.

Como fazê-lo?, perguntava-se o religioso, que pediu ajuda aos orixás. Dormiu um dia e sonhou com o acaçá, interpretando a história como "um recado de Oxóssi", o patrono do seu terreiro. Para quem não sabe ou não está lembrado, acaçá é aquele bolinho cremoso de milho branco enrolado na palha de bananeira, e que ainda pode ser encontrado à venda nas ruas da cidade.

Dentro do Candomblé, informa pai Cido, o acaçá é, simbolicamente, o alimento mais importante. Deve ser ofertado a todos os orixás, em todas as cerimônias, das mais simples às mais complexas, como as de iniciação e passagem. Pensando na iguaria como síntese da importância da comida para o povo de santo, ele chegou ao formato de Acaçá - Onde tudo começou, que traz o intertítulo Histórias, vivências e receitas das cozinhas de Candomblé (Arx).

"O acaçá é o símbolo de paz, a energia branca, remete ao princípio de todas as coisas, à criação", afirma pai Cido.

A partir desse conceito, o trabalho conseguiu mesmo fugir do formato clássico dos livros de receitas, dando um tratamento antropológico ao assunto. Escrito com a colaboração de Rodnei William Eugênio, sociólogo e filho-de-santo de pai Cido, a publicação procura mostrar a importância do alimento no cotidiano das casas de candomblé. O autor observa que a comida, diferentemente do que acontece em outras religiões, representa um elo fundamental entre os homens e as divindades.

"A comunhão se dá em termos reais e simbólicos, pois o mesmo caruru com arroz e galinha da terra que mata a fome dos homens, antes foi oferecido aos orixás, que a partir de então passam a dividir a mesa e a compartilhar da alegria de seus filhos", anota pai Cido. Comer da mesma comida ofertada a Oxum, Oxóssi e outros deuses seria, então, uma maneira de despertar o axé do orixá dentro de cada um de nós.

A primeira parte do livro dá uma geral nos elementos que cercam o ritual do preparo, destacando-se a ida aos mercados e a ação coletiva nas cozinhas. Segundo pai Cido, ingredientes, temperos e modos de preparar são fundamentais para alcançar os propósitos finais. O azeite-de-dendê, diz, assim como o mel e o sal, é uma espécie de sangue, imprescindível nos rituais de consagração. "Depois que fiz o santo, tenho me preocupado muito com a forma correta dos pratos. Vejo muita gente fazendo o acaçá de forma incorreta", diz.

Na seqüência, a publicação traz 18 capítulos, cada um dedicado a um orixá e os principais tipos de alimentos que costumam lhe serem servidos. O interessante é que o autor conseguiu fugir de uma abordagem simplista, falando de comida a partir da mitologia dos orixás e mostrando como os pratos podem variar de acordo com a cultura local. O inhame, por exemplo, está diretamente ligado a Ogum porque, na África, ele é fundamental, simboliza a fartura desejada pelo orixá guerreiro. É a base de muitos pratos naquele continente. No final do livro, um apêndice com algumas receitas e um pequeno glossário.

Fazer história - Acaçá - Onde tudo começou é o segundo livro de pai Cido, que anteriormente publicou o polêmico Candomblé: a panela do segredo. Dizendo que está interessado em fazer história e não em escrever livros, ele diz que não recebe nenhum elogio do povo do candomblé. "O candomblé só bate palmas para intelectuais", alfineta pai Cido, definindo-se como uma pessoa simples, mas que tem o que contar. "O intelectual tem a tese e eu vivo o Candomblé, eu sei fazer acaçá, acarajé e abará, sei como funciona, esta é minha vida", diz.

Comandando um terreiro na zona leste paulista, pai Cido de Òsun. "A cidade me abraçou e Oxum me deu tudo que tenho", diz ele.

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Aculturação Negra no Brasil. Arthur Ramos. Coleção Brasiliana vol. 224.




Aculturação Negra no Brasil.

Arthur Ramos.

Cia Editora Nacional - Col. Brasiliana número 224

1942



Brasiliana 224 - livro em brochura original, muito bom estado de conservação, 376 p., um clássico.

O estudo da aculturação é uma das conquistas da antropologia brasileira, principalmente em relação às culturas negras.
Na primeira parte, examinam-se vários aspectos da herança cultural do negro.
Na segunda parte, o problema da assimilação e da aculturação é examinado em seus vários aspectos.
No apêndice, inclui artigos e entrevistas do Brasil e do Exterior sobre os estudos negro-brasileiros e a escola de Nina Rodrigues.

A explicação geral de Arthur Ramos em relação à aculturação negra no Brasil tornou-se clássica no pensamento social brasileiro. Na África existiriam diversos grupos populacionais distintos, com organizações sociais e culturais próprias.

A maioria dos negros que vieram ao Brasil com o tráfico de escravos pertenceriam aos seguintes grupos populacionais e culturais:
a) Bantu (Angolas, Congos, Moçambiques); b) Sudanes (Yorubas, Ewes, Daomeianos e Fanti-Ashanti); c) Islamizados (Haussás, Tapas, Mandigas, Fulahs).

Quando chegaram ao Brasil cada um destes grupos foi alocado em uma região do país, reagindo de formas diferenciadas à escravidão...


Arthur Ramos de Araújo Pereira, N. Pilar, atual Manguaba/AL, 1903 e F. Paris/França, 1949.

Médico, livre-docente de clínica psiquiátrica da Faculdade de Medicina da Bahia professor de psicologia social da Universidade do Brasil, foi também catedrático de antropologia e etnografia da Faculdade Nacional de Filosofia.

Dedicou-se aos estudos de psicanálise e higiene mental e às pesquisas de religiões e folclore negro, tornando-se autoridade em africanologia.

Fundou, em 1941, a Sociedade Brasileira de Antropologia e Etnologia. Colaborou em diversas publicações especializadas, no Brasil e no exterior.

Era diretor do Departamento de Ciências Socias da Unesco quando morreu, aos 46 anos, de colapso cardíaco.

Sua obra, considerada sólida, básica e indispensável para o conhecimento da cultura negra no Brasil, compreende 458 trabalhos, entre livros, ensaios e artigos, nas áreas da psiquiatria e da antropologia, muitos deles traduzidos, catedrático de Antropologia e Etnografia da Faculdade Nacional de Filosofia. Pesquisou religiões e o folclore negro. Colaborou em revistas especializadas do Brasil, América e Europa. Era conhecido como uma das maiores autoridades em africanologia. Faleceu em Paris, em 1949.




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14 de outubro de 2010

A FOGUEIRA DE XANGÔ, O ORIXÁ DO FOGO José Flávio Pessoa Barros Candomblé Yorubá Nagô Ifá Ritos Africa Religião etc



A FOGUEIRA DE XANGÔ, O ORIXÁ DO FOGO: Uma introdução à música sacra afro-brasileira

José Flávio Pessoa de Barros.

Ed. Pallas

2005. 256p., ótimo estado, com o CD contendo os canticos dos Orixás africanos, escasso, não perca.

O olhar aguçado do antropólogo vai paulatinamente desvendando um dos fenômenos mais significativos da natureza humana – a religião. A fogueira de Xangô... orixá do fogo é a memória da África reelaborada no Brasil, com toda a sua beleza, vigor e emoção. O escritor, competente no seu ofício, possibilita ao leitor a reflexão e a vivência deste legado e patrimônio nacional. O caminho escolhido, o da musicalidade, tão expressiva nas religiões afro-brasileiras, é outro fator de encantamento. Os cânticos e as gravuras realçam a beleza deste ritual, e sua música é, pela primeira vez, apontada pelo autor como sacra, colocando-a no mesmo nível de outras tradições religiosas ocidentais. Além da metodologia adotada, da observação participante, a linguagem é utilizada com extrema clareza, permitindo a todos um maior acesso ao imaginário social do povo-de-santo. Da mesma forma que Henri Atlan aproxima linguagem e memória, Pessoa de Barros, percorrendo o mesmo caminho, traz intrigantes reflexões sobre a história das comunidades-terreiro. Seu livro permite uma maior compreensão dos vocábulos e insere informações que propiciam o resgate das memórias e do complexo simbólico, que envolve as diferentes religiosidades de matrizes africanas no Brasil.

01.Bata; 02.Alujá; 03.Tonibobé/Kakaká-Umbó; 04.Oba Kawabá; 05.Ó niiká, Ó niiká; 06.Oba irá l’oko; 07.Béè ni je; 08.E ní pá léèrin; 09.Imo wá; 10.Àwa Dupé; 11.A dúpé; 12.Fé lê; 13.Sángbá; 14.Óni Dada; 15.Dada má sokun; 16.Báyànni gidigidi; 17.Fura ti na; 18.Ibá Orisá; 19.Òrán in; 20.Oba Sérée la fèhinti; 21.Eye Kékéré; 22.Airá ójo; 23.A niwa Wure; 24.Olowó; 25.Omo asiko bere; 26. Ago l’óna e; 27.Oba ní sà; 28. Máà inón; 29.Aláàkóso; 30.A sín e doba àra; 31.Aira ó lê lê; 32.Airá ó, ore géde; 33.Gbáà yíì l’àse; 34.Sàngó e pa; 35.Fírì ínón; 36. Barú; 37. Àjàká; 38.Àjáká òkè; 39.Ò be ri ò; 40. Aé aé ó gbé lê; 41.Agonjú; 42.Káwòóo; 43.Oba sérée; 44.Kíni ba; 45.Áwúre lê; 46.Ó fi làbá; 47.Ó jigón; 48.E ki Yemonja; 49.Oba sà rewà; 50.Sòngó to; 51.Ké kikì; 52.Kàtà-Kàtà; 53.Ògúm ní; 54.E ka máà ro; 55.E iyá kékéré; 56.Yemonjá sàgbàwí; 57.Oya kooro; 58.Odò hó; 59.Dá ní a padá; 60.A ri ide; 61.òsun e lóòla; 62.Yèyé yé olóomi ó; 63.Ayaba balé; 64.Ìyá do sìn; 65.Igbá Ìyàwó; 66.Oba e’léékò; 67. Ìtí wéré; 68.Oní sé a àwúre; 69.Ajagùnnòn; 70.Òrìsà oore;

Denílson dos santos Silva, Luiz Gustavo da Conceição, Raimundo Santa Rosa, Uaraçari de C. Pinto: Atabaques Run, Rumpi, Lê e Agogô; Coro: Ana Moreno, Bete d’Oxum, Cláudia Moraes, Dil Fonseca, Marcos Sacramento, Marilza Torres, Marlene De Lufan; Solo Vocal: M. Lúcia da Silva;

O que dizer de uma obra perfeita? José Flávio Pessoa de Barros conseguiu fazer o que ninguém nunca quis ou conseguiu: dar a atenção devida e respeitosa para a música de terreiro, esta matriz importante de sentimentos e dimensões que geraram e guardaram a força do povo brasileiro, seja nas igualdades sociais, seja na origem das manifestações artísticas de nosso povo. Livro e disco são excelentes, surpreendentes e corretíssimos na história e na descrição de cantos e toques, seja na reprodução da língua, seja na transcrição das partituras.
No livro, o autor explicita os procedimentos para a festa em homenagem ao orixá Xangô em suas várias etapas: preparo, bebidas e pratos festivos, mitos, danças, cânticos, etc. No cd, a mágica de músicos excelentes, envolvidos com a proposta e com a espiritualidade. O autor percorreu vários terreiros do Rio de Janeiro e ao perceber a falta de registro sobre os fundamentos da doutrina, resolveu escrever esta obra.
O desvendamento da estética de uma cultura é tarefa extremamente sensível. Palavras não são suficientes para descrever certas realidades e aí o discurso cede lugar à sensibilidade para atingir seu objetivo: este livro/cd é um maravilhoso presente à história brasileira, do mundo e da arte. Obrigatório.

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8 de outubro de 2010

Antonio Olinto Brasileiros na África



Brasileiros na África

Antonio Olinto

editora: Grd

ano: 1964

descrição: História do Brasil, Estudos Afro-Brasileiros, Livros Raros, Brochura, 287 pgs, Ilustrado; Livro que Ilustra as Relatos dos Brasileiros retornados á África ( Benin e Nigéria ), e suas influências na cultura africana; Ilustrado com fotos P&B; Bom estado.

Com apendice, com bibliografia, com ilustações. com mapas, Capa de Adir Botelho.

Interessante livro que narra as vivências de Antonio Olinto e Zora Seljan, dois dos maiores intelectuais bahianos em terras e culturas ancestrais da Africa, muito rico em diversos aspectos. Iperdível para quem se dedica aos estudos afro-brasileiros.


"No começo da década de 50, Pierre Verger, depois de larga temporada de pesquisa na Africa, chegava ao Brasil com uma gravação de conversas com brasileiros na Nigéria..."


"Ao visitar o templo de Oxum Miuá, nas margens do rio Oxum, lembreime da roça, como é carinhosamente chamado o Opô Afonjá de Xango... Fui encontrar na casa de do Ataojá (rei) de Oxogbô (cidade de Oxum), na região ocidental da Nigéria (Iorubalandia) , um abajur de contas do mar, disse-me o Ataojá que era presente de Senhora, levado por Pierre Verger..."


Antonio Olinto, membro da Academia Brasileira de Letras, compartilha suas memórias dos terreiros da Bahia. Olinto é um dos principais estudiosos da cultura africana, no Brasil. Obá de Xangô do Ilê Axé Opô Afonjá, ele revela momentos do convívio com a religião dos Orixás enriquecendo a cultura nacional. Junto com a esposa, Zora Seljan, trilhou por mais de 50 anos os caminhos dos orixás.


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Antonio Olyntho Marques da Rocha, 1919 nasceu em Ubá, estudou Filosofia e Teologia. Tendo desistido de ser padre, foi durante 10 anos professor de Latim, Português, História da Literatura, Francês, Inglês e História da Civilização, em colégios do Rio de Janeiro.

Suas grandes paixões são a música africana e a cultura africana.

Quando na África, descobriu a cultura negra no Brasil e a presença brasileira na África. Na Bahia, foi escolhido, juntamente com Jorge Amado, para ser Obá de Xangô, no candomblé do Ilê Axé Opô Afonjá.


Nomeado Adido Cultural em Lagos, Nigéria, pelo governo parlamentarista de 1962, em quase três anos de atividade, fez cerca de 120 conferências na África Ocidental, promoveu uma grande exposição de pintura brasileira sobre motivos afro-brasileiros, colaborou em revistas nigerianas, enfronhou-se nos assuntos de nova África independente e, como resultado, escreveu uma trilogia de romances - "A Casa da Água", "O Rei de Keto" e "Trono de Vidro" - hoje traduzidos para dezenove idiomas (inglês, italiano, francês, polonês, romeno, macedônio, croata, búlgaro, sueco, espanhol, alemão, holandês, ucraniano, japonês, coreano, galego, catalão, húngaro e árabe) e com mais de trinta edições fora do Brasil.

Seu livro "Brasileiros na África", de pesquisa e análise sobre o regresso dos ex-escravos brasileiros ao continente africano tem sido, desde sua publicação em 1964, motivo de teses, seminários e debates. De 1965 a 1967 foi Professor Visitante na Universidade de Columbia em Nova York, onde ministrou um curso sobre Ensaística Brasileira. Na mesma ocasião, fez conferências nas Universidades de Yale, Harvard, Howard, Indiana, Palo Alto, UCLA, Louisiana e Miami. Escreveu uma série de artigos sobre a Escandinávia, o Reino Unido e a França.


Conheceu, em 1955, a escritora e jornalista Zora Seljan, com quem se casou. A partir de então, os dois trabalharam juntos em atividades culturais e literárias. Quando Antonio Olinto foi crítico literário de "O Globo", Zora Seljan assinava a crítica de teatro no mesmo jornal, sendo que às vezes as duas colunas saiam lado a lado na página. Antes de os dois seguirem para a Nigeria, já Zora havia escrito a maioria de suas peças de teatro afro-brasileiras, das quais, mais tarde, em Londres, uma delas, "Exu, Cavalheiro da Encruzilhada" seria levada em inglês por um grupo de atores ingleses e americanos, sob a direção de Ray Shell que participara da produção de "Jesus Christ Superstar". Na Nigéria Zora Seljan foi leitora na Universidade de Lagos. De volta da África, Antonio Olinto publicaria um relato de sua missão ali, "Brasileiros na África", Zora Seljan lançaria dois livros: "A Educação da Nigéria" e "No Brasil ainda Tem Gente da Minha Cor?". Em 1973, os dois fundaram um jornal em Londres e em inglês, "The Brazilian Gazette", que vem existindo continuamente desde então.


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30 de setembro de 2010

João Pedro Marques, Os Sons do Silêncio: o Portugal de Oitocentos e a Abolição do Tráfico de Escravos, Lisboa, Instituto de Ciências Sociais, 1999, 509 páginas.

João Pedro Marques,

Os Sons do Silêncio: o Portugal de Oitocentos e a Abolição do Tráfico de Escravos,

Lisboa, Instituto de Ciências Sociais,

1999, 509 páginas.


livro em bom estado de conservação,coda5a-x12,escasso, não perca, saiba mais...



Este livro não constitui o primeiro contributo de João Pedro Marques para o conhecimento do tema do tráfico da escravatura e da sua abolição em Portugal. Há alguns anos que se encontram textos seus onde a profundidade da investigação e da interpretação se conjuga com excelentes leituras so bre o estado do estudo da questão na historiografia internacional.

Nesses trabalhos, e sobretudo neste, que constitui a versão publicada da sua dissertação de doutoramento, o autor desconstrói um dos mitos mais persistentes da história portuguesa, organizado em torno da imagem do pioneirismo português na luta antiescravista no século XIX.

Trata-se de uma imagem que traduz, como se explica nas primeiras páginas, o efeito conjugado do silêncio da historiografia portuguesa, da distorção, da omissão (que o autor considera existir nos trabalhos historiográficos que recentemente vieram interromper aquele silêncio) e também da (consequente) subvalorização historiográfica do tema da abolição da escravatura.

