28 de março de 2012

Benin Está Vivo Ainda Lá: Ancestralidade e Contemporaneidade. Imprensa Oficial, São Paulo, 2007. André Jolly e Emanoel Araujo, Curadores - Charles Placide; um barrista, Euloge Glèlè, um escultor de máscaras tradicionais Gèlèdes, Kifouli Dossou; um criador de roupas rituais dos Eguns e dos Gèlèdès, Pascal Adjinakou; o pintor de placas de propaganda, estabelecido em Cotonou, Lambustagor , e ainda o famoso Alphonse Yemadje, patriarca de uma família de criadores de apliques da história dos Reis Abomè, e a oficina de costura e bordado de Abdoul-Ramane. A famosa festa dos voduns. O mercados do Benin. Festa dos Somba. Toda a beleza e encanto pessoal e ritual dos Fon, Mina e Yorubá pela lente de Charles Placide. Mascáras Geledés. Pinturas culticas dos Fon. Cerimoniais Voduns. Vestimenta ritualistica. Emblemas dos reis do Abomey.

















Benin Está Vivo Ainda Lá: Ancestralidade e Contemporaneidade.  

Imprensa Oficial, São Paulo, 2007.

André Jolly e Emanoel Araujo, Curadores


livro em brochura original, bom estado de conservação, belamente ilustrado, papel couché de primeira qualidade, formato grande, com 287 páginas, impressão impecável, textos em bilingue em portguê e francês, soberba obra para o acervo bibliotemático sobre a Africa, escasso, não perca, saiba mais...



Interessantes aspectos simbolizados pelo fotógrafo Charles Placide; um barrista, Euloge Glèlè, um escultor de máscaras tradicionais Gèlèdes, Kifouli Dossou; um criador de roupas rituais dos Eguns e dos Gèlèdès, Pascal Adjinakou; o pintor de placas de propaganda, estabelecido em Cotonou, Lambustagor , e ainda o famoso Alphonse Yemadje, patriarca de uma família de criadores de apliques da história dos Reis Abomè, e a oficina de costura e bordado de Abdoul-Ramane. A famosa festa dos voduns. O mercados do Benin. Festa dos Somba. Toda a beleza e encanto pessoal e ritual dos Fon, Mina e Yorubá pela lente de Charles Placide.
Mascáras Geledés. Pinturas culticas dos Fon. Cerimoniais Voduns. Vestimenta ritualistica. Emblemas dos reis do Abomey.


Dez dias no Benin.; Deuses da Africa.; Estúpidos e inúteis. ; ; Emanoel Araújo; Charles Placide. Discrso de adeus do Rei Béhanzin. Arte Ritual. ; Pierre verger; Cecilia Schalach.; Aston; André jolly.; Roger Bastide; Artistas do Benim, artistas do mundo.; Uma Viagem Sentimental às Antigas Terras de Daomé. Isidore Benjamis Amédée Monsi; Benin brasil.; Thomas Boni Yayi.;

Ó Benin, por tantas vezes sonhado, por tantas vezes imaginado vivendo preciosos momentos saudosos pelos Eguns de Porto Novo que vieram dançar só para nós! Quanta honra! Nesse encontro com essas divindades ancestrais conduzidas pelos velhos ogés do culto religioso, que dançavam ao som de muitos atabaques e tambores rufando, repetindo as falas de boas-vindas aos grupos. 
 
Esperamos ter feito um quase completo panorama da arte, do sagrado e do cotidiano do Benin.

Estamos certos de termos fortalecidos os seus profundos laços de fraternidade com as antigas terras de Daomé, para além da história, da memória e da ancestralidade de uma viagem de descobertas para reafirmar que o Benin está vivo ainda lá e aqui ainda permanecem as suas ancestrais raízes.”


Trata-se de uma clara mostra da formidável potencialidade de um dos povos mais criativos da África – e que é, também, um dos berços fundamentais de todos nós, brasileiros. Uma das mais vigorosas raízes da nossa origem, da nossa identidade.

De Benin vieram, escravizados, os homens e mulheres que deram vida e impulso para a economia do Brasil em seus tempos de colônia portuguesa desde o século XVI.

