11 de abril de 2012

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Dancing Wisdom: Embodied Knowledge In Haitian Vodou, Cuban Yoruba, And Bahian Candomble.


Yvonne Daniel


Illinois  -  2005


livro em bom estado, ilustrado, capa brochura, com 348 Páginas, antropologia, etnografia, danças rituais, corpo sagrado, etc,não perca, saiba mais....


Deciphering diaspora dances: Their origin nations and belief systems;
Body knowledge at the crossroads; Days of remembrance; Dances of memory; Praise dance and liturgical orders; informal learning with Haitian Lwas;  informal learning with Bahian Orixás, formal learning with Cuban Orichas; Dancing body and embodied wisdom


Trata-se de um erudito e muito bem documentado estudo sobre as heranças africanas na dança ritualistica.

Entre as influências africanas em Cuba, aponta-se as de quatro grupos distintos:  Kongo, Arará, Carabalí e Yoruba, descrevendo os movimentos corporais típicos de cada  tradição.

Descrevendo as danças de origem Yoruba, que incluem  povos das atuais regiões da Nigéria e República do Benin, Yvonne Daniel explica como  estas são danças específicas representando as divindades por ela chamadas orixas e  seus movimentos, os quais retratam as vidas e os arquétipos de cada divindade.  


Yvonne Daniel, Concentrando-se na Bacia do Caribe e da zona costeira do nordeste da América do Sul, estuda três sistemas religiosos que dependem em grande parte o comportamento da dança, são o Vodu haitiano, os ritos cubanos de origem iorubá, e o Candomblé. Faz isso da melhor maneira possível combinando sua experiência em dança e antropologia unindo em paralelo a presença participante/estudioso.examina danças performáticas em termos de fisiologia, psicologia, filosofia, matemática, ética e estética,  ritualistica, liturgia, tradições sagradas, ancestralidade de costumes, aspectos religiosos da dança,
descrição etnográfica fascinante do corpo que dança e que nos faz sentir o movimento dos músculos e do espírito,  no vodu, santeria e candomblé, originados do iorubá.


Um livro soberbo, bem feito, bem ilustrado e pesquisado que traz  um grande serviço às tradições africanas estabelecidas representadas pelo vodu no Haiti, pela santeria Cubana, e pelo Candomblé no Brasil. Esta obra
é um livro referencial para todos aqueles que são praticantes e estudiosos sérios do tema.






Temos um vasto acervo sobre a bibliografia temática afro-brasileira, religião dos orixás, candomblé, nagô, yorubá, jejê, angola, minas, bantu, capoeira, etc..., saiba mais, pergunte-nos. Caso haja interesse em alguns dos nossos livros, ou em outro que não se encontre cadastrados ainda, pergunte-nos: ---- philolibrorum@yahoo.com.br ---- que conversaremos sobre como conseguir. PHILOLIBRORUM-BIBLIOAFRO cultura griot.

Guy Piazzini Horizons Noirs 1954 AFRIQUE, AFRICA, VOYAGE, TRAVELS, ETHNOLOGIE, ANTHROPOLOGY, DOGONS, LOBIS, BANDIAGARA, NIGER, HAUTE-VOLTA divination dogon geomancie mascara africana dogon kanaga etc















Guy Piazzini

Horizons Noirs


Paris : La Toison d'Or,

1954.

Livro em bom estado, capa dura, escasso, não perca, saiba mais ....
218pp. (carte, plans, dessins) + 16 planches hors texte de photographies. Bon état.

AFRIQUE, AFRICA, VOYAGE, TRAVELS, ETHNOLOGIE, ANTHROPOLOGY, DOGONS, LOBIS, BANDIAGARA, NIGER, HAUTE-VOLTA...


Aux pays des grands masques - La mytologie des Dogons. les funérailles, Sanga, Barna, L'oracle Mopti.

Signification des differentes zones d'une table de divination.

Masque Cagoule, Aux royaume du Macina - fulani , peuhls, bambara, toucouleurs.

Divination chez les Dogons, Balafon, Soukala, Bandiagara, Ibi, Obi


Dans la géomancie Dogon , ils se servent du chacal comme intermédiaire entre l’Homme et l’Esprit.