Neste livro, como noutros textos, o autor investe boa parte do seu trabalho analítico e de levantamento de informação para explicar por que é que, bem ao contrário dessa imagem, Portugal foi, na ordem dos factos, «um dos países ocidentais que mais tarde decretou a abolição [...] e um dos que durante mais tempo permaneceu maioritariamente estanque ou refractário às ideologias e políticas abolicionistas».

Uma das teses fundamentais do livro é a de que a explicação não reside tanto em factores de ordem exterior à «vontade» (como a resistência colonial à abolição ou a insuficiência dos meios para a concretizar) quanto numa ausência de «vontade» ou numa «‘vontade’ portuguesa» que pendia mais para a preservação do que para a abolição do comércio negreiro.
É para melhor compreender essa «vontade» que o autor se propõe reconstituir «o conjunto das representações mentais a respeito do abolicionismo» em Portugal.

29 de setembro de 2010

Quilombos- Resistência Ao Escravismo Clóvis Moura

Autor: CLÓVIS MOURA
Título: QUILOMBOS RESISTÊNCIA AO ESCRAVISMO
Editora: ÁTICA
Ano: 1993
Páginas: 95


Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL.

No Brasil, o quilombo marcou sua presença durante o período escravista e existiu praticamente em toda a extensão do território nacional. À medida que o escravismo aparecia e se espraiava nacionalmente, a sua negação também surgia como forma de sintoma da antinomia básica deste tipo de sociedade.

28 de setembro de 2010

O Negro na Vida Social Brasileira Aloisi Irene/ Haddock Lobo

O Negro na Vida Social Brasileira

Aloisi Irene/ Haddock Lobo

editora: Panorama

ano: 1941

descrição: Haddock Lobo - Irene Aloisi O Negro na Vida Social Brasileira 1ªed 1941 Ed. Panorama-São Paulo. 102pp Formato 13x19cm Volume 2 da Coleção "Assuntos Brasileiros-Cadernos de Ensaios" Serie C.
Encadernação original em capa brochura, Principais aspectos da vida social dos afro-brasileiros. Reminiscências da mentalidade clánico-totêmica. patologia social. formas que assume o movimento de segregação e direção que esse movimento tende a tomar. conclusões e o verdadeiro aspecto do problema.

24 de setembro de 2010

Concepção Afro-brasileira do Universo Nagô Ornato J. Silva Inforbral 1994 Candomble. Fon. Yorubá. Nagô. Jeje. Banto. Odu. etc


Concepção Afro-brasileira do Universo Nagô

Ornato J. Silva

Inforbral - 1994

Livro em bom estado de conservação, escasso, não perca, saiba mais...

O autor, candomblecista sério, assume o compromisso determinado pela tradição milenar dos cultos aos Orixás, passado de geração a geração, de lutar pela preservação da tradição da cultura nagô.

Com cópia de Carta da Ialorixá Regina Bomboshê de Iemanjá. Ya Omi Ashe Aire Intile.

O jogo de búzios; Ancestralidade religiosa; Preparativos para a festa anual de Iemanjá;

Iemanjá mãe dos orixás; Função Ogan/Ekedi no interior do terreiro;

Função Egboni no interior do terreiro; Cromin; Ofertório;

O processo de aprendizagem do Babalaô; Literatura oral; Orixá e Egbe-Awo;

Xango: o mais temido dos Oba de Oyo; A tradição religiosa do Babalaô: Fadele professor de culto;

O pé de Dende: função dentro do sistema religioso; Ogun: O Ooni Rei dos Reis de Ile-Ife;

Osonyin: o poder da cura do sábio das folhas; Fundação do Oshogbo; etc...



Temos um vasto acervo sobre a bibliografia temática afro-brasileira, religião dos orixás, candomblé, nagô, yorubá, jejê, angola, minas, bantu, capoeira, etc..., saiba mais, pergunte-nos.


CASO HAJA INTERESSE NESSE LIVRO, OUTRO, OU EM NOSSO SERVIÇO, ENVIE UM E-MAIL PARA

philolibrorum@yahoo.com.br que conversaremos sobre como conseguir.


ESTA PÁGINA VISA CONTRIBUIR PARA A ELABORAÇÃO DA BIBLIOGRAFIA SOBRE A TEMÁTICA 'NEGRO', SOBRETUDO NO BRASIL. TRABALHAMOS COM O FORNECIMENTO DE LIVROS ESGOTADOS, RAROS, FORA DO COMÉRCIO, RECOLHIDOS E OUTROS SOBRE A TEMÁTICA AFRO BRASILEIRA, CASO QUEIRA É SÓ NOS CONTACTAR. ABRANGEMOS DIVERSAS ÁREAS DO CONHECIMENTO DESDE OS ORIXÁS ATÉ MILTON SANTOS O MAIOR INTELECTUAL NEGRO DO SÉCULO XX.

PHILOLIBRORUM-BIBLIOAFRO

cultura griot.

23 de setembro de 2010

Caminho Cheio de Sol Perylo de Oliveira poesia brasileira literatura Poeta negro paraibano

Caminho Cheio de Sol

Perylo de Oliveira

editora: Gráfica Nordeste

ano: 1928

descrição: 1ª edição, com dedicatória de Santa Rosa. Encadernação original brochura. Livro em bom estado de conservação.

PERYLO D'OLIVEIRA - Poeta nascido em Araruna, PB, por volta de 1900. Considerado por vários críticos um dos grandes poetas brasileiros da primeira geração do modernismo. Morrreu aos 26 anos vitima de tuberculose.

Primeiro Congresso Afro-Brasileiro Novos Estudos Afro-Brasileiros 1937




Arthur Ramos Edson Carneiro Gilberto Freyre e outros.

Novos Estudos Afro-Brasileiros

Trabalhos apresentados ao 1º Congresso Afro-Brasileiro do Recife.

Rio de Janeiro: Civilização Brasileira

1937.


livro em muito bom estado de conservação, capa brochura original, escasso, não perca, saiba mais...

(Biblioteca de divulgação científica, IX), um dos principais veículos de divulgação dos estudos etnográficos sobre o negro realizados com grande força em várias partes do Brasil.

Com um souvenir de época tratando do mesmo assunto, deixado dentro do exemplar pelo antigo dono.

Um dos mais importantes livros sobre a temática afro-brasileira. Importante coleção da década de 30 dirigida pelo estudioso Dr. Arthur Ramos.

Ilustrado: Desenhos de Lasar Segall; Santa Rosa; Portinari;

Diversos textos dentre os quais:

Aspecto da influencia africana na formação social do Brasil. Uma escava original.

Xângo. O problema do negro e do mestiço no Brasil. Musicalidade do escavo negro no Brasil.

Ohum eniadudu. Lendas Fons ou Dahomeanas, etc ...

Diversos autores:

Arthur Ramos. Rodrigues de Carvalho. Luis da Camara Cascudo.

Carlos Pontes. Edson Carneiro. Jorge Amado.

Juliano Moreira, viuva. Leonildo Ribeiro. W. Bernadelli.

Isaac Brown. Jovelino M Camargo. Gonsalves de Mello.

Nair de Andrade. Jarbas Pernambucano. Samuel Campello.

Giberto Freyre. Jacques Raimundo. Ulysses Pernambucano.

Jorge Amado. A Austregesilo. Bastos Avila.



Temos um vasto acervo sobre a bibliografia temática afro-brasileira, religião dos orixás, candomblé, nagô, yorubá, jejê, angola, minas, bantu, capoeira, etc..., saiba mais, pergunte-nos.


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cultura griot.

África: Terra, Sociedades e Conflitos Nelson Bacic Olic



África: Terra, Sociedades e Conflitos

Nelson Bacic Olic

editora: Moderna

ano: 2004

descrição: livro em bom estado de conservação, com Brochura. 128 páginas;

O objetivo principal deste livro é o de traçar um panorama geopolítico do Oriente Médio, uma das mais conturbadas regiões do planeta. Os autores analisam as causas desses conflitos, mostrando a conjunção de fatores históricos, geográficos, religiosos, estratégicos, culturais, sociais, étnicos e econômicos como ponto de partida para a compreensão de tantos problemas que parecem longe de uma solução pacífica.


Embora no Brasil exista uma população de 45% de afro-descendentes, temos pouco conhecimento do continente africano. Nesse livro, os autores nos colocam em contato com a multiplicidade de povos e tradições antigas, uma infinidade de etnias e centenas de idiomas que caracterizam o fascínio da África. Ao longo da descrição dos conflitos étnicos e religiosos, somos informados sobre o processo da colonização e das lutas de emancipação, meio à disputa do subsolo, rico em ouro, diamante, petróleo, além de produtos estratégicos usados para fins bélicos. Dos 53 países, os autores analisam diversos deles, ora pela sua importância na economia do continente, ora pela pobreza, doenças, desastres naturais e tragédias das guerras civis. Conhecer as dificuldades enfrentadas, sobretudo gestadas a partir da herança colonial, pode ser um caminho para aguardar melhores dias para os povos africanos.

20 de setembro de 2010

O Negro da Quinta Imperial Romance Histórico Raro Mucio Teixeira - Escravidão Abolição Histórica

O Negro da Quinta Imperial Romance Histórico Raro

Mucio Teixeira - Escravidão Abolição Histórica

editora: Jornal do Brasil

ano: 1927

descrição: livro muito antigo, amarelado, contudo em bom estado, clássico, referência para o estudo da literatura sobre o assunto e sobre a história do país.coda130309. escasso, Nº de páginas:306, não perca, saiba mais...

com a famosa lista de mulatos ilustres, citada por Nei Lopes.

negro da quinta imperial ( romance histórico)
mucio teixeira ( barão ergonte), inclui estudo a respeito de Mucio Teixeira.

Fotografias em p&b. fotografias de Mucio Teixeira, Pref. de alvaro


Livros usados. Livros esgotados. Livros raros.

Aires da Mata Machado Filho O negro e o garimpo em Minas Gerais Som Negro – Músicas Africanas e de Influência Africana




Autor: Aires da Mata Machado Filho

Tìtulo: O negro e o garimpo em Minas Gerais

Editora: Civilização Brasileira

1964

Páginas: 131

Comentário: Livro em bom estado de conservação, brochura com capa original. com partituras, com vocabulario do dialeto crioulo,nota introdutoria de M. Cavalcanti Proença. exemplar numerado, obra de referencia...

Som Negro – Músicas Africanas e de Influência Africana

Superstição, feitiço e crendices.
sob o signo do diamante.
garimpeiros, quilombolas, capangas, faiscadores.
quartel de Indaiá e as sobrevivencias bantos.
totemismo.
canjere.
Vissungos.
etc...

Obra valiosa escrita por um mestre da filologia e do folclore e que é indispensavel a todos quantos se interessam pelos temas sociologicos do Brasil.

cantos da série recolhida por Aires da Mata Machado Filho no fim dos anos 20 do século passado, em São João da Chapada, município de Diamantina, Minas Gerais.

Fundamentado em pesquisas de cantigas africanas outrora ouvidas nos serviços de mineração, Aires da Mata Machado Filho realiza importante estudo sobre as contribuições do negro à cultura brasileira. Obra valiosa, escrita por um mestre da filologia e do folclore e que é indispensável a todos quantos se interessem pelos temas sociológicos do Brasil. A reconstituição da história de São João da Chapada, povoação satélite de Diamantina, onde a comunidade negra deixou farto manancial para análises e interpretações.


Aires era filólogo, filósofo, professor de Filologia Românica da Universidade Federal e da Universidade Católica de Minas Gerais, historiador, jornalista, presidente, durante muito tempo, da Comissão Mineira do Folclore, foi um pioneiro em muitas frentes.

Escreveu, nos anos 30, já que sofria de deficiência visual, uma Educação de Cegos no Brasil, e publicava, no jornal O Estado de Minas, uma coluna semanal com lições de ortografia e gramática, além de responder às dúvidas dos leitores.

Em férias, em 1929, o filólogo viajou para São João da Chapada, onde lhe chamaram a atenção “umas cantigas em língua africana ouvidas outrora nos serviços de mineração”, conforme descreveu.

Vissungos – Tais cantos são chamados vissungos, palavra que vem do umbundo ovisungo (cantiga, cântico), conforme ensina Nei Lopes em seu Dicionário Banto do Brasil. Já era plano de Aires da Mata Machado recolher os vissungos e reunir o vocabulário e a gramática da língua dos negros benguelas. Teve pouco êxito na primeira investida; na segunda, ele e seu colaborador Araújo Sobrinho ouviram de um Seu Tameirão 200 palavras e algumas cantigas; adiante, surgiram outros cantadores que sabiam letra, música e tradução.

Mata Machado sustenta a importância dos vissungos, sua influência nos começos daquele arraial e mais “os vestígios da língua das cantigas na linguagem corrente, na onomástica e na toponímia” – os vestígios de um um dialeto banto num tempo em que se pensava que a língua dos negros trazidos como escravos para o Brasil resumia-se ao nagô.

Ele defendia que os estudos da dialetologia brasileira e questões que dissessem respeito à etnografia seriam sempre provisórios se não fosse considerada a importância de Minas Gerais – e o tempo encarregou-se de mostrar seu acerto...

Manuel FERREIRA Aventura Crioula africa literatura cabo verde fabulario morna regionalismo crioulo colonização portuguesa



Manuel FERREIRA,

A Aventura Crioula,

Plátano Editora, Lisboa,

1973,

livro em bom estado de conservação, brochura original, escasso, nao perca, saiba mais ...

exemplar único com autografo e dedicatória do autor para um dos grandes nomes da cultura e literatura brasileira, autografado por ocasião de uma passagem do autor pelo Brasil.

com capa de Criner y Dintel. com prefacio de Baltasar Lopes. com uma substancial bibliografia temática sobre o assunto. com indice de nomes. Com indice de obras de autores cabo-verdianos.


Manuel Ferreira, escritor português mas de longa vivência cabo-verdiana. No seu livro A aventura crioula, nos fala de Cabo Verde como sendo “a mais antiga colônia do mundo (...), o primeiro caldeirão de ensaio de miscigenação euro-africana (...), o mais extraordinário caso aculturativo nos trópicos, mesmo considerando o fenômeno brasileiro, tido vulgarmente como padrão não só nos sistemas de interpenetração de culturas mas também na convivência racial”. E esclarece:

“Que o facto se explique pela inexistência de monocultura em Cabo Verde; pela pequenez do meio onde parece não ter sido possível a formação da casa-grande afastada da senzala; pela necessidade de uma defesa comum frente aos assaltos constantes dos navios piratas; pelo reduzido número de mulheres brancas; menor resistência das culturas negras; por serem terras desligadas do continente africano; ou ainda por outras razões não averiguadas, não vem ao caso agora, e nem está nos nossos propósitos nem na nossa competência”.



Para o conhecimento de Cabo Verde, vem Manuel Ferreira munido de uma condição indispensável: a ausência total de preconceitos. Ele não pertence, felizmente, ao número dos que, apressados ou dogmáticos, querem meter à força Cabo Verde e o seu “caso” numa moldura premeditada. pelo contrário: aborda-o com humildade e com deliberação de o compreender, amando-o. E como Ferreira é bom conhecedor da terra e das gentes, os pontos de vista que tem apresentado ao longo de um debruçar, que não vem de ontem, sobre estes temas representam sempre valorações pertinentes; mesmo quando não concordemos totalmente, a nossa discórdia nunca deixa de ser acompanhada do respeito por este escritor, digo, por este homem profundamente sincero. Porque, perante o diálogo que Manuel ferreira vem mantendo com Cabo Verde, não é o escritor que primacialmente avulta para nós das ilhas: é o homem fraternal e militante.
Os assuntos versados neste livro, ..., inserem-se entre os de maior relevância para o conhecimento de Cabo Verde; e podemos acrescentar – os mais difíceis.
Baltasar Lopes


Manuel Ferreira escritor português, nascido em 1917, em Gândara dos Olivais, em Leiria, e falecido em 1994, em Lisboa, frequentou os cursos Comercial e de Farmácia dos liceus; licenciou-se em Ciências Sociais e Políticas. Mobilizado como expedicionário para Cabo Verde, em 1941, aí permaneceu seis anos, tendo convivido com os grupos das revistas CLARIDADEe CERTEZA, fazendo ainda parte da sua vivência ultramarina estadias na Índia, Angola e Guiné. Como docente e estudioso da literatura africana, publicou numerosos estudos; fundou e dirigiu a revista ÁFRICA e as edições ALAC e criou, na Faculdade de Letras de Lisboa, a cadeira de Literatura Africana em Língua Portuguesa. Colaborou em numerosas publicações periódicas portuguesas e estrangeiras, como VÉRTICE ou SEARA NOVA; organizou as antologias No Reino de Caliban (3 vols., 1975-96) e 50 Poetas Africanos, Antologia Selectiva (1989), etc... Ficcionista e autor de literatura infantil, a sua obra encontra-se traduzida em várias línguas, tendo recebido os prémios Fernão Mendes Pinto, em 1958, por Morabeza; Ricardo Malheiros, em 1962, por Hora di Bai, e o Prémio da Imprensa Cultural da Província por A Aventura Crioula em 1967.
Na esteira do neo-realismo, a sua obra reflecte, inicialmente, o seu amor pelo arquipélago de Cabo Verde, integrando uma novelística de raiz africana, onde a perspectiva realista serve, sem cair em interesse etnográfico ou gosto pelo exótico, a evocação do cosmorama humano e da cultura africana.

Catálogo Biblioafro Literatura

Seguem alguns de nossos títulos na Area de Literatura, caso haja interesse contacte-nos.

philolibrorum@yahoo.com.br


Biblioafro-Philolibrorum.