Foram eles os responsáveis por boa parte da riqueza produzida no Brasil, nos tempos do açúcar e do ouro.  O Benin, terra da arte e da criatividade, raiz de todos nós, foi mostrado ao Brasil pela primeira vez por um antropólogo e fotógrafo estrangeiro de nascimento, brasileiro e africano de alma: Pierre Verger.

E foi e é também a terra para onde regressaram muitos brasileiros depois da abolição da escravatura, os Agudas, que até hoje mantêm, lá, hábitos e costumes que seus antepassados levaram daqui nesse retorno.

O Benin é hoje um pequeno país africano, mas foi um dia o reino de Daomé (ou também Costa dos Escravos). É impressionante como não conhecemos praticamente nada deste país, dada a sua importância para a nossa cultura: a maioria dos escravos que veio para o Brasil partiu de lá; comidas como o Acarajé, o Inhame e o Azeite-de-Dendê são do Benin; o Candomblé e o Vodu, religiões do país....

África Negra: História e Civilizações. 2 volumes. Elikia M’Bokolo. Ufba - 2009


África Negra: História e Civilizações. 2 volumes.


Elikia M’Bokolo.

Ufba - 2009

 livro em brochura, bom estado, escasso,coda58-x32,não perca, saiba mais...

O Tomo I cobre um dos períodos menos conhecido da história africana.

Trata-se de um livro reflexivo e crítico que traça uma ampla escala de análise sobre origens e antiguidade das civilizações africanas. Longe de estar recheado apenas com as continuidades, este tempo do passado africano foi repleto de intervenções contínuas, sob a forma de uma incessante bricolagem, adaptações e rupturas radicais.

O Tomo II, por sua vez, traz questões mais contemporâneas da África Negra, fazendo uma reflexão histórica e uma abordagem particular, mas global, sem excluir o passado da região e suas revoluções mais recentes, através de documentos, bibliografia complementar, dados estatísticos, mapas e outros recursos. Localiza fatos econômicos, políticos e culturais, abordando problemas do mundo atual.

M’Bokolo é um renomado historiador e escritor de origem congolesa.

África Negra: História e Civilizações Tomo I Ano: 2009,páginas: 626. - Tomo II, páginas: 754.


Temos um vasto acervo sobre a bibliografia temática afro-brasileira, religião dos orixás, candomblé, nagô, yorubá, jejê, angola, minas, bantu, capoeira, etc..., saiba mais, pergunte-nos.

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Biblioafro Livros sobre a temática negro-africana.

