28 de julho de 2011

O Negro Brasileiro Arthur Ramos - Candomblé Yorubá Nagô Ifá Ritos Africa Religião etc













O Negro Brasileiro

Arthur Ramos

Companhia Editora Nacional

ano: 1940

livro em bom estado de conservação, encadernado em percalux, manteve-se a capa brochura orinal, com muitas ilustrações, algumas extremamente escassas.

Edição refundida e aumentada. Exemplar numerado.

Um livro de referência a todo candomblecista e estudiosos do assunto.

Livro mestre de toda a obra antropológica e etnológica de Arthur Ramos, o presente trabalho de etnografia religiosa é referência obrigatória para os estudiosos da presença africana no Brasil e da sua verdadeira história étnica e cultural em terras do Novo Mundo.

Com ilustração de Santa Rosa, baseados no texto e nos ritos afro-brasileiros.
Com Ilustração fotográficas, em papel especial, do acervo do autor, bem como do acervo de Nina Rodrigues, pioneiro. Algumas imagens curiosas que entre outras coisas indicam também alguns pertences de terreiros confiscados pela intolerância dos tempos em que a polícia invadia os candomblés e apreendiam tudo.

Um clássico livro de referência imperdível.


A religião gêge-nagô. Fetichismo e feitiçaria. O culto ioruba na Bahia — O culto geral gêge-nagô introduzido no Brasil. A seriação mítica ioruba — Olorum — Os orixás — Obatalá — Xangô — Exú — Ogum — Os orixás das águas: Iemanjá, Oxum, Iansã, Oxumaré, Anamburucu — Oxóssi — Xapanã — Irôco — Ifá — Dadá — lbeji — Outros orixás — Os orixás gêges e minas.

A liturgia gêge-nago - Candomblés, macumbas e catimbós — Os terreiros — Os afoxés — Os sacerdotes Babalaôs, pais de santo, peji-gãs — Candomblezeiros e macumbeiros — As mães de santo — Babalaôs e feiticeiros. "Fazer santo" — O sacrifício ritual — Os santuários fetichistas: os pejis — As filhas de santo — Iniciação das iauôs — Preceitos das filhas de santo — Os ogãs, protetores de terreiro. Os festejos fetichistas — Cânticos dos orixás — Os candomblés anuais afro-baianos.

O culto malê. A hegemonia dos malinkes ou mandingas.Os hauçás. o culto malê. Olorum-uluá. Talismãs e mandingas. A cola e o açumi. Os ritos funerários. A festa dos mortos.


Os cultos de procedência banto. Uma pagina inédita em nossa etnografia religiosa.A mitologia rudimentar dos povos.

O sincretismo religioso - A simbiose ou sincretismo religioso.

As práticas mágicas. Religião e magia. Sacerdotes e feiticeiros — O feitiço no Brasil. O feitiço simbólico — O despacho ou ebó. Os ritos funerários. Itambi e velório. A medicina empírica de origem negra: o curandeirismo.

A dança e a música dos candomblés - A dança ritual nos povos primitivos — As "cerimônias" — A dança das máscaras — As danças rituais entre os povos negros importados no Brasil.A dança religiosa das filhas de santo — As danças do culto vodu no Haiti.

Os fenômenos de possessão A "queda no santo". O transe das filhas de santo nos candomblés. Os fenômenos de possessão no culto vodu — A possessão entre os povos negros da África.

O problema da mentalidade primitiva - As primitivas fases religiosas — A teoria animista.Sonhos e mitos

O ciclo da mãe: os mitos das águas. Os elementos inconscientes do mito de Iemanjá.

O ciclo do pai: os orixás fálicos - O monoteísmo primitivo e o esquecimento do deus-pai — O motivo do heroe — Xangô.

O ciclo do totemismo - O pai primitivo e o "grande antepassado".

O ciclo do Eu: o culto dos gêmeos.O culto dos gêmeos entre outros povos — Ibeji — Os jimaguas cubanos.

