17 de novembro de 2011

The shango cult in Trinidad. Caribbean monograph series. Simpson, George Eaton The Shango cult in Trinidad. Institute of Caribbean Studies, University of Puerto Rico 1965





The shango cult in Trinidad.


Caribbean monograph series.

George Eaton Simpson

The Shango cult in Trinidad.

Institute of Caribbean Studies, University of Puerto Rico

1965



bom estado de conservação, escasso, não perca, saiba mias... com 140p. com ilustrações.

Introduction;
The bilief system of Shango;
ritual and ceremonies.
Healing and Conjuring.
Cult organization and community attitudes toward Shango
acculturation Shango cult Trinidad Shango
Interpretations....

George Simpson develops further his long-term interest in acculturation in Afro religions of the Caribbean.

Building upon his earlier studies of Jamaican and Haitian cults and bringing in materials from Cuba, Brazil, and other areas as well, he draws many more comparisons than he was able to in previous works.

His emphasis centers on the similarities and differences between Trinidadian Shango and its antecedents in the Yoruba religion of southern Nigeria.

Comparisons with other Caribbean cults deal mostly with specific beliefs and ritual patterns.


Although Simpson is concerned with the process of acculturation, his monograph remains heavily descriptive and analytical, giving only minor attention to the historical development of the cult and to its cultural context.

It includes extensive and detailed information on such items as the various gods, or “powers,” and their characteristics, behavior during possession, ceremonial paraphernalia and ritual actions, beliefs in demons, taboos, medical ideas and practices, conjuring, and cult organization.

This emphasis on the presentation of primary data, while useful to the specialist, does
not give the general reader a picture of any systematic whole-of an integrated cult
with a definite world view operating in terms of a largcr culture. The inclusion of many
miscellaneous beliels, curing materials and practices, and magical rituals which are not
part of the cult but general in lower-class Trinidadian culture does not help in this
respect.

The main difficulty seems to be one of tracing the relationships between Shango and other institutions.

Probably the most interesting and valuable sections of the monograph are those which compare Shango patterns with those of other Caribbean cults.

This reviewer was particularly impressed with the discussion of possession, its various expressions, and the relationships between trance behavior and personality characteristics.

Also, Simpson’s interpretations of the acculturative process in Trinidadian Shango contain many interesting and provocative hypotheses and theoretical comments.

The analysis of acculturation follows Herskovits’ scheme of tracing African retentions, Afro-European syncretisms, and reinterpretations of African and European forms, but Simpson goes
further, applying functionalist theory to interpret and explain these survivals and changes...




Trabalhamos com um vasta acervo sobre o tema.

Temos condição de conseguir muitos outros títulos da área, diga-nos quais você precisa e lhe daremos a resposta.

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Temos um vasto acervo sobre a bibliografia temática afro-brasileira, religião dos orixás, candomblé, nagô, yorubá, jejê, angola, minas, bantu, capoeira, etc..., saiba mais, pergunte-nos.


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cultura griot.

3 de novembro de 2011

Abdias do Nascimento.

Abdias do Nascimento (Franca, 14 de março de 1914 — Rio de Janeiro, 24 de maio de 2011) foi um político e ativista social brasileiro.

Foi um dos maiores defensores da defesa da cultura e igualdade para as populações afrodescendentes no Brasil, nome de grande importância para a reflexão e atividade sobre a questão do negro na sociedade brasileira. Teve uma trajetória longa e produtiva, indo desde o movimento integralista, passando por atividade de poeta (com a Hermandad, grupo com o qual viajou de forma boêmia pela América do Sul), até ativista do Movimento Negro, ator (criou em 1944 o Teatro Experimental do Negro) e escultor.

Após a volta do exílio (1968-1978), insere-se na vida política (foi deputado federal de 1983 a 1987, e senador da República de 1997 a 1999 assumindo a vaga apos a morte de Darcy Ribeiro), além de colaborar fortemente para a criação do Movimento Negro Unificado (1978). Em 2006,em São Paulo, criou o dia 20 de Novembro como o dia oficial da consciência negra. Recebeu o título de doutor honoris causa da Universidade de Brasília. Autor de vários livros: "Sortilégio", "Dramas Para Negros e Prólogo Para Brancos", "O Negro Revoltado", e outros.