Biblioafro Livros sobre a temática negro-africana. Hertz, Race and Civilization (translated by Levetus and Entz), New York, 1928. Huxley and Hadden, We Europeans, New York, 1936. Bunche, A World View of Race, Washington, 1936. Von Eickstedt, Rassenkunde und Rassengeschichte der Menschheit, Stuttgart, 1937-39. El Bekri, Description de l'Afrique, Paris, 1913 (de Slane translation, new edition). Edrisi, Description de l'Afrique et de l'Espagne, Leyden, 1866 (Rozy and de Goeje translation). Kati, Tarikh el-fettach, Paris, 1913 (Houdas et Delafosse translation). Es'Sadi, Tarik es Sudan (translation by Houdas), Paris, 1900. Ibn Batuta, Voyage dans le Soudan (de Slane translation), Paris, 1843. Seligman, Les Races de l'Afrique, Paris, 1935. Seligman, Races of Africa, London, 1930. Hooton, Apes, Men and Morons, New York, 1937. Hooton, Up from the Ape, New York, 1931. Van Oberbergh, Les Negres d'Afrique, Brussels, 1913. Frazer, Native Races of Africa and Madagascar, London, 1938. Linton, The Study of Man, New York, 1936. Barzun, Race, New York, 1937. Haddon, A. C., The Races of Man and Their Distribution, London, 1924. Fitzgerald, W., Africa: A Social, Economic and Political Geography of Its Major Regions, London, 1934. Chapter 2 THE VALLEY OF THE NILE Budge, The Egyptian Sudan, London, 1907. Budge, A History of Ethiopia, Nubia and Abyssinia, London, 1928. -- 386 -- Hansberry, "Sources for the Study of Ethiopian History," Howard University Studies in History, November, 1930. Chamberlain, "The Contribution of the Negro to Human Civilization," Journal of Race Development, April, 1911. Thompson and Randall-MacIver, Ancient Races in Thebaid, London, 1905. Garstang, Sayce and Griffin, Meroe, Oxford, 1911. Bent, The Sacred City of the Ethiopians, London, 1893. Chapter 3 THE NIGER AND THE DESERT Frobenius, Voice of Africa (translated by Blind), London, 1913. Mai Idris of Bornu, Lagos, 1926. Cooley, The Negro Land of the Arabs, London, 1841. Delafosse, Les Noirs de l'Afrique, Paris, 1921. Delafosse, Civilizations Negro-Africaines, Paris, 1925. Delafosse, Negroes of Africa (translated by Fligemen), Washington, 1931. Du Bois, Timbuctoo the Mysterious, London, 1896. Lugard, A Tropical Dependency, London, 1911. Chapter 4 CONGO AND GUINEA Torday, On the Trail of the Bushongo, London, 1925. Johnston, Liberia, New York, 1906. Hayford, Native Gold Coast Institutions, London, 1903. Morel, Red Rubber, London, 1906. Harris, Dawn in Africa. Ellis, Tshi Speaking Peoples, London, 1887. Ellis, Ewe Speaking Peoples, London, 1887. Ellis, Yoruba Speaking Peoples, London, 1887. Blyden, Christianity, Islam and the Negro Race, London, 1887. Stanley, Congo and the Founding of the Free State, London, 1885. Herskovits: Dahomey, New York, 1938. Mae and Boone, Les Peuplades du Congo Belge, Brussels, 1935. Perham, M., Native Administration in Nigeria, London, 1937. Rattray, R. S., Religion and Art in Ashanti, London, 1927. Penha-Garcia, Comte de (Editor): Les colonies portugaises, 1931. Meek, C. K., Law and Authority in a Nigerian Tribe, London, 1937. Meek, C. K., The Northern Tribes of Nigeria, London, 1925. Talbot, P. A., The Peoples of Southern Nigeria, London, 1926. -- 387 -- Chapter 5 FROM THE GREAT LAKES TO THE CAPE Schweinfurth, Heart of Africa (translated by Frewer), London, 1873. Hunter, Reaction to Conquest, London, 1936. Huxley, Africa View, London, 1931. Christian Students and Modern South Africa, Fort Hare, 1930. Barnes, Caliban in Africa, Philadelphia, 1931. Leys, Kenya, London, 1924. Leys, Last Chance in Kenya, London, 1931. Junod, H. A., The Life of a South African Tribe, London, 1927. Schapera, I., The Bantu-speaking Tribes of South Africa, London, 1937. Schapera, I., The Khoisan Peoples of South Africa: Bushmen and Hottentots, London, 1930. Cobb, The Thermopylae of Africa, Nairobi, 1923. Bryce, Impressions of South Africa, 1897. Stow, Native Races of South Africa, London, 1910. Theal, History and Ethnography of Africa South of the Zambesi, London, 1910. Walker, History of South Africa, London, 1928. Johnston, Uganda Protectorate, London, 1904. Chapter 6 THE CULTURE OF AFRICA Westerman, The African To-day, London, 1934. Schneider, Die Kulturfaehigkeit des Negers, Frankfurt, 1885. African Negro Art, edited by J. J. Sweeney, New York, 1935. Johnston, Comparative Study of the Bantu and Semi-Bantu Languages, Oxford, 1922. Ellis, Negro Culture in West Africa, New York, 1914. Cendrars, The African Saga, New York, 1927. Schweinfurth, Artes Africanae, Leipzig, 1875. Werner, The Language Families of Africa, London, 1925. Werner, Structure and Relationship of African Languages, London, 1930. Guillaume and Monroe, Primitive Negro Sculpture, New York, 