Manuel FERREIRA,

A Aventura Crioula,

Plátano Editora, Lisboa,

1973,

livro em bom estado de conservação, brochura original, escasso, nao perca, saiba mais ...

exemplar único com autografo e dedicatória do autor para um dos grandes nomes da cultura e literatura brasileira, autografado por ocasião de uma passagem do autor pelo Brasil.

com capa de Criner y Dintel. com prefacio de Baltasar Lopes. com uma substancial bibliografia temática sobre o assunto. com indice de nomes. Com indice de obras de autores cabo-verdianos.


Manuel Ferreira, escritor português mas de longa vivência cabo-verdiana. No seu livro A aventura crioula, nos fala de Cabo Verde como sendo “a mais antiga colônia do mundo (...), o primeiro caldeirão de ensaio de miscigenação euro-africana (...), o mais extraordinário caso aculturativo nos trópicos, mesmo considerando o fenômeno brasileiro, tido vulgarmente como padrão não só nos sistemas de interpenetração de culturas mas também na convivência racial”. E esclarece:

“Que o facto se explique pela inexistência de monocultura em Cabo Verde; pela pequenez do meio onde parece não ter sido possível a formação da casa-grande afastada da senzala; pela necessidade de uma defesa comum frente aos assaltos constantes dos navios piratas; pelo reduzido número de mulheres brancas; menor resistência das culturas negras; por serem terras desligadas do continente africano; ou ainda por outras razões não averiguadas, não vem ao caso agora, e nem está nos nossos propósitos nem na nossa competência”.



Para o conhecimento de Cabo Verde, vem Manuel Ferreira munido de uma condição indispensável: a ausência total de preconceitos. Ele não pertence, felizmente, ao número dos que, apressados ou dogmáticos, querem meter à força Cabo Verde e o seu “caso” numa moldura premeditada. pelo contrário: aborda-o com humildade e com deliberação de o compreender, amando-o. E como Ferreira é bom conhecedor da terra e das gentes, os pontos de vista que tem apresentado ao longo de um debruçar, que não vem de ontem, sobre estes temas representam sempre valorações pertinentes; mesmo quando não concordemos totalmente, a nossa discórdia nunca deixa de ser acompanhada do respeito por este escritor, digo, por este homem profundamente sincero. Porque, perante o diálogo que Manuel ferreira vem mantendo com Cabo Verde, não é o escritor que primacialmente avulta para nós das ilhas: é o homem fraternal e militante.
Os assuntos versados neste livro, ..., inserem-se entre os de maior relevância para o conhecimento de Cabo Verde; e podemos acrescentar – os mais difíceis.
Baltasar Lopes


Manuel Ferreira escritor português, nascido em 1917, em Gândara dos Olivais, em Leiria, e falecido em 1994, em Lisboa, frequentou os cursos Comercial e de Farmácia dos liceus; licenciou-se em Ciências Sociais e Políticas. Mobilizado como expedicionário para Cabo Verde, em 1941, aí permaneceu seis anos, tendo convivido com os grupos das revistas CLARIDADEe CERTEZA, fazendo ainda parte da sua vivência ultramarina estadias na Índia, Angola e Guiné. Como docente e estudioso da literatura africana, publicou numerosos estudos; fundou e dirigiu a revista ÁFRICA e as edições ALAC e criou, na Faculdade de Letras de Lisboa, a cadeira de Literatura Africana em Língua Portuguesa. Colaborou em numerosas publicações periódicas portuguesas e estrangeiras, como VÉRTICE ou SEARA NOVA; organizou as antologias No Reino de Caliban (3 vols., 1975-96) e 50 Poetas Africanos, Antologia Selectiva (1989), etc... Ficcionista e autor de literatura infantil, a sua obra encontra-se traduzida em várias línguas, tendo recebido os prémios Fernão Mendes Pinto, em 1958, por Morabeza; Ricardo Malheiros, em 1962, por Hora di Bai, e o Prémio da Imprensa Cultural da Província por A Aventura Crioula em 1967.
Na esteira do neo-realismo, a sua obra reflecte, inicialmente, o seu amor pelo arquipélago de Cabo Verde, integrando uma novelística de raiz africana, onde a perspectiva realista serve, sem cair em interesse etnográfico ou gosto pelo exótico, a evocação do cosmorama humano e da cultura africana.


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Autor: Juares Bahia

Título: Um homem de trinta anos

Editora: Martins

Ano: 1964

Páginas: 127

Comentário : Livro em bom estado de conservação, brochura com capa original. Com um pequeno, minimo, rasgo na parte superior somente da da capa, vide foto. Miolo em perfeito estado. Ilustrado. Escasso. Aproveite.

Edição numerada Nº 0009. Vida e poesia de Paulo Gonçalves. Prefácio de Fernando Góes.

Uma verdadeira preciosidade bibliografica de um dos maiores nomes de nosso teatro e poesia, idealista fundador do Partido da Mocidade da SanFran (Direito USP).


Francisco de Paula Gonçalves, conhecido como Paulo Gonçalves, (Santos, 2 de abril de 1897 - Santos, 8 de abril de 1927) foi um poeta e dramaturgo brasileiro.

Paulo Gonçalves, cujo nome civil era Francisco de Paula Gonçalves, nascido em Santos, a 2 de abril de 1897, possuía três graves 'defeitos' (ou qualidades) para a nossa sociedade: era preto, pobre e poeta. Não contente com isso, tornou-se também jornalista e escritor teatral. E apesar de seu corpo material ter-se ido tão cedo, aos 30 anos, em oito de abril de 1927, legou-nos uma obra rica.

Iara foi seu primeiro livro de poemas, datado de 1920 e também seu último em vida. Foi nele que o poeta lírico se expressou de forma mais intensa.

'Eu não sou poeta, você sim, Paulo, é poeta', palavras de Martins Fontes, numa roda literária onde se lia o livro de Paulo Gonçalves.



'... A nuvem de ouro de seus cabelos está suspensa

Sobre a discreta melancolia de meu sorriso'.



Lírica de Frei Angélico foi seu segundo livro, de certo modo fragmentado, trazendo a vivência do poeta santista com Sergipe, onde ele seduziu-se pelas rendeiras do lugar. Escreveu também textos dramáticos em versos Núpcias de D. João Tenório - Quando as fogueiras se apagam - O Juramento - Em prosa, As Noivas e As Mulheres que não querem Almas.

Preciosidade teatral: A Comédia do Coração, infelizmente (ou não) esquecida e ignorada pelos nossos teatrólogos de plantão.

O neto da parteira negra Maria Patrícia também enveredou pelos caminhos da política e curtiu paixão platônica por uma telefonista, que muitos sugerem que se chamava Iara.

Poeta que, quando menino, delirava com gravuras, vitrais e imagens de santos. E um dia desvendou o mistério da lira.


Era filho de Benvinda Fogaça Gonçalves e Manuel Alexandre Gonçalves. Exerceu a função de jornalista em diferentes periódicos em São Paulo e em Santos. Foi autor de peças teatrais, do período simbolista, de elevado refinamento e de grande sucesso. Foram seus contemporâneos, envolvidos intensamente com sua produção teatral, figuras expoentes do teatro brasileiro tais como Oduvaldo Viana, Leopoldo Fróes, Procópio Ferreira e Iracema de Alencar.

Sua produção na dramaturgia inclui as peças em verso: "Núpcias de D. João Tenório", "Quando as Fogueiras se Apagam", "O Juramento" e "1830".

Foi, também, autor das peças em prosa: "As Noivas", "As Mulheres não Querem Almas" e " A Comédia do Coração".

Foi, ainda, um poeta de rara sensibilidade, cuja obra só não é mais extensa dada sua morte prematura.

O "poeta do coração", como era chamado, foi contemporâneo de Vicente de Carvalho e de Martins Fontes, também poetas santistas de grande reconhecimento nos meios literários. Sua única obra poética publicada foi "YARA", que é uma coletânea de poemas vinda a público em 1922. Um segundo livro, "Lírica de Frei Angélico", fragmentário e na forma de manuscrito não chegou a ser publicado devido à morte do poeta. Idealista, foi, também, um dos fundadores do Partido da Mocidade, em 1925, tendo sido esse um movimento cívico de protesto contra os processos de corrupção e os processos políticos retrógrados que vigoravam no Brasil na década de 1920.

O texto a seguir foi transcrito de um manuscrito inédito, e demonstra a refinada sensibilidade e o lirismo poético de Paulo Gonçalves:


De como nasci para a poesia


Em menino, o meu maior enlevo era ver gravuras. Delirava de contentamento quando me levavam à igreja, a ver os vitrais e as imagens dos santos. Um dia, por suprema contemplação, meu pai consentiu que eu folheasse, depois de ensaboar devidamente as mãos, um Lusíadas enorme que havia em sua biblioteca, e que eu namorava em choros perenes. Tão demoradamente e com tanta volúpia contemplei as ilustrações da epopéia lusa que ainda hoje sei de cor. De todas, porém, a que mais me impressionou foi o retrato de Camões, no seu tabardo cor-de-rosa, todo em pregas, no colo a lira divinatória e um solene ar de domínio no olho único. Graças à paciência de meu pai, fiquei sabendo o sentido da palavra poeta e que a poesia era a linguagem dos deuses. Facilmente acreditei na veracidade da metáfora, pois já havia notado que em dias de festa em casa, enquanto alguém recitava, os ouvintes se perdiam em atitudes de êxtase. Meu pai se esqueceu de revelar-me o simbolismo da lira. Daí o perigo. Desabrochou-se n?alma o capricho de ser poeta, menos pelo orgulho do título que pela fascinação do encantado instrumento. Confesso de coração aberto que esse desejo não constituiu uma precoce revelação de gênio. Absolutamente. Não quero iludir a boa fé dos pósteros. Desejei uma lira como poderia desejar um espadim ou um cavalo de pau...

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Ora, dá-se o caso que, propiciando um idílio dominical aos namorados, havia no meu lugarejo uma filarmônica. Os músicos pareciam generais nas suas fardas oirejantes. O jardim ficava vedado por um gradil de ferro, onde por vezes me dependurava para assistir à passagem da banda; mas o povo ondeava, aberto em alas à minha frente, tapando os olhos curiosos. Só uma vez consegui vê-la, de perto, faiscante ao sol, no rigor da marcha marcial. Logo na primeira fila, vinha o tocador da lira, bigodudo e gordalhudo. Foi um espanto. Alei-me à casa:

- Papai, diga o nome de um poeta italiano.

- Poeta italiano... Dante.

- Pois eu vi Dante !

Meu pai, sorrindo, beijou-me a testa.

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O misterioso velhinho que, numa noite só, percorre todas as casas do mundo, a encher de brinquedos os sapatos das crianças, trouxe-me certa vez uma lira pequenina. E nunca atinei como é que se podiam arrancar versos das cordas...

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Como para as almas, há um ciclo para o sonho: hoje pago tributo ao delírio da infância. As cordas que espedacei espiritualizaram-se: saudade, amor e sofrimento. Desvendei o mistério da lira.

Antes não o soubesse...

Trabalhamos com um vasta acervo sobre o tema.

Temos condição de conseguir muitos outros títulos da área, diga-nos quais você precisa e lhe daremos a resposta.



Caso haja interesse em alguns dos nossos livros, ou em outro que não se encontre cadastrados ainda, pergunte-nos.


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PHILOLIBRORUM-BIBLIOAFRO


cultura griot.



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O Negro da Quinta Imperial Romance Histórico Raro

Mucio Teixeira - Escravidão Abolição Histórica

editora: Jornal do Brasil

ano: 1927

descrição: livro muito antigo, amarelado, contudo em bom estado, clássico, referência para o estudo da literatura sobre o assunto e sobre a história do país.coda130309. escasso, Nº de páginas:306, não perca, saiba mais...

com a famosa lista de mulatos ilustres, citada por Nei Lopes.

negro da quinta imperial ( romance histórico)
mucio teixeira ( barão ergonte), inclui estudo a respeito de Mucio Teixeira.

Fotografias em p&b. fotografias de Mucio Teixeira, Pref. de alvaro


Livros usados. Livros esgotados. Livros raros.



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Autor: Aires da Mata Machado Filho

Tìtulo: O negro e o garimpo em Minas Gerais

Editora: Civilização Brasileira

1964

Páginas: 131

Comentário: Livro em bom estado de conservação, brochura com capa original. com partituras, com vocabulario do dialeto crioulo,nota introdutoria de M. Cavalcanti Proença. exemplar numerado, obra de referencia...

Som Negro – Músicas Africanas e de Influência Africana

Superstição, feitiço e crendices.
sob o signo do diamante.
garimpeiros, quilombolas, capangas, faiscadores.
quartel de Indaiá e as sobrevivencias bantos.
totemismo.
canjere.
Vissungos.
etc...

Obra valiosa escrita por um mestre da filologia e do folclore e que é indispensavel a todos quantos se interessam pelos temas sociologicos do Brasil.

cantos da série recolhida por Aires da Mata Machado Filho no fim dos anos 20 do século passado, em São João da Chapada, município de Diamantina, Minas Gerais.

Fundamentado em pesquisas de cantigas africanas outrora ouvidas nos serviços de mineração, Aires da Mata Machado Filho realiza importante estudo sobre as contribuições do negro à cultura brasileira. Obra valiosa, escrita por um mestre da filologia e do folclore e que é indispensável a todos quantos se interessem pelos temas sociológicos do Brasil. A reconstituição da história de São João da Chapada, povoação satélite de Diamantina, onde a comunidade negra deixou farto manancial para análises e interpretações.


Aires era filólogo, filósofo, professor de Filologia Românica da Universidade Federal e da Universidade Católica de Minas Gerais, historiador, jornalista, presidente, durante muito tempo, da Comissão Mineira do Folclore, foi um pioneiro em muitas frentes.

Escreveu, nos anos 30, já que sofria de deficiência visual, uma Educação de Cegos no Brasil, e publicava, no jornal O Estado de Minas, uma coluna semanal com lições de ortografia e gramática, além de responder às dúvidas dos leitores.

Em férias, em 1929, o filólogo viajou para São João da Chapada, onde lhe chamaram a atenção “umas cantigas em língua africana ouvidas outrora nos serviços de mineração”, conforme descreveu.

Vissungos – Tais cantos são chamados vissungos, palavra que vem do umbundo ovisungo (cantiga, cântico), conforme ensina Nei Lopes em seu Dicionário Banto do Brasil. Já era plano de Aires da Mata Machado recolher os vissungos e reunir o vocabulário e a gramática da língua dos negros benguelas. Teve pouco êxito na primeira investida; na segunda, ele e seu colaborador Araújo Sobrinho ouviram de um Seu Tameirão 200 palavras e algumas cantigas; adiante, surgiram outros cantadores que sabiam letra, música e tradução.

Mata Machado sustenta a importância dos vissungos, sua influência nos começos daquele arraial e mais “os vestígios da língua das cantigas na linguagem corrente, na onomástica e na toponímia” – os vestígios de um um dialeto banto num tempo em que se pensava que a língua dos negros trazidos como escravos para o Brasil resumia-se ao nagô.

Ele defendia que os estudos da dialetologia brasileira e questões que dissessem respeito à etnografia seriam sempre provisórios se não fosse considerada a importância de Minas Gerais – e o tempo encarregou-se de mostrar seu acerto...




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Autor: Miriam Garcia Mendes
Título: A personagem negra no teatro Brasileiro
Editora: átira
Ano: 1982
Páginas: 205
Preço:
Comentário: Livro em bom estado de conservação, encadernado em brochura original.
Geralmente escravo, marginalizado, constituindo, na melhor das hipóteses, apenas um elemento caracteristico da sociedade escravocrata brasileira de meados do século XIX, o negro, não obstante, chegou a ser importante personagem na dramaturgia nacional do periodo. fato paradoxal, tendo em vista o conceito em que era tido, inegavelmente; Em que medida, entretanto, a dramaturgia se ocupou realmente do negro como personagem, dada a sua triste condição social, uma vez que a importância que ele pareceu ter para o autor dramático não teve o mesmo nivel desde o nascimento de um teatro nacional até os nossos dias?...


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Estevão Maya Maya

Regresso triunfal de Cruz e Sousa E OS SEGREDOS DE ´´ SEU´´ BITA DA-NO-EM PINGO-D´AGUA.


Poesia Negra, literarura brasileira,

editora Kikulakaji,

1982,

brochura em bom estado, criação literária de um autor negro, em busca de uma linguagem poética original, inspirada em Cruz e Sousa, pela grandeza da obra e pela vida marcada pelo trágico.
Exemplar de uma tiragem limitada de 5.000 exemplares.



constitui uma das mais instigantes criações da poesia afro-brasileira contemporânea. O autor reorganiza eventos cotidianos, passagens da história e da literatura para compor uma obra de alcance crítico sem desprezar as cintilações líricas. A linguagem desempenha papel essencial, permitindo que Maya-Maya realize o diálogo entre as tendências historicista e de invenção. A obra é constituída por duas partes longas às quais se soma um texto na parte intitulada “Poema desgarrado”. O texto desta parte chama-se “Musical”, foi escrito no ano de 1976 e apresenta características bem diferentes dos poemas da parte outra, escritos entre 1980 e 1981.


cercado pela atmosfera ritual dos cultos religiosos afro-brasileiros. A atitude de engajamento social do poeta maranhense transparece em sua vontade de realçar a importância dos afrobrasileiros; isto é feito através das qualidades que ele atribui a Cruz e Souza, colocando-o acima de todos os poetas do Simbolismo. Essa atitude ufanista – bem evidenciada pela idéia do “retorno triunfal” – tem por objetivo reinterpretar os históricos a partir do ponto de vista dos afro-brasileiros...


Maranhense, nascido em 1943, em Pano Grosso-Viana. Cantor, compositor, musicólogo e autor teatral.
Publicou, junto com Vilmar Alves Ribeiro,Cantiga Pra Gente de Casa, Chegada em Cima da Hora.

Temos condição de conseguir muitos outros títulos da área, diga-nos quais você precisa e lhe daremos a resposta.