Foi também professor benemérito da Universidade do Estado de Nova Iorque.

Foi casado quatro vezes. Sua terceira esposa foi a atriz Léa Garcia, com quem teve dois filhos, e a última a norte-americana Elizabeth Larkin, com quem teve um filho.


Publicações

* "Africans in Brazil: a Pan-African perspective" (1997)
* "Orixás: os deuses vivos da Africa" (Orishas: the living gods of Africa in Brazil) (1995)
* "Race and ethnicity in Latin America - African culture in Brazilian art" (1994)
* "Brazil, mixture or massacre? essays in the genocide of a Black people" (1989)
* "Sortilege" (black mystery) (1978)
* "Racial Democracy in Brazil, Myth or Reality?: A Dossier of Brazilian Racism" (1977)

Filmografia

* Cinema de Preto (2005)
* Cinco Vezes Favela (1962)
* Terra da Perdição (1962)
* O Homem do Sputnik (1959)

Olhar Europeu Negro Rugendas Debret Marc Ferrez Victor Frond




Olhar Europeu: O Negro na iconografia brasileira do século XIX

Boris Kossoy - ; CARNEIRO, Maria Luizza Tucci Carneiro.

São Paulo: EdUSP, 2002. 235 p..

Pretende contribuir para a reconstituição histórica, apresentando elementos para o estudo das mentalidades e do cotidiano do negro no Brasil. Obra resultante de pesquisa realizada para a exposição "O negro na iconografia brasileira do século XIX: a visão européia".


descrição: Estudos Afro-Brasileiros, Artes no Brasil, Iconografia Brasiliana, Brochura, 26 x 22 cm, 235 pgs; Com 78 pranchas coloridas e p/b.

Reproduções de Obras de : Rugendas, Debret, Marc Ferrez, Victor Frond e muitos outros; Excelente estado.

c/ sobrecapa; Ilustrado com fotografias em pb. A iconografia do negro e da escravidão tem servido, ao longo do tempo, apenas como "ilustração artística". Porém, as imagens produzidas pelos europeus que visitaram o Brasil no século XIX mostram-se ideologicamente em consonância com os relatos dos cronistas e cientistas viajantes, que abordaram o cotidiano da escravidão.

livro semi-novo em excelente estado de conservação.Prêmio Jabuti 1995 - categoria Produção
Editorial;

Nessa obra, a partir da iconografia, os autores recuperam o sentido dessa visão de mundo e reconstituem, em termos de um itinerário de imagens, o papel desempenhado pelo negro. Aqui, as imagens usadas como fontes históricas e meios de conhecimento, além de contribuírem para o trabalho de reconstrução histórica, trazem elementos para o estudo das mentalidades;

a iconografia do negro e da escravidão tem servido, ao longo do tempo, apenas como 'ilustração artística'. porém, as imagens produzidas pelos europeus que visitaram o brasil no século xix mostram-se ideologicamente em consonância com os relatos dos cronistas e cientistas viajantes, que abordaram o cotidiano da escravidão. trata-se de um olhar europeu, moldado por valores etnocêntricos. nessa obra, a partir da iconografia, os autores recuperam o sentido dessa visão de mundo e reconstituem, em termos de um itinerário de imagens, o papel desempenhado pelo negro. aqui, as imagens usadas como fontes históricas e como meios de conhecimento, além de contribuírem para o trabalho de reconstrução histórica, trazem elementos para o estudo das mentalidades.

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Descoredes Maximiliano dos Santos. Autos Coreográficos, Mestre Didi, 90 anos. Org. e Introdução Juana Elbein dos Santos.



Descoredes Maximiliano dos Santos.

Autos Coreográficos, Mestre Didi, 90 anos.

Org. e Introdução Juana Elbein dos Santos.

Sociedade de Estudos da Cultura Negra no Brasil / Corrupio.

2008


Livro em capa dura original, fartamente ilustrado, tiragem especial com tiragem reduzida, em papel Couché Fosco, com desenhos de Eneida Sanches, acompanha Cd de áudio de cânticos pelo próprio Alapini.

