Prêmio Nobel diz que negros são menos inteligentes.
Sabe quais livros ele escreveu ?
-----------------------------------------------------
O norte-americano James Watson, um dos pais da genética moderna, afirmou que as pessoas de raça branca são mais inteligentes que as de raça negra, o que gerou o repúdio da comunidade científica e política. Segundo Watson –Prêmio Nobel e co-descobridor da estrutura do DNA junto a Francis Cric em 1953–, as políticas sociais na Africa fracassam porque não levam em conta que "os negros são menos inteligentes que os brancos".
- "Todas nossas políticas sociais estão baseadas no fato de que sua inteligência é a mesma que a nossa, enquanto todas as provas mostram que não é realmente assim". - Afirmou o cientista de 79 anos numa entrevista que concedeu ao diário britânico The Sunday Times.
O cientista disse que as políticas ocidentais para os países africanos estão baseadas na presunção errônea de que as pessoas negras estão tão prontas como as brancas, apesar de que as "provas" sugerem o contrário, informou.
- "Não existe uma firme razão para pensar que tenham evoluído de maneira idêntica as capacidades intelectuais de pessoas separadas geograficamente em sua evolução". - Afirmou Watson. O geneticista remarcou que "para isso não bastará nosso desejo de atribuir capacidades de raciocinio iguais, como se fossem uma herança universal da humanidade" e arrematou:
- "A gente que tem que tratar com empregados negros sabe que isso não é assim"..
Watson assegurou ainda que os genes responsáveis pelas diferenças de inteligência entre os humanos poderão ser encontrados no prazo de uma década. Este geneticista é também conhecido por suas polêmicas e insensatas considerações sobre política e sexualidade. Em 1997 ele disse que uma mulher deveria ter direito a abortar se as análises pré parto indicassem que seu filho iria ser homossexual. Mais tarde explicou que se tratava unicamente de um razoamento "hipotético" e se justificou explicando que a maioria das mulheres deseja ter netos. Em utra ocasião, sugeriu que existe uma relação entre a cor da pele e o desejo sexual, ao propor uma teoria na que afirma que as pessoas negras têm uma libido muito mais alta.
As primeiras reações contra as declarações de Watson proviram de outros cientistas. Steven Rose, biólogo e membro da Sociedade para a Responsabilidade na Ciência, afirmou:
- "Esta é a cara mais escandalosa de Watson. Em outras ocasiões ele disse coisas parecidas das mulheres, mas nunca tinha ouvido se meter neste terreno racista. À margem do político e o social, se Watson conhecesse todos os escritos ao respeito teria dado conta de que ele não entendeu nada".
E em "off" ele complementou:
- "Este velho só fala merda..."
Os jornais de todo o mundo de hoje estampam o pedido de desculpas públicas de Watson que teve várias palestras canceladas e foi suspenso do seu serviço pelas declarações que pareciam ter um motivo óbvio: colocá-lo novamente em evidência no mundo. Parece que ele conseguiu.
fonte:
http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=1686
Esta página visa contribuir para elaboração bibliográfica sobre temática Negro Africana, sobretudo que diga respeito Brasil. Livro esgotado, raro, fora do comércio, recolhido, obra que já está fora do comércio, etc. Contato philolibrorum@yahoo.com.br Alguns assuntos: Ifá Orixá Candomblé Capoeira Fon Bahia Ilê Jejê Nagô Yoruba Búzios Mina Nigéria Terreiro Saida Yaô Comida Negritude Movimento Negro Hip-Hop Discriminação Escravatura Quilombismo Abolição Samba Jongo Educação Lei 10639/2003 etc...
19 de novembro de 2007
18 de novembro de 2007

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Desmond Mpilo Tutu é um bispo Anglicano sul-africano. Nascido em Klerksdorp, no Transvaal, a 7 de outubro de 1931.
Estuda na Escola Normal de Joahannesburgo e, em 1954, na Universidade da África do Sul. Depois de trabalhar como professor secundário, ordena-se sacerdote anglicano em 1960. De 1967 a 1972, estuda teologia na Inglaterra.
Em 1975 é o primeiro negro a ser nomeado deão da catedral de Santa Maria, em Johannesburgo. Sagrado bispo, dirige a diocese de Lesoto de 1976 a 1978, ano em que se torna secretário-geral do Conselho das Igrejas da África do Sul.
Sua proposta para a sociedade sul-africana inclui direitos civis iguais para todos; abolição das leis que limitam a circulação dos negros; um sistema educacional comum; e o fim das deportações forçadas de negros.
Sua firme posição anti-apartheid – a política oficial de segregação racial – lhe vale, em 1984, o Prêmio Nobel da Paz. Recebe o título de doutor honoris causa de importantes universidades dos Estados Unidos (EUA), do Reino Unido e da Alemanha.
Em 1996 preside a Comissão de Reconciliação e Verdade, destinada a promover a integração racial na África do Sul após a extinção do apartheid. Tem poderes para investigar, julgar e anistiar crimes contra os direitos humanos praticados na vigência do regime.
Em 1997 divulga o relatório final da comissão, que acusa de violação dos direitos humanos tanto as autoridades do regime racista sul-africano como as organizações que lutavam contra o apartheid.
