12 de julho de 2010

Dennis Duerden African Art




Dennis Duerden - The African Art



Duerden, Denis
African Art: An Introduction
London
Hamlyn
(1968 1st edition)
soft cover edition 1970; see also hard cover edition of 1974

Dennis Duerden 1927-2006
The author, an artist and teacher who worked in Africa sets the masks, bronzes, prehistoric rock paintings, textiles, pottery and architecture against the social backgrounds of their creators.
Illustrated throughout.
The writer, artist and art critic Dennis Duerden died at the age of 78, writes Sue Owen. Following his work in Nigeria in the early 1950s Dennis Duerden directed the Hausa Service of the BBC World Service and then established the Transcription Centre which introduced the work of a range of African writers, artists and musicians to the London cultural scene. Transcription Centre interviews were published in 1972 in the volume African Writers Talking, edited by Duerden and Cosmo Pieterse. Duerden also wrote two early introductions to African Art for the publisher Paul Hamlyn and, at his death, was working on a book on African Art and Modernism. His mission in his writings was always to interpret the varied forms of African art and culture within their own art historical context rather than as forms of ‘primitivism’ or simply as influences for western artists.
Among his friends and colleagues were the writers Wole Soyinka, Chinua Achebe and Robert Serumaga and the musicians Chris McGregor, Dudu Pukwana and Abdullah Ibrahim.
He also wrote a series of catalogue introductions for contemporary artists whose work he admired including Victor Pasmore, Sokari Douglas Camp and the Austrian artist Ferdinand Penker.
Duerden was a practising artist, exhibiting his own work regularly since the 1950s and working as a studio art teacher at the University of California throughout the 1970s and 80s. In addition he produced a number of award winning science teaching films.




The "Discovery" of the African Mask Dennis Duerden The principal theme in this essay is the part played in Western art by masks from the Niger and Congo basins in Africa (to be referred to after this as Niger-Congo Africa), and the significance of their "discovery" in the years preceding and the years immediately following the First World War.


It is therefore very specific, concerned with the form only of the masks that attracted Western visual artists and excludes the figures in a corpus which they referred to as l'art negre, Negerkunst, or "black art." Introducing this theme I have used four terms that have been ill-defined and need re-defining, and the revision of their definition is necessary to clear the ground for the argument that follows.


Previous writers have used them in a very confused manner. These are "the discovery," "the mask," "African art," and "primitivism." It has been customary for art historians to refer to "the discovery" of "African art" by Western painters and sculptors in the first ten years of the twentieth century.

The term "African art" may have come into common use because these artists thought they had made a "discovery." By "the discovery," art historians have meant that some artists in Europe saw some pieces of "African art," and seeing them was a kind of revelation.

4 de julho de 2010

Ladinos e Crioulos. Estudos Sobre o Negro no Brasil. Carneiro Edison



Ladinos e Crioulos: Estudos Sobre o Negro no Brasil.

Edison Carneiro

editora: Civilização Brasileira

ano: 1964

descrição: Ilustrado. 240 pgs. 21, 5cms. Brochura. Exemplar usado, perfeito, Coleção: Retratos do Brasil, Número de Páginas: 240, Formato: 14 x 21,coda9, um clássico, não perca, escasso, saiba mias...

Os rastros do Negro; Uma pátria para o negro, os trabalhadores da escravidão, singularidades dos quilombos, a Costa da Mina, Nego véio quando morre..., Lembranças do negro da Bahia, O azeite de dênde, O quilombo de Carlota, As irmandades do rosário, As encruzilhadas de Exu; Os cultos de origem africana no Brasil, Os caboclos de Aruanda, Tempo, Vodun, Oxóce, o deus da caça, Nascimento do arco-iris, São Jorge, Yemanjá e a mãe d'agua, Umbanda,O culto Nagô na Africa e na Bahia, Uma franquia democrática; Liberdade de culto, Xangos de maceió, Associação nacional de cultos populares, A face dos amigos; aninha, Nina Rodrigues, Perdigão Malheiro, Uma falseta de Arthur Ramos, Scripita Manent., e muito mais...


Edison Carneiro - etnólogo, historiador e folclorista, um dos maiores estudiosos das origens e influências do negro brasileiro, autor de obras importantes.

Do ponto de vista cultural, a influência dominante da cultura ioruba explica-se também pela sua predominância já na própria África, na região do golfo da Guiné, estendendo-se segundo Édison Carneiro até o interior do Sudão, sua civilização mais adiantada surpreendeu os primeiros europeus, pelos trabalhos em bronze que faziam no reino do Benim,) a religião, a organização política e os costumes sociais de Ioruba davam o modelo a uma vasta zona, os negros Iorubas eram principalmente agricultores, mas os seus tecelões, os seus ferreiros, os seus artistas em cobre, ouro e madeira já gozavam de merecida reputação de excelência.
Não havia abundância de animais de caça, mas a pesca, nos rios, nos lagos e no mar, rendia muito, criavan-se animais de subsistência-cabras, carneiros, porcos, patos, galinhas e pombos, o cavalo era conhecido havia muitos séculos, devido ao contato com os Árabes; o fundador do reino de Ioruba representava-se, nos mitos, montado num corcel, vários dos deuses africanos cultuados no Brasil são procedentes de algumas de suas brilhantes cidades, como Oió.
Os nomes de alguns de seus reinos, como Ala Kêtu e Ijexá, continuam como designativos de ritos de candomblé.