1925. Hayford, Gold Coast Institutions, London, 1903. Randall and MacIver, Mediaeval Rhodesia, New York, 1906. La Croisière Noire, Paris, 1927. Africa, The Journal of the International Institute of Languages and Cultures, Volumes I-XI, Oxford University Press. Frobenius, Atlantis, Munich, 1921-1928. Junod, The Life of a South Africa Tribe, London, 1927. Ward, Voice from the Congo, New York, 1910. -- 388 -- Spratlin, Juan Latino, New York, 1938. Thurnwald, Economics in Primitive Communities, London, 1932. Smuts, General J. C., Africa and Some World Problems, London, 1930. Mair, L. P., An African People in the Twentieth Century, London, 1933. Chapter 7 THE TRADE IN MEN Du Bois, Suppression of the African Slave Trade, Cambridge, 1896. Wyndham, The Atlantic and Slavery, London, 1935. Clarkson, History of the Abolition of the African Slave Trade, London, 1808. Williams, Whence the "Black Irish" of Jamaica? New York, 1932. Drake, Revelations of a Slave Smuggler, New York, 1860. Foote, Africa and the American Flag, New York, 1854. Williams, "Africa and the Rise of Capitalism," Howard University Studies in History, Volume I, No. 1. 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Consult also: "The United States Census," The Atlanta University Studies, 1896-1914; writings of Charles W. Chesnutt, Paul Laurence Dunbar, Countée Cullen, Jessie Fauset, and James Weldon Johnson. Chapter 11 BLACK EUROPE Raw Materials and Colonies, Royal Institute of International Affairs, London, 1936. Barnes, Caliban in Africa, Philadelphia, 1931. Middleton, The Rape of Africa, New York, 1936. Guernier, L'Afrique, Paris, 1933. Simon, Slavery, London, 1929. Woolf, Empire and Commerce in Africa. Statesman's Yearbook, London, 1938. Mair, Native Policies in Africa, London, 1936. Hunter, Reaction to Conquest, London, 1936. Worthington, E. B., Science in Africa, London, 1938. Chapter 12 THE LAND IN AFRICA Leys, Kenya, London, 1924 Leys, Last Chance in Kenya, London, 1931. -- 390 -- Hayford, The Truth About the West African Land Question, London, 1913. Olivier, Anatomy of African Misery, London, 1927. Chapter 13 THE AFRICAN LABORER Orde-Browne, The African Labourer, London, 1933. Shephard, Economics of Peasant Agriculture and the Gold Coast, 1936. Olivier, White Capital and Coloured Labour, 2nd Ed., London, 1929. Padmore, How Britain Rules Africa, London, 1936. Maran, Batouala, Paris, 1921. Davis, Modern History and the African, London, 1933. "The Recruiting of Labour in Colonies," etc., International Labour Conference, Geneva, 1935. Knowles, Economic Development of the British Overseas Empire, Volume II, Union of South Africa, London, 1936. Report of the Financial and Economic Commission of Northern Rhodesia, London, 1938. Frankel, S. H., Capital Investment in Africa, London, 1938. Report of the Native Economic Commission, Union of South Africa, 1932. Chapter 14 THE POLITICAL CONTROL OF AFRICA Johnson, Toward Nationhood in West Africa, London, 1928. Davis, Modern History and the African, London, 1933. Buell, The Native Problem in Africa, Volumes I and II, MacMillan, 1928. Hailey, An African Survey, London, 1938. Lugard, The Dual Mandate in British Tropical Africa, London, 1929. Fox-Bourne, Civilization in Congoland, London, 1903. Twain, King Leopold's Soliloquy, London, 1907. De Bono, Anno XIII, London, 1937. Macmillan, W. H., Complex South Africa, London, 1932. Schapera, L. (Editor), Western Civilization and the Natives of South Africa, London, 1934. Thurnwald, R., Black and White in East Africa, London, 1936. Rogers, H., Native Administration in the Union of South Africa, London, 1933. Brooks, E. H., The Colour Problems of South Africa, London, 1934. Brooks, E. H., History of Native Policy in South Africa, Cape Town, 1927. -- 391 -- Chapter 15 EDUCATION IN AFRICA Christian Students and Modern South Africa, Fort Hare, 1930. Jones, Education in East Africa, London, 1925. Jones, Education in Africa (West, South and Equatorial), New York, 1922. Mumford and Orde-Browne, Africans Learn to be French, [1936]. Oldham, Christianity and the Race Problem, New York, 1924. Sharp, The African Child, London, 1931. Congo Missionary Conference, 1921, Bolobo, 1921. Loram, Education of the South African Native, London, 1917. Westerman, D., Africa and Christianity, London, 1937. Oldham, J. H., and Gibson, B. D., The Remaking of Man in Africa, London, 1931. Chapter 16 THE FUTURE OF WORLD DEMOCRACY "Poor White Problem in South Africa," Report of the Carnegie Commission, Stellenbosch, 1932. Hayford, Ethiopia Unbound, London, 1911. Oldham, White and Black in Africa, London, 1930. Smuts, Africa and Some World Problems, Oxford, 1930. Thwaite, The Seething African Pot, London, 1936.