Dans d’autres peuplades on se sert d’une mygale ou d’une souris.

Jadis le chacal venait souvent voir les hommes, pour taper une petite causette avec eux et de leur prédire l'avenir.

Un jour la commère du village qui avait quelque chose contre le chacal a commencé en racontant des trucs pas possibles sur son dos. Le chacal qui n’a pas , mais alors pas du tout apprécié fit savoir aux hommes, que s'ils continuaient à écouter les cancans des femmes il leur casserait les gambettes, et ne leur adresserait plus la parole.


Quand l'homme fut guéri, il partit la queue entre les pattes dans la caverne du chacal pour dire un petit bonjour, komssa en passant. Mais le chacal, il râlait encore et ne lui a pas adressé la parole. II lui fit seulement piger qu’il devait bien observer ses gestes qui à partir de ce jour d’aujourd’hui remplaceraient la parole pour tout le temps.

Avec sa queue (je parle bien du chacal hein) il a dessiné sur le sol un rectangle divisé en 6 compartiments, et a invité I'homme d’en faire autant avec des pierres qui devraient avant chaque divination recevoir du sang de poulets sacrifiés, le tout bien arrosé de bière de mil...

Ensuite, comme le chacal n’était pas chien, il lui apprit la signification de chaque petit rectangle et le mode d’emploi pour poser des questions en se servant de différents signes dessinés sur la table.

C’est à partir de ce jour, que les Dogons qui veulent consulter la page de l’horoscope, ne surent plus s’adresser directement au chacal.

Ils doivent recourir aux différents rites, comme les sacrifices de poulets, offrandes de galettes de mil ou de maïs, beuveries de bière de mil...


Temos um vasto acervo sobre a bibliografia temática afro-brasileira, religião dos orixás, candomblé, nagô, yorubá, jejê, angola, minas, bantu, capoeira, etc..., saiba mais, pergunte-nos. Caso haja interesse em alguns dos nossos livros, ou em outro que não se encontre cadastrados ainda, pergunte-nos: ---- philolibrorum@yahoo.com.br ---- que conversaremos sobre como conseguir. PHILOLIBRORUM-BIBLIOAFRO cultura griot.

Alguns exemplos de livros que trabalhamos, sob encomenda, saiba mais...


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livros por Autores

Adilsom Antônio Martins
o Lendas de Exu, Pallas, Rio de Janeiro, 2006.

o Igbadu: a cabaça da existência: mitos nagôs revelados. Pallas, Rio de Janeiro, 1998

o 666 Ebós de odu para todos os fins, Pallas, 2002

Agenor Miranda - 1907-2004
o Caminhos de Odu, de Reginaldo Prandi e Agenor Miranda Rocha, ilustrações de Pedro Rafael. 3.ed. Rio de Janeiro, Pallas, 2001. 210p. - ISBN 85-3470-273-X
o As Nações Ketu, ISBN 8574780189
o Desenredos, ISBN 857478060X
* Anilson Lins
o Xangô de Pernambuco, ensinamentos contidos no manual do Sítio de Pai Adão, Pallas, ISBN 8534703701
* Altair B. Oliveira (T'ÒGÚN)
o Cantando para os Orixás, Rio de Janeiro, Pallas, 1997, ISBN 85-347-091-5
o Elégùn - Iniciação ao Candomblé, Rio de Janeiro, Pallas, ISBN 8534702837
* Ana Zaneli
o A Poética dos Deuses - Oráculo Yorubá. 2005 - Câmera Brasileira de Jovens Escritores - CBJE - Rio de Janeiro.
* Antonio Olinto
o A Casa da Água Rio de Janeiro: Editora Nórdica, 1969.
o O Rei de Keto Rio de Janeiro: Editora Nórdica, 1980.
o Trono de Vidro Rio de Janeiro: Editora Nórdica, 1987.
* Antonio Risério
o Oriki Orixá. São Paulo: Editora Perspectiva, 1996. ROCHA. Agenor Miranda - Os Candomblés Antigos do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, TopBooks, 1994.
o Textos e Tribos: Poéticas Extraocidentais nos Trópicos Brasileiros. Rio de Janeiro, Imago Editora, 1993.
* Arthur Ramos
o As Culturas Negras, Rio de Janeiro, Livraria-Editora da Casa do Estudante do Brasil, s/d.
o O Folclore Negro do Brasil, Demopsicologia e Psicanálise, Rio de Janeiro, Livraria-Editora da Casa do Estudante do Brasil, s/d.
* Carlos Eugenio Marcondes de Moura
o Candomble Religiao Do Corpo Eda Alma, Pallas, ISBN 8534701989
o Culto Aos Orixas, Pallas, ISBN 8534702373
o Somàvo, o amanhã nunca termina, Editora Empório de Produção, São Paulo, 2005

