Esta página visa contribuir para elaboração bibliográfica sobre temática Negro Africana, sobretudo que diga respeito Brasil. Livro esgotado, raro, fora do comércio, recolhido, obra que já está fora do comércio, etc. Contato philolibrorum@yahoo.com.br Alguns assuntos: Ifá Orixá Candomblé Capoeira Fon Bahia Ilê Jejê Nagô Yoruba Búzios Mina Nigéria Terreiro Saida Yaô Comida Negritude Movimento Negro Hip-Hop Discriminação Escravatura Quilombismo Abolição Samba Jongo Educação Lei 10639/2003 etc...
9 de março de 2012
Boyhood Rituals in an African Society. An Interpretation. Simon Ottenberg University of Washington Press 1989 nigeria igbos ritos de passagem africa crianças iniciação sociedades secretas nigerianas etnografia antropologia rituais ritos iniciação
Boyhood Rituals in an African Society. An Interpretation.
Simon Ottenberg
Seatle and London - UW Press
1989
capa dura original em , ótimo estado, escasso, com XXIV + 344 pp. + 16 platepages, ilustrado com fotos do autor de suas pesquisas de campo entre os Igbós da Nigéria, sobre capa, não perca, saiba mais...
Alguns assuntos abordados na obra: A Note on Pronunciation. Infancy. Two to five. Growing up. The initiations. Final maturation. Variations in the first-son initiation. Variations in the second initiation. Variations in the Isubu Eda initiations, Ukpu Ekwo.The personal spirit Ma Obu; Festival Iko Udumini; Boys secret societies- Obiogo Egbele; Mgba; Ajabá; Ego people; Nigerian pre-igbo; The child prepared; Ewa Anohia; Illustrations. Maps. Figures. Tables. Photographs. Appendices. Bibliography. Index. Illustrated lining papers. Red cloth boards with silver title on spine. Pictorial Dust Jacket. Anthropological study of boyhood in southeastern Nigeria. Rites of Passage.
Um estudo antropológico da infância em um grupo de aldeias Igbo , Afikpo, no sudeste da Nigéria.Boa parte do livro é dedicado a descrição e análise dos ritos de iniciação de adolescentes, proporcionando uma visão mais próxima e detalhada dos rituais que em sua maior parte só foram abordados na literatura.A Compreensão de Ottenberg da dinâmica dos símbolos e seus significados não declarados contribui para o estudo do processo ritual em qualquer sociedade. S efalássemos apenas dos dados sobre a iniciação ritual, sozinhos, já prestariam uma grande contribuição para a etnografia Africana. O material descritivo de Ottenberg sobre o sigilo masculino e distinções relacionadas com o gênero fornecem uma boa base para uma compreensão mais geral das sociedades secretas da África Ocidental.Seu exame de todas as fases da infância Afikpo - não apenas o início - revela como uma sociedade chega a um acordo com as necessidades específicas da infância, enquanto resposta às necessidades da sociedade para produzir um certo tipo de adulto.
Ottenberg rejeita a noção comum de que um adolescente chega a sua iniciação como uma tábula rasa sobre a qual a instrução da sociedade é gravada, ele também rejeita a suposição igualmente comum que a iniciação marca uma síntese ou conclusão de socialização.Em vez disso, Ottenberg analisa ritos de iniciação no contexto dos meninos "experiências anteriores, como parte de um processo contínuo e inacabado de socialização. Ele traça a vida e as experiências dos meninos desde o nascimento até o início do adolescente para a idade adulta, com foco no aspecto ritual, estes rituais através do seu conteúdo simbólico revelam atitudes de uma sociedade e de seus valores.faz uma contribuição significativa para a antropologia psicológica e estudos africanos, mas também será de interesse para outros estudiosos preocupados com o estudo cross-cultural de socialização e de infância.
Temos um vasto acervo sobre a bibliografia temática afro-brasileira, religião dos orixás, candomblé, nagô, yorubá, jejê, angola, minas, bantu, capoeira, etc..., saiba mais, pergunte-nos.