Em celebração aos 90 anos de Didi - Deoscoredes Maximiliano dos Santos, Exemplo e Baluarte de Integridade, Sensibilidade e Sabedoria, a Sociedade de Estudos da Cultura Negra no Brasil - SECNEB e sua família, acompanharam toda a sua trajetória. Ele é o supremo sacerdote do culto aos ancestrais, herdou a capacidade de transpor seus ensinamentos e valores para peculiar escrita e teatralização. Biografias, Diários, Memorias & Correspondências

Em celebração: 90 anos.
Mestre Didi é Alapini, sacerdote do culto Egun.
Troça carnavalesca pai Burukô em Folia: o afoxé e o africanismo baiano.
Como foi criado o afoxé.
Porque Oxalá usa Ekodidé: Mestre Didi e a temporalidade dos mitos
A fuga de tio Ajayi
A vendedora de acaçá.
Ajáka: iniciação para a liberdade.
Publicações.
Exposições.
Participação em filmes, videos e cd-roms.


Deoscóredes Maximiliano dos Santos (Salvador, 2 de dezembro de 1917) é um escritor, artista plástico, e sacerdote afro-brasileiro.

Conhecido popularmente como Mestre Didi, é filho de Maria Bibiana do Espírito Santo e Arsenio dos Santos.


Família

Seu pai Arsenio dos Santos, pertencia à "elite" dos alfaiates da Bahia, mais tarde iria transferir-se para o Rio de Janeiro na época em que houve uma grande migração de baianos para a então capital do Brasil.

Sua mãe Maria Bibiana do Espírito Santo, mais conhecida como Mãe Senhora era descendente da tradicional família Asipa, originária de Oyo e Ketu, importantes cidades do império Yoruba. Sua trisavó, Sra. Marcelina da Silva, Oba Tossi, foi uma das fundadoras da primeira casa de tradição nagô de candomblé na Bahia, o Ilê Ase Aira Intile, depois Ilê Iya Nassô. Sua esposa Juana Elbein dos Santos, é antropóloga e companheira em todas as suas viagens pelo exterior, aos países da África, Europa e Américas, de grande importância pelos intercâmbios e experiências adquiridas, e que irão contribuir significativamente para os desdobramentos institucionais de luta de afirmação da tradição afro-brasileira e pelo respeito aos direitos à alteridade e identidade própria. Sua filha Inaicyra Falcão dos Santos é cantora lírica, graduada em dança pela Universidade Federal da Bahia, professora doutora, pesquisadora das tradições africano-brasileiras, na educação e nas artes performáticas no Departamento de Artes Corporais da Unicamp.

Sacerdote

A igreja durante o período colonial e pós-colonial foi uma instituição de que a comunidade descendente de africanos inseriu em suas estratégias de luta pela alforria e re-agrupamento social. Didi foi batizado, fez primeira comunhão e foi coroinha. Mais tarde, já sacerdote da tradição afro-brasileira foi se dedicando inteiramente a ela afastando-se do catolicismo, embora respeitando-o como uma outra religião. Eugenia Ana dos Santos - Mãe Aninha, tratada por Didi como avó, foi quem o iniciou no culto aos Orixás e lhe deu o título de Assogba, Supremo Sacerdote do Culto de Obaluaiyê.


Familia:

Arsenio Ferreira dos Santos era sobrinho de Marcos Theodoro Pimentel, o Alapini, primeiro mestre de Didi no Culto aos Egungun, os ancestrais masculinos, tradição originária de Oyo, capital do império Yoruba.

Depois de Marcos, foi Arsenio, conhecido por Paizinho quem deu continuidade a iniciação de Didi, que se confirmou Ojé com o título de Korikowe Olokotun. A herança de tio Marcos Alapini se constitui sobretudo pelo culto ao olori Egun, baba Olukotun, o mais antigo ancestral que foi trazido da África na ocasião da viagem que fez com seu pai, Marcos O Velho. Paizinho, então Alagbá, o mais antigo da tradição aos Egungun recebeu esta herança que aproximou à do terreiro Ilê Agboulá na Ilha de Itaparica.