O ciclo da magia: psicanálise do pensamento pré-lógico.

A questão metodológica de “O negro brasileiro”

O próprio autor sublinha que “o presente trabalho é o primeiro resultado de um largo inquérito procedido diretamente nos “candomblés” da Bahia, nas “macumbas” do Rio de Janeiro e nos “catimbós” de alguns Estados do Nordeste, sobre as formas elementares do sentimento religioso de origem negra, no Brasil.”

A história destes estudos começa com a publicação em francês do "Animismo fetichista dos negros baianos" do médico Nina Rodrigues, em 1900, este livro teve o mérito de ser o pioneiro a descrever com detalhes os candomblés baianos. Com a morte prematura de Nina Rodrigues em 1906 estes estudos ficaram num certo limbo do interesse intelectual até a década de 1930 quando Artur Ramos, também médico de formação e proclamando-se discípulo e continuador do que denomina a "Escola Nina Rodrigues", iniciou a publicação de seus principais livros sobre o tema. O negro brasileiro (revisto e ampliado em 1940) surge neste contexto sendo o primeiro volume de uma série de livros sobre a temática: Negro, que compreende "O folclore negro do Brasil (1935)", "As culturas negras no novo mundo (1937)" e a "Aculturação negra no Brasil (1942)".

Duas novidades garantiram a importância de "O Negro Brasileiro" na época de sua edição. A primeira foi a ampliação da área de estudos sobre a religiosidade de origem africana que incluiu, além dos terreiros baianos de tradição ritual sudanesa, estudados por Nina Rodrigues, os catimbós do Nordeste e os terreiros de tradição ritual banto (as chamadas "macumbas") do Rio de Janeiro e de São Paulo. A segunda foi que essa religiosidade deixou de ser entendida como manifestação de uma suposta inferioridade da raça negra, e por meio dela se criticou o próprio conceito de raça, substituindo-o pelo de cultura.
A primeira parte dele é dedicada às "Religiões e cultos negros no Brasil" e a segunda à "Exegese psicanalítica".

Na introdução do livro, o autor agrupa a origem étnica dos negros introduzidos no Brasil em dois grandes grupos: os sudaneses (basicamente iorubas ou nagôs e jêjes) e os bantos (angolas, congos, cambindas, benguelas etc.).

Compartilhando a idéia da superioridade cultural do sistema mítico dos sudaneses, defendida por Nina Rodrigues, Ramos descreve esse sistema enquanto liturgia de uma "religião" (capítulos I e II), contrastando-o com os "cultos" descritos nos outros capítulos, dedicados às práticas dos malês - negros islamizados - (capítulo III) e principalmente dos bantos (capítulo IV), estes inclusive mais próximos do "sincretismo religioso" (capítulo V) e das "práticas mágicas" de feitiçaria e curandeirismo (capítulo VI). Como se vê pela própria organização e título dos capítulos há uma idéia implícita de diferenciação e hierarquização entre um "sistema de religião" mais "coeso" e "puro" (jejê-nagô) e "sistemas de culto" mais "impuros" e "sincréticos" (malês, bantos etc.).

Em Salvador, Ramos centralizou suas pesquisas no terreiro do Gantois, como já havia feito Nina Rodrigues, tomando-o como "um do mais antigos" e "modelo para os demais".

Os cultos bantos, predominantes na região sudeste do país foram vistos em termos de uma suposta "pobreza mítica" contrastada com o modelo baiano de candomblé.
Daí terem sido tão facilmente influenciados pela mitologia jêje-nagô que lhes teria imposto seus orixás, pelas idéias do catolicismo e do espiritismo e pelas sobrevivências de cultos ameríndios.