PHILOLIBRORUM-BIBLIOAFRO


cultura griot.




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Autor: Jean Gould
Tìtulo: Um Garoto Chamado Dunbar
Editora: Record
Ano: 1965
Páginas: 236

Comentário: Livro em bom estado de conservação, brochura com capa original.
Tradução de Affonso Blacheyre, ilustrações de Charles Walker. A vida do famoso poeta negro da América
Este livro apaixonante recebeu em 1958 o Prêmio de Livros Infantis da Fundação Thomas Edison, por sua contribuição para a formação e desenvolvimento do caráter infantil.
Envio em até 24 horas após a confirmação de pagamento com confirmação via email e número de postagem para acompanhamento de entrega Todos os pedidos são enviados com seguro



Autor: MOEMA PARENTE AUGEL
Título: SCHWARZE POESIE POESIA NEGRA
Editora: diá
Ano: 1988
Páginas: 178

Comentário: Livro em bom estado de conservação,encadernado em brochura original.





Autor: Carolina Maria de Jesus
Título: Quarto de Despejo Diário de uma favelada
Editora: Francisco Alves
Ano: 1960
Páginas: 182
Preço:
Comentário: Livro em bom estado de conservação, brochura original, com algumas marcas do tempo, e um pequeno desgaste na parte superior e inferior da capa, Mas em perfito estado por dentro. Ilustrações e Capa de Cyro Del Nero, ilustrações em papel couche, Contem um recorte de jornal relatando a triste volta da autora a tão dura vida de catadora de papel, depois de ter vivido a tão cobiçada Glória... Saiba Mais





Autor: Lino Guedes
Tìtulo: O Pequeno Bandeirante 1ª ed RARO
Editora: Cruzeiro do Sul
Ano: 1937
Páginas: 72


Comentário: Livro em bom estado de conservação, brochura com capa original l ª Edição, Autografada, Ilustrações de Poesias. Um livro que jamais se tem oportunidade de ver dois, ao menos na mesma vida. O grande Poeta Negro do Século XX.



Autor: Castro Alves
Título: Os Escravos – (edição fac-similar da primeira)
Editora: GRD
Ano: 1983 Páginas: 107 +LXXI +XIII

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL.

Edição com introdução de Gumercindo Rocha Dorea.
Prefácio Biografia do autor, da Edição Príncipe por Mucio Teixeira. Fac-simile da edição popular dividida em duas partes: I. a cachoeira de Paulo Affonso; II. Manuscriptos de Stênio, incluindo apotheose: poesias consagradas à memória de Castro Alves.

Um clássico da nossa literatura que dispensa comentários. Saiba mais ...





Autor: Cruz e Souza
Título: Obras Completas de Cruz e Souza: Poesia I (Broqueis, Pharoes, Últimos Sonetos)
Editora: Annuario do Brasil
Ano: 1923 Páginas: 415

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM CAPA DURA EM TELA EDITORIALVERMELHA , MANTEVE-SE A CAPA BROCHURA ORIGINAL VERDE ENCARTONADA.

Edição com introducção e annotações de Nestor Victor. Com um fac-simile do poema Enlevo e um retrato do autor.

Exemplar em ótimo estado de conservação desse que foi um dos maiores poetas do Brasil, negro que foi o maior nome do Simbolismo escola poética tão importante para nosso desenvolvimento cultural.

Saiba mais ...



Autor: JOSÉ LUANDINO VIEIRA
Título: LUANDA
Editora: ÁTICA
Ano: 1982 Páginas: 127
Preço:
Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL. Capa: Ary A. Normanha, Ilustração: Mario Cafeiro,




Autor: AFONSO SCHMIDT
Título: A MARCHA - romance da abolição 1ª Edição.
Editora: ANCHIETA LIMITADA
Ano: 1941 Páginas: 293
Preço:

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL. NUMA ÉPOCA EM QUE SE LEVANTA, GENERALIZADO, UMTREMENDO CLAMOR CONTRA OS MAUS LIVROS PARA AS NOSSAS CRIANÇAS,- LIVROS QUE CHOCAM A ALMA E O CORAÇÃO DAQUELES QUE SÃO O FUTURO DA PATRIA; PELOS TEMAS QUE VERSA, PELAS IDÉIAS QUE VENTILAM E PELOS SENTIMENTOS QUE PROPAGAM, CONSTITUE OBRA, SEM DUVIDA, GENEROSA, DIGNA E MERITÓRIA, -DAR A NOSSA JUVENTUDE HISTÓRIAS E CONTOS ATIVOS E MOVIMENTADOS, PERFEITAMENTE MORAIS E COMPATIVEIS COM O ESPIRITO GENEROSO E RECATADO DA FAMILIA BRASILEIRA... SAIBA MAIS.





Autor: BRUCE CHATWIN
Título: O VICE-REI DE l
Editora: COMPANHIA DAS LETRAS
Ano: 1980 Páginas: 165
Preço:
Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL.





Autor: VIALE MOUTIHO
Título: CONTOS POPULARES DE ANGOLA: folclore quimbundo.
Editora: PRINCIPIO
Ano: 1994 Páginas: 85
Preço:
Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL.





Autor: MONTEIRO LOBATO
Título: OS NEGROS
Editora: OLEGARIO RIBEIRO
Ano: 1920 Páginas: 60
Preço:
Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL.



Autor: ALEX HALEY
Título: NEGRAS RAÍZES
Editora: CIRCULO DO LIVRO
Ano: SD Páginas: 646

Preço:
Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM CAPA DURA ORIGINAL. O autor de Malcolm X nos relata uma fascinante história africana.





Autor: SEGUNDO A EDIÇÃO DE FREI CAETANO SCHMITZ, O.F M., POR M. G. DE L.
Título: ATRAVEZ DA AFRICA : VIAGENS E AVENTURAS DO IRMÃO FRANCISCANO PEDRO FARDE DE GAND 1686-1690 SEGUIDO DE UMA FAZENDA EM MARANHÃO: EPISODIO DOS TEMPOS COLONIAES POR ANCILLA DOMINI.
Editora: TYPOGRAPHIA VOZES DE PETROPOLIS
Ano: 1912 Páginas: 100


Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM CAPA DURA ORIGINAL. COM ALGUNS FUROS NA CAPA MAS SEM AFETAR A LEITURA NEM AS PAGINAS,





Autor: FUNDAÇÃO CASA DE JORGE AMADO
Título: EXU 19
Editora: FUNDAÇÃO CASA DE JORGE AMADO
Ano: 1991 Páginas: 31

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL. CAPA; JURACY DÓREA ENTREVISTA CAETANO VELOSO, COM MUITAS ILUSTRAÇÕES, POSTER E DESENHO DE SERGIO RABINOVITZ, TEXTO: CLAUDIUS PORTUGAL.





Autor: FUNDAÇÃO CASA DE JORGE AMADO
Título: EXU 21
Editora: FUNDAÇÃO CASA DE JORGE AMADO
Ano: 1991 Páginas: 29

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL. CAPA: EMBLEMA PINTURA DE RUBEM VALENTIM, ENTREVISTA DIAS GOMES.COM MUITAS ILUSTRAÇÕES, POSTER, PINTURA DE MARIA ADAIR, TEXTO:CLAUDIUS PORTUGAL.





Autor: FUNDAÇÃO CASA DE JORGE AMADO
Título: EXU 22
Editora: FUNDAÇÃO CASA DE JORGE AMADO
Ano: 1991 Páginas: 27

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL. CAPA EXU PINTURA DE LEONELMATTOS.ENTREVISTA HÉLIO PÓLVORA. COM MUITAS ILUSTRAÇÕES. POSTER, PINTURA DE JADIR FREIRE. TEXTO: CLAUDIUS PORTUGAL.




Autor: VASCONCELOS MAIA
Título: O LEQUE DE OXUM
Editora: O CRUZEIRO
Ano: 1961 Páginas: 134


Comentário: IVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL. Capa de José Maria. A Bahia dos candomblés, dos cultos aos deuses africanos, a velha Salvador com as suas igrejas, praias e ladeiras, o mar cheio de saveiros_ toda uma atmosfera inconfundível está neste livro de histórias. E, envolvente e servindo de cenário a alguns episódios de singular intensidade, a secular e sedutora paisagem baiana mostra que Vasconcelos Maia apresenta, em tudo quanto escreve, a marca inesquecível de sua terra natal, de seus dramas e mitos. Livro forte e denso, marcado por um estranho lirismo, este O Leque de Oxum continua a tradição de uma literatura fiel à terra e ao homem.







Autor: FUNDAÇÃO CASA DE JORGE AMADO
Título: EXU 24
Editora: FUNDAÇÃO CASA DE JORGE AMADO
Ano: 1991 Páginas: 31

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL. CAPA: MASCARA, DE RAMIRO BERNABÓ.ENTRVISA FLORISVALDO MATTOS.COM MUITAS ILUSTRAÇÕES,POSTER, ESCULTURAS DE BEL BORBA, TEXTO: CLAUDIUS PORTUGAL.




Autor: FUNDAÇÃO CASA DE JORGE AMADO
Título: EXU 30
Editora: FUNDAÇÃO CASA DE JORGE AMADO
Ano: 1992 Páginas: 28

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL.CAPA EXU DE FRANCISCO SANTOS, ENTREVISTA JOSÉ CALASANS, COM MUITAS ILUSTRAÇÕES. POSTER PINTURA DE JUSTINO MARINHO,TEXTO: CLAUDIUS PORTUGAL




Autor: FUNDAÇÃO CASA DE JORGE AMADO
Título: EXU 31/ 32
Editora: FUNDAÇÃO CASA DE JORGE AMADO
Ano: 1993 Páginas: 52

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL.CAPA EXUS,ESCULTURAS DE MARIO CRAVO, ENTREVISTA CAMAFEU DE OXOSSI.COM MUITAS ILUSTRAÇÕES. POSTER ESCULTURA DE
WASHINGTON SANTANA, TEXTO: CLAUDIUS PORTUGAL.




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Título: Zumbi dos Palmares a história que não foi contada

Autor: Eduardo Fonseca jr.

Editora: L Christiano Editorial

Páginas: 329

Ano: 1988


Comentários: É de Eduardo Fonseca Júnior os dois livros dos mais procurados da literatura afro-brasileira, junto com seu Diconário de Yorubá Português, esse Zumbi dos Palmares: a história não contada é um livro muitissimo apreciado por todos os estudiosos da temática Negro.


Livro em muito bom estado de conservação, brochura original, com ilustrações,



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Quilombo Palmares Edson Carneiro Negros Zumbi Gangá Zumba


Autor: Edson Carneiro
Tìtulo: O Quilombo dos Palmares
Editora: Civilização brasileira
Ano: 1966
Páginas: 144


Comentário: Livro em bom estado de conservação, brochura com capa original.

Edição numerada exemplar nº 1453, Capa de Marius Lauritzen Bern,

História do Brasil, Africanos no Brasil, Escravidão, Rebeliões. Obra em que a paixão do autor pela verdade histórica é poderosamente auxiliada pelo método empregado para obtê - la destrói mitos e lendas e possibilita ao estudioso a visão clara e objetiva do famoso episodio das lutas sustentadas pelos negros em favor de sua liberdade... Saiba Mais.




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BAIOCCHI, Mari de Nasaré.

Kalunga povo da terra.

Brasília: Unesco / MJ / Secretaria de Estado dos Direitos Humanos, 1999.


A antropóloga Mari Baiocchi é a autora e responsável por um livro em que pesa quase 200 anos de história. “Meu trabalho de observação analisa o processo, a dinâmica das mudanças da cultura Kalunga.”, diz a autora. E ela observou essa dinâmica durante os 24 anos em que trabalhou na região quilombola, pesquisando hábitos como a língua, os festejos, a comida, a forma de viver de uma comunidade remanescente de escravos.

O livro “Kalunga, o Povo da Terra” é o resultado de um minucioso trabalho de pesquisa. No livro, Baiocchi explica que a palavra kalunga ou calunga, as duas grafias estão corretas, tem origem banto dos africanos angolanos, congos e moçambiques que foram trazidos para o Brasil. Calunga pode ser uma boneca de madeira que os moradores de comunidades do rio Lui, na África, fabricavam ou pode ser também uma palavra mágica, uma divindade do culto banto.



BAIOCCHI (1984, 1986, 1990, 1991, 1994, 1995, 1996, 1999) dedicou-se a descrever o agrupamento, mencionou os possíveis traços de herança africana no grupo, abordou o universo cultural e preparou um relatório técnico científico para demarcação do Sítio Histórico e Ptrimônio Cultural Kalunga.

Influência Africana no Brasil, Nagô, Bantu, Gege, Moçambique, Ioruba, etc...






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Memorial Palmares Zumbi Ganga Zumba Quilombo Negros Luta Etc

Autor: Ivan Alves Filho
Título: Memória dos Palmares
Editora: Xenon
Ano: 1988
Páginas: 204

Comentário: Livro em bom estado de conservação, brochura original. O movimento precursor da libertação negra no Brasil.

Retomamos aqui somente a documentação de fonte primaria e impressa, assim como os ensaios diretamente ligados à história do quilombo dos palmares. O leitor poderá encontrar nas notas que acompanham cada capitulo o complemento necessário ao aprofundamento de suas indagações...

Prefácio.Apresentação.Sumula da guerra dos Palmares.Um sítio asperos.Os açucares do Brasil.O inimigo interno.Guerra e Paz. Macaco.Epílogo. Bibliografia. Saiba mais.

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Abolição Brasil Luiz Gama Sud Mennucci Negro Maçonaria Bode

Autor: SUD MENNUCCI


Título: O PRECURSOR DO ABOLICIONISMO NO BRASIL LUIZ GAMA


Editora: NACIONAL


Ano: 1938


Páginas: 249




Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL.


Figura tão poucamente conhecida de nossos anais históricos, L Gama, negro , advogado, Ir:. , Maç:. , garnde figura digna de figurar entre os grandes nomes de nossa ....


PRIMEIRA FASE (1830-1856) EDIÇÃO ILUSTRADA,

A CARTA DE LUIZ GAMA A LUCIO DE MENDONÇA,

EXAMES E DISCUSSÃO DA CARTA,

LUIZA MAHIN, O MISTERIO SOBRE A IDENTIDADE DA PAI, A VENDA DO FILHO,

EM SÃO PAULO,

NA FORÇA PUBLICA,

A VOLTA Á ATIVIDADE CIVIL.A SEGUNDA FASE:(1852-1886) O SATÍRICO, O MONTEJADOR DA COR DÂ PELE, O ABOLICIONISTA, OS PRIMEIROS DEZ ANOS DA BAÍA, A INFLUENCIA DO NOVO AMBIENTE, PRECURSOR, O ADVOGADO, O REPUBLICANO HISTORICO, ULTIMOS ANOS, A INJUSTIÇA DE NABUCO, O CHEFE INCONTESTADO, O FIM, A BONDADE DE LUIZ GAMA, APÊNDICE... SAIBA MAIS.




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Título: O Quilombismo.
autor: Abdias do Nascimento
editora: Vozes
ano: 1980
descrição: Livro em bom estado, com 281 páginas.


“Os afro-brasileiros sofreram nova decepção em seus sonhos quando constataram que até mesmo no crescente contexto industrial do País, especialmente em São Paulo, sua força de trabalho era rejeitada. Isto que chamam de acelerado progresso e expansão econômica brasileira não modifica sua condição, à margem do fluxo e refluxo da mão-de-obra. E para que assim permanecesse o negro um marginal, o governo e as classes dominantes estimularam e subsidiaram a imigração branco-européia que, além de preencher as necessidades de mão-de-obra, atendia simultaneamente à política explicita de embranquecer a população.”


“Em 22 de novembro de 1910 a Marinha de Guerra, sob o comando do marinheiro negro João Cândido, rebelou-se contra o governo do país . O objetivo imediato da revolta: a extinção do castigo, uma punição corporal remanescente do regime escravo”


“Durante a campanha abolicionista, dois negros se destacaram na defesa dos escravos: José do Patrocínio, filho de sacerdote católico com mulher negra. Nasceu em Campos, Estado do Rio de Janeiro ... transferiu-se para a antiga capital do pais, a cidade do Rio de Janeiro.... arena onde desenvolveu extraordinário trabalho jornalístico. O outro chamava-se Luis Gama, filho de africana livre e aristocrata português. Nasceu na Bahia e as oito anos foi vendido como escravo pelo próprio pai... para pagar divida de jogo.O menino Luis Gama embarcou com seu proprietário para São Paulo... conseguiu aprender a ler e escrever, estudou, libertou–se da escravidão e tornou-se brilhante advogado...Tudo que ganhava em sua banca de advogado, Luis Gama destinava à compra da liberdade dos seus irmãos de raça escravizados. Escreveu violenta poesia satirizando os negros e mulatos que tentam esconder ou negar sua origem africana, querendo passar por brancos... Cantou a beleza negra em termos altos e absolutos, muito antes que os poetas da chamada negritude o fizessem, ao evocar ternamente a imagem de sua mãe, Luísa Mahím, a quem jamais conseguiu tornar a ver.”




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Autor: FERNANDO GÓES

Título: O TECEDOR DO TEMPO

Editora: MARTINS

Ano: 1969; Páginas: 179


Comentário: LIVRO BEM CONSERVADO, ACABAMENTO EM BROCHURA ORIGINAL. PRIMEIRA E ÚNICA EDIÇÃO DESTE MUITO IMPORTANTE LIVRO, UM VERDADEIRO DOCUMENTO TESTEMUNHAL DO AUTOR.

COM UMA ESCASSA DEDICATÓRIA E AUTOGRAFO DO AUTOR PARA UM IMPORTANTE NOME DA CULTURA NACIONAL, ESCASSA POIS QUE NÃO ERA MUITO AFEITO A AUTOGRAFOS.


Um dos principais autores da declara literatura afrobrasileira no século XX.

Redator do jornal Alvorada. Secretário do jornal Tribuna Negra. Colaborador do jornal Niger.