Caso haja interesse em alguns dos nossos livros, ou em outro que não se encontre cadastrados ainda, pergunte-nos: philolibrorum@yahoo.com.br que conversaremos sobre como conseguir.
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cultura griot.
8 de março de 2012
Utopia, mito e Comunicação: contribuições à uma simbologia africana. Helda Bullotta Barracco
Utopia, mito e Comunicação: contribuições à uma simbologia africana.
Helda Bullotta Barracco
Ebraesp
1977
capa brochura original, bom estado, bilingue em portugues e frances, Ilustração Ionaldo Peji, escasso, não perca, saiba mais...
Introdução, utopia, o mito, o heroi pleiadar, o mito dos gemeos, a comunicação, o vazio e anticomunicação, anticomunicação nos relatos do século xvi.
Temos um vasto acervo sobre a bibliografia temática afro-brasileira, religião dos orixás, candomblé, nagô, yorubá, jejê, angola, minas, bantu, capoeira, etc..., saiba mais, pergunte-nos.
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Frederico José Aflalo - Baba Adejaossi Ogodo Opo Candomblé: uma visão de mundo. Peji A dialética do candomblé; Ifá : o jogo dos Búzios; A feitura de cabeça (ori); Os orixás; Os ebós; As obrigações; O ciclo das festas; Ilé Mareketu Axé Oxum; Religiões sem deus; Glossário com termos do culto e do ritual do religião dos orixás, etc..
Frederico José Aflalo - Baba Adejaossi Ogodo Opo .
Candomblé: uma visão de mundo.
Rio de Janeiro, Ed. Mandarim,
1997.
capa brochura original, bom estado, Ilustração Ionaldo Peji, escasso, não perca, saiba mais...
A dialética do candomblé; Ifá : o jogo dos Búzios; A feitura de cabeça (ori); Os orixás; Os ebós; As obrigações; O ciclo das festas; Ilé Mareketu Axé Oxum; Religiões sem deus; Glossário com termos do culto e do ritual do religião dos orixás; Bibliografia.
Interessante e instrutiva obra de uma erudição poucas vezes vista entre os escritores de assuntos relacionados ao universo religioso, sem contudo perder o asé a espiritualidade sempre latente...
Baba Adejaossi faz uma profunda incursão no ambiente histórico das casas de santo do brasil e de suas origens no golfo do benin. De modo que a sua exposição dos fundamentais conceitos da cosmovisão nagô yorubá nos aparecem de modo bem inteligiveis, falar de candomblé com forte fundamentação histórico cultural e respeitar as tradições ancestrais é o que faz o Baba, livro imperdível.
"Na concepção yorubá, o humano possui três elementos associados que lhe permitem atuar como ser vivo: "Egbé", o corpo material; "Emi", a respiração (energia vital que anima o Egbé) e o "Ori", a mente ou a cabeça( o mais importante , dotado originariamente de uma herança ancestral)."
Temos um vasto acervo sobre a bibliografia temática afro-brasileira, religião dos orixás, candomblé, nagô, yorubá, jejê, angola, minas, bantu, capoeira, etc..., saiba mais, pergunte-nos.
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7 de março de 2012
Dyllan Forde - Org. Mundos africanos: estudios sobre las ideas cosmológicas y los valores sociales de algunos pueblos de africa. Mauricio Swadesh ; Germaine Dieterlen ; Mary Douglas; Gunter Wagner; J. D. y E Krige; Marcel Griaule ; Kenneth Little ; Godfrey Lienhardt ; J. J. Maquet; K. A. Busia; P. Mercier Los Lele, Los Abaluyia, Los Lobedu, Digwma, Bulwi, Los Dogon, El Hogon, Mangu , Los Mendes, Los Chilluk, Nyikang, Reino de Ruanda, Los Achanti, Los Fon del Dahomey, Manw Lisa Ifá, Legba, etc...
Dyllan Forde - Org.
