Candomblé, O: Imagens em Movimento. São Paulo - Brasi
Carmen Opipari
editora: Edusp
ano: 2010
Livro emótimo estado, 272 páginas. brochura original, importante obra.
Contraponto crítico às leituras precedentes dos cultos de possessão afro-brasileiros, esta obra privilegia os contornos e as margens do candomblé que, estudado no contexto da cidade de São Paulo, se acha já na periferia de uma ortodoxia construída na Bahia.
Distanciando-se dos discursos autorizados, Carmen Opipari dedica uma atenção particular às vozes e olhares menores que forjam no cotidiano esse todo fundamental da cultura brasileira.
Também sublinha o papel desempenhado pelos clientes no funcionamento nas Casas de culto, valoriza a polissemia de alguns conceitos centrais do candomblé, aborda as experiências de transe vividas pelas crianças em suas brincadeiras etc.
A autora procura assim afastar-se de uma perspectiva que tende a erigir o candomblé em um sistema fechado e homogêneo, procurando colocar em evidência as definições de seu contorno operadas constantemente por seus adeptos.
Temos um vasto acervo sobre a bibliografia temática afro-brasileira, religião dos orixás, candomblé, nagô, yorubá, jejê, angola, minas, bantu, capoeira, etc..., saiba mais, pergunte-nos. Caso haja interesse em alguns dos nossos livros, ou em outro que não se encontre cadastrados ainda, pergunte-nos: ---- philolibrorum@yahoo.com.br ---- que conversaremos sobre como conseguir. PHILOLIBRORUM-BIBLIOAFRO cultura griot.
Esta página visa contribuir para elaboração bibliográfica sobre temática Negro Africana, sobretudo que diga respeito Brasil. Livro esgotado, raro, fora do comércio, recolhido, obra que já está fora do comércio, etc. Contato philolibrorum@yahoo.com.br Alguns assuntos: Ifá Orixá Candomblé Capoeira Fon Bahia Ilê Jejê Nagô Yoruba Búzios Mina Nigéria Terreiro Saida Yaô Comida Negritude Movimento Negro Hip-Hop Discriminação Escravatura Quilombismo Abolição Samba Jongo Educação Lei 10639/2003 etc...
27 de abril de 2012
As Nações Ketu Agenor Miranda Rocha Mauad
As Nações Ketu
Agenor Miranda Rocha
Mauad
Páginas:112
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Agenor Miranda Rocha
Mauad
Páginas:112
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18 de abril de 2012
Sincretismo Religioso Valente Candomblé Jeje Nagô Yorubá Ifá bahia africa nigeria benin costa povo de santo gege bantu etc

AUTOR: WALDEMAR VALENTE
TÍTULO: SINCRETISMO RELIGIOSO AFRO-BRASILEIRO
EDITORA: CEN - 1977
Comentário: Livro em bom estado de conservação encadernado em brochura original. Coda1-x8, Coleção brasiliana, 280, com 117 pg. escasso, não perca, saiba mais ...
Com prefácio de Amaro Quintas.
Com quadro sinótico do sincretismo na américa.
Brasil - Cuba - Haiti. As culturas negras no Brasil. sincretismo religioso, sincretismo intertribal, contribuição jeje, contribuiçao banto, ordenação sincretica, os orixás, etc...;
Sincretismo Religioso Valente Candomblé Jeje Nagô Yorubá Ifá
Com uma vasta bibliografia sobre o assunto, um clássico.
Temos um vasto acervo sobre a bibliografia temática afro-brasileira, religião dos orixás, candomblé, nagô, yorubá, jejê, angola, minas, bantu, capoeira, etc..., saiba mais, pergunte-nos.
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16 de abril de 2012
Abc Do Candomblé Vasconcelos Maia Carlito - Bahia 1977
Abc Do Candomblé
Vasconcelos Maia
Carlito - Bahia
1978
Livro em bom estado de conservação, brochura original com 93 páginas, 11x18 cm, ilustrado, escasso, esgptado há decadas, não perca...
Prefácio de Jorge Amado, Capa e 19 ilustrações de Carybé.
Com um vocábulário de termos iorubanos usados na obra.
Com bibliografia temática.
Calendário das festas públicas do Axé Opô Afonjá.
Cosme e Senhora; Origem e nações; A roça e o barracão;
Hierarquia liturgica; As asociações, os Obás e os Ogãs; Festa;
Matança; Padê; Comidas; Ibeje ou Erê; Omolú; Loko; Euá;
Logun Edé; Oxossi, etc ... Muito mais.
Edna Viana Soares em sua excelente pesquisa de mestrado nos informa que o autor era "Frequentador das “Casas de culto” desde os 22 anos, tendo o “pai Cosme” como seu primeiro mestre, confessa ter sido levado mais tarde, pelo amigo José Pedreira, ao Axé Opô Afonjá. Neste local, soube que Oxalá era o “dono de sua cabeça” e que também tinha parte com Xangô. Aqui, recebeu de Senhora, a ialorixá de quem se tornou amigo, o título de “Otum Oju Obá”, que se traduzia como “braço direito de um dos 12 ministros de Xangô, Oju Obá”.
No caso, tratava -se de Pierre Verger. A posse desse título conferiu-lhe a competência para divulgar o calendário das festas públicas do Axé Opô Afonjá." SOARES, 2010, p.66
Carlos Vasconcelos Maia autor do Romance de Natal, ABC do Candomblé, Leque de Oxum, Canção de Areia, entre outros.
Um clássico escasso da bibliografia temático afro-brasileira.