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26 de março de 2012

A Influencia Religião Afrobrasileira na Obra Escultorica de Mestre Didi Jaime Sodre Edufba - 2006.


A Influencia Religião Afrobrasileira na Obra Escultorica de Mestre Didi

Jaime Sodre

Edufba -  2006.

Livro em muito bom estado de conservação,coda58-x8,capa brochura, não perca, saiba mais...

Este trabalho analisa a influencia dos elementos simbolicos, ritualistas e esteticos contidos na pratica da religião afro-brasileira - O candomble - na obra escultorica de Deoscoredes Maximiliano dos Santos, Mestre Didi, Asipa, Alapini; Livro em ótimo estado de conservação.

O livro faz uma rica análise do papel imprescindível que a religiosidade afro-brasileira desempenhou na produção artística desenvolvida pelo Mestre Didi.

As esculturas são confeccionadas com contas, búzios, couro e hastes palmeira, inspiradas em mitos, lendas e objetos de culto aos orixás.

Suas obras fazem parte do acervo do Museu Picasso, em Paris, do MAM de Salvador e do Rio de Janeiro, Museu Afro-Brasileiro em São Paulo, entre vários outros museus estrangeiros. Mestre Didi é artista plástico e sacerdote do culto de matriz africana na Bahia.

Antropologia, etnografia, cultura, religião, costumes, tradição ritualística, etc..


Levando em conta os aspectos históricos da formação da sociedade brasileira, somos remetidos à presença dos negros no Brasil na condição de escravos, de indivíduos oriundos da África, que trouxeram, vinculado a seus infortúnios, um acervo cultural que, transformado em resistência e submetido às adaptações necessárias, sobreviveu até os nossos dias, constituindo-se em elemento de identidade negra, reivindicando, principalmente, por segmentos elaboradores de uma postura definida como “negritude”, que valoriza sobremodo a vertente africana.

Se outrora as condições de ascensão social exigiam uma negação ou o mascaramento do que seria “negro-africano”, hoje, é, a afirmação desse legado, um elemento importante para o existir, enquanto agente social no exercício de uma cidadania plena, dos descendentes das levas de escravos que lograram chegar ao Brasil Colônia...

Temos disponibilidade de outros volumes da coleção Escritos sobre a religião dos Orixás.


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21 de março de 2012

OLÓÒRÌSÀ ESCRITOS SOBRE A RELIGIÃO DOS ORIXÁS Verger, Lépine, Bastide, Nagô, Yorubá, Jejê.








OLÓÒRÌSÀ ESCRITOS SOBRE A RELIGIÃO DOS ORIXÁS Verger, Lépine, Bastide, Nagô, Yorubá, Jejê.

Título: OLÓÒRÌSÀ : ESCRITOS SOBRE A RELIGIÃO DOS ORIXÁS 1.

Autor: COORDENADOR E TRADUTOR CARLOS EUGÊNIO MARCONDES
DE MOURA; AUTORES ROGER BASTIDE, Verger, Lépine, et al.

Editora: Ágora

Ano: 1981

Páginas: 188 + x.



Comentário: O LIVRO ESTÁ BEM CONSERVADO, BROCHURA ORIGINAL, CONTÉM MUITAS ILUSTRAÇÕES.

ESTE MARAVILHOSO LIVRO INDISPENSÁVEL A TODOS AQUELES QUE PROCURAM CONHECER CIENTIFICAMENTE, DENTRO DO QUE SEJA POSSÍVEL, A RELIGIÃO DOS NAGÔS, E DOS AFRICANOS POR EXTENSÃO, FONTE PRIMEIRA DAS RELIGIÕES DOS ESCRAVOS TRAGOS PARA O BRASIL.