Mundos africanos: estudios sobre las ideas cosmológicas y los valores sociales de algunos pueblos de africa.
Mauricio Swadesh ; Germaine Dieterlen ; Mary Douglas; Gunter Wagner; J. D. y E Krige; Marcel Griaule ; Kenneth Little ; Godfrey Lienhardt ; J. J. Maquet; K. A. Busia; P. Mercier
México: Fondo de Cultura Económica,
1975.
Brochura, excelente estado de conservação, 349 pp. escasso, nao perca, saiba mais ...
Clássico sobre o pensamento, cultura e comportamento africano.
Notas sobre fonética;
Los Lele, objetos naturales asociados con los espíritus, los adivinos, regras de culto, los privilegios de los alimentos, etc...
Los Abaluyia, ideas cosmogónicas y cosmológicas, la expression de los valores sociales en el ritual, etc...
Los Lobedu, mitos y origenes, bunaga o uso adecuado del poder concentrado sobre personas y objetos, los antepasados, Digwma, Bulwi brujeria y hechiceria, etc...
Los Dogon, mitos de los Dogon, el hombre, la tribu, parentesco, organizacion territorial, la heredad, El Hogon, Totemismo, Herreria, Mangu alianza, etc...
Los Mendes, creencias en Ser supremo y en los espiritus, el culto a los antepeasados, las sociedades secretas como control de la moral, el cambio de volores, etc...
Los Chilluk, ambiente y historia, mitos de origem y historia tradicional, el orden del mundo en la sociedad, leyendas sobre Nyikang, el concepto de dios, asosiacion entre luz y conocimiento, etc ...
Reino de Ruanda, hombre y el mundo no material, el creador, los espiritus de los muertos, adivinos y hechiceros, reglas para la accion humana, etc...
Los Achanti, un mundo de espiritus, el hombre y la sociedad, organizacion politica, situacion contemporanea, etc...
Los Fon del Dahomey, los conceptos acerca del universo y de la sociedad, Manw Lisa y Ifá, Legba, calidad esencil de los vodú, Ifá a palbra de Manw, etc ....
Quando Lisa viajou pela terra como distribuidor de civilizaçãofez quatro paradas nas quatro regiões do espaço, distribuindo deste modo os homens sobre quatro paises. estes paises originais chamam-se sedoto paises que fazem homens e são eles: Aya, Oyo, Ke (Ketu) e Hu (Dahomé). Cada um fundado em um dia da semana, cada um com uma cor específica e cada um com um signo no Ifá. Em cada país situou Lisa um objeto de pedra como símbolo. Em Ketu foi a cabaça.
Um livro rico em repositórios esquemáticos da mentalidade negro africana, percepçaão de mundo, ideias sobre o bem comum, sobre o próximo e o bem viver que comumente não notamos, nem vemos nos diversos textos que relacionam-sem com a temática, africana, em tudo uma obra referencial....
África, especialmente el África negra, es aún un continente más que desconocido. Para los lectores de América es un repositorio de misterios en el temperamento, en las manifestaciones religiosas, en la expresión del sentido artístico, en los matices de la piel...
Entre os dogon, o ponto de partida da criação é a estrela que gira ao redor de Sirius; os dogon acreditam que ela seja a menor e mais pesada de todas as estrelas, contendo os germens de todas as coisas.
Seu movimento ao redor de Sirius e de si mesma sustenta a criação no espaço. Da mesma maneira como no mundo vegetal uma única semente se divide em outras sete, ocorre no plano do universo: da primeira estrela provêm outras sete. Porém, desde o momento em que os seres humanos chegaram a ser conscientes de si mesmos e capazes de uma ação intencional, o curso da criação se desenrolou de maneira menos simples.
Os acontecimentos da criação da humanidade tiveram lugar no interior de um ovo, um mundo situado num espaço infinito e contendo o modelo da criação - Nommo, o filho de Deus (Amma). Esse ovo estava divido em duas placentas iguais, cada uma contendo um par de gêmeos Nommo, emanações diretas de Deus e prefigurações do homem.