* Claude Lépine
o Os Dois Reis do Danxome: Varíola e Monarquia na África Ocidental 1650-1800,
* Cléo Martins -
o Euá a Senhora das Possibilidades, Pallas, 2001, ISBN 8534702497
o Iroco o Orixá da Árvore e à Árvore Orixá, Pallas, 2002, ISBN 8534702098
o Obá (Orixá), Pallas, 2002, ISBN 853470256X
o Ao Sabor de Oia, Pallas, 2003, ISBN 8534703666
* Darcy Ribeiro - 1922-1997
o O povo brasileiro - A formação e o sentido do Brasil - Companhia das Letras, São Paulo, 1995/1996.
* Donald Pierson
o Brancos e Prêtos na Bahia, São Paulo: Companhia Editora Nacional. 2 ed., 1971
* Deoscoredes_M._dos_Santos Mestre Didi, Salvador, 1917
o Iorubá tal qual se fala, Tipografia Moderna, Bahia, 1950
o Contos Negros da Bahia, (Brasil) Edições GRD, Rio de Janeiro, 1961
o História de Um Terreiro Nagô, 1.edição, Instituto Brasileiro de Estudos Afro-Asiáticos, 1962, 2.edição, Editora Max Limonad, 1988
o Contos de Nagô, Edições GRD, Rio de Janeiro, 1963
o Porque Oxalá usa Ekodidé, Ed. Cavaleiro da Lua, 1966
o Contos Crioulos da Bahia, Ed. Vozes, Petrópolis, 1976
o Contos de Mestre Didi, Ed. Codecri, Rio de Janeiro, 1981
o Xangô, el guerrero conquistador y otros cuentos de Bahia, SD. Ediciones Silva Diaz, Buenos Aires, Argentina, 1987
o Contes noirs de Bahia, tradução francesa de Lyne Stone, Ed. Karthale, 1987
o História da Criação do Mundo, Olinda, PE, 1988 - Ilustração Adão Pinheiro
o Ancestralidade Africana no Brasil, Mestre Didi: 80 anos, organizado por Juana Elbein dos Santos, SECNEB, Salvador, Bahia, 1997, CD-ROM - Ancestralidade Africana no Brasil
o Pluraridade Cultural e Educação
o Nossos Ancestrais e o Terreiro
o Democracia e Diversidade Humana: Desafio Contemporâneo
* Edson Carneiro - 1912-1972
o Negros Bantus, Ed. Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1937
o O Quilombo dos Palmares, Ed. Brasiliense, São Paulo, 1947; Cia Editora Nacional, São Paulo, 1958; Ed. Civilização Brasileira, 1966
o Religiões Negras: Notas de Etnografia Religiosa / Negros Bantos: Notas de Etnografia Religiosa e de Folclore. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1991
* Estácio de Lima
o O mundo Místico dos Negros, Editora Gráfica da Bahia, 1975
* Gilberto Freyre - 1900-1987
o Casa Grande & Senzala,
o Sobrados e Mucambos, Editora Record, 8/ed, Rio de Janeiro, 1990
* Inaicyra Falcão dos Santos
o Corpo e Ancestralidade Uma proposta pluricultural de dança-arte-educação, Editora da UFBA, Salvador, 2002
* João José Reis - 1952
o Negociação e Conflito: A Resistência Negra no Brasil Escravista., São Paulo:Companhia das letras, 151 p. REIS, J. J. and SILVA, E. 1989.
o A Morte é uma Festa: Ritos Fúnebres e Revolta Popular no Brasil do Século XIX., São Paulo:Companhia das letras, 357 p. 1992. Edição em inglês pela North Carolina University Press, USA
o Liberdade por um Fio: História dos Quilombos no Brasil., São Paulo:Companhia das letras, 505 p. Livro coletivo organizado com Flavio Gomes. 1996.
o The revolution of the Ganhadores: urban labour, ethnicity and the african strike of 1857 in Bahia, Brazil. Journal of Latin American Studies, vol. 29, no. 1, p. 355-393. 1997.
o Rebelião Escrava no Brasil: a História do Levante dos Malês (1835)., Companhia das letras, 650 p. 2003. Edição em inglês pela Johns Hopkins University Press, USA
* José Beniste
o Orun Aiye, Bertrand Brasil, 1997, ISBN 8528606147
o Jogo De Buzios Um Encontro Com O Desconhecido, Bertrand Brasil, 2000, ISBN 8528607747
o “As águas de Oxalá - Àwon omi Òsàlá“ - Bertrand Brasil, 2002 – ISBN 85-286-0965-0
* José Flávio Pessoa de Barros
o A Galinha d’Angola: Iniciação e Identidade na Cultura Afro-Brasileira. Arno Vogel, Marco Antonio da Silva Mello, Rio de Janeiro: Pallas, 1993
o O Segredo das Folhas: Sistema de Classificação de Vegetais no Candomblé Jêje-Nagô do Brasil. Rio de Janeiro: Pallas: UERJ, 1993, 1997, ISBN 85-347-0024-9
o Ewe Orisa: Uso Litúrgico e Terap. de Vegetais, Bertrand Brasil, 2000, ISBN 8528607445
o Na Minha Casa: Preces aos Orixás e Ancestrais, Pallas, 2003, ISBN 8534703523
o A Fogueira de Xangô, o Orixá de Fogo, Pallas, 2005, ISBN 8534703507
o Banquete do Rei-Olubajé, Pallas, 2005, ISBN 8534703493
* Juana Elbein dos Santos
o Os Nagôs e a Morte, Petrópolis, Editora Vozes, 1975
* Júlio Braga
o O Jogo de Búzios: Um Estudo de Adivinhação no Candomblé. São Paulo: Editora Brasiliense, 1988
o A Cadeira de Ogã e outros ensaios, Editora Pallas, Rio de Janeiro, 1999, ISBN 85-347-0165-2
* Manoel Nunes Pereira
o A casa das Minas, Petrópolis, Ed. Vozes, 1947, 1979.
* Manuel Querino
o A Bahia de outrora, Livraria Progresso Editora, 3a. ed. Salvador, 1955 (1a. edição em 1916)
o Costumes Africanos no Brasil, Rio de Janeiro,
* Marco Aurélio Luz,
o Agadá - Dinâmica da Civilização Africano-Brasileira, SECNEB, 1995, ISBN 85-232-0110-6
* Maria Helena Farelli.
o Malês: os Negros Bruxos. São Paulo: Madras, s.d.. 96p. il. ISBN 8573742402
* Maria Thereza L. de Arruda Camargo
o Plantas Medicinais e de Rituais Afro-Brasileiros II, Icone, São Paulo, 1998, ISBN 85-274-0545-8
* Milton Guran
o Agudás: Os brasileiros do Benin, Rio de Janeiro, Nova Fronteira/Ed. Gama Filho, 2000
* Muniz Sodré
o Um Vento Sagrado, que fala da trajetória de Agenor Miranda, 1996 ISBN 85-857-5621-7
* Nina Rodrigues - 1862-1906
o Os Africanos no Brasil, Cia. Ed. Nacional, São Paulo, 1935
o O Animismo Fetichista dos Negros Baianos, Biblioteca de Edição Científica, Rio de Janeiro, 1935