Fernando Ferreira de Góes nasceu em Salvador, Bahia, no dia 27 de novembro de 1915, Estado que deixou ainda jovem, para morar em Petrópolis e na cidade do Rio de Janeiro. E, com apenas 15 anos, já morava em São Paulo onde viveu a maior parte de sua vida. Foi totalmente dedicado às letras, destacando-se muito cedo como um brilhante e ativo jornalista, nos importantes órgãos da imprensa paulista, em quase todas as funções, tornando-se um autêntico profissional de carreira.

Fernando Góes era um intelectual considerado, conhecido pelo rigor de suas críticas, pois não havia, de sua parte, concessões ou condescendência. Foi assim, com essa postura, que Góes firmou seu nome no mundo das letras, em São Paulo, sendo autor de um amplo trabalho de crítica da historiografia literária. As atividades intelectuais de Fernando Góes foram intensas e variadas, indo do bom conferencista ao debatedor culto e sagaz, que deslumbrava as platéias. Foi polemista dos mais lúcidos e perspicazes de seu tempo.

Escritor assíduo e cronista assinou colunas especializadas nessa modalidade, por sinal, muito apreciadas na ocasião, pelo seu caráter dinâmico e conciso. Os jornais da Rede dos Diários Associados, de São Paulo, em coluna assinada diariamente, “Fernado Góes – Em Tom de Conversa”, o jornal do Comércio, do Rio de Janeiro e a Tribuna da Cidadede Santos tiveram artigos desse emérito jornalista negro. Góes trabalhou nos jornais Tribuna Negra e Alvorada. Fernando Góes foi professor de jornalismo da Universidade Católica e da Escola Cásper Libero de jornalismo, em São Paulo; foi membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, do Instituto Histórico e Geográfico da Bahia e eleito para a Academia Paulista de Letras. Escreveu livro sobre o Simbolismo, O Espelho fiel, o Tecedor do Tempo, e sobre a vida e a obra de Luiz Gama.






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autor: Ricardo Teles

título: Terras de Preto, Mocambos, Quilombos: história de nove comunidade negras rurais do Brasil.

editora: Abooks

ano: 2002


Comentários:Livro em bom estado de conservação, encadernação com capa dura original.

Bilíngüe Português-Inglês.

Livro em estado de novo, formato grande, papel especial couché, fotos com ótima definição, uma pérola, com um encarte plástico original.



Foram anos de trabalho onde o fotógrafo Ricardo Teles retratou nove mocambos e quilombos brasileiros. Ele resgata a memória e a riqueza cultural dessas comunidades até agora esquecidas e dispersas, suas origens, mito, religiões, rituais etc.., Suas fotos em preto e branco refazem a história dessas comunidades negras.


Textos:
Clóvis Moura, Territórios negros: uma presença histórica;

Givania M da Silva, Conceição das crioulas uma construção feminina e coletiva,

Ivo Fonseca Silva, Frechal O negro não se calou,

Alberto de C. Alves, A arte e a documentação social,

Ricardo Teles, Terras de preto um projeto fotográfico.

edição especial.


Terras de preto documenta, em 132 fotografias, os hábitos e o cotidiano da população de nove das mais significativas comunidades rurais negras espalhadas pelo interior do Brasil. Remanescentes dos quilombos dos anos de escravidão, estima-se que elas sejam hoje mais de 900, descendo desde o Amazonas até São Paulo, no Vale do Ribeira.

Ao longo de nove anos, Teles viajou, pesquisando e fotografando esses grupos. Seu primeiro contato aconteceu por acaso, quando descobriu o quilombo de Frechal, a 390 quilômetros de São Luís, no Maranhão. ?Estava fazendo uma outra reportagem no Maranhão e acabei me deparando com essa comunidade, uma das pioneiras na conquista da posse coletiva das terras de seus ancestrais?, conta. ?Fiquei tão espantado com o que vi, tive um interesse tão imediato, que resolvi ir em busca dessa história.?


Meninos, quase nus, todos pretos, sobem em galhos de árvores, dependuram-se. Outros, tão iguais, mergulham no rio, à sombra das árvores, e fazem festa jogando água, enquanto as mulheres, nas margens, lavam suas tigelas. Meninas que dançam, que correm na chuva. Negros em lombos de burros, tocando pequenos pandeiros, deitados em redes. Negros nas portas de suas cabanas feitas de barro, pedaços de pau, galhos de coqueiros. As imagens são de quilombos, de mocambos do Brasil. Para nossos olhos tão viciados em avenidas e arranha-céus, em lixões e favelas das grandes cidades, elas parecem arcaicas, perdidas no tempo. No entanto, não foram feitas por nenhum retratista errante do século 19, mas ao longo da última década pelo fotógrafo Ricardo Teles.


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Palmares Guerra Escravo Décio Freitas Quilombo Negro Zumbi

Autor: DÉCIO FREITAS

Título: PALMARES A GUERRA DOS ESCRAVOS

Editora: GRAAL

Ano: 1990

Páginas: 220




Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL.


Este livro é a reconstituição histórica mais completa e documentada, e á e também a reflexão crítica mais severa de que se dispõe até agora, sobre acontecimento fundamental da história brasileira: Palmares - um século de luta armada dos negros contra o regime escravocrata de trabalho em que se fundava a economia colonial. Luta que prosseguia desde então - revestia de novas formas, encarnada por novos protagonista - e que continua ainda hoje, visando sempre o mesmo objetivo. A erradicação da estrutura de poder regida por uma classe dominante de caráter gerencial, subordinada a desígnios exógenos e oposta aos interesses da população trabalhadora, então escrava, hoje livre.

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Autor: PALMARES A TRÓIA NEGRA
Título: SÉRGIO D. T. MACEDO
Editora: RECORD
Ano: SD Páginas: 91


Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM CAPA DURA ORIGINAL. A HISTÓRIA DA ESCRAVIDÃO NO BRASIL, AS REBELIÕES DE ESCRAVOS E A FORMAÇÃO DO GRANDE QUILOMBO DE PALMARES QUE AMEAÇOU TORNA-SE UM ESTADO DENTRO DO ESTADO -UMA AUTÊNTICA REPÚBLICA NEGRA – É O QUE CONTA ESSE LIVRO, ONDE OS LANCES DE BRAVURA, OS ATOS DE HEROÍSMO E DESPRENDIMENTO ESTÃO AO LADO DE LIÇÕES DE GRANDE ELEVAÇÃO MORAL.




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Autor: CARLOS DIEGUES – EVERALDO ROCHA
Título: PALMARES MITO E ROMANCE DA UTOPIA BRASILEIRA
Editora: RIO FUNDO
Ano: 1991 Páginas: 181


Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL. “ALGUNS ESCRAVOS ARRASADOS PELA FADIGA, MAL SE SUSTENTAM EM PÉ. UM DELES ENCAREGADO DE COLOCAR A CANA PRECISAMENTE NA BOCA DA GRANDE MOEDA, ADORMECE E SUA MÃO É TRAGADA PELA FORÇA SENTRÍPETA DAS PODEROSAS RODAS DENTADAS. ELE COMO QUE DESSPERTA ASSUSTADO APENAS PARA CONSTATAR QUE ELA COMEÇA A ATRAIR SEU BRAÇO EM DIREÇÃO AO INEXORÁVEL ESMAGAMENTO. NUM ESFORÇO DE IMPEDIR QUE TODO SEU CORPO SEJA IGUALMENTE DESTRUÍDO E ALERTADOS PELOS GRITOS INUMANO QUE SAI DA BOCA DO ESCRAVO, VÁRIOS FEITORES ACORREM. UM DELES MAIS RAPIDO, NUM CERTEIRO GOLPE DE FACÃO, CORTA FORA O BRAÇO DO ESCRAVO SEPARANDO SEU CORPO DA MOEDA DA QUAL JÁ PARECIA FAZER PARTE. A VIOLÊNCIA DO FEITOR É SUBLINHADA POR IMPROPÉRIOS E TUDO PARECE SER APENAS UMA QUESTÃO DE PERDA DE UM BRAÇO. O ESCRAVO AINDA PERPLEXO E QUASE SEM SENTIDOS É ACUSADO DE BOICOTAR O TRABALHO, ATRASAR A SAFRA, CAUSANDO EVIDENTES PREJUÍZO A TOURINHO”... SAIBA MAIS.





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Autor: JOÃO SEVERINO DA COSTA / JOSÉ BONIFÁCIO DE ANDRADE ESILVA / DOMINGOS ALVES BRANCO MUNIZ BARRETO / FREDERICO LEOPOLDO CÉSAR BURLAMAQUE
Tìtulo: MEMÓRIAS SOBRE A ESCRAVIDÃO
Editora: ARQUIVO NACIONAL
Ano: 1988 Páginas: 222


Comentário : LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO, BROCHURA COM CAPA ORIGINAL.

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Autor: HERMES VIEIRA
Tìtulo: BANDEIRAS E ESCRAVAGISMO NO BRASIL
Editora: CONSELHO ESTADUAL DE CULTURA
Ano: 1967 Páginas: 156

Comentário : LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSEVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL.CAPA DE LUIZ ALBERTO DIAS CORRÊA ACEITAÇÃO DO ESCRAVAGISMO, ORIGEM E DESENVOLVIMENTO DO TRÁFICO, O NEGRO NA ETNIA BRASILEIRA, FUGAS E DESERÇÕES, COMPORTAMENTO DO NEGRO E DO SENHOR DE ESCRAVO, REPRESSÃO AOS QUILOMBOS E CALHAMBOLAS , EXTINÇÃO DO TRAFICO, ORIGEM DO ABOLICIONISMO, METAMORFOSE, DESDOBRAMENTO DA CAMPANHA, A LEI DO VENTRE LIVRE, SESSÃO DAS FLORES, ALFORRIA DOS SEXAGENÁRIOS, ABOLICIONISMOEM MARCHA, INFLUÊNCIA ISABELISTA, A LEI ÁUREA...SAIBA MAIS.






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dentre muitos outros:





QUILOMBOS - IDENTIDADE ÉTNICA E TERRITORIALIDADE, org. de Eliane Cantarino O'Dwyer. 268p.


CARRIL, Lourdes. Terras de Negros: Herança de Quilombos. São Paulo, Scipione, 1997.



MOURA, Clóvis. Quilombos: Resistência ao Escravismo. São Paulo, ática, 1987.



MOURA, Clóvis (org.) Os quilombos na dinâmica social do Brasil. Ed. UFAL, 2001.


ANDRADE, Tânia (org.). Quilombos em São Paulo: Tradições, direitos e lutas. São Paulo: EMESP, 1997.



BARBOSA, Waldemar de Almeida. Negros e Quilombos em Minas Gerais. Belo Horizonte, l972.


REIS, João José; GOMES, Flávio dos Santos (Orgs.). A Liberdade por um Fio. História dos Quilombos no Brasil. SP, Cia.das Letras, 1996.



Temos condição de conseguir muitos outros títulos da área, diga-nos quais você precisa e lhe daremos a resposta.



PHILOLIBRORUM-BIBLIOAFRO


cultura griot.




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Pedaços da Fome

Carolina Maria de Jesus

editora: Aquila

ano: 1963

descrição: Ano 1963, - Ed., 217 pags., bom estado


Editora Aquila, 1963, 1ª edição. Capa e ilustrações de João K. Suzuki. Encadernação original brochura. Livro em muito bom estado de conservação. 217 pp. Com a excelente nota explicativa. Com o original desdobrável artistico do ilustrador.



Prefaciado por ninguém menos que o poeta negro Eduardo de Oliveira que desfrutava à época de legitimidade no campo da literatura dominante, mas era igualmente reconhecido como uma importante liderança negra. Foi comparado, inclusive,por Tristão de Athaide, a Aimé Césáire e a Senghor22 em função da poesia militante e do ativismo político-partidário.

Foi dele o prefácio do livro Pedaços da fome, considerado um marco na trajetória de sucesso de Carolina.


[...] ainda que não traga a moldura portentosa e fulgurante da estilística machadiana, nem o apuro de linguagem exigível pelos estetas da literatura “Pedaços da Fome”, quando mais não seja, é
uma autêntica afirmação reveladora dos incomensuráveis prodígios da alma humana.


Carolina Maria de Jesus (Sacramento, 14 de março de 1914 — São Paulo, 13 de fevereiro de 1977) foi uma escritora brasileira.

Ex-catadora de papel, Carolina foi descoberta pelo jornalista Audálio Dantas ao escrever uma matéria sobre a expansão da favela do Canindé. Com pouca escolaridade, favelada, mulher, negra e pobre, Carolina fez de suas obras um meio de denúncia sócio-política.

Sua obra mais conhecida, que teve tiragem inicial de dez mil exemplares (esgotados na primeira semana), e traduzida em 13 idiomas, é Quarto de Despejo, publicada em 1960. Também escreveu Casa de Alvenaria (1961), Pedaços de Fome (1963), Provérbios (1963) e Diário de Bitita (1982, póstumo).









Autor: ELI GINZBERG E ALFRED S. EICHNER
Título: A PRESENÇA INQUIETANTE
Editora: CRUZEIRO
Ano: 1968 Páginas:308

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL.
EIS AQUI UM LIVRO CONSTRUIDO COM O PRÓPRIO MATERIAL DA HISTÓRIA, REGISTRO DA DISCRIMINAÇÃO DE QUE FOI VÍTIMA O NEGRO AMERICANO DESDE A SUA CHEGADA A AMESTOWN, VIRGINIA, ATÉ A MARCHA DA LIBERDADE SOBRE WASHINGTON. ELI GINZBERG E ALFRED S. EICHNER, NUMA INTERPRETAÇÃO INTEIRAMENTE NOVA DO CONFLITO BÁSICO NA EXPERIÊNCIA AMERICANA, MOSTRA COMO A DEMOCRACIA NOS ESTADOS UNIDOS EVITOU, DURANTE 350 ANOS, FAZER LUGAR PARA O NEGRO. RELATA ESSA HISTÓRIA COM INFLEXIVEL HONESTIDADE. SAIBA MAIS...











Autor: CELSO VIEIRA
Título: JOAQUIM NABUCO “libertador da raça negra”
Editora: INSTITUTO PROGRESSO S.A
Ano: 1949 Páginas: 309

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM CAPA DURA
COM ILUSTRAÇÕES, ALGUNS COMENTARIOS - ORIGENS. INFÂNCIA. O TESOURO DE
MASSANGANA.-ESTUDO SECUNDÁRIO E SUPERIORES. VOCAÇÃO POLÍTICA INFLUÊNCIAS E
DIRETRIZES DEPUTADO E ORADOR . PRIMEIRA OFENSIVA PARLAMENTAR. JERÔNIMO
SODRÉ, O INICIADOR. PROGRESSÃO ABOLICIONISTA DE JOAQUIM NABUCO. ALIANÇA
COM O FUTURO.-JOAQUIN NABUCO E JOSÉ DO PATROCINIO. CONFEDERAÇÃO
ABOLICIONISTA. O MINISTÉRIO DANTAS –JOAQUIM NABUCO E JOSÉ MARIANO CAMPANHA
ABOLICIONISTA DO RECIFE. NABUCO E OS OPERARIOS.- BENÇÃO DO VATICANO. TREZE
DE MAIO.... SAIBA MAIS.





Autor: AFONSO SCHMIDT
Título: A MARCHA - romance da abolição 1ª Edição.
Editora: ANCHIETA LIMITADA
Ano: 1941 Páginas: 293

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA
ORIGINAL. NUMA ÉPOCA EM QUE SE LEVANTA, GENERALIZADO, UMTREMENDO CLAMOR
CONTRA OS MAUS LIVROS PARA AS NOSSAS CRIANÇAS,- LIVROS QUE CHOCAM A ALMA E
O CORAÇÃO DAQUELES QUE SÃO O FUTURO DA PATRIA; PELOS TEMAS QUE VERSA,
PELAS IDÉIAS QUE VENTILAM E PELOS SENTIMENTOS QUE PROPAGAM, CONSTITUE
OBRA, SEM DUVIDA, GENEROSA, DIGNA E MERITÓRIA, -DAR A NOSSA JUVENTUDE
HISTÓRIAS E CONTOS ATIVOS E MOVIMENTADOS, PERFEITAMENTE MORAIS E
COMPATIVEIS COM O ESPIRITO GENEROSO E RECATADO DA FAMILIA BRASILEIRA...
SAIBA MAIS.







Autor: FREDERICK COOPER , THOMAS C. HOLT E REBECCA J. SCOTT
Título: ALÉM DA ESCRAVIDÃO
Editora: CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA
Ano: 2005 Páginas: 346

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA
ORIGINAL. “OS ENSAIOS DESTE LIVRO BUSCAM EXPLORAR ASVÁRIAS DIMENSÕES DO
QUE ESTÁ ALÉM DA ESCRAVIDÃO. FAZEM-NO EM SENTIDO CRONOLÓGICO,
CONCENTRANDO-SE NOS PERÍODOS DEPOIS QUE A ESCRAVIDÃO E AS FORMAS
CONCERNENTES DE TRABALHO SOB COAÇÃO FORAM ABOLIDAS EM DIFERENTES PARTES DO
CARIBE, DOS ESTADOS UNIDOS E DA ÁFRICA (...) INVESTIGAM A RELAÇÃO DA
ESCRAVIDÃO E SUA ABOLIÇÃO COM O CAPITALISMO E O IMPERIALISMO, EXAMINANDO
AS TENSÕES ENTRE ESTES CONSTRUTOS E SEU RELACIONAMENTO HISTÓRICO TANTAS
VEZES PARADOXAL... SAIBA MAIS.