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Edison de Souza Carneiro nasceu no dia 12 de agosto de 1912, em Salvador, Bahia. Seu pai, Antônio Joaquim de Souza Carneiro, era engenheiro civil e catedrático da Escola Politécnica da Bahia.

Fez seus cursos de primeiro e segundo graus em Salvador, bacharelando-se, no ano de 1936 (turma de 1935), em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito do Estado.

Jornalista, poeta, jurista e folclorista, dedicou-se desde cedo aos estudos sobre o negro brasileiro, tornando-se uma das maiores autoridades nacionais sobre os cultos afro-brasileiros.

Aos dezesseis anos, fez parte do grupo literário Academia dos Rebeldes (1928-1932), cujo líder era o jornalista Pinheiro Viegas e que contava também com a participação do escritor Jorge Amado. Iniciou, nesse ano, sua carreira de jornalista publicando no jornal A Noite, de Salvador, de 24 a 27 de novembro, uma coletânea de poemas, tipo folhetim, intitulada Musa Capenga.

No início da década de 1930, começou a ter interesse pelos cultos afro-brasileiros, o folclore e a cultura popular. Fez um curso de yorubá, um idioma falado no oeste da África, principalmente na Nigéria, Benim, Togo e Serra Leoa. Aqui no Brasil é falado, principalmente, em ritos religiosos de origem africana, sendo conhecido como nagô.

Contratado pelo jornal Estado da Bahia (1936), escrevia sobre os ritos e festas dos candomblés baianos, sendo um dos maiores defensores da liberdade para a sua prática. Passou depois de colaborador a redator efetivo do periódico e, no ano seguinte, trabalhou alguns meses também no Bahia-Jornal. Foi colaborador ainda, em diferentes épocas, dos periódicos A Luva, O Momento, Revista Flama, Boletim de Ariel, Seiva, Diretrizes.

Em 1937, organizou o 2º Congresso Afro-Brasileiro, realizado em Salvador no período de 11 a 20 de janeiro. No seu discurso de abertura Édison Carneiro assim o definiu:

[...] Este Congresso tem por fim estudar a influência do elemento africano no desenvolvimento do Brasil, sob o ponto de vista da etnografia, do folclore, da arte, da antropologia, da história, da sociologia, do direito, da psicologia social, enfim, de todos os problemas de relações de raça no país. Eminentemente científico, mas também eminentemente popular, o Congresso não reúne apenas trabalhos de especialistas e intelectuais do Brasil e do estrangeiro, mas também interessa a massa popular, aos elementos ligados, por tradições de cultura, por atavismo ou por quaisquer outras razões, à própria vida artística, econômica, religiosa, do Negro do Brasil. [...]

Como um dos desdobramentos do Congresso, no dia 3 de agosto de 1937, foi criada em Salvador, a União das Seitas Afro-Brasileiras da Bahia.

Em 1939, Édison Carneiro transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde passou a ser colaborador de O Jornal. Posteriormente, patrocinado pelo Museu Nacional, foi enviado à Bahia para coletar material sobre cultos populares e encomendar bonecas de pano, em tamanho natural, vestidas como as diversas divindades africanas.

Casou-se, em 1940, com Magdalena Botelho de Souza Carneiro, com quem teve dois filhos, Philon (1945) e Lídia (1948).

Voltou ao Rio de Janeiro, onde trabalhou como tradutor-redator e redator-chefe da agência The Associated Press, no período de 1941 a 1949; redator do Britsh News Service (1941) e do jornal Última Hora, além de ser colaborador também do Jornal do Brasil (1956-1966).

Exerceu diversos cargos, entre os quais o de chefe da Seção de Divulgação do Departamento Econômico da Confederação Nacional da Indústria e o de chefe da Seção de Estudos e Planejamento, do Serviço Social da Indústria (Sesi).

Em 1953, foi contratado pela Coordenação do Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), subordinada ao Ministério da Educação e Cultura (MEC), para redigir o seu Boletim Mensal, trabalho que desenvolveu por dez anos, de 1956 a 1966.

Professor de Bibliografia de Folclore, do Curso de Biblioteconomia da Biblioteca Nacional e de Cultura Popular no Instituto Villa-Lobos, ministrou vários cursos como professor-visitante nas Faculdades de Filosofia de Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Paraná.

Foi ainda um dos responsáveis pela estruturação da Campanha de Defesa do Folclore Brasileiro, do MEC, participando como membro do seu Conselho Técnico, de 1958 a 1961, sendo nomeado diretor-executivo, no período de 1961 a 1964.

Fez uma viagem à África, com o objetivo de pesquisar sobre a aculturação dos africanos, especialmente dos yorubás ou nagôs, na sociedade brasileira.