Como todas as outras criaturas, aqueles dois pares de gêmeos estavam dotados de dois princípios espirituais de sexo oposto; cada um deles era em si mesmo um par. Em uma das placentas o gêmeo masculino não esperou o período usual de gestação assinalado por Amma, emergindo prematuramente do ovo. Além do mais, arrancou um pedaço de sua placenta, que se converteu na Terra. Esse ser, Yurugu, teve a intenção de fazer um mundo só para ele, baseado no primeiro, mas o superando. Esse procedimento irregular, no começo, desorganizou a ordem da criação estabelecida por Amma; assim, a Terra foi provida de uma alma masculina somente, já que o ser que a fez era imperfeito.
De tal imperfeição surgiu a noção de impureza; a Terra e Yurugu ficaram, desde o princípio, solitários e impuros. Yurugu, compreendendo que esta situação o impediria de concluir sua obra na Terra, voltou ao céu a fim de buscar sua alma gêmea restante na outra parte do ovo. Yurugu não pôde recupera-la, estando a partir desse momento em uma busca perpétua e inútil. Voltando a Terra, começaram a surgir seres simples, incompletos, frutos de incesto; ele mesmo procriou em sua própria placenta, com sua mãe. Vendo isso, Amma decidiu enviar a Terra os Nommos da outra metade do ovo, constituindo uma nova terra imaculada.
Os quatro antepassados homens foram chamados Amma Seru, Lébé Seru, Binu Seru e Dyongu Seru.
Seus descendentes coincidiram com o surgimento da luz na Terra, que até então havia estado nas trevas. A água, em forma de chuva, purificou e fecundou o solo, no qual brotaram as oito sementes que os antepassados míticos haviam trazido consigo: seres humanos, animais de plantas imediatamente surgiram.
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Jacy Rêgo Barros Senzala e Macumba Rodrigues & CIA 1939

Jacy Rêgo Barros
Senzala e Macumba
Rodrigues & CIA - Rio de Janeiro: Jornal do Commercio.
1939
Livro em bom estado de conservação, encadernado com capa dura.
Raças e migrações; Escravidão negra; Dois ambientes;Praticas religiosas; Culto, liturgismo africano,afrocatolicismo; Senzalas em planos diferentes; Cultura e sentimento; A imortalidade e o negro;
etc...
"Os candomblés, catimbaus e macumbas, representam a estrutura liturgica dos cultos a serem prestados a Olorum, a Xangô e a Exu, e finalmente a qualquer das divindades representadas pelos orixás..."
Como por vezes o meio não africano entra em medidas represivas contra as praticas africanas, o espírito negro religioso não se aniquila com isso, realizando, então, cultos maio secretos e iniciaticos que os da macumba vulgar; e surge a Cábula, pelos camanás no camucite, que consiste ..."
A inserção em uma representação essencialmente sincrética da cultura nacional aparece claramente na obra dos intelectuais do período.
Nesse sentido são bastante representativas as palavras de Jacy Rego Barros, em um curso por ele realizado no Rio de Janeiro. Referindo-se à figura da "mãe preta":
"Tão grande se fazia por vezes a ligação afetiva da mãe preta com seus filhos brancos, que, em tal condição ela se esquecia da posição servil da própria entidade para dispensar carinhos iguais aos garotos brancos e pretos... tendo o seu catolicismo africanizado, mãe preta passa a seus filhinhos pretos e brancos, todas as suas crendices, dizendo dos esplendores das ramas de gameleira, quando conta as histórias do compadre rico e do compadre pobre..."
Temos condição de conseguir muitos outros títulos da área, diga-nos quais você precisa e lhe daremos a resposta.
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6 de março de 2012
O Verdadeiro Jogo dos Búzios Babalawô Oju-obá
O Verdadeiro Jogo dos Búzios
Babalawô Oju-obá
editora: Eco
Em bom estado de conservação, com pg. 167, escasso, não perca , saiba mais...