 Pierre Fatumbi Verger - 1902-1996
o Dieux D'Afrique. Paul Hartmann, Paris (1st edition, 1954; 2nd edition, 1995). 400pp, 160 b/w photos, ISBN 2-909571-13-0.
o Ewé: O Uso das Plantas na Sociedade Iorubá. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
o Fluxo e Refluxo do Tráfico de Escravos entre o Golfo de Benin e a Baía de Todos os Santos. São Paulo: Corrupio, 1987.
o Ìyàmi Òsòròngà, Minha Mãe a Feiticeira In Artigos (Tomo I) Salvador: Corrupio, 1992.
o Os Mercados Nagôs In Artigos (Tomo I) Salvador: Corrupio, 1992.
o As Mulheres e o Candomblé da Bahia In Artigos (Tomo I) Salvador: Corrupio, 1992.
o Lendas dos Orixás. Salvador: Corrupio, 1981.
o Notes sur le Culte des Orishá et Vodoun à Bahia, la Baie de Tous les Saints au Brésil et à l’Ancienne Côte des Esclaves. Mémoire 51 de l’Institut Français pour l’Afrique Noir - IFAN, Dakar, 1957.
o Notas Sobre o Culto aos Orixás e Voduns. 624pp, b/w photos. Tradução: Carlos Eugênio Marcondes de Moura EDUSP 1999 ISBN 85-314-0475-4
o Notícias da Bahia. Salvador: Corrupio, 1981.
o Orixás: Deuses Iorubás na África e no Novo Mundo. São Paulo: Corrupio, 1993.
o Oxossi: O Caçador. Salvador: Corrupio, 1981.
o “Bori, Primeira Cerimônia de Iniciação ao Culto dos Òrìsà Nàgô na Bahia, Brasil”. In Olóòrisà: Escritos sobre a Religião dos Orixás. São Paulo: Ágora, 1981.
o Photographies: 1932-1962. Paris: Editions Revue Noire, 1993.
o Retratos da Bahia. Salvador: Corrupio, 1980