Autor: AMÉRICO PALHA
Título: OS PRECURSORES DA ABOLIÇÃO
Editora: RECORD
Ano: SD Páginas: 90

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM CAPA DURA
COM ILUSTRAÇÕES,CAPA E ILUSTRAÇÕES DE ARMANDO PACHECO.
A CAMPANHA PELA ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA NO BRASIL FOI UMA LUTA DE HERÓIS.
LUTA POLITICA A LUTA INTELECTUAL. OS HERÓIS DESSA ÉPOCA FORAM UM CASTRO
ALVES, UM NABUCO, UM PATROCÍNIO, UM LUIZ GAMA, UM JOSÉ MARIANO, UM RUI
BARBOSA, E TANTOS OUTROS QUE FICARAM COMO NOMES DE LEGENDA. A ESCRAVATURA
EM NOSSO PÁIS ERA UMA VERGONHA, UMA MANCHA QUE DEVERIA ACABAR. FEZ-SE A
REVOLUÇÃO. SEM ARMAS SEM SANGUE. AS ARMAS FORAM A PENA E A PALAVRA. E ELAS
VENCERAM. VENCERAM A 13 DE MAIO DE 1888, REGENTE DO IMPÉRIO A PRINCESA
ISABEL. HOJE NO BRASIL SÓ HÁ HOMENS LIVRES. DEVEMOS PORTANTO REVERENCIAR A
MEMÓRIA DAQUELES HERÓIS. ELES MERECEM A NOSSA GRATIDÃO E O NOSSO RESPEITO.
SAIBA MAIS...









JOÃO SEVERINO DA COSTA / JOSÉ BONIFÁCIO DE ANDRADE E SILVA / DOMINGOS ALVES BRANCO MUNIZ BARRETO / FREDERICO LEOPOLDO CÉSAR BURLAMAQUE

MEMÓRIAS SOBRE A ESCRAVIDÃO

ARQUIVO NACIONAL

1988 Páginas: 222

Comentário : LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO, BROCHURA COM CAPA ORIGINAL.









Autor: LUIZ VIANNA FILHO
Tìtulo: A SABINADA - A REPUBLICA BAHIANA DE 1837
Editora: JOSÉ OLYMPIO
Ano: 1938 Páginas: 212

Comentário : LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO, CAPA DURA ORIGINAL EM COURO LOMBADA E CANTOS COM QUATRO NERVURAS E LETRAS EM DOURADO. CONTÉM UM MINÚSCULO FURO DE INSÉTO, CONTUDO NÃO ATRAPALHA EM NADA A LEITURA (VIDE FOTO) . ESTE LIVRO COMPÕE A COLEÇÃO DOCUMENTOS BRASILEIROS SENDO O OITAVO TÍTULO DA MESMA. A DIREÇÃO É DE GILBERTO FREYRE.CONTÉM AINDA TRÊS APÊNDICES: ‘ACTAS MAÇONICAS REFERENTES Á PERMANENCIA DE BENTO GONÇALVES NA BAHIA’ ‘RELAÇÃO DOS LIVROS ENCOTRADOS NA CASA DE SABINO VIEIRA, E QUE, TALVEZ, SIRVAM PARA O ESTUDO DE SUA PERSO NALIDADE’. ‘OFFICIO DE BERNARDO PEREIRA DE VASCONCELLOS EM 17 DE NOVEMBRO DE 1837’.









GILBERTO FREYRE
Tìtulo: ASPECTOS DA INFLUÊNCIA AFRICANA NO BRASIL
Editora: CULTURA
Ano: 1976 Páginas: 144

Comentário : LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSEVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL.








Autor: EDSON CARNEIRO
Título: A CIDADE DO SALVADOR - (1549) UMA RECONSTITUIÇÃO HISTÓRICA
Editora: ORGANIZAÇÃO SIMÕES
Ano: 1954 Páginas: 167

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM CAPA DURA, MANTEVE-SE A ENCADERNAÇÃO BROCHURA ORIGINAL. ESTÁ É A VERSÃO DEFINITIVA COM OS ACRESCIMOS QUE O AUTOR EM NOTA DIZ TEREM SIDO NECESSÁRIOS. CONTÉM UM SUPLEMENTO COM 3 ARTIGOS DO PRÓPRIO AUTOR. “VILA VELHA; O GOVERNO GERAL; NASCIMENTO DA CIDADE; OSPRIMEIROS HABITANTES; A FISIONOMIAURBANA; BIBLIOGRAFIA ÚTIL; E UMA CURIOSA RELAÇÃO DOS HABITANTES DA CIDADE DO SALVADOR NO ANO DE 1549. SAIBA MAIS






Autor: SUELY R. REIS DE QUEIRÓZ
Título: A ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA
Editora: BRASILIENSE
Ano: 1982 Páginas: 98

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL.




Autor: CLOVIS MOURA
Título: OS QUILOMBOS E A REBELIÃO NEGRA
Editora: BRASILIENSE
Ano: 1983 Páginas: 104

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL.







Autor: EDUARDO DE OLIVEIRA
Título: A CÓLERA DOS GENEROSOS retrato da luta negro para o negro
Editora: MECA
Ano: 1988 Páginas: 125

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA
ORIGINAL. COM VARIAS ILUSTRAÇÕES
O TITULO DESTE LIVRO É UM RETRATO VIVO DA LUTA E DA ATUAÇÃO DE EDUARDO DE
OLIVEIRA EM DEFES DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS DA COMUNIDADE NEGRA. EDUARDO
DE OLIVEIRA É CAPAZ DE ENCARNAR A SAGRADA CÓLERA CONTRA AS INJUSTIÇASE AS
DESIGUALDADES, A SANTA IRA CONTRA DISCRIMINAÇÃO DE SEUS IRMÃOS DE RAÇA, A
SACROSSANTA INDIGNAÇÃO CONTRA OS CRIMES GERADOS PELOS PRECONCEITOS. ELE
NÃO ESTÁ APENAS CONTRA AS OFENSAS E HUMILHAÇÕES COMETIDAS CONTRA A SUA
RAÇA, EM QUALQUER LUGAR DO MUNDO. EDUARDO DE OLIVEIRA ESTÁCONTRA AS
INJUSTIÇAS SOFRIDAS PELO HOMEM, DE QUALQUER RAÇA OU LATITUDE. SUA LUTA É
PROL DOS DIREITOS CIVIS DOS NEGROS TORNOU-SE UM MARCO NA HISTÓRIA DAS
LUTAS DE LIBERTAÇÃO DO POVO BRASILEIRO, E TODOS AQUELES QUE, UM DIA TENHA
SOFRIDO OS EFEITOS TERRÍVEIS DO PRECONCEITO OU DA INJUSTIÇA SÃO SEUS
DEVEDORES. A CÓLERA DOS GENEROSOS É UM TESTEMUNHO VIVO E VALIOSO DE UM
HOMEM E DE SEU TEMPO. SEU AUTOR SOUBE, COMO NINGUÉM ASSUMIR A LUTA, OS
IDEAIS E OS SOFRIMENTOS DE SEU POVO, ASSUMINDO EM DECORRÊNCIA, SEU LUGAR
NA HISTÓRIA. DELE , SEUS AMIGOS PODEM DIZER COM ORGULHO: NÃO SE OMITIU E
COMBATEU O BOM COMBATE... SAIBA MAIS.






ROBERT EDGAR CONRAD
Título: TUMBEIROS – O TRÁFICO DE ESCRAVOS PARA O BRASIL
Editora: BRASILIENSE
Ano: 1985

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA
ORIGINAL.
UMA ACURADA ANÁLISE E EXAUSTIVA DESCRIÇÃO DO TRÁFICO DE ESCRAVOS AFRICANOS
PARA O BRASIL. PEÇACHAVE DO SISTEMA ESCRAVOCRATA QUE AQUI VINGOU POR QUASE
QUATRO SÉCULOS. LEGAL OU NÃO, ESSE TRÁFICO DETERMINAVA ATITUDES EM RELAÇÃO
AOS NEGROS QUE PERMITIAM UM COMPLETO DESCANSO POR SEUS DIREITOS E
SENTIMENTOS COMO SERES HUMANOS. AO DESCREVER OS MÉTODOS EMPREGADOS PELOS
MERCADORES DE ESCRAVOS NA AFRICA, NO MAR E NOS MERCADOS BRASILEIROS,
ROBERT CONRAD FAZ UM ESTUDO ORIGINAL E DESMISTIFICADOR DA ESCRAVIDÃO NO
BRASIL.









Autor: DAVIS A SERPENTE E O ARCO- ÍRIS
Tìtulo: A SERPENTE E O ARCO- ÍRIS
Editora: JORGE ZAHAR EDITOR
Ano: 1986 Paginas: 279

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO, BROCHURA COM CAPA
ORIGINAL.






Autor: CLÓVIS MOURA
Título: QUILOMBOS RESISTÊNCIA AO ESCRAVISMO
Editora: ÁTICA
Ano: 1993 Páginas: 95

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA
ORIGINAL.

Os Quilombos foram a principal forma de luta dos negros contra o
escravismo. Em todasas regiões do país em que o trabalho escravo se
estratificou, apareceram quilombos e mocambos de negros fugidos,
oferecendo resistência, lutando, desgastando o regime escravista pela ação
militar e pelo rapto de escravos das fazendas.
Este livro apresenta forma de resistência ao escravismo de que Palmares
foi exemplo marcante, por constituir-se em república com território fixo e
pela formação de um tipo de Estado e de governo democráticos. PALMARES A
GUERRA DOS ESCRAVOS







Autor: DÉCIO FREITAS
Título: PALMARES A GUERRA DOS ESCRAVOS
Editora: GRAAL
Ano: 1990 Páginas: 220

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA
ORIGINAL.


Mergulho no universo de Palmares, território negro encravado na capitânia
de Pernambuco que, quando extinto, foi considerado pela Coroa batalha tão
importante quanto a expulsão dos holandeses.

Cruzada contra Palmares

Enquanto houve escravidão no Brasil, os escravos se revoltaram e marcaram
a sua revolta em protestos armados. Estas revoltas não tiveram ainda
"direito à história". São pouco conhecidas e consideradas episódios
marginais do processo histórico brasileiro. A marginalização das revoltas
serve para difundir a versão dos vencedores. Nenhuma categoria social
lutou de forma mais veemente e conseqüente contra a escravidão que a dos
próprios escravos. Na história das revoltas, a de Palmares ocupa um lugar
importante. No decurso de quase um século, os escravos da capitânia de
Pernambuco resistiram às investidas das expedições continuadamente
enviadas por uma das maiores potências coloniais do mundo. Acontecimento
dominante da história de Pernambuco na segunda metade do século XVII, o
episódio foi pesquisado por Décio de Freitas em arquivos portugueses, os
únicos disponíveis, pois não há documentação oriunda dos revoltosos. Na
historia das Américas, o movimento só perde em importância para a do
Haiti. Foram utilizadas quarenta embarcações para acabar com a revolta, o
maior esforço bélico da história colonial.-- por Patrício Bentes






Autor: JOSÉ LUANDINO VIEIRA
Título: LUUANDA
Editora: ÁTICA
Ano: 1982 Páginas: 127


Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA
ORIGINAL.

José Luandino Vieira - escritor que se tornou conhecido com a revista
Cultura, de 1957, e que participou com sua literatura da luta pela
independência e também como membro do MPLA, tendo ficado preso de 1961 a
1972 por atividades anticolonialistas - em seu livro de contos de 1964,
Luuanda, escrito na prisão, retrata o bilingüismo da capital Luanda, onde
o português, língua oficial, convive com o kimbundu, a língua do dia a
dia. Em contos e novelas, Luandino Vieira retrata contradições
sociolingüísticas, expressas em conflitos de gerações, etnias, e
ideologias.


O livro Luuanda recebeu o prêmio literário angolano Mota Veiga, em 1964, e
o Grande Prêmio de Novelística da Sociedade Portuguesa de Escritores, de
1965. Por ser Luandino Vieira prisioneiro político em Angola, as
autoridades de Lisboa tentaram retirar o prêmio, lançando suspeitas sobre
a excelência literária do livro, e talvez assustados com as palavras e
frases em kimbundu, inseridas nas estórias. Além disso, em 1972, uma
edição de Luuanda pelas editora edições 70, teve apreensão decretada em
Portugal pelo governo de Marcelo Caetano. Em recurso jurídico, a editora
solicitou a avaliação literária de eminentes críticos e estudiosos de
literatura africana, no que foi atendida por Jorge de Sena, escritor,
crítico e professor livre-docente em literatura portuguesa no Brasil e na
Universidade da Califórnia, e Ferreira de Castro, intelectual português.
Tratava-se de apontar que as qualidades literárias da obra superavam em
muito qualquer leitura política sectária, e esses dois críticos foram os
únicos a ter coragem de manifestar sua solidariedade, naquele tempo de
opressão também em Portugal.







Autor: LUIZ VIANA FILHO
Tìtulo: O NEGRO NA BAHIA
Editora: NOVA FRONTEIRA
Ano: 1988 Páginas: 245

Comentário : LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO, CAPA BROCHURA ORIGINAL.
COM MUITAS ILUSTRAÇÕES. Prefácio de Gilberto
Freyre. O negro na Bahia, publicado em 1946, que logo se tornou um
clássico para os estudiosos dos problemas suscitados pela integração e
aculturação do negro trazido para o Brasil pela escravidão.






Autor: JOÃO LUIZ PINAUD
Título: INSUREIÇÃO NEGRA E JUSTIÇA
Editora: OAB/RJ
Ano: 1987 Páginas: 135 +AUG

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA
ORIGINAL.





Autor: ZORA A . O.SELJAN
Título: IEMANJÁ MÃE DOS ORIXÁS
Editora: AFRO-BRASILEIRA
Ano: 1973 Páginas: 188

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO EM BROCHURA ORIGINAL
PREFÁCIO DE JORGE AMADO, INTRODUÇÃO DE JAMIL RACHID. PREFÁCIO DE JORGE
AMADO. “NO TEATRO BRASILEIRO FOI A PRIMEIRA A COLOCAR OS ORIXÁS AFRICANOS
COMO PERSONAGENS, À MANEIRA DA UTILIZAÇÃO DA MITOLOGIA GREGA PELA
CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL. O LIVRO DE AGORA SURGIU DE INUMEROS PEDIDOS DE
IEMANJAJISTAS ...” TEMAS ABORDADOS NESTE LIVRO: ESTUDOS SOBRE IEMANJÁ;
IEMANJÁ EM CUBA – LYDIA CABRERA; IEMANJÁ E O CULTO DOS ANTEPASSADOS –
DEOSCORIDES M. DOS SANTOS; IEMANJÁ NO RIO DE JANEIRO/ IEMANJÁ NOS ESTADOS
UNIDOS/ IEMANJÁ NA UMBANDA – JOÃO ANGELO LABANCA; IEMANJÁ E ORUGAN;
IEMANJÁ E ORUMILA, ENTRE OUTROS. SAIBA MAIS ...







Autor: MARIO DE ANDRADE
Tìtulo: MUSICA DE FEITIÇARIA NO BRASIL
Editora: MARTINS
Ano: 1963 Páginas:295

Comentário: EM LIVRO BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO, BROCHURA COM CAPA
ORIGINAL.





Autor: MARIO D. WANDERLEY
Tìtulo: DOMINGOS JORGE VELHO
Editora: IRMÃOS FERRAZ
Ano: 1930 Páginas:163

Comentário : LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO, CAPA DURA.






Autor: EDISON CARNEIRO
Título: LADINOS E CRIOULOS (estudo sobre o negro no Brasil)
Editora: CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA
Ano: 1964? Páginas:240

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA
ORIGINAL. DESENHO DE CAPA :EUGÊNIO HIRSCH
SERÁ PRECISO DIZER QUEM É EDISON CARNEIRO? NENHUM LEITOR BRASILEIRO, NO
CAMPO DAS CIÊNCIAS SOCIAL E, EM PARTICULAR, DOS PROBLEMAS DO NEGRO
BRASILEIRO, LHE DESCONHECE O NOME: QUEM ACOMPANHA OS ESTUDOS DE ETNOGRAFI,
OU DE FOLCLORE, OU DE HISTÓRIA, NÃO LHE IGNORA AS ATIVIDADES. POIS DE
EDISON CARNEIRO AQUI ESTÁ MAIS UMA CONTRIBUIÇÃO: UMA COLETÂNEA DE ESTUDOS,
DE DIFERENTES ÉPOCAS E DE VARIADOS ASPECTOS, SOBRE TEMAS DO NEGRO NO
BRASIL. TEMAS DO NEGRO ESCRAVO, DO NEGRO CULTURALMENTE CONSIDERADO, DAS
MANIFESTAÇÕES RELIGIOSAS DO NEGRO, ENFIM DO QUE REPRESENTA A PRESENÇA DO
NEGRO AFRICANO ENTRE NÓS – DOS LADINOS E CRIOLOS – AQUI ESTÃO COM PLENA
VIVÊNCIA NAS PAGINAS DESTE LIVRO. SÃO ESTUDOS VARIADOS PERSPECTIVAS
SOCIOLÓGICAS ETNOGRÁFICAS, HISTÓRICAS, SUSTENTAM O SENTIDO DESSES ESTUDOS.
SAIBA MAIS...









Autor: ADALBERON CAVALCANTE LINS
Título: O TIGRE DOS PALMARES
Editora: SERGASA
Ano: 1978 Páginas: 455

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA
ORIGINAL.








Autor: PALMARES A TRÓIA NEGRA
Título: SÉRGIO D. T. MACEDO
Editora: RECORD
Ano: SD Páginas: 91

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM CAPA DURA
ORIGINAL. A HISTÓRIA DA ESCRAVIDÃO NO BRASIL, AS REBELIÕES DE ESCRAVOS E A
FORMAÇÃO DO GRANDE QUILOMBO DE PALMARES QUE AMEAÇOU TORNA-SE UM ESTADO
DENTRO DO ESTADO -UMA AUTÊNTICA REPÚBLICA NEGRA – É O QUE CONTA ESSE
LIVRO, ONDE OS LANCES DE BRAVURA, OS ATOS DE HEROÍSMO E DESPRENDIMENTO
ESTÃO AO LADO DE LIÇÕES DE GRANDE ELEVAÇÃO MORAL.