Para Ramos, os cultos de procedência banto, caracterizados por uma "mitologia paupérrima" e facilmente sincretizado com elementos de outras culturas, como a européia e ameríndia, poderiam ser descritos na forma da macumba, tal como era praticada, principalmente no Rio de Janeiro. Os terreiros de macumba foram vistos então pelo autor como "toscos e simples", sem a "teoria de corredores e compartimentos dos terreiros jêje-iorubanos", a estrutura hierárquica seria relativamente simples e as divindades apresentar-se-iam divididas por linhas ou falanges e tanto mais poderoso seria o pai-de-santo quanto maior fosse o número de linhas em que ele trabalhasse.

Nas macumbas o transe seria muito freqüente tendo muito de efeito procurado ou simulado, contrariamente ao candomblé onde a "queda no santo" é demorada e exige cerimônias especiais.

Um clássico escasso da bibliografia temática afro-brasileira.

Temos um vasto acervo sobre a bibliografia temática afro-brasileira, religião dos orixás, candomblé, nagô, yorubá, jejê, angola, minas, bantu, capoeira, etc..., saiba mais, pergunte-nos.


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Visamos contribuir para a elaboração da bibliografia sobre a temática "Negro", sobretudo no Brasil.

Trabalhamos com o fornecimento de livros esgotados, raros, fora de comércio,recolhidos e outros sobre a temática afro-brasileira, caso queira é só nos contactar.

Abrangemos diversas áreas do conhecimento desde os orixás até Milton Santos o maior intelectual Negro do Século XX.

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CARLOS EUGÊNIO MOURA CANDOMBLÉ - DESVENDANDO IDENTIDADES. ESCRITOS SOBRE A RELIGIÃO DOS ORIXÁS 3.




CARLOS EUGÊNIO MOURA CANDOMBLÉ - DESVENDANDO IDENTIDADES.



CARLOS EUGÊNIO MARCONDES DE MOURA (ORG.)

CANDOMBLÉ - DESVENDANDO IDENTIDADES (NOVOS ESCRITOS SOBRE A RELIGIÃO DOS ORIXÁS)

Editora: EMW EDITORES

Ano: 1987

Páginas: 169 14 cm x 21cm

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL. CAPA E VINHETAS DE MARIA ARGENTINA BIBAS, vinhetas baseadas na mitologia tradicional das religiões africanas.

Exemplar com dedicatória e assinatura de próprio punho do Carlos Eugenio.
Livro com tiragem reduzida, exemplar numerado, editora extinta, livro referencial, escasso , não perca.


Textos do organizador e de Pedro Ratis e Silva, Maria Lina Leão Teixeira, Monique Augras, Márcio Goldman, Beatriz Góis Dantas e P. R. Mackenzie.



CONTÉM UMA INTRODUÇÃO DE ROBERTO GAMBINI .

UMA VASTA BIBLIOGRAFIA SOBRE OS LIVROS USADOS E CONSULTADOS NA ELABORAÇÃO DE CADA ARTIGO DESSE PRECIOSO TRABALHO.

LIVRO COM A IMPRESSÃO DA RENOMADA GRÁFICA DAG LTDA.

Essa é a terceira coletânea de uma série iniciada com a publicação de Olóòrisà 1981 seguida de Bandeira de Alairá 1982.

A série propõe divulgar ensaios inéditos, escritos surgidos no exterior, de difícil acesso, e reviver estudos de décadas passadas, recolocando-os em circulação. Esta coletânea de Carlos Eugênio Marcondes de Moura sobre os Orixás contribui, em muito, para a difusão do conhecimento que se tem sobre a religião dos voduns, orixás e inquices. A própria religião ganha com esta publicação, recuperando por meio da escrita dos pesquisadores muitos elementos míticos e rituais cuja transmissão pelos mecanismos tradicionais baseados na oralidade, tão caros ao candomblé, não lograram perpetuar

ARTIGOS:

Exu /OBALUAIÊ E O ARQUÉTIPO DO MÉDICO-FERIDO NA TRANSFERÊNCIA PEDRO RATIS E SILVA.

LOROGUM - IDENTIDADES SEXUAIS E PODER NO CANDOMBLÉ - MARIA LINA LEÃO TEIXEIRA.