* Raul Lody
o Pencas e Balangandãs da Bahia, Um estudo etnográfico das jóias e amuletos, Rio de Janeiro, Funarte/Inf, 1988
o O Povo de Santo, Rio de Janeiro, Editora Pallas, 1995 ISBN 85-347-0071-0


* Reginaldo Prandi
o Os Candomblés de São Paulo, Editora Hicitec, USP, São Paulo, 1991 ISBN 85-271-0150-0 (HUCITEC) ISBN 85-314-0034-1 (EDUSP)
o Herdeiras do Axé, Editora Hicitec, USP, São Paulo, 1996 ISBN 85-271-0373-7
o Caminhos de Odu, (Org.) os odus do jogo de búzios, com seus caminhos, ebós, mitos e significa-dos,conforme ensinamentos escritos por Agenor Miranda Rocha em 1928 e por ele revistos em 1998. RJ, Pallas, 2001.
o Mitologia dos Orixás. São Paulo, Companhia das Letras, 2001.

* René Ribeiro
o Cultos Afrobrasileiros do Recife, Recife, 1978


* Rita Amaral
o Festa à Brasileira - Sentidos do festejar no país que “não é sério”. Ed. eBooksBrasil, Internet, 2001.[1]
o Xirê! – O modo de crer e viver do candomblé – Ed. Pallas, Rio de Janeiro, 2002.
o Mitologia dos Orixás do Candomblé Paulista. Ed. mLopes eBooks [2], Internet, 2001.


* Roger Bastide - 1898-1974
o Meidcina e Magia nos Candomblés, Boletim bibliográfico, Ed. Biblioteca Pública Municipal Mario de Andrade, São Paulo, 1950
o O segredo das Hervas, Anhembi, São Paulo, 1955
o Le Principe de coupure et le comportément afro-brésilien, Anais XXXI Congresso Internacional de Americanistas, Anhembi, São Paulo, 1955
o Sociologia do Folclore Brasileiro, São Paulo, Editora Anhambi, 1959
o Estudos afro-brasileiros, Ed Perspectiva, São Paulo, 1973
o O Candomblé da Bahia : rito nagô, tradução de Maria Isaura Pereira de Queiroz, Cia. Editora Nacional, Brasília, 1978
o As Religiões Africanas no Brasil: Contribuição para uma Sociologia das Interpenetrações de Civilizações. São Paulo, Livraria Pioneira Editora, 1989.