A herança de Marcos Alapini, para seu sobrinho Arsenio Alagba passou para Didi, Ojé Korikowe Olukotun. Mais tarde Didi recebeu o título de Alapini, o mais alto do Culto aos Egungun, no Ilê Agboula e anos depois, em 1980 fundou o Ilê Asipa onde é cultuado o Baba Olukotun e demais Eguns desta tradição antiga.

Em setembro de 1970, não tendo no Brasil quem pudesse fazer sua confirmação de Balé Xangô, foi para Oyo e realiza a obrigação na cidade originária do culto à Xangô. A cerimônia foi realizada pelo Balé Sàngó e o Otun Balé do reino de Xangô de Oyo.


Artista

"Os Orixá do Panteão da Terra são os que nos alimentam e nos ajudam a manter a vida. Os meus trabalhos estão inspirados na natureza, na Mãe Terra-Lama, representada pela Orixá Nanã, patrona da agritultura". Mestre Didi

"Mestre Didi é um sacerdote-artista. Exprime, através da criação estética, uma arraigada intimidade com seu universo existencial, onde ancestralidade e visão de mundo africanos se fundem com sua experiência de vida baiana. Completamente integrado ao universo nagô de origem yorubana, revela em suas obras uma inspiração mítica, material. A linguagem nagô com a qual se expressa é o discurso sobre a experiência do sagrado, que se manifesta por meio de uma simbologia formal de caráter estético". Juana Elbein dos Santos

Obras:

* Yorubá tal Qual se Fala, Tipografia Moderna, Bahia, 1950
* Contos Negros da Bahia, (Brasil) Edições GRD, Rio de Janeiro, 1961
* História de Um Terreiro Nagô, 1.edição, Instituto Brasileiro de Estudos Afro-Asiáticos, 1962, 2.edição, Editora Max Limonad, 1988
* Contos de Nagô, Edições GRD, Rio de Janeiro, 1963
* Porque Oxalá usa Ekodidé, Ed. Cavaleiro da Lua, 1966
* Contos Crioulos da Bahia, Ed. Vozes, Petrópolis, 1976
* Contos de Mestre Didi, Ed. Codecri, Rio de Janeiro, 1981
* Xangô, el guerrero conquistador y otros cuentos de Bahia, SD. Ediciones Silva Diaz, Buenos Aires, Argentina, 1987
* Contes noirs de Bahia, tradução francesa de Lyne Stone, Ed. Karthale, 1987
* História da Criação do Mundo, Olinda, PE, 1988 - Ilustração Adão Pinheiro
* Ancestralidade Africana no Brasil, Mestre Didi: 80 anos, organizado por Juana Elbein dos Santos, SECNEB, Salvador, Bahia, 1997, CD-ROM - Ancestralidade Africana no Brasil
* Pluraridade Cultural e Educação
* Nossos Ancestrais e o Terreiro
* Democracia e Diversidade Humana: Desafio Contemporâneo



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cultura griot.

1 de novembro de 2011

Entre a oralidade e a escrita a etnografia nos candomblés da Bahia.




ENTRE A ORALIDADE E A ESCRITA - A ETNOGRAFIA NOS CANDOMBLES DA BAHIA
Lisa Earl Castilho
Eufba
2008
Livro em bom estado de conservação, brochura original, com Pg 231, livro referencial para estudioso da área.

Pesquisa etnográfica de grande importância para o estudo das religiões de matrizes africanas no Brasil. Examina a interface entre a oralidade e a escrita nos candomblés da Bahia, demonstrando a importância da relação entre saber e poder dentro da hierarquia religiosa. Analisa a transmissão do saber dentro da secular tradição oral, passando pelo antigo gênero do caderno de fundamento, até as polêmicas atuais sobre a produção textual de sacerdotes autores.


A transmissão do saber no candomblé é tida como tarefa quase exclusiva da oralidade. Partindo do estudo de cadernos e textos de autoridades religiosas, contudo, um livro constata o forte papel da escrita para as religiões afro-brasileiras.