QUIZILAS E PRECONCEITOS - TRANSGRESSÃO REPARAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DINÂMICA DO MUNDO - MONIQUE AUGRAS.

A CONSTRUÇÃO RITUAL DA PESSOA: A POSSESSÃO NO CANDOMBLÉ - MARCIO GOLDMAN.

PUREZA E PODER NO MUNDO DOS CANDOMBLÉS - BEATRIZ GÓIAS DANTAS.

O CULTO AOS ORIXÁS ENTRE OS YORUBA: ALGUMAS NOTAS MARGINAIS RELATIVAS A SUA COSMOLOGIA E A SEUS CONCEITOS DE DIVINDADE P. R. MACKENZIE.

ORIXÁS, VODUNS, INQUICES, CABOCLOS, ENCANTADOS E LOAS - BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR - CARLOS EUGÊNIO MARCONDES DE MOURA.

"O enorme crescimento das religiões mediúnicas no Brasil, nos últimos quinze anos, traz à reflexão uma série de temas que não podem passar despercebidos. O Candomblé, em especial, tem atraído a atenção de uma variada gama de estudiosos, para não mencionar o fato de que começa a fazer cada mais sentido justamente para as camadas da população - as mais letradas - onde sempre se localizou o preconceito?.
A busca de uma dimensão religiosa para a existência parece ser o desafio supremo do homem contemporâneo, insatisfeito com a visão racional do mundo que o pensamento científico e materialista lhe apresenta como destilação de séculos de saber acumulado. Há um outro em cada um de nós, meio adormecido e enterrado no inconsciente, que não se vê refletido nesse saber e clama por outra cabeça, outras categorias, formas distintas de encarar o mundo e a experiência humana individual.
O Candomblé, ao lado de outras religiões e correntes espirituais, propicia exatamente esse tipo de contato com o irracional e o inconsciente que pode conduzir o homem moderno para perto de sua totalidade. (...) Numa sociedade de massas, que a todos achata, em que outra religião, senão no Candomblé, pode alguém ter assentados num altar sagrado objetos simbólicos que representam uma união profunda e individual com um orixá? Na singeleza daquelas pequenas coisas, guardadas na prateleira de uma camarinha, está contida não uma relíquia, não um totem, mas a projeção do centro do ser do iniciado. Se não estivesse projetado lá, não estaria talvez em lugar nenhum de forma tão direta, tão digna de culto e sacrifício. Ou estaria em tudo sem estar em nada, sem ponte, sem vínculo pessoal, sem símbolo." (Roberto Gambini). Saiba mais ...


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The Igbo of southeast Nigeria Victor Chikezie Uchendu



The Igbo of southeast Nigeria

Victor Chikezie Uchendu

1966


Holt, Rinehart and Winston


Livro em bom estado de conservação, brochura original, escasso, não perca, saiba mais ...

Livro extremamente interessante e erudito sobre os Igbós do Sudoeste da Nigéria.

com xiii, 111 p. : ill., map, port. ; 24 cm.

Conteúdos: The Igbo world -- How the Igbo make their living -- Helping the town "To get up" -- Igbo ways in government -- Founding a new family -- Growing up in an Igbo village -- The kinship network -- Igbo hospitality -- Nonkinship associations -- Status placement among Igbo --
Igbo gods and oracles -- The Igbo and culture contact -- Orthography.

Case studies in cultural anthropology.

Trabalhamos com um vasta acervo sobre o tema.


Temos condição de conseguir muitos outros títulos da área, diga-nos quais você precisa e lhe daremos a resposta.

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Faraimará: Mãe Stella 80 Anos Júlio Braga Oyatudê - Heitor Reis.

Faraimará: Mãe Stella 80 Anos

Júlio Braga ( Oyatudê ) - Heitor Reis.

Museu de Arte Moderna da Bahia

2005

Artes Homenagem de Artistas baianos à sacerdotisa Stella de Oxóssi nos seus 80 de vida dedicados aos humildes e carentes de afeto e compreensão.