* Ruth Landes - 1908-1991
o A Cidade das Mulheres, Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1967

Sérgio Ferretti. o Querebentã de Zomadonu. Etnografia da Casa das Minas do Maranhão, São Luís (EDUFMA) 1985
o Repensando o sincretismo, São Paulo, Edusp, 1995

* Vivaldo da Costa Lima. o Nossos Ancestrais e o Terreiro - A Família de Santo nos Candomblés Jêje-Nagô da Bahia: um estudo de relações intragrupais, Universidade Federal da Bahia, Salvador, Bahia, 1977.

* Waldeloir Rego o Capoeira Angola, ensaio sócio-etnográfico, Editora Itapoan, Salvador, 1968

Os vivos e a morte Jean Ziegler Zahar 1977 Agbula Egungun Itaparica Ilha egun culto

Jean Ziegler
Os vivos e a morte: uma “sociologia da morte” no Ocidente e na diáspora africana no Brasil e seus mecanismos culturais. 
Zahar
1975

Jean Ziegler faz um estudo sobre a morte na cultura africana no Brasil. Ele relata que visitou a Ilha de Agbula, que é a denominação da Casa dos Mortos na Ilha de Itaparica, na Baía de Todos os Santos. A casa é dividida em dois espaços distintos, um reservado aos mortos, o outro aos vivos. (…) No centro da casa, um vaso delimita o espaço reservado aos Egun (mortos) e o destinado aos homens...

Arte Africana Scala Africa MAscaras Dogon Nigéria Objetos rituais etnografia iorubanos etnias divindades etc







Arte Africana

Scala 

Visual Encyclopedia Of Art

2010

brochura original, em muito bom estado de conservação, com 256 pgs., ilustrado, colorido, acabamento em papel especial tipo couché, portugues-ingles, não perca, saiba mais ....

A arte da África subsariana tem uma longa história, embora seja difícil reconstruí-la com precisão porque muitas das obras, em madeira ou em terra, não deixam vestígios e as escavações arqueológicas, que poderiam enriquecer o nosso conhecimento, permanecem uma raridade. 

Este Continente com milhões de habitantes de várias etnias e religiões tem uma história artística multiforme e predominante ritual.

O livro repropõe as obras mais importantes: máscaras, divindades, objetos tribais muitas vezes pouco conhecido e provenientes de países como o Dogon e a Nigéria.



O conceito de África como uma entidade é uma idéia recente e em grande parte artificial. África é composta por culturas muito diversas, tribos, religiões, geografias e tradições e que está mudando constantemente. 

Na provocação ao pensamento sobre arte Africana Bargnaa necessidade de conectar e enfatizar itens únicos relacionando informações etnográficas com a experiência estética. 

A produção rica e variada do continente Africano é vista e interpretado em termos de relação estreita com o mundo do sagrado, do mito e do ritual das práticas religiosas

maravilhosas fotografias de máscaras, esculturas, têxteis, cerâmica e rituais e objetos domésticos testemunhando a enorme diversidade de...


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Maurice Delafosse Los Negros 1931 etnologia africa antropologia nações costumes ritos etc

















Maurice Delafosse

Los  Negros

Labor

1931

Barcelona, 156 pg., encadernação original, boa conservação, com muitas ilustrações em papel especial tipo couché, escasso, não perca saiba mais ...


De lo mal que conocemos a los negros. ; Los negros en los lejanos tiempos passados.; De la edad media a nuestros dias; el colectivismo de los negros; la moralidad de los negros; el arte negro; la literatura negra;


Este livro tem um destaque pioneiro e notável na construção dos estudos africanos, um dos pricipaís livros produzindo a renovação no que diz respeito ao tratamento dos mundos africanos, depois dele a etnologia européia nunca mais seria a mesma depois dele.

Entre outras coisas é curioso notar que a descoberta de África, como o continente  materno, ocorria justamente através do olhar europeu, através da  leitura dos etnógrafos como Maurice Delafosse e Léo Frobenius.

Em seus livros desfazia-se a  imagem negativa dos povos africanos propagada pelo colonialismo, restituindo suas  civilizações e culturas.