"O JOGO DE BÚZIOS É UMA DAS PRÁTICAS MAIS POPULARES TRAZIDAS PELOS NEGROS YORUBANOS PARA O BRASIL.É PRATICAMENTE ENCONTRADO COMO ELEMENTO LITÚRGICO EM TODAS AS CASAS DE CULTO AOS ORISHAS,POSSUI VÁRIAS DENOMINAÇÕES, É CONHECIDO POPULARMENTE COMO IFÁ, DELOGUM, BÚZIOS OU CAURIS.
IFÁ OU FÁ É O TERMO EMPREGADO PELAS TRIBOS MALÊ, CONHECIDAS NO BRASIL COMO MUSSURUMIM, E TAMBÉM AS TRIBOS JÊJÊ,ORIUNDAS DO DAOMÉ (ATUAL REPUBLICA POPULAR DO BENIM)";
FUNDAMENTOS DOS BÚZIOS;
JOGO DE BÚZIOS;
JOGO DE ODÚ;
COMO OFERTAR OBI AO ORISHÁ;
JOGO DE BÚZIOS, DO OBI E DO OROBÔ;
OS BABALAWÔS;
EBÓS DOS ODUS;
CULTO AOS ORISHÁS- O CANDOMBLÉ;
ANIMAIS SACRIFICADOS PARA CADA ORISHÁ; CRENDICES,COSTUMES,AGOUROS E OUTRAS PARTICULARIDADES DOS ANGOLANOS;
O ANGOROCI, PREPARAÇÃO PARA A PRIMEIRA FESTA;
ALÉM DE TODO O CONTEÚDO SOBRE O VERDADEIRO JOGO DE BÚZIOS,ESTA OBRA AINDA TRÁS:
EBÓS DOS ODUS
EBÓS PARA DIVERSAS FINALIDADES.
EBÓ PARA PROTEGER A CASA E MUITO MAIS!
ATINS (PÓS)
GARRAFADAS
SACUDIMENTOS (INCLUSIVE PARA ERÊ!);
MATANÇA DE EGÚN;
ALGUMAS COMIDAS DE ORIXÁ;
ASSENTAMENTO DE EXU E MUITO MAIS!!!
Trabalhamos com um vasta acervo sobre o tema.
Temos condição de conseguir muitos outros títulos da área, diga-nos quais você precisa e lhe daremos a resposta.
Envio em até 24 horas após a confirmação de pagamento com confirmação via e-mail e número de postagem .
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27 de fevereiro de 2012
Símbolos Mágicos na Arte do Metal Raul Giovanni da Motta Lody Estudos Afro-Brasileiros, Candomblé; Brochura, Ilustrado; A Simbologia dos Orixás na arte do metal arte yoruba nago terreiro egun bahia africa ioruba etc....
Símbolos Mágicos na Arte do Metal
Raul Giovanni da Motta Lody
editora: Arsgráfica
ano: 1974
Estudos Afro-Brasileiros, Candomblé; Brochura, Ilustrado; A Simbologia dos Orixás na arte do metal ...
exemplar assinado e com dedicatória manuscrita pelo próprio autor.
livro em bom estado de conservação, livro que trata com muita experiencia e respeito pelas coisas relacionadas a religião dos orixás, com ilustração ao texto que se desenrola, com imagem de Peji com otás de orixás, voduns e inkices os iniciados compreendem...
Com texto de orelha do Embaixador Paschoal Carlos Magno
livro em bilingue inglês e português.
O livro mostra o acervo ritual simbólico de importantes casa de culto, sobretudo as tradicionais do Nordeste brasileiro.
Traz uma lista dos orixás, seus nomes em termos nagô, Gêge, Congo, Angola. Traz suas denominações populares. Seus simbolos e os materiais usados no fabrico.