Muita Arte - Tati Moreno, Carybé, Agnaldo dos Santos, Mario Cravo Neto, Mestre Didi, Pierre verger, Rubem Valentim, Mario Cravo Junior.

Livro em ótimo estado de conservação brochura original, formato médio, repleto de ilustrações referenciais sobre as religiões africanas no Brasil. Papel couché com alta definição. Tiragem especial e limitada a apenas 500 exemplares.

Linda Homenagem, não percam ....


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Mãe Stella de Oxóssi.


Maria Stella de Azevedo Santos, Mãe Stella de Oxóssi, Odé Kayode, (Salvador, 2 de maio de 1925) é a quinta Iyalorixá do Ilê Axé Opó Afonjá em Salvador, Bahia.

Maria Stella de Azevedo Santos, Mãe Stella de Oxóssi, Odé Kayodê, nasceu no dia 2 de maio de 1925, em Salvador, Bahia. É a quarta filha de Esmeraldo Antigno dos Santos e Thomázia de Azevedo Santos. Seus irmãos, por ordem de nascimento são: Coryntha de Azevedo Santos (falecida), Bellanizia de Azevedo Santos (falecida), José de Azevedo Santos, Milta de Azevedo Santos e Adriano de Azevedo Santos.

Sua avó materna foi Theodora Cruz Fernandes, filha de Maria Konigbagbe, africana de etnia egbá. Aos nove anos de idade, Maria Konigbagbe estava na aldeia quando mandaram que ela entregasse uma encomenda em um navio, assim que chegou foi presa e trazida para o Brasil.

Sua tia, Dona Arcanja, também conhecida como Dona Menininha, tinha o posto de arobá no Gantois e de Sobalojú no Opô Afonjá nos tempos de Mãe Aninha, de quem era afilhada. Por volta dos treze anos de idade, Mãe Stella apresentou um comportamento não esperado, o que fez com que Dona Arcanja procura-se ajuda do oluô Pai Cosme de Oxum, o qual declarou que ela deveria ser iniciada e que seu caminho era de ialorixá. Com isso Dona Arcanja decidiu procurar Mãe Menininha do Gantois. Dona Joaninha, que era governanta da casa, foi que acompanhou Mãe Stella na consulta. Depois de esperar muito para ser atendida, uma filha do Gantois apareceu na sala e avisou que ninguém mais seria atendido naquele dia. Aborrecida, Dona Joaninha seguiu para casa, e relatou o ocorrido à Dona Arcanja, que resolveu levar Mãe Stella ao Ilê Axé Opô Afonjá no dia 25 de Dezembro de 1937, quando foi apresentada à Mãe Aninha. Esta entregou Mãe Stella aos cuidados de Maria Bibiana do Espírito Santo, Mãe Senhora.

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10 de julho de 2011

AS FESTAS DOS EGUNS José Ribeiro O Axexê, O Velório, Reza de Defunto, Ritos Funerários, Encomendação das Almas e Extrema Unção no Candomblé




AS FESTAS DOS EGUNS

José Ribeiro

Ed. Eco - 117 PÁGINAS

José Ribeiro, considerado um dos melhores escritores de livros sobre Candomblé e mesmo de Umbanda, não dá "colher de chá" como se diz na gíria, não se preocupa em facilitar a leitura a leigos não iniciados.

No entanto o livro que ora tornamos público "As Festas dos Eguns" merece e deve ser lido, mesmo que com alguma dificuldade.

Sobretudo por aqueles que se interessam pelas religiões afro-brasileiras no tocante as almas ou "eguns" como são considerados os espíritos de pessoas desencarnadas, segundo a crença religiosa dos que as praticam.

Para se ter uma idéia desta obra, o autor, nas suas constantes pesquisas recolheu farto material sobre os mortos e tudo aquilo que tange às cerimônias fúbebres, dentro do candomblé.