Os trabalhos desses homens de ciências valorizavam um  passado julgado sem interesse. À sua luz, dissipavam-se os defeitos injustamente  atribuídos à raça negra: povo sem história, mentalidade primitiva, idólatra,  fetichista...

Em resposta a esses  chavões,  quem desembarcava no reino do Congo no final da Idade Média, ficavam surpresos  diante da multidão agitada, vestida de seda e de veludo, com Grandes Estados  bem ordenados, isso nos menores detalhes, com soberanos poderosos e indústrias  opulentas. Civilizados até os ossos!


Pela primeira vez um intelectual ocidental reconhecia, não apenas o valor da  civilização negra, mas apontava a possibilidade de a África ser o berço da cultura.

O aprofundamento dessa pesquisa gerou a teoria, ainda questionada, de que a  humanidade teria começado no continente africano.

A obra de Delafosse é importante uma vez que, dentre outros  motivos, refutou os estudos racistas das décadas anteriores. Ele questionava a  suposta inferioridade intelectual dos negros, afirmando que ela nunca foi  demonstrada – inúmeras provas do contrário...
 Os esplendores desses povos estavam dissolvidos após as invasões  árabes e depois européias, cujo objetivo foi arrancar milhares de escravos e  inundá-los de álcool do tráfico...

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Maurice Delafosse pioneiro estudioso das questões que envolvem a cultura, filosofia, religião e costumes sudaneses, yoruba, dahomeanos e dogons.

Importa lembrar as pesquisas desenvolvidas que em seu clássico livro sobre as línguas nos fala das línguas faladas no Sudão e na Guiné onde agrupa dezessete grupos.

O Grupo Nígero- Chadiano (engloba 31 linguas ) - segue-se ao oeste aos grupos nilko-chadiano, charitodiano e chadiano. Faz parte deste grupo o hussá falado por quase 4.000.000 de negros espalhados pelas provincias de Sokoto, Gober, Talma, Katsena. o haussá foi a lingua muito falada na Bahia.

Grupo Nígero-Vameruniano (66 linguas)- é dentre os grupos de Sudão e da Guiné o que maior numero contén de línguas distintas. Convém notar neste grupo o Nupé ou Nife ou Tapá, Igebu, Kètú, Jeje, Òbòkun, e principalmente o Yorubé ou Egbá ou Nàgó, línguas essas já faladas no Brasil, havendo a última sido llíngua adotada pelos sudaneses na Bahia.


Grupo Ebúrneo-Dahomeano (48 linguas)- acompanha a costa do Golfo da Guiná, a oeste e ao norte com os grupos nígero-cameruniano e voltaico, até um pequeno recanto na Libéria formado pelo Goia. Este grupo é de todos o mais notável para nós, porquanto a maioria das linguas sudanesas faladas no Brasil a ele pertence : Mahi ( ao norte de Abomei); Mina ou Gebge, Popo ou Gê; Êhue ou Ewe, que era a linguá de Jeje; Fanti e Tchi ou Ashanti ou Achanti, que usavam respectivamente Fantee e Achanti.


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PHILOLIBRORUM-BIBLIOAFRO cultura griot.

9 de abril de 2012

Acaçá - Onde tudo começou: Histórias, vivências e receitas das cozinhas de Candomblé. Pai Cido de Òsun Eyin Arx - 2002 Iabá, Peji, Amalás, Acaçá, Iabassê , candomblé yoruba amalas, iabá, peji, iabasse, cozinha santo, lubaça, gembê, culinaria ritual afro-brasileira, liturgia e ritos em torno da comida dos orixás, segredos, etc...




Acaçá - Onde tudo começou: Histórias, vivências e receitas das cozinhas de Candomblé.
Pai Cido de Òsun Eyin
Arx - 2002

Livro em bom estado de conservação, uma pérola, muito escasso, aproveite.
Temos  um vasto acervo sobre a bibliografia temática afro-brasileira, religião  dos orixás, candomblé, nagô, yorubá, jejê, angola, minas, bantu,  capoeira, Iabá, Peji, Amalás, Acaçá, Iabassê , etc..., saiba mais, pergunte-nos.