No livro Lisa Castillo, analisa com brilhantismo a interação entre oralidade e escrita nos processos de transmissão do saber nas comunidades religiosas afro-brasileiras.


A obra desafia a velha ideia de que os terreiros sejam concebidos como espaço exclusivo da oralidade, constatando sua convivência inescapável com a escrita.

Com grande habilidade no trabalho de campo, apresenta críticas sutis tanto a determinadas categorias de praticantes quanto a colegas da academia.

Castillo visitou mais de vinte terreiros e entrevistou dezenas de pessoas entre 1998 e 2005, aprendeu que dentro do candomblé é preciso observar e não fazer perguntas, pois quem pergunta não é bem visto, sobretudo se faz a pergunta errada.

Confirma que o saber no candomblé é esotérico, de difícil acesso e divulgação restrita, constituindo um mistério pouco compreensível à modernidade ocidental.

Que a posse do conhecimento religioso produz status, portanto saber e poder estão relacionados.
Secretos e adquiridos ao longo do tempo, os fundamentos desse saber requerem um sistema hierárquico com pequeno número de conhecedores

Secretos e adquiridos gradativamente ao longo do tempo, os fundamentos desse saber requerem um sistema hierárquico com pequeno número de conhecedores. Tornam-se um bem de alto valor que gera complexa rede de poder dentro da comunidade.

A lógica do segredo, que também existe no culto aos orixás na África, no Brasil seria ampliado pelas condições da escravidão e do ambiente de perseguição em que surgiu o candomblé.

A autora discute as interações complexas entre referências iorubás, muçulmanas e cristãs no uso da escrita pelo povo de candomblé no século 19. Indica que usos da escrita (e também da fotografia) desde então nos candomblés são mencionados, embora marginalmente, em todos os antigos estudos.

Mas constata a tendência da etnografia, em geral, a desconhecer a escrita nos terreiros como aspecto relevante, o que relaciona à ideia enraizada de que esse meio de transmissão e registro de saber seria uma deturpação da pureza original e de que as culturas ágrafas estariam congeladas no tempo, não teriam história.

Ela lembra que Ruth Landes, já na década de 1930, teve conhecimento de um desses cadernos e analisa detidamente o caso de legendário manuscrito, conhecido no Axé Opô Afonjá do Rio de Janeiro a partir de 1920, que circulou entre sacerdotes mais elevados.

Informa que ele contém setenta contos da versão afro-brasileira dos versos de Ifá e começou a ser publicado em diferentes edições a partir dos anos 1960. Teve edição integral, em inglês, na Nigéria na década de 1980, sendo divulgado definitivamente no Brasil na década seguinte....


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ORIXÁS TATTI MORENO prefácio Jorge Amado, Zora Seljan Candomble Simbolos arte ferro iniciaticos etc










ORIXÁS TATTI MORENO prefácio Jorge Amado, Zora Seljan.


Autor: TATTI MORENO

Título: ORIXÁS

Editora: FUNDAÇÃO VALDEMIRO GOMES

Ano: 1987

Comentário: Livro em bom estado de conservação, formato grande, com 80pg, encadernação original em capa dura e contra capa.

Apresentação do artista por Jorge Amado, Carlos Eduardo da Rocha. Candomblé da Bahia texto de Zora Seljan.


Produção, fotografias e diagramação Bruno Furrer. Legendas Gardênia Melo. Textos em Português e Inglês.

Tiragem limitada a 2.000 exemplares em única edição, sendo este um exemplar numerado.

Um belo trabalho de impressão e encadernação da gráfica BIGRAF.
Todo em papel especial Couché, com alta resolução e definição.

Panteão dos orixás iconografados pelo artista: Exu, Ogum, Oxossi, Ibualama-Inlé, Otim, Logum Edé, Omulu, Obaluaê, Nana, Iyami Oxorongá, Ossanhe, Iroko, Xangô, Axabó, Oxumaré, Iansã, Oxum, Oxum Apara, Miuá, Eua, Iemanjá, Onilé, Oxalufã, Oxaguiã, Oduduiá, Obatalá, Oba, Orunlá-Ifá, Apaoká, Orixá Okô, Babá Abaolá.