Autor: CARLOS DIEGUES – EVERALDO ROCHA
Título: PALMARES MITO E ROMANCE DA UTOPIA BRASILEIRA
Editora: RIO FUNDO
Ano: 1991 Páginas: 181

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA
ORIGINAL. “ALGUNS ESCRAVOS ARRASADOS PELA FADIGA, MAL SE SUSTENTAM EM PÉ.
UM DELES ENCAREGADO DE COLOCAR A CANA PRECISAMENTE NA BOCA DA GRANDE
MOEDA, ADORMECE E SUA MÃO É TRAGADA PELA FORÇA SENTRÍPETA DAS PODEROSAS
RODAS DENTADAS. ELE COMO QUE DESSPERTA ASSUSTADO APENAS PARA CONSTATAR QUE
ELA COMEÇA A ATRAIR SEU BRAÇO EM DIREÇÃO AO INEXORÁVEL ESMAGAMENTO. NUM
ESFORÇO DE IMPEDIR QUE TODO SEU CORPO SEJA IGUALMENTE DESTRUÍDO E
ALERTADOS PELOS GRITOS INUMANO QUE SAI DA BOCA DO ESCRAVO, VÁRIOS FEITORES
ACORREM. UM DELES MAIS RAPIDO, NUM CERTEIRO GOLPE DE FACÃO, CORTA FORA O
BRAÇO DO ESCRAVO SEPARANDO SEU CORPO DA MOEDA DA QUAL JÁ PARECIA FAZER
PARTE. A VIOLÊNCIA DO FEITOR É SUBLINHADA POR IMPROPÉRIOS E TUDO PARECE
SER APENAS UMA QUESTÃO DE PERDA DE UM BRAÇO. O ESCRAVO AINDA PERPLEXO E
QUASE SEM SENTIDOS É ACUSADO DE BOICOTAR O TRABALHO, ATRASAR A SAFRA,
CAUSANDO EVIDENTES PREJUÍZO A TOURINHO”... SAIBA MAIS.






Autor: ABDIAS DO NACSIMENTO
Título: O NEGRO REVOLTADO
Editora: NOVA FRONTEIRA
Ano: 1982 Páginas: 403

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA
ORIGINAL. UM CLÁSSICO. COM MUITAS ILUSTRAÇÕES. É, NESSE SENTIDO, UM TEXTO
DE LITERATURA INDISPENSÁVEL: TRATA-SE DE LIVRO, ANTES DE TUDO, CONFORME
DIZ JOEL RUFINO DOS SANTOS, CUJA VALIDADE É CLARA PARA TODOS AQUELES QUE
SE ACHAM EMPENHADOS NA DEMOCRATIZAÇÃO DA NOSSA SOCIEDADE. POIS A
PROBLEMÁTICA DO NEGRO NÃO É EXCLUSIVA DELE, É TAMBÉM A PROBLEMATICA DO
BRASIL ATUAL:”O NEGRO REVOLTADO É O BRASIL REVOLTADO”. SAIBA MAIS...






Autor: HERMES VIEIRA
Tìtulo: BANDEIRAS E ESCRAVAGISMO NO BRASIL
Editora: CONSELHO ESTADUAL DE CULTURA
Ano: 1967 Páginas: 156

Comentário : LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSEVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA
ORIGINAL.CAPA DE LUIZ ALBERTO DIAS CORRÊA ACEITAÇÃO DO ESCRAVAGISMO,
ORIGEM E DESENVOLVIMENTO DO TRÁFICO, O NEGRO NA ETNIA BRASILEIRA, FUGAS E
DESERÇÕES, COMPORTAMENTO DO NEGRO E DO SENHOR DE ESCRAVO, REPRESSÃO AOS
QUILOMBOS E CALHAMBOLAS , EXTINÇÃO DO TRAFICO, ORIGEM DO ABOLICIONISMO,
METAMORFOSE, DESDOBRAMENTO DA CAMPANHA, A LEI DO VENTRE LIVRE, SESSÃO DAS
FLORES, ALFORRIA DOS SEXAGENÁRIOS, ABOLICIONISMOEM MARCHA, INFLUÊNCIA
ISABELISTA, A LEI ÁUREA...SAIBA MAIS.















Autor: JOSÉ LOUZEIRO
Título: ANDRÉ REBOUÇAS
Editora: TEMPO BRASILEIRO
Ano: 1968 Páginas: 151

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA
ORIGINAL. CAPA DE SALVADOR MONTEIRO. QUANDO ANDRÉ REBOUÇAS NASCEU, EM
1838,NA CIDADE DE CACHOEIRA,BAHIA, O BRASIL DO 2º REINADO ENFRENTAVA
GRAVES CRISES POLÍTICAS, COM A GUERRA DOS FARRAPOS NO SUL E A BALAIADA NO
NORTE. ESSES MOVIMENTOS SE DESENVOLVIAM, GANHAVA CORPO, A IDÉIA DEQUE A
ESCRAVIDÃO ERA UM MAL QUE DEVERIA CESSAR DE UMA VEZ POR TODAS. MAS OS
RAROS INTELECTUAIS OU POLÍTICOS OUSAVAM FAZER PÚBLICAMENTE SEMELHANTE
DEFESA, CONSTITUIAM VOZES ISOLADAS, PORQUE TODA A POTENCIALIDADE ECONÔMICA
DO BRASIL REPOUSAVA NO TRABALHO SERVIL E, ASSIM SENDO, A IDÉIA DA ALFORRIA
VINHA SEMPRE ACOMPANHADA DO TEMOR DO CAOS ECONÔMICO. OS ESCRAVOS
REPRESENTAVAM PELO MENOS UM TERÇO DA POPULAÇÃO DA PAÍS... SAIBA MAIS.

















Autor: JOAQUIM MANUEL DE MACEDO
Título: AS VITIMAS-ALGOZES Quadro da Escravidão
Editora: SCIPIONE
Ano: 1991

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA
ORIGINAL.
“(...) MESMO FICCIONALIZADO EXEMPLOS DIVERSOS PARA DEMOSTRAR A NECESSIDADE
AMANCIPACIONISTA, É EM DIREÇÃO AO DOCUMENTO E NÃO À FICÇÃOQUE MACEDO
PROCURA ENCAMINHAR AS TRÊSNOVELAS QUE COMPÕEM OS SEUS ´QUADROS DA
ESCRAVIDÃO`.(...)TODO O LIVRO É, NA VERDADE, UMA TENTATIVA DE AFIRMAR QUE,
SOB AS HISTÓRIAS DE SIMEÃO, PAI-RAIOL E LUCINDA MANIFESTA-SE UMA ÚNICA
INTERPRETAÇÃO TODO-PODEROSA: A DE QUE A ESCRAVIDÃO FAZ VÍTIMAS-ALGOZES E
DEVE SER GRADUALMENTE EXTINTA, SEM PREJUIZO PARA OS GRANDES
PROPRIETÁRIOSDE TERRA
(FLORA SÜSSEKIND)

A PRESENTE EDIÇÃO DE AS VITIMAS-ALGOZES PREENCHE A LACUNA DE QUASE UM
SÉCULO DESDE A SUA SEGUNDA E ÚLTIMA PUBLICAÇÃO EM 1896.

ICONOGRAFIA do Candomblé.





Autor: BRUCE CHATWIN
Título: O VICE-REI DE UIDÁ
Editora: COMPANHIA DAS LETRAS
Ano: 1980 Páginas: 165

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA
ORIGINAL.
"As multisseculares relações do Brasil com o reino do Daomé - atual
República Popular do Benin - particularizam-se, neste romance, por meio do
baiano Francisco Félix de Souza, o Chachá (título honorífico) de Uidá,
cidade no litoral daquela região da África Ocidental, onde se erguia o
forte português de São João Batista da Ajuda, em certo momento entreposto
de escravos traficados para nosso país. Domingos José Martins, conterrâneo
do Chachá, igualmente estabelecido em Uidá, homem de hábitos faustosos, de
início se dedicou ao tráfico de escravos e, mais tarde, ao comércio do
óleo de dendê, tendo acumulado grande fortuna em ambas as atividades.
Bruce Chatwin, inspirado na vida dos dois baianos, compõe o personagem
central de O Vice-Rei de Uidá, o negreiro Da Silva. Após levantar na
República Popular do Benin todos os dados possíveis para sua história,
Bruce Chatwin viajou para o Brasil, onde completou a pesquisa. Dela
resultou este romance. A ironia às vezes desabusada do autor, sua
admirável concisão, o sentido de ritmo, a capacidade de recriar situações,
ambientes e personagens vigorosos fazem o encanto deste livro que Werner
Herzog transformou no filme Cobra Verde - com locações na África e no
Brasil."
Carlos Eugênio Marcondes de Moura

"O livro de Chatwin é um documento histórico luminoso e uma exploração
surreal do passado. O talento do autor em invocar a magia negra da
história é evidente."
Time








Autor: HENRIQUE L. ALVES
Tìtulo: TAUNAY E O LEVANTAMENTO HISTÓRICO DO NEGRO
Editora: SEPARATA DA REVISTA DO ARQUIVO MUNICIPAL
Ano: 1977 Páginas:12

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO, BROCHURA COM CAPA
ORIGINAL.







Autor: EDISON CARNEIRO
Tìtulo: CASTRO ALVES ENSAIO DE COMPREHENSÃO
Editora: JOSÉ OLYMPIO
Ano: 1937 Páginas:137

Comentário : LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO. ASSINADO E AUTOGRAFADO.









Autor: ANTONIO MESSIAS GALDINO
Título: BRASIL NEGRO
Editora: PANNARTZ
Ano: 1991 Páginas: 160

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO, ENCADERNADO EM BROCHURA
ORIGINAL. ILUSTRADO. PREFÁCIO DE CECILIO ELIAS NETTO. SAIBA MAIS ....




Autor: MARIA SYLLVIA DE CARVALHO FRANCO
Título: HOMENS LIVRES NA ORDEM ESCRAVOCRATA
Editora: KAIRÓS
Ano: 1983 Páginas: 237

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO, ENCADERNADO EM BROCHURA
ORIGINAL. “Este livro clássico investiga a gênese da sociedade e do Estado
brasileiro a partir da análise do ciclo do café, florescente no século XIX
entre as regiões do Rio de Janeiro e de São Paulo. Texto obrigatório que
revolucionou a base conceitual dos estudos sobre sociedades
subdesenvolvidas. Este livro foi escrito em 1964, como tese de doutorado,
defendida na USP. Teve sua primeira edição (pelo IEB) em 1969 e as
seguintes pela Ática (1976) e pela Kayrós (1983).
Mas já há algum tempo era impossível encontrá-lo nas livrarias, estando
o acesso limitado às inevitáveis fotocópias, fartamente utilizadas em
cursos de história e ciências sociais em que a tese havia conquistado o
estatuto de referência obrigatória. Fenômeno já longamente estudado e
debatido pelos teóricos do subdesenvolvimento, o convívio entre o atrasado
e o moderno encontra tratamento heterodoxo no clássico Homens Livres na
ordem escravocrata, onde se investiga a gênese da sociedade e do Estado
brasileiros, a partir da análise do ciclo cafeeiro, florescente no século
XIX entre as regiões do Rio de Janeiro e São Paulo. Em contraste com a
abordagem então dominante, segundo a qual a modernidade se estabelece,
entre nós, por um embate com a estrutura agrária arcaica, atrelada ao
imperialismo, a autora propõe que as formas tradicionais de poder
econômico e político geradas ao longo do processo colonizador dificilmente
seriam inteligíveis como elementos de uma sociedade de outro tipo,
simplesmente posta a serviço e tributária do sistema capitalista mundial.”





Autor: ORDEM PÚBLICA E LIBERDADES POLÍTICAS NA ÁFRICA NEGRA.
Título: OLIVEIROS S. FERREIRA
Editora: RBEP - UFMG
Ano: 1961 Páginas: 92

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO, ENCADERNADO EM BROCHURA
ORIGINAL











Autor: CIRO FLAMARION S. CARDOSO
Título: A AFRO-AMÉRICA: A ESCRAVIDÃO NO NOVO MUNDO
Editora: BRASILIENSE
Ano: 1982 Páginas: 120

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA
ORIGINAL.






Autor: CLAUDE M. LIGHTFOOT
Título: O PODER NEGRO EM REVOLTA
Editora: CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA S.A.
Ano: 1969 Páginas:231

Comentário: Tradução de Nathanael C. Caixeiro. LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO, ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL.






Autor: LAENNEC HURBON
Título: O DEUS DA RESISTÊNCIA NEGRA
Editora: PAULINAS
Ano: 1972 Páginas:225

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO, ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL.









Autor: ANTONIO MESSIAS GALDINO
Título: BRASIL NEGRO
Editora: PANNARTZ
Ano: 1991 Páginas: 160

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO, ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL. ILUSTRADO. PREFÁCIO DE CECILIO ELIAS NETTO. SAIBA MAIS ....




Autor: MARIA SYLLVIA DE CARVALHO FRANCO
Título: HOMENS LIVRES NA ORDEM ESCRAVOCRATA
Editora: KAIRÓS
Ano: 1983 Páginas: 237

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO, ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL. “Este livro clássico investiga a gênese da sociedade e do Estado brasileiro a partir da análise do ciclo do café, florescente no século XIX entre as regiões do Rio de Janeiro e de São Paulo. Texto obrigatório que revolucionou a base conceitual dos estudos sobre sociedades subdesenvolvidas. Este livro foi escrito em 1964, como tese de doutorado, defendida na USP. Teve sua primeira edição (pelo IEB) em 1969 e as seguintes pela Ática (1976) e pela Kayrós (1983).
Mas já há algum tempo era impossível encontrá-lo nas livrarias, estando
o acesso limitado às inevitáveis fotocópias, fartamente utilizadas em cursos de história e ciências sociais em que a tese havia conquistado o estatuto de referência obrigatória. Fenômeno já longamente estudado e debatido pelos teóricos do subdesenvolvimento, o convívio entre o atrasado e o moderno encontra tratamento heterodoxo no clássico Homens Livres na ordem escravocrata, onde se investiga a gênese da sociedade e do Estado brasileiros, a partir da análise do ciclo cafeeiro, florescente no século XIX entre as regiões do Rio de Janeiro e São Paulo. Em contraste com a abordagem então dominante, segundo a qual a modernidade se estabelece, entre nós, por um embate com a estrutura agrária arcaica, atrelada ao imperialismo, a autora propõe que as formas tradicionais de poder econômico e político geradas ao longo do processo colonizador dificilmente seriam inteligíveis como elementos de uma sociedade de outro tipo, simplesmente posta a serviço e tributária do sistema capitalista mundial.”





Autor: ORDEM PÚBLICA E LIBERDADES POLÍTICAS NA ÁFRICA NEGRA.
Título: OLIVEIROS S. FERREIRA
Editora: RBEP - UFMG
Ano: 1961 Páginas: 92

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO, ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL



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Revista Cultura - Edição Especial Cultura Afro-brasileira

Gelma Barreto Vieira ( Org. )

editora: Mec/Brasilia

ano: 1976

descrição: Revistas, Antropologia, Estudos Afro-Brasileiros; Brochura, 30 x 22 cm, 144 pgs, Ricamente Ilustrado; Textos de Gilberto Freyre, Manuela Carneiro da Cunha, Adonias Filho, Clarival do Prado Valladares entre outros...


Aspectos da influência africana no Brasil.

Danças ritmos negros no Brasil

Brasileiros nagôs em Lagos no século XIX

O negro na ficção brasileira.

A influência africana na música brasileira.

Capoeira.

A manipulação da religião: o exemplo afro-brasileiro.

Aspectos da iconografia afro-brasileira.

Congos, congadas e reinados: rituais de negros.


Alguns aspectos da influência das culturas nigerianas no Brasil em literatura, folclore e linguagem.

Pesquisa Umbanda e candomblé na cidade de São Paulo.

Desenvolvimento dos estudos africanistas no Brasil.

Uma nova negritude no Brasil.

Contribuições de Gilberto freyre; Clyde Weslwy Morgan; Manuela Carneiro da Cunha; Adonias Filho; Tonyan Khallyhabby; Reportagem fotografica; J Michel Turner; Clarival do Prado Valladares; Carlos Rodrigues Brandão; Olabiyi Babalola Yai; Haydée Nascimento; Waldir Freitas Oliveira; Thales de Azevedo.

CASO HAJA INTERESSE NESSE LIVRO OU EM NOSSO SERVIÇO, ENVIE UM E-MAIL PARA philolibrorum@yahoo.com.br , que conversaremos sobre como conseguir.


As religiões de matriz africana vêm sendo objeto de pesquisas em Universidades, despertando interesses nas áreas de antropologia, sociologia e teologia.


PHILOLIBRORUM-BIBLIOAFRO cultura griot...






African literary appreciation

Author: Lillis, K. M.

University of London Press (London)

1975, 132 p.. African literature. bom estado, escasso, saiba mais...

Includes bibliographical references. Commissioning organisation by K.M. Lillis. 22 cm. Associated Names: Lillis, K. M. Paperback. Good copy.


"THE AIM OF THIS BOOK is to provide stimuli which will encourage students to think precisely about what they read and write, to be accurate and sensitive in their use of language, and to appreciate creatively the different modes of thought and expression appropriate to particular literary genres. In order to achieve this aim, the author has selected a series of passages and poems, by African writers or about African environments, and has devised a range of questions on each. Both quotations and questions have been so chosen that a critical awareness of language and of the variety of its functions is developed, leading to the ability to pronounce a reasoned judgement on any piece of writing, be it a third rate newspaper article, a descriptive poem, a dramatic image or a political speech."

Caso haja interesse, saiba mais...

Trabalhamos com um vasta acervo sobre o tema.

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cultura griot.