ESTE VOLUME LANÇADO EM 1981, ESGOTADO EM POUCO TEMPO DÁ INICIO A HOJE CONSAGRADA SÉRIE ?ESCRITOS SOBRE A RELIGIÃO DOS ORIXÁS? COORDENADA PELO PROF. CARLOS EUGENIO DE MOURA.

Um dos objetivos da série de escritos sobre a religião dos orixás, voduns e inquices é colocar novamente em circulação ensaios e artigos publicados nas décadas de 1940 a 1960 pelos pioneiros dos estudos sobre as religiões afro-brasileiras (Édison Carneiro, Bastide, Herskovits, Verger e Costa Eduardo), com ênfase no candomblé. Tal produção, divulgada em publicações especializadas, tornou-se de difícil acesso. Outro propósito é divulgar ensaios inéditos de autores contemporâneos, a nova geração de antropólogos, sociólogos e psicólogos que vêm aprofundando, revisando e abrindo novos caminhos para o entendimento da religiosidade afro-brasileira. A produção dos africanistas ilumina certos aspectos da religião, tal como é praticada atualmente no Benin e Nigéria, ao revelar a manutenção de valores tradicionais, descrever e analisar procedimentos rituais, apontar tendências de adaptação ou renovação de conhecimentos e, sobretudo, possibilitar a realização de estudos comparativos em relação ao Brasil.

Artigos de Roger Bastide: CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA ADVINHAÇÃO EM SALVADOR (BAHIA);

Pierre Verger: BORI, PRIMEIRA CERIMÔNIA DE INICIAÇÃO AO CULTO DOS ORIXAS NAGOS NA BAHIA;

Claude Lepine: OS ESTEREÓTIPOS DA PERSONALIDADE NO CANDOMBLÉ NAGÔ;

Juana Elbein dos Santos e Deoscoredes M. dos Santos: O CULTO DOS ANCESTRAIS NA BAHIA/ OCULTO DOS EGUNS;

Vivaldo da Costa Lima: OS OBÁS DE XANGÔ;

Giselle Cossard-Binon: A FILHA-DE-SANTO;

Liana M.Salvia Trindade: EXU/PODER E MAGIA.

Prefácio do Prof. Dr. Rui Coelho.

"Os trabalhos que estão reunidos nesta coletânea ilustram a posição moderna em etnologia, que consiste em captar o sentido de uma cultura pela tentativa de penetrar no seu interior. Ritos, cerimônias, conjuntos de crenças, sistemas simbólicos das religiões afro-brasileiras não são mais reportados a esquemas conceptuais que lhes dão o sentido.

Inversamente, são lidos como textos que produzem sentido. Acredito que tal mudança se deve sobretudo às pesquisas de Roger Bastide e Pierre Verger, sem prejuízo de outras influências. (...) O candomblé, a macumba, e sobretudo a umbanda não se acham mais confinados a âmbitos regionais estritos, nem a classes sociais determinadas. Espalham-se por todo o território nacional e pervagam a estrutura social da base ao ápice. Não mais se isolam como herança africana exótica, mas se impõem como parte integrante da cultura brasileira, que talvez tenham sido sempre." (Ruy Coelho)

Temos disponibilidade de outros volumes da coleção Escritos sobre a religião dos Orixás.


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10 de março de 2012

Portugal atlantico: poemas da Africa e do mar Casimiro, Augusto. Literatura poesia negro africana luso europeia, etc...


Portugal atlantico: poemas da Africa e do mar

Casimiro, Augusto

[Lisboa] Agencia Geral do Ultramar, Divisão de Publicações e Biblioteca,

1955 162 p. ; 24 cm.

Temos condição de conseguir muitos outros títulos da área, diga-nos quais você precisa e lhe daremos a resposta.

Envio em até 24 horas após a confirmação de pagamento com confirmação via e-mail e número de postagem .

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9 de março de 2012

The way of the Orisa. Philip John Neimark Preface by Dr. Afolabi Epega.




The Way of the Orisa: Empowering Your Life Through the Ancient African Religion of Ifa.

Philip Neimark

Harper Collins

1993

brochura original, com raras fotos que ilustram o texto, com 208 Paginas, escasso, saiba mais ....

Trazida para as Américas por escravos, a filosofia de 8.000 anos de Ifá originou-se com os povos iorubás da África Ocidental.  