Escrever um livro sobre comida que não fosse de culinária comum criou um problema para o babalorixá Cido de Òsun Eyin, baiano que mora em São Paulo desde os 20 anos.

historia vivência receitas cozinha candomblé bahiana terreiro Como fazê-lo?, perguntava-se o religioso, que pediu ajuda aos orixás. Dormiu um dia e sonhou com o acaçá, interpretando a história como "um recado de Oxóssi", o patrono do seu terreiro.

Para quem não sabe ou não está lembrado, acaçá é aquele bolinho cremoso de milho branco enrolado na palha de bananeira, e que ainda pode ser encontrado à venda nas ruas da cidade.

Dentro do Candomblé, informa pai Cido, o acaçá é, simbolicamente, o alimento mais importante. Deve ser ofertado a todos os orixás, em todas as cerimônias, das mais simples às mais complexas, como as de iniciação e passagem. Pensando na iguaria como síntese da importância da comida para o povo de santo, ele chegou
ao formato de Acaçá - Onde tudo começou, que traz o intertítulo Histórias, vivências e receitas das cozinhas de Candomblé.

"O acaçá é o símbolo de paz, a energia branca, remete ao princípio de todas as coisas, à criação", afirma pai Cido.
A partir desse conceito, o trabalho conseguiu mesmo fugir do formato clássico dos livros de receitas, dando um tratamento antropológico ao assunto. Escrito com a colaboração de Rodnei William Eugênio, sociólogo e filho-de-santo de pai Cido, a publicação procura mostrar a importância do alimento no cotidiano das casas de candomblé.

O autor observa que a comida, diferentemente do que acontece em outras religiões, representa um elo fundamental entre os homens e as divindades.

"A comunhão se dá em termos reais e simbólicos, pois o mesmo caruru com arroz e galinha da terra que mata a fome dos homens, antes foi oferecido aos orixás, que a partir de então passam a
dividir a mesa e a compartilhar da alegria de seus filhos", anota pai Cido.

Comer da mesma comida ofertada a Oxum, Oxóssi e outros deuses seria, então, uma maneira de despertar o axé do orixá dentro de cada um de nós.
A primeira parte do livro dá uma geral nos elementos que cercam o ritual do preparo, destacando-se a ida aos mercados e a ação coletiva nas cozinhas. Segundo pai Cido, ingredientes, temperos e modos de preparar são fundamentais para alcançar os propósitos finais. O azeite-de-dendê, diz, assim como o mel e o sal, é uma
espécie de sangue, imprescindível nos rituais de consagração.

"Depois que fiz o santo, tenho me preocupado muito com a forma correta dos pratos. Vejo muita gente fazendo o acaçá de forma incorreta", diz.

Na seqüência, a publicação traz 18 capítulos, cada um dedicado a um orixá e os principais tipos de alimentos que costumam lhe serem servidos. O interessante é que o autor conseguiu fugir de uma abordagem simplista, falando de comida a partir da mitologia
dos orixás e mostrando como os pratos podem variar de acordo com a cultura local. O inhame, por exemplo, está diretamente ligado a Ogum porque, na África, ele é fundamental, simboliza a fartura desejada pelo orixá guerreiro. É a base de muitos pratos naquele continente.

No final do livro, um apêndice com algumas receitas e um pequeno glossário.

Fazer história - Acaçá - Onde tudo começou é o segundo livro de pai Cido, que anteriormente publicou o polêmico Candomblé: a panela do segredo.

Dizendo que está interessado em fazer história e não em escrever livros, ele diz que não recebe nenhum elogio do povo do candomblé. "O candomblé só bate palmas para intelectuais", alfineta pai Cido, definindo-se como uma pessoa simples, mas que tem o que contar. "O intelectual tem a tese e eu vivo o Candomblé, eu sei fazer acaçá, acarajé e abará, sei como funciona, esta é minha vida...


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6 de abril de 2012

Africanos no Brasil Nelson de Senna Queiroz Breyner 1938



Africanos no Brasil

Nelson de Senna

Of. Graf. Queiroz Breyner

1938

Brochura muito bom estado, 297 p.

O livro trata de estudos sobre os negros africanos e influencias afro-negras sobre a linguagem e costumes do povo brasileiro.

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