Um dos capítulos mais interessantes é o das Almas. Nele o autor se remonta aos nossos antepassados tanto da África como da Europa que trouxeram para o Brasil seus constumes, suas crenças correspondentes aos ritos funerários, bem como as procissões e velórios.

Prefácio. Apresentação. Homenagem. Homenagens Póstumas do Autor aos Grandes Vultos do Africanismo no Brasil. As Festas dos Eguns. Ritos Funarários,,Encomendação das Almas,, Defunto,, Axexê,, Os Eguns na Umbanda,, Excelência,, Vumbe,,Velório,, Missôsos de Itambi (Contos de Exéquias). Extrema Unção na Bahia Antiga. Eguns na África e no Brasil. Tradição do Candomblé da Casa Branca. Finados. Reza de Defunto. Almas. Aluminação. Sucessões no "Opô Afonjá". Cadáver. Coveiro. Egun. Recomendação Funerária na Umbanda. Ofício em Favor dos Mortos. O Sirrum. Linha das Almas. Oração Fúnebre. Oração Pelas Almas do Purgatório. Procissão das almas. Evocação das Almas. O Preceito de Egun. Estão Morrendo os Pais de Santo. Morre Tata Fumutim. O Recolhimento. O "Faz-Mal".


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7 de julho de 2011

Negras Raizes Alex Haley - genealogia história escravidão Kunta Kinte africa griot africano negros resgate histórico social etc




Negras Raízes

Alex Haley

editora: Círculo do Livro

descrição: Número de Páginas: 646; Conservação da Capa: Bom, Conservação da Lombada: Bom, Conservação do Miolo: Bom, Acabamento: Capa dura;

Tradução Pinheiro de Lemos

Alex Haley usa de sua genealogia para traçar a história da escravidão através de suas "negras raízes".

Negras Raizes Alex Haley - genealogia história escravidão Kunta Kinte africa griot africano negros resgate histórico social etc

Narrando a epopeia de uma familia e a sorte injusta de um povo oprimido, Negras Raizes, e tambem a historia de milhoes de negros americanos descendentes de africanos.

O publico apaixonou-se pelas personagens, e, atraves de um seriado filmado para a televisao, brancos e negros puderam ver que possuem uma herança comum. O sucesso deste romance, onde a ficçao e apenas um complemento dos fatos veridicos.


Inicia com a história de seu trisavô, que vivia em uma tribo na África, onde foi capturado por traficantes de escravos. Antes do ocorrido, o autor relata os costumes da tribo, a educação das crianças a divisão do poder e as tradições. Depois, denuncia os horrores vividos pelos escravos nos navios negreiros. Mulheres eram estupradas pelos traficantes, a ponto de seus órgãos ficarem em carne viva, outros eram jogados no mar para aliviar a fome dos tubarões.


Quando seu trisavô chega à América do Norte é vendido, foge várias vezes até ter metade de seu pé amputado. Quando finalmente muda de dono, passa a ser o caseiro da casa grande e se casa com a doméstica. O casal tem uma filha, que ao tentar fugir com o namorado, é vendida para uma outra família. A menina é estuprada pelo novo patrão e o autor novamente relata em detalhes todos os passos da escravidão negra nos Estados Unidos.


Foram 20 anos de pesquisa que trouxeram à luz, denúncias da escravidão, desmascarando a própria história, cheia de ideologias e de "vencedores".



Alex Haley é um escritor africano, conhecido principalmente por seus relatos sobre a escravidão.


Sua obra mais conhecida é "Roots: The Saga of an American Family" (Negras Raízes, no Brasil) , publicado em 1976. O romance foi adaptado duas vezes para a televisão. Suas obras se baseiam principalmente nas histórias de sua própria família, dando uma interpretação da viagem de um Africano para a América durante o período da escravidão.


O sucesso da primeira obra foi fundamental para que Haley pudesse continuar escrevendo sobre a mesma temática. A história rendeu debates incessantes na televisão sobre a questão do preconceito contra negros nos EUA. Os debates aconteceram até a década de 1990.