Livro adequdo e indicado para toda biblioteca afrobrasileira, importante obra de referência na qual desfilam as simbologias presente na história da religião dos orixás, dentre os quais vemos:
o Ogó de Exu,
Ogun senhor guerra;
o Damatá de Oxossi o caçador;
Omulú ou Sakpata como os chamam os gêges;
Ossaniyn o dono das folhas;
Iroko ou Looko como chama-se a Arvore sagrada entre os da nação Gêge;
o Abebê de Logun Edé;
o Xeguedê de Sogbô, Xangô entre os yorubás;
os balangandâs da dona dos ventos: Yansan, Oyá dos gêges;
o alfange da linda Oxum ou Kicimbi entre os cultos da nação Angola;
o simbolo de Obá;
as cobras Oxumaré nagô ou Dangbé para os gegês
Ewá, a deusa do rio Ewá.
O Bambã dos Ibejis ou Erês, os gemeos da Nigéria.
a senhora do mar, Yemajá nagô ou a Kaiala dos negros congos
A lama da vovó, Nanamburuku a Kerê dos angolas.
Oxalá em suas duas presenças:
o eninodô do jovem Oxaguian;
o pachorô do velho Oxalufan, Olissassá dos gêges.
Cada uma dessas simbologias transportam milênios de sabedoria ancestral mantida pela tradição da linguagem oral ioruba, e compete a quem guarda o segredo...
Livro esgotado há décadas, um dos livros mais importantes de nossa produção nacional, no que diz respeito os estudos da religião dos orixás. Saiba mais ...
"Quando Obatalá criou a terra e em seguida o homem, esste não sabia o que fazer com o reino que Obatalá lhe dera; então veio Ogun e ensinou o homem a arar a terra e a construir suas priemiras ferramentas agricolas. O homem também não sabia ..."
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Raul Geovanni da Motta Lody (Rio de Janeiro, 1952), é um antropólogo, museólogo e professor brasileiro, responsável por vários estudos na área das religiões afro-brasileiras, sobretudo na Bahia.
Suas principais pesquisas antropológicas e etnológicas resultaram na publicação do Dicionário de Arte Sacra e Técnicas Afro-Brasileiras, com 1.416 verbetes e prefaciado pelo também antropólogo Roberto DaMatta.
Santo Também Come. Recife, 1979, PALLAS, 1995.
Devoção e Culto a Nossa Senhora da Boa Morte. Rio de Janeiro. 1981
Artesanato: uma visão complexa. Cadernos de Cultura 2: Cultura popular. Maceió. 1985
Coleção Perseverança: um documento de Xangô alagoano. Maceió/Rio de Janeiro. 1985
Um Documento do Candomblé na Cidade do Salvador. Coleção Culto Afro-Brasileiro. Rio de Janeiro. 1985
Afoxé. Cadernos de Folclore, 7. Rio de Janeiro. 1976 Pano da costa. Cadernos de Folclore, 15. Rio de Janeiro. 1977
Tem Dendê, tem Axé, Pallas, s/d, 1a. Edição
Pencas e Balangandãs da Bahia, Um estudo etnográfico das jóias e amuletos, Rio de Janeiro, Funarte/Inf, 1988
O Povo de Santo, Rio de Janeiro, Editora Pallas, 1995
Jóias de Axé, Bertrand Brasil, 2001.
Dicionário de Arte Sacra e Técnicas Afro-Brasileiras, Pallas, 2003
À Mesa com Gilberto Freyre, Senac, 2004
Cabelos de Axé - identidade e resistência, Senac, 2004
As Gueledés, a festa das máscaras, Editora Pallas, 2010.
Trabalhamos com um vasta acervo sobre o tema.
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8 de fevereiro de 2012
Iracy Carise Máscaras Africanas - Sociedades Secretas e Ancestrais
Autor : Iracy Carise
Título : Máscaras Africanas - Sociedades Secretas e Ancestrais
Editora : Madras
Ano : 1998
Páginas : 124
Livro em bom estado de conservação, brochura com capa original, muito bom estado, formato grande 28, 5 x 20, 8 cm., 124 pp.ilustado, mapa.
Um clássico dessa renomada e internacionalmente respeitada estudiosa brasileira do africanismo.