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Djumá, Cão sem Sorte

René Maran - Goncourt Premio.

editora: Cultura Brasileira

Encadernado em couro e papel fantasia, gravações em dourado do título e autor na lombada, com nervuras à francesa,páginas 236, lindo, livro antigo em muito bom estado de conservação.





Um dos maiores nomes da literatura africana, infelizmente, quase desconhecido entre nós. Primeiro negro a levar o Prêmio Goncourt.

Texto fundamentalíssimo para qualquer estudioso, interessado, amante ou curioso sobre a produção da resistência africana através da literatura no século XX, em pleno colonialismo. Aqui história e literatura se fundem para proporcionar uma compreensão do que foi a europa colonizadora e a resistência, sempre forte, africana...


Maran é considerado um dos pais fundadores da literatura africana de identificação, isto é, a Negritude. dito escandalo para os conservadores europeus, da época... hoje não mais?


Imagine o prezado visitante deste BIBLIOAFRO que Rene Maran, por ocasião de seus lançamentos, foi recebido nesse nipe:

"René Maran perdeu uma bela ocasião de deixar os negros à sua sujidade nativa e de falar-nos de um assunto mais intéressante..."




Certamente os escritos de Maran causaram muita polêmica e fizeram cair por terra muitas mascaras da Europa Colonial, a plena demitificação do bom colonialismo achou aqui um resistente denunciador, falar do negro como um negro, não era uma conduta bem vista para a sociedade de matriz européia culta da época, talvez ainda não seja... o fato é que o Maran marcou época, a negritude muito lhe deve, ainda que pouco divulgado, fez muita polêmica com seus escritos e abriu portas para novas discussões, isso muito tempo antes de Fanon, Senghor, Diop, Laye, Béti, Ousmane, por exemplo.





A literatura negro-africana escrita em francês, inglês, espanhol e português aparece no primeiro quarto do século passado.

O pai francófono desta literatura, que transmite um universo criativo negro em francês, é o escritor guianês René Maran. Em 1921 recebeu o Prêmio Goncourt, dá a partida para a negritude.

Este movimento literário de revalorização cultural, de afirmação de identidade, de denúncia colonial e de dever de memoria nasce à beira do Rio Sena. Os autores da negritude tornam-se célebres em diversas modalidades literárias.

Encontra-se aí tradicionalistas que se alimentam da tradição oral (Amadou Hampâté Bâ, Ousmane Socé Diop…), escritores de crítica social que se apóiam na luta de classes (Ousmane Sembène, Mongo Beti...), numerosos poetas militantes da negritude que privilegiam a luta racial (Senghor, Césaire, Damas, Jacques Rabémananjara, Bernard Dadié, Martial Sinda…) e pesquisadores e ensaístas (Cheikh Anta Diop, Frantz Fanon…).

Na mesma época, no seio da diáspora africana vão surgindo movimentos literários paralelos à negritude francófona. Entre eles cabe destacar o denominado Harlem negro-renascença nos Estados Unidos (Langston Hughes, Countee Cullen, Claude Mc Kay…), indigenismo no Haiti (Jacques Roumain, Jacques-Stephen Alexis…), ou negrismo em Cuba (Nicolas Guillén, Emilio Ballagas, Waltério Carbonell…) e no Brasil (Paulo de Carvalho-Neto…).

Antes do aparecimento no século XX destes movimentos literários negros modernos, houve vários precursores entre os quais a poetisa afro-americana Phillis Wheatley no século XVIII, e os poetas afro-brasileiros João Da Cruz e Souza e Luis Gama no século XIX.


Trabalhamos com um vasta acervo sobre o tema.




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Wilfried Feuser.

Aspectos da literatura do mundo negro.


Série Estudos e Documentos.


Universidade Federal da Bahia

1969

a4. 0508. crítica literária, bom estado, brochura original, 141 p. Com ilustrações, 20cm, Série Estudos Nº 8.


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que conversaremos sobre como conseguir.



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Autor: Eduardo de Oliveira

Título: Evangelho da Solidão - Dez anos de poesia 1958-1968.

1ª edição dedicada e autografada pelo próprio poeta autor.

Editora: Palma

Ano: 1970

208 páginas.

Capa álvaro Benetti.

com assinatura e dedicatória do autor para o " distinto e generoso Sr. Dr. Sidney..."


Com apreciações críticas de :
Tristão de Athayde; Martin Luther King; Henri Senghor; afonso Schmidt; Oswaldo de Camargo; Henrique L. Alves; Abdias do Nascimento; entre outros..



Trabalhamos com um vasta acervo sobre o tema.




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Ancoradouro

Eduardo de Oliveira.

São Paulo

1960







Além do Pó

Eduardo de Oliveira

Grafica Bentivegna

1958



Livro em muito bom estado de conservação, capa dura, manteve-se a linda capa brochura original.

Com introdução de Mario Graciotti.

Livro de estréia desse que é considerado um dos nossos maiores Poetas Negro do século.

Lançado no exato dia 13 de maio de 1958, na comemoração dos 70 anos da abolição.

Capa de Vicente di Grado.







HEMETÉRIO JOSÉ DOS SANTOS. Fructos Cadivos. Poeta Negro. Poeta Maranhense. Maranhão.


Fructos Cadivos

1919

Livraria Francisco Alves


livro em brochura original, em bom estado geral, miolo em bom estado, capa original com leve desgate, lombada com desgaste. saiba mais...

Nascido em berço pobre, sabe-se lá quanto sofrimento e quanto preconceito ele teve de romper para chegar ao ponto que chegou. É, pois, com indisfarçável saudade que ele fala da infância. Foi condiscípulo no Colégio da Imaculada, na capital maranhense, daquele que seria o futuro senador Benedito Leite. Aí foram discípulos dos padres Castro, Fonseca e Purificação. Também não regateia admiração e respeito pela geração que à dele antecedeu. Nada como suas próprias palavras para dizer dessa saudade e dessa admiração;

Hemetério José dos Santos nasceu em Codó, no Maranhão, em 1858, e morreu na cidade do Rio, em 1939. Foi poeta, professor, gramático e filólogo. Foi professor e diretor do Pedagogium no Rio de Janeiro.

Publicou:

"O livro dos meninos" (1881),

"Pretidão do amor" (1905) – no qual defendeu os casamentos inter-raciais –,
"Gramática portuguesa" (1913),
"Frutos cadivos, poesias" (1919).



Temos condição de conseguir muitos outros títulos da área, diga-nos quais você precisa e lhe daremos a resposta.




Littératures d'Afrique noire de langue française.

R Cornevin

PUF

1976


livro em bom estado de conservação,coda29b-x2, escasso, saiba mais...

Historien de l'Afrique, Robert Cornevin a été emporté brutalement par la mort le 14 décembre 1988, à la suite d'une opération. Il était né le 26 août 1919 à Malesherbes (Loiret) mais était issu d'une vieille famille bourguignonne de Sacy, le village de Restif de La Bretonne. Entré en 1938 à l'École nationale de la France d'outre-mer, il en sort breveté en 1942, après un premier voyage sur la côte d'Afrique en 1939 et un stage au Sénégal en 1941. Il débute comme administrateur adjoint à Djougou (Dahomey, l'actuel Bénin). Mobilisé en 1939-1940, il se trouvera à nouveau sous les drapeaux de 1942 à 1947, successivement à Kandi (Dahomey), en Algérie, à Ceylan et au Cambodge. Sa vocation africaine le fait revenir en Afrique en 1948 et il y servira au Togo jusqu'en 1956, pendant six ans, comme commandant de cercle dans des postes de brousse du Nord-Togo. Utilisant dès son premier séjour ses tournées de recensement pour collecter traditions orales et données anthropologiques et historiques, il restera très attaché à ces populations montagnardes de l'Atakora auxquelles il avait consacré ses ...




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O Negro Na Ficção Brasileira -

Gregory Rabassa

Editora Tempo Brasileiro,

1965,

1ª edição. Ensaio. Encadernação original brochura. Livro em bom estado de conservação. 461 pp, Meio seculo de historia literária. Tradução de Ana Maria Martins. 460pgs. 21cms. Brochura. Exemplar usado, perfeito. ( Coleção - Biblioteca de Estudos literários vol 4 )

Trabalhamos com um vasta acervo sobre o tema.

Temos condição de conseguir muitos outros títulos da área, diga-nos quais você precisa e lhe daremos a resposta.

Envio em até 24 horas após a confirmação de pagamento com confirmação via e-mail e número de postagem .

Temos um vasto acervo sobre a bibliografia temática afro-brasileira, religião dos orixás, candomblé, nagô, yorubá, jejê, angola, minas, bantu, capoeira, etc..., saiba mais, pergunte-nos.



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PAULO DE ALBUQUERQUE

O POETA DA ABOLIÇÃO

Autor: WALTER WANDERLEY

Editora: EDITORA PONGETTI, RJ
Ano: 1969
Nº de páginas: 280
Medidas: 17 X 24

Ilustração: LEDA ACQUARONE DE SÁ

Observações: INCLUI APÊNDICES E BIBLIOGRAFIA.

Assuntos abordados na obra: BIOGRAFIA DE PAULO ALBUQUERQUE. VIDA PÚBLICA MOSSORÓ, PERNAMBUCO VIDA LITERÁRIA. ESCRAVIDÃO NO BRASIL. ABOLIÇÃO
PAULO DE ALBUQUERQUE
WALTER WANDERLEY

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Portugal atlantico: poemas da Africa e do mar

Casimiro, Augusto

[Lisboa] Agencia Geral do Ultramar, Divisão de Publicações e Biblioteca,

1955 162 p. ; 24 cm.

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LILYAN KESTELOOT

Título: LES ÉCRIVAINS NOIRS DE LANGUE FRANÇAISE: NAISSANCE D'UNE LITTÉRATURE

Editora: EDITIONS DE L'UNIVERSITÉ DE BRUXELLES

Ano: 1977 Páginas:340

Comentário: LIVRO BEM CONSERVADO, ACABAMENTO EM BROCHURA ORIGINAL. TEXTO
EM FRANCÊS. " CE TRAVAIL EST À LA FOIS UNE HISTOIRE ET UNE ANALYSE.
HISTOIRE DU MOUVEMENT CULTUREL NÈGRE QUI A PRIS NAISSANCE DANS LE MILIEU
UNIVERSITAIRE PARISIEN AUX ENVIRONS DE 1932 ET S'ÉPANOIT ACTUELLEMENT EN
UNE FLORAISON D' ÉSCRIVAINS ORIGINAUX. ANALYSE DES INFLUENCESQUI ONT
NOURRI CE MOUVIMENT, DE SER THÉMES PRINCIPAUX, DE I'INTERACTION DES
PERSONNALITÉS, DES REVUES ET DES OEUVRES PAR LA MÉDIATION DESQUELLES LES
ÉCRIVAINS NOIRS SE FORGÈRENT UNE IDÉOLOGIE ET UN STYLE QUI SYNTHÉTISENT LA
DOBLE CUTURE-FRAÇAISE AFRICAINE-DONT ILS SONT HÉRITIERS, ANALYSE ENFIN DE
LA CONTINUITÉ QUI EXISTE ENTRE I' ACTUELLE ÉCOLE LITTÉRAIRE ET LES
PREMIERS INTELLECTUELS NOIRS QUI EN JETÉRENT LES FERMENTS, ALORS QUE LE
COLONIALISME ÉTAIT ENCORE ÀSON APOGÉE."

Les Origenes; Legitime defense; exemple des ecrivains noirs du Brésil, Haiti, Usa, Martinique, etc, Rene Maran, NAISSANCE de la negritude, Leon Damas, Aimé cesaire, Senghor, L'etudiant noir; Tropiques; Etienne Lero, Presence africaine; Situation actuelle; bibliographie, index, preface Luc Heusch.


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Black studies in the university; a symposium.

Edited by Armstead L. Robinson, Craig C. Foster [and] Donald H. Ogilvie

New Haven, Yale University Press,

1969.

xi, 231 p. 21 cm. Notes Sponsored by the Black Student Alliance at Yale.
Includes bibliographical references. Subjects African Americans - Study and teaching - United States. Other Authors Robinson, Armstead L, ed | Foster, Craig C, ed | Ogilvie, Donald H, ed | Black Student Alliance at Yale.

Hardcover. Book Condition: Very good.An edited record of the proceedings of a 1968 symposium at Yale discussing the establishment of a black studies curriculum.

Histórico quadro sobre os temas da educação e diferença de oportunidades, cotas, políticas afirmativas, etc, um clássico, saiba mais....

In an audacious indictment of American academia’s hypocrisy and racism, a twenty-two-year-old Black undergraduate student at Yale in the late 1960s early evinced the intellectual prowess for which he would become renowned. He wrote, “To be black here—to be aware of all the things whiteness has meant for black people and to be asked to submit passively to being coddled by the white power structure, being paid to come, is a fundamental contradiction for anyone with a positive black identification.” The young man was Armstead Robinson and he was one of eighteen African-American men at Yale when he enrolled in the fall of 1964.

Robinson soon founded the Black Student Alliance at Yale and helped develop the university’s Black Studies program. In 1968 he helped organize a symposium entitled, “Black Studies in the University,” one of the first such symposia in the country. It was attended by representatives of forty colleges and universities.

In William Banks’ Black Intellectuals (1996), Armstead is listed among a pantheon of 130 distinguished African-American minds of the nineteenth and twentieth centuries including W. E. B. Du Bois, Toni Morrison and Cornel West. One of America’s most prolific Black scholars, Henry Louis Gates Jr., characterized his Yale classmate as one of “the talented tenth of the Talented Tenth, the la creme de la creme brulee … the most brilliant scholar of our set.” Another prominent historian, Eugene Genovese (author, most famously, of Roll, Jordan, Roll: The World The Slaves Made), early recognized Armstead’s destiny as a historian and wholeheartedly recommended him for a faculty position. Genovese described him as “an astonishingly impressive young man ... on his way to a career of high distinction ... everyone who has had any contact with him shares my high regard for him.”




Contemporary Black Studies programs owe a large, and largely forgotten, debt to radical social and political movements that resulted in student protest demonstrations across the country at both majority white institutions such as Columbia University, and historically black institutions such as Howard University.

During the decade of the 1960s black students demanded education that was relevant to their specific history of racial oppression.

These demands were a central component of larger, and at times radically utopian, political and philosophical imperatives that undergirded the Black Power Movement.

The proponents of the Black Studies movement of the 1960s and 1970s argued that educational institutions in American society (with an emphasis on, but not exclusive to, the university) had to be radically transformed for humanity's sake. Historically, Black Studies advocates supported the utilization of scholarship for the larger pursuit of social justice and a broader, more inclusive democracy.

However, the "modern Black Studies Movement" represented perhaps the greatest political and pedagogical opportunity to fundamentally alter power relations in American society. Building on the early-twentieth-century "Negro History Movement" pioneered by historians Carter G. Woodson and J. A. Rogers, the modern Black Studies Movement emerged from the hotbed of black radicalism that emerged during the 1960s. Black Studies provided a practical and political education for a variety of captive and captivated audiences during this era. The movement simultaneously promoted community building, black nationalist cons...



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SANTUGRI: HISTÓRIAS DE MANDINGA E CAPOEIRAGEM -

MUNIZ SODRE

José Olimpyo

1988


O que Munis Sodre nos Propoe e Realmente uma Nova Visao - Sempre com bom Humor e Profunda Independencia - da Cultura Negra. com os Olhos Abertos Auscultou o Coracao do Povo, Ouviu Seus "causos", Captou com Talento seu Imaginario.

Ilustrado em p&b por Mollica.

OO que Munis Sodre nos Propoe e Realmente uma Nova Visao - Sempre com bom Humor e Profunda Independencia - da Cultura Negra. com os Olhos Abertos Auscultou o Coracao do Povo, Ouviu Seus "causos", Captou com Talento seu Imaginario.
É novo em literatura brasileira ver a vertente negra do nosso povo exprimir-se à maneira de Muniz Sodré, em forma tão sedutoramente original. Nada do folclore costumeiro, nada da feição tradicional da Bahia e morro carioca, turístico-tropicalistas. Nem também se trata de literatura do ressentimento e do ajuste de contas pelos crumes passados. O que se foi, se foi; A nota predominante é o bom humor, o bom senso profundo de independência, de altivez e auto-estima, que percorre toda coletânea de contos. Mas tb nada de otimismos salvacionistas. As histórias abrangem uma longa faixa de tempo, vindo desde o ancestral africano até o brasileiro de hoje; livro com ilustrações (Mollica)...


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O Negro na Vida Social Brasileira

Haddock Lobo / Irene Aloisi

editora: Panorama

ano: 1941

descrição: 102 pgs, brochura original firme e amarelada pelo tempo, sugerimos uma encadernação em capa dura ao futuro dono, dada a importância da obra, desgaste na lombada, nada que prejudique a boa leitura e bom aproveitamento desse clássico sobre o assunto Negro no Brasil.

Principais aspectos da vida social dos afro-brasileiros; Reminiscências da mentalidade clánico-totêmica; patologia social; formas que assume o movimento de segregação e direção que esse movimento tende a tomar; conclusões e o verdadeiro aspecto do problema.


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Simples Ideais - Literatura Bahia Escravos Ideologia Etc

Luiz Americo - Escravista Raça Ariana História

editora: Bahia

ano: 1922

descrição: livro em bom estado de conservação, uma peça histórica para conhecer os costumes, tradições, e história do povo bahiano.
Contém um Interessante ensaio histórico do Autor que compartilha a ideologia escravista, diríamos hoje, Racista, no dito ensaio empenhado em combater a ideologia ariana (superioridade das raças) se desdobra para provar que eles estão errados, e ao mesmo tempo tenta afirmar a inferioridade da 'Raça Negra'. Util livro para os pesquisadores das relações raciais e sua ideologia no Brasil, bem como os estudiosos da Religião dos Orixás perceberão o que digo. Peça escassa de nossa literatura. Não perca, saiba mais...

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