Publicou diversos livros e artigos de periódicos nas áreas da etnologia e do folclore, da história e até da literatura. Entre os quais podem ser destacados:
Religiões negras: notas de etnografia religiosa (1936); Negros bantus (1937); O quilombo dos Palmares (1947); Trajetória de Castro Alves (1947); Candomblés da Bahia (1948); Antologia do negro brasileiro (organizador, 1950); O folclore nacional, 1943-1953 (1954); A cidade do Salvador: reconstituição histórica (1954); O negro brasileiro (1956); Decimália: os cultos de origem africana no Brasil (1959); A insurreição Praieira, 1848-1849 (1960); Folklore in Brazil, tradução de Evolução dos estudos de folclore no Brasil, com texto também em francês e alemão (1963); Ladinos e crioulos: estudo sobre o negro no Brasil (1964); Dinâmica do folclore (1965); A sabedoria popular do Brasil: samba, batuque, capoeira e outras danças e costumes (1968); Folguedos tradicionais (1974); Capoeira (1975).

Édison Carneiro morreu no Rio de Janeiro, no dia 3 de dezembro de 1972.





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cultura griot.

3 de julho de 2010

A DANÇA DOS ORIXAS. SPARTA Candomblé Yorubá Nâgo Bahia Africa



Título : A DANÇA DOS ORIXAS

Autor : SPARTA, FRANCISCO

Editora: Herder

Ano: 1970

Páginas: 290 + PRANCHAS ILUSTRATIVAS.


Comentários: Livro em bom estado de conservação, brochura original, ilustrado com muitos gráfico e fotografias.

Livro de referência sobre o assunto, apreciado e muito útil aos sérios estudiosos e entendidos do assunto,escasso, fora de comércio há decadas. Não perca, aproveite.



O livro contém: uma lista de referências bibliográfica, uma lista para o nome de espiritos afro-amerindios, nome de pessoas e lugares. Pais e mães de santo visitados.

Uma histórica lista de nomes dos pais e mães de santo e sua atividade sacerdotal no decurso de um ano.

Um apêndice: espíritos, adoração e sacrifício.


" O autor esteve por dez anos na Africa e já se encontra há quatro no Brasil. Preparou 'A dança dos orixás' pesquisando demoradamente nos terreiros e nos centros de reflexão antropológicas do país. ... Nível de rigorosa documentação, mas também de agradável leitura, são caracteristicas do livro de Sparta. Por vezes, se encontra mais próximo de Nina Rodrigues e Arthur Ramos, outras vezes os antroplogos que o antecederam... um novo culto afro-brasileiro ou um novo enfoque da teologia ..."





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Itaylê Ogun Adenor Gondim Pinacoteca de São Paulo




Itaylê Ogun

Adenor Gondim

editado pela Pinacoteca de São Paulo

Ano: 2005 102 pg.Livro em muito bom estado de conservação, coda46-20x, não perca, escasso, saiba mais.

Itaylê Ogun – Quando o Ferro Encontra a Àgua, do fotógrafo baiano Adenor Gondim é, na totalidade das suas imagens e intenção, um tratado sobre arte, religiosidade e memória na Bahia e no Brasil. Fotógrafo dedicado às suas mais profundas raízes, o que vemos em Itaylê Ogun é resultado de uma pesquisa que vem sendo realizada há mais de três décadas, em Salvador e no interior baiano, onde as manifestações e as crenças populares, através da persistência e da fé do seu povo, levam para a fotografia do artista a busca e a perpetuação do maior patrimônio de cada cidadão: a preservação da sua história e da sua memória. A criação e o significado das ferramentas de José Adário dos Santos; as mãos do Alabê sobre o Rum ou a celebração à fertilidade, no Comcubi de Maraú; os rituais da Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte e os olhos de Mãe Filhinha, seu ofício, sua arte: o espaço interior de uma ancestralidade que povoa o imaginário de todo o povo brasileiro. "Porto de Dentro num Umbigo Africano" , "Preto no Branco", "Jabá de Ogum" de Diógenes Moura e "De onde se vê: dentro fora, longiperto" de Maria Lucia Montes.

Este livro é fruto de uma exposição de oitenta fotografias e oito esculturas (ferros de Santos) com o mesmo título realizada no período de novembro de 2004 a fevereiro de 2005 na Pinacoteca de São Paulo dividida em três blocos: duas células da diáspora africana no Brasil Sra. Narcísa Cândida da Conceição conhecida com Mãe Filhinha é Ialorixa ou Mãe de Santo, irmã da Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte de Cachoeira e Sr. José Adário Ferreiro cujo trabalho e totalmente voltado para os ferros (esculturas) dos assentamentos dos Inkises e Orixás.

A maioria dos candomblés de Angola e Keto da Bahia tem ferro de autoria Zé Adário em seus assentamentos.

O terceiro bloco formado de fotografias dos mais diversos aspectos do universo afro descente, presentes para iemanjá em Ponta de Areia, Amoreiras em Itaparica, Xiré, batismo e presente para Iemanjá na festa do Bembé de Santo Amaro, Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte em Cachoeira, jogo de búzios, Cocumbi de Marau...

Livro em bom estado de conservação, Tamanho 24x28cm, 104 páginas 74 fotos.

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