Contém 32 esculturas de orixás do artista Tatti Moreno que integram o acervo da fundação Valdemiro Gomes, ilustrações belíssimas, esculpidas em metais, contendo o sincretismo, o dia e a cor de contas de cada um dos orixás, explicando as várias qualidades de cada orixá, como por
exemplo: ogum :ogunjá, ogum xorokê, (ou 'de ronda', que durante seis meses em cada ano se transforma em exu),etc. Saiba mais...


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27 de outubro de 2011

Júlio Braga - O Jogo de Búzios: Um Estudo de Adivinhação no Candomblé. Ifá Odu Orixá Yoruba Nagô Orumila Oraculo destino Babalawo Opele-Ifá religiao africa orumila iorubá ofã Ikin Geledes babalawo ancestral Fon













Júlio Braga

O Jogo de Búzios: Um Estudo de Adivinhação no Candomblé.

Editora Brasiliense,

1988.


Livro em bom estado de conservação, um clássico estudo, o mais sério e importante trabalho cientifico realizado sobre o Ifá no Brasil, com vasta bibliografia, um livro de referência para a biblioteca de qualquer estudioso da religião dos orixás, ou interessados na cultura e religião dos orixás, edição esgotada há muito tempo, ilustrado, não perca.

O saber jogar os búzios é de imensa necessidade para o grupo, pois ele constitui o veículo pelo qual o orixá vai revelar suas vontades a seus filhos. Ali se sabe como se conduzir durante qualquer momento da vida do grupo e do indivíduo. O Babalorixá é o instrumento que veicula a vontade divina para o profano através dos búzios.

Braga assinala que o jogo dos búzios é um sistema simplificado, não sendo ensinado nem aprendido, mas que revela o próprio destino da pessoa. A fragilidade do humano é substituída pela incontestável revelação do orixá. Qualquer desacato às ordens do orixá será admoestado por sinais, olhares e nunca diretamente.

No candomblé nada se diz frente a frente. A instrumentalização dos búzios pelo Babalorixá credencia toda a representação do grupo quanto a sua sacralidade. Os filhos não estão abandonados, os orixás os guiam por onde devem percorrer.



O Jogo de Búzios é a modalidade de consulta por excelência adotada nos cultos afro-brasileiros. Uma atividade importante que direciona tudo o que é feito, desde os problemas particulares de seus integrantes, até o próprio destino de uma comunidade. O Jogo de Búzios consiste na manipulação de 16 búzios, os quais o adivinho os sacode com as mãos em concha e os atira sobre uma mesa previamente preparada para tal fim.

Enquanto assim procede, faz perguntas, conversa com as divindades, procurando respostas às dúvidas e situações diversas. Ao caírem, os búzios poderão tomar uma das duas posições - aberta ou fechada - surgindo, assim, um Odú revelador da mensagem desejada.

Os sistemas de consulta praticados, entre eles, os jogos do Ibò, do Obí, Orógbó e Búzios, são também devidamente explicados de forma clara e fácil entendimento. Para cada tarefa uma série de observações a serem seguidas com exemplos práticos de como tudo se desenvolve.


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26 de outubro de 2011

Religion in Africa - Edward Geoffrey Parrinder 1969 Penguin - religiões africanas e comparadas.





Religion in Africa

Edward Geoffrey Parrinder

New York: Penguin

1969


livro em bom estado, brochura original, escasso, não perca, saiba mais...


Livro referencial sobre as pesquisas em religiões comparadas em africa, texto de um dos mais importantes africanistas e estudioso do fenomeno religioso ao redor do mundo.

O texto discute e dialoga as diversas tendencias de religião em africa bem como sua troca de influência com outras.


A study of the traditional indigenous religions of Africa and of the practice and influence of Christianity and Islam there. Bibliography, map, index, 253p

Men believe in great pantheons of gods which are as diverse as the gods of the Greeks or the Hindus.

Many of these gods are the expression of the forces of nature, which men fear or try to propitiate: These gods generally have their own temples and priests, and their worshippers cannot justly be called animists, but polytheists, since they worship a variety of gods.


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