Conheceu Malcom X, e Elija Mohamad, líder da Nação do Islã. O resultado desse contato foi a colaboração na publicação da "A Autobiografia de Malcom X", publicado em 1965.



Uma das obras de maior sucesso da literatura afro-americana: "Negras Raízes", de Alex Haley.

A história de Kunta Kinte, o jovem príncipe, fi lho de Omoro e Binta, que vivia na aldeia Juffure, a quatro dias de Gâmbia, na África do Sul. Pude revê-lo se distanciando, mata adentro, em busca de um tronco para fazer um tambor. Sofri com ele o horror da captura, a resistência à mudança de identidade, o desespero nos porões do navio negreiro, o desembarque no porto de Annapolis, em Maryland, a venda, as chibatadas e o drama vivido no Novo Mundo.

A gente pode ler o romance como grande romance de saborosa aventura, uma saga comovente. Muito bem escrito, é dezenas de vezes ainda mais saboroso que a história filmada e exibida na TV.

Mas também pode inverter o jogo proposto pelo autor e começar pelo fim, quando Alex Haley revela que ter ouvido a história da bisavó, Kizzy, fi lha de Kunta Kinte. Escravizada e estuprada pelo senhor da fazenda, ela teve um fi lho mestiço a quem transmitiu o orgulho de pertencer àquela linhagem.

Orgulho que chegou até o autor e o estimulou a escrever sua obra-prima.

Essa saga ganha um sentido ainda maior se pensarmos no menino Alex, nascido em 1921, prestando atenção nas histórias da "bisa" e sonhando com a riqueza de sua própria raiz.

Por 20 anos, ele trabalhou na guarda costeira americana e no tempo livre escrevia.

Ao reformar-se, em 1959, tornou-se jornalista e fez textos para várias revistas até a publicação de A Autobiografia de Malcom X.

Daí, iniciou o projeto do resgate de Kunta Kinte e da própria história: 12 anos de pesquisas em bibliotecas e viagens à África.

Um ritual que passa pela aldeia de Juffure e culmina com o autor em Annapolis, em 29 de setembro de 1967, ao completar 200 anos do desembarque de Kinte. Alex Haley morreu em 1992.


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Ciro Flamarion Cardoso Jorge Zahar 1988 Escravidão e Abolição no Brasil: Novas Perpesctivas.



Escravidão e Abolição no Brasil: Novas Perspectivas.
Ciro Flamarion Cardoso   
Jorge Zahar   
1988   

páginas 112   Este Trabalho e uma Revisao Critica da Bibliografia Mais Recente Sobre o Escravismo no Brasil, Lançando Também um Olhar Retrospectivo Sobre Algumas Versões Anteriores.

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Solange Couceiro Os negros na televisão de São Paulo - estudo das relações raciais. telenovela discriminação racial historia propaganda etc.

Solange Couceiro


Os negros na televisão de São Paulo - estudo das relações raciais.

USP-FFLCH

1983


Livro em bom estado de conservação, com 133 pgs, brochura original, escasso, não perca.

Solange Couceiro desenvolve estudo do negro na televisão paulista.

Em sua obra, Couceiro isola o período final dos anos 60 e o começo da década de 70.

Através de levantamentos quantitativo e qualitativo, ela faz análise dos profissionais da televisão paulista e do conteúdo das programações das emissoras (programas de auditório e de entretenimento popular).

Esse trabalho, além de registrar e documentar os primeiros passos da televisão, retoma a metodologia de Borges Pereira e desenvolve um método de estudo do negro através da análise centrada na televisão.


Trabalhamos com um vasta acervo sobre o tema.


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Temos um vasto acervo sobre a bibliografia temática afro-brasileira, religião dos orixás, candomblé, nagô, yorubá, jejê, angola, minas, bantu, capoeira, etc..., saiba mais, pergunte-nos.


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