15 de outubro de 2009

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O Folk-lore Negro do Brasil

Arthur Ramos

editora: Civilização Brasileira

ano: 1935

descrição: Livro em capa dura, em couro, bem conservado.primeira edição clássico sobre os estudos afro brasileiros, 279 páginas.

Bibliotheca de Divulgação Scientifica - Vol. IV

Ciências Sociais: Folclore Negro do Brasil. A Sobrevivência Mítico-Religiosa. Sobrevivência HIstórica: Congos e Quilombos. Sobrevivência Totêmica: Autos e Festas Populares. Sobrevivência da Dança e da Música. Contos Populares de Animais. Contos do Quibungo e o Ciclo de Transformação.
Psicanálise dos Contos Populares. O Folclore. de Pai João. Inconsciente Folclórico.



O FOLCLORE NEGRO DO BRAISL - DEMOPSICOLOGIA E PSICANÁLISE. A década de 1930 dá ensejo a estudos seminais sobre o negro no Brasil. Dentre eles, destacam-se os do médico antropólogo Arthur Ramos, um dos principais representantes de uma corrente nova que aponta traços positivos e universais presentes nas culturas africanas. Um tanto esquecidas, as obras do alagoano que contribuiu para a institucionalização das ciências sociais no país não parecerão estranha aos leitores de nossa época, marcada pela diversidade e interpretação das culturas. "O Folclore Negro do Brasil" remonta à nascente africana para resgatar, à luz da psicanálise e da psicologia social, elementos constitutivos da alma brasileira, desmontando estereótipos e preconceitos que pesavam sobre o negro e o africano, colocando em pé de igualdade o nosso folclore com o de outros povos.

Arthur Ramos de Araújo Pereira, N. Pilar, atual Manguaba/AL, 1903 e F. Paris/França, 1949. Médico, livre-docente de clínica psiquiátrica da Faculdade de Medicina da Bahia professor de psicologia social da Universidade do Brasil, foi também catedrático de antropologia e etnografia da Faculdade Nacional de Filosofia. Dedicou-se aos estudos de psicanálise e higiene mental e às pesquisas de religiões e folclore negro, tornando-se autoridade em africanologia. Fundou, em 1941, a Sociedade Brasileira de Antropologia e Etnologia. Colaborou em diversas publicações especializadas, no Brasil e no exterior. Era diretor do Departamento de Ciências Socias da Unesco quando morreu, aos 46 anos, de colapso cardíaco. Sua obra, considerada sólida, básica e indispensável para o conhecimento da cultura negra no Brasil, compreende 458 trabalhos, entre livros, ensaios e artigos, nas áreas da psiquiatria e da antropologia, muitos deles traduzidos.

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