Quais as culturas negras mais importantes no Brasil ? Bantos e nagôs foram as que mais se destacaram. Os bantos eram provinientes de Angola e do Congo e abasteceram o mercado de escravos desde o século XVII. Trouxeram folcore, instrumentos de sopro, hogos de luta e defesa e o complexo etnográfico do samba.
Os nagôs (ou iorubas, ou egbás, como eram chamados no Brasil) provinham da cultura sudanesa da Nigéria, Togo, Daomé e da Costa do Marfim.
Exerceram prodigiosa influência social e religiosa e formaram uma espécie de elite da massa escrava, trazendo as divindades conhecidas como orixás, os candomblés e a influência religiosa na Bahia, os instrumentos musicais, culinária e a indumentária da negra baiana.
Nas máscaras deste grupos étnicos nota-se grande sentido de criatividade. estas más caras, bem como as peças réplicas antropológicas foram feitas para a olustração do livro Arte Negra na Cultura Brasileira, em que eu abordo a vivência do negro na cultura brasileira, nas relações familiares, na culinária, nos trajes, na música, idioma, religião, movimentos cívicos e sobretudo, na arte.
Não perca, indispensável a todos aqueles que se esmeram no estudo e obrigação da Religião dos Orixás.
Em 50 anos de pesquisas etnográficas, antropológicas e históricas em torno das manifestações culturais Brasil-África, Iracy Carise registra as influências da cultura africana nos costumes e tradições culturais do Brasil africano e suas raízes.
Voltando-se às raízes, as pesquisas de Iracy aprofundaram-se nos estudos das etnias negro-africanas que tanto marcaram o caráter e o modo de ser do povo brasileiro, moldando uma série de máscaras ligadas ao braço escravo e réplicas de tradicionais esculturas africanas, relevos e cabeças de Obás (reis e rainhas de Benin, cidade sagrada da Nigéria), peças raríssimas e de grande valor antropológico que foram elaboradas para a ilustração de seus livros.
Título : Máscaras Africanas - Sociedades Secretas e Ancestrais
Editora : Madras
Ano : 1998
Páginas : 124
Livro em bom estado de conservação, brochura com capa original, muito bom estado, formato grande 28, 5 x 20, 8 cm., 124 pp.ilustado, mapa.
Um clássico dessa renomada e internacionalmente respeitada estudiosa brasileira do africanismo.
Quais as culturas negras mais importantes no Brasil ? Bantos e nagôs foram as que mais se destacaram. Os bantos eram provinientes de Angola e do Congo e abasteceram o mercado de escravos desde o século XVII. Trouxeram folcore, instrumentos de sopro, hogos de luta e defesa e o complexo etnográfico do samba.
Os nagôs (ou iorubas, ou egbás, como eram chamados no Brasil) provinham da cultura sudanesa da Nigéria, Togo, Daomé e da Costa do Marfim.
Exerceram prodigiosa influência social e religiosa e formaram uma espécie de elite da massa escrava, trazendo as divindades conhecidas como orixás, os candomblés e a influência religiosa na Bahia, os instrumentos musicais, culinária e a indumentária da negra baiana.
Nas máscaras deste grupos étnicos nota-se grande sentido de criatividade. estas más caras, bem como as peças réplicas antropológicas foram feitas para a olustração do livro Arte Negra na Cultura Brasileira, em que eu abordo a vivência do negro na cultura brasileira, nas relações familiares, na culinária, nos trajes, na música, idioma, religião, movimentos cívicos e sobretudo, na arte.
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Voltando-se às raízes, as pesquisas de Iracy aprofundaram-se nos estudos das etnias negro-africanas que tanto marcaram o caráter e o modo de ser do povo brasileiro, moldando uma série de máscaras ligadas ao braço escravo e réplicas de tradicionais esculturas africanas, relevos e cabeças de Obás (reis e rainhas de Benin, cidade sagrada da Nigéria), peças raríssimas e de grande valor antropológico que foram elaboradas para a ilustração de seus livros.
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