Mensagem duradoura Ifa de força e paz interior, que oferece uma forma de harmonizar os nossos objetivos espirituais e mundanos, desfruta um ressurgimento no Ocidente.

Escrito por um ávido estudante e praticante realizado, o livro fornece uma visão muito bem fundamentada sobre os Orixás, os espíritos de mensagens poderosas que atuam como nossos guardiães pessoais


Através de fábulas, rituais, orações e orientações simples, Philip Neimark mostra como podemos aprofundar os nossos objetivos pessoais e profissionais, cultivando e conhecendo a energia dos Orixás.

Philip Neimark é um alto sacerdote de Ifá, Oluo - Fagbamila. Erudito que juntamente com Epega escreveu o "Sacred Ifá.". Fagbamila aprendeu aos pés do sábio yorubá Afolabi Epega sobre a vida, sobre a naturezam, sobre o orixá.

Bàbáláwo que se preze morre dizendo: “Mo nko Ifá” (“Estou aprendendo Ifá”).

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Boyhood Rituals in an African Society. An Interpretation. Simon Ottenberg University of Washington Press 1989 nigeria igbos ritos de passagem africa crianças iniciação sociedades secretas nigerianas etnografia antropologia rituais ritos iniciação


Boyhood Rituals in an African Society. An Interpretation.

Simon Ottenberg

Seatle and London - UW Press

1989

capa dura original em , ótimo estado, escasso, com XXIV + 344 pp. + 16 platepages, ilustrado com fotos do autor de suas pesquisas de campo entre os Igbós da Nigéria, sobre capa, não perca, saiba mais...

Alguns assuntos abordados na obra: A Note on Pronunciation. Infancy. Two to five. Growing up. The initiations. Final maturation.  Variations in the first-son initiation. Variations in the second initiation. Variations in the Isubu Eda initiations, Ukpu Ekwo.The personal spirit Ma Obu; Festival Iko Udumini; Boys secret societies- Obiogo Egbele; Mgba; Ajabá; Ego people; Nigerian pre-igbo; The child prepared; Ewa Anohia;    Illustrations. Maps. Figures. Tables. Photographs. Appendices. Bibliography. Index. Illustrated lining papers. Red cloth boards with silver title on spine. Pictorial Dust Jacket. Anthropological study of boyhood in southeastern Nigeria. Rites of Passage.


Um estudo antropológico da infância em um grupo de aldeias Igbo , Afikpo, no sudeste da Nigéria.Boa parte do livro é dedicado a descrição e análise dos ritos de iniciação de adolescentes, proporcionando uma visão mais próxima e detalhada dos rituais que em sua maior parte só foram abordados na literatura.A Compreensão de Ottenberg da dinâmica dos símbolos e seus significados não declarados contribui para o estudo do processo ritual em qualquer sociedade. S efalássemos apenas dos dados sobre a iniciação ritual, sozinhos, já prestariam uma grande contribuição para a etnografia Africana. O material descritivo de  Ottenberg sobre o sigilo masculino e distinções relacionadas com o gênero fornecem uma boa base para uma compreensão mais geral das sociedades secretas da África Ocidental.Seu exame de todas as fases da infância  Afikpo - não apenas o início - revela como uma sociedade chega a um acordo com as necessidades específicas da infância, enquanto resposta às necessidades da sociedade para produzir um certo tipo de adulto. 

 Ottenberg rejeita a noção comum de que um adolescente chega a sua iniciação como uma tábula rasa sobre a qual a instrução da sociedade é gravada, ele também rejeita a suposição igualmente comum que a iniciação marca uma síntese ou conclusão de socialização.Em vez disso, Ottenberg analisa ritos de iniciação no contexto dos meninos "experiências anteriores, como parte de um processo contínuo e inacabado de socialização. Ele traça a vida e as experiências dos meninos desde o nascimento até o início do adolescente para a idade adulta, com foco no aspecto ritual, estes rituais através do seu conteúdo simbólico revelam atitudes de uma sociedade e de seus valores.faz uma contribuição significativa para a antropologia psicológica e estudos africanos, mas também será de interesse para outros estudiosos preocupados com o estudo cross-cultural de socialização e de infância.



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