É membro do Comité da patrocínio da Coordenação internacional para o Decênio da cultura da não-violência e da paz.
Vale a pena conhecer.
Falar sem conhecer é como queimar as bruxas na inquisição, por pura ignorância.
Saiba o que fala !!!
Cerimônia Tradicional de Yoruba - Nigéria.
Cerimônia Tradicional de Yoruba - Nigéria.
vide:
http://www.weshow.com/br/p/19886/cerimonia_tradicional_de_yoruba_nigeria
ou no you tube:
http://www.youtube.com/watch?v=0AUPD-WPqXU&eurl=http://www.weshow.com/br/p/19886/cerimonia_tradicional_de_yoruba_nigeria
vide:
http://www.weshow.com/br/p/19886/cerimonia_tradicional_de_yoruba_nigeria
ou no you tube:
http://www.youtube.com/watch?v=0AUPD-WPqXU&eurl=http://www.weshow.com/br/p/19886/cerimonia_tradicional_de_yoruba_nigeria
16 de novembro de 2007
ROSÁRIO FUSCO de Souza Guerra, escritor e advogado, afrodescendente ।

ROSÁRIO FUSCO de Souza Guerra, escritor e advogado, nascido em São Geraldo, em 19/7/1910. Faleceu em Cataguases em: 17/8/1977.
"Lá se foi o velho Rosário Fusco" - escrevia o cronista José Carlos Oliveira no Jornal do Brasil de 21 de agosto de 1977, quatro dias após a morte do romancista em cataguases: "um gigante voraz, andarilho infatigável que viveu (vivenciou, se preferirem) a aventura antropofágica proposta pelos modernistas. Cosmopolita, para onde quer que fosse levava um coração provinciano. Teria que terminar em Cataguases, misteriosa cidade com vocação de radioamador - dentro das casas, nos bares, na praça, na modorra da roça é apenas uma prevenção; na verdade, Cataguases está em febril contato com o mundo, é pioneira em cinema, em literatura, em arquitetura". A "Cataguases pioneira em literatura"deve muito a Rosário Fusco - ainda um menino de 17 anos e já fazendo com outros rapazes da cidade uma revista que daria o que falar na Capital de Minas, na de São Paulo, em várias outras do Brasil e até do exterior. Fusco foi o motor da Revista Verde, um vulcão que escrevia, ilustrava, diagramava, mandava (e recebia) cartas para todo mundo, mas principalmente pro modernista Mário de Andrade, descoberta e aprendizado, embora mais tarde fizesse mais o perfil do outro Andrade, o irreverente e antropofágico Oswald.
Com seis meses de idade e órfão de pai, Rosário Fusco de Souza Guerra, chega a Cataguases com a mãe, Auta, lavadeira. Estuda na Escola Maternal Nossa Senhora do Carmo, conclui o primário no Coronel Vieira e faz o secundário no Ginásio Municipal. Duro início de vida: aprendiz de latoeiro, servente de pedreiro, pintor de tabuletas, prático de farmácia, professor de desenho, bedel no Ginásio. Aos 15 anos, já colaborava no "Mercúrio", jornal dirigido por Guilhermino César, futuro companheiro na Verde, e logo em dois outros jornaizinhos, "Boina" e "Jazz Band". Com José Spíndola Santos, edita "Itinerário", e juntos fundam a livraria-editora Spíndola e Fusco.
Aos 17 anos, é um dos criadores da Verde Editora e, aos 18, publica "Poemas Cronológicos", parceria com Enrique de Resende e Ascânio Lopes, em 1928. Em 1932, muda-se para o Rio de Janeiro, onde forma-se em Direito em 1937. Romancista, funcionário federal, dramaturgo, poeta, jornalista, publicitário, radialista, critico literário, ensaísta, Secretário da Universidade do Distrito Federal e Procurador do Estado do Rio de Janeiro. Muitos cargos para um homem só, mesmo um mulato enorme e da melhor qualidade como Rosário Fusco. Melhor dizer, simplesmente, profissão: escritor. Mesmo porque ele foi o primeiro escritor brasileiro a ser reconhecido como tal pelo antigo INPS. Em fins dos anos 60, ele volta a Cataguases, onde viria a morrer em 1977. Publicou vários livros: em 28, Fruta de Conde (poesia), 1943, O Agressor (reeditado depois, em 68, na Itália pela Editora Mandadori e no Brasil em 76 pela Francisco Alves). 1940, Amiel, (ensaio), O Livro do João (romance), 44, Anel de Saturno e O Viúvo, em 1949 (teatro), Carta à noiva, 54, (romance), Introdução à Experiência Estética (ensaio), em 49, Auto da Noiva (farsa), em 61 e Dia do Juízo (romance) também em 1961. Deixou dezenas de correspondências com expoentes da literatura brasileira, especialmente Mário de Andrade, dezenas de "diários" e dois romances e um livro de poesia erótica e de viagens.
fonte:
http://www.tratosculturais.com.br/Zona%20da%20Mata/UniVlerCidades/modernismo/Literatura/index.htm
Assinar:
Postagens (Atom)