Livro indispensável a uma boa biblioteca candomblecista, quer de estudiosos, quer de iniciados.
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11 de abril de 2012
LAENNEC HURBON O DEUS DA RESISTÊNCIA NEGRA Vodu Haitiano cultos africanos africa rituais marassa loas etc

LAENNEC HURBON
O vodu Haitiano: O DEUS DA RESISTÊNCIA NEGRA
EP - São Paulo
1988 - Páginas:225
Comentário: Livro em bom estado de conservação, encadernado em brochura original. Contém um pequeno dicionário do Vodu.
Com uma interessante bibliografia sobre o assunto Vodu.
Este livro, com todo aparato científico, é também um canto de revolta e de esperança, no melhor estilo dos profetas. É corajoso, instigante, polémico.
Laënnec Hurbon, sociólogo haitiano radicado na França, um dos autores que tenha mais livros publicados sobre o Haiti e sobre o Vodu, portanto uma referência sobre o tema.
O autor se propõe refletir sobre a noção de Deus tal como é concebida pelos praticantes do Vodu. A partir de uma tríplice abordagem teórica (fenomenologia, estruturalismo e hermenêutica), Hurbon, assim como Métraux, e diferentemente de outros autores, tem o Vodu como principal foco de sua obra.
O livro se dedicada a uma descrição dos contextos histórico, econômico e social do Vodu, numa análise da simbologia do “sistema Vodu” por meio de uma abordagem estrutural, e faz uso da hermenêutica com o objetivo de dar conta daquilo que transbordaria o sistema Vodu que, neste caso, seria a própria noção de Deus.
Percebendo o conteúdo revolucionário da religião popular, o Autor, negro, interessa-se pelo "vodu", dedica-se ao seu estudo e concentra aí uma das páginas mais tristes do cristianismo na América Latina: a violência contra a cultura negra, ao tentar extirpar-lhe as crenças e impor aos dominados a religião dos dominantes.
Com isso desintegrou a coesão do povo, destruiu seus valores, desprezou sua cultura a tal ponto que, num determinado momento da história, os negros não eram mais negros, mas também não eram mais brancos.
A Igreja confundiu sua particularidade com universalidade; fez-se porta-voz de determinada cultura, no caso, a cultura ocidental; tentou impor aos negros o Deus dos brancos e até uma "alma" branca. Em vez de libertar, alienou.
A publicação deste livro no Brasil, no ano dedicado a causa dos negros, é significativa por ser, afinal, o reconhecimento de que a fé supõe contestação e compromisso com a verdade...
Incidências culturas e política de uma aproximação teológica do vodu;
A literatura haitiana: protesto contra o catolicismo; O vodu em seu contexto social; O vodu no contexto histórico; O vodu no contexto econômico;
O vodu como culto pessoal, familiar e coletivo;Significação do vodu como culto familiar e coletivo; Será o vodu um culto sincrético?;
Uma interpretação culturalista-psicológica: Herskovits; Uma interpretação sociológica: Roger Bastide; Deus cristão ou um Deus específico do vodu?;
Dialética da vida e da morte no símbolo da árvore; A árvore do vodu; A árvore, a doença e o poder de simbolização; A árvore e a linguagem da vida e da morte; O universo dos espíritos como linguagem articulada; possessão no quadro cultural do vodu ; Os princípios da explicação do mal;
Em torno da genese dos loas; Em torno da feitiçaria; Em torno de um confronto da concepção do mal no vodu com a narrativa adâmica na tradição cristã.; O sincretismo como questionamento da universalidade do cristianismo;
Em direção do fim da supremacia ocidental; Pequeno dicionário do vodu; etc ...
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Outros livros dessa área, caso haja interesse, contacte-nos sobre a disponibilidade.
Notas Sobre o Culto aos Orixás e Voduns
Verger, Pierre
Ed. Edusp - 1999
Vudu e a Arte no Haiti
Sheldon Williams
Portugues (Brasil)
Vudu, O
Hans Krofer
Portugues (Brasil)
Do Vudu à Macumba
Neves,Marcia C A.
Icone Ltda,Editora.
Vodou Visions: An Encounter with Divine Mystery
Sallie Ann Glassman
Paperback - May 2000
Tell my Horse : Voodoo and Life in Haiti and Jamaica
Zora Neale Hurston, Ishmael Reed
Paperback - February 1990
Secrets of Voodoo
Milo Rigaud, et al
Paperback - December 1985
Varieties of African American Religious Experience
Anthony B. Pinn
Paperback - November 1998
Concepção Afro-brasileira do Universo Nagô Ornato J. Silva Inforbral 1994 Candomble. Fon. Yorubá. Nagô. Jeje. Banto. Odu. etc
Concepção Afro-brasileira do Universo Nagô
Ornato J. Silva
Inforbral - 1994
Livro em bom estado de conservação, escasso, não perca, saiba mais...
O autor, candomblecista sério, assume o compromisso determinado pela tradição milenar dos cultos aos Orixás, passado de geração a geração, de lutar pela preservação da tradição da cultura nagô.
Com cópia de Carta da Ialorixá Regina Bomboshê de Iemanjá. Ya Omi Ashe Aire Intile.
O jogo de búzios; Ancestralidade religiosa; Preparativos para a festa anual de Iemanjá;
Iemanjá mãe dos orixás; Função Ogan/Ekedi no interior do terreiro;
Função Egboni no interior do terreiro; Cromin; Ofertório;
O processo de aprendizagem do Babalaô; Literatura oral; Orixá e Egbe-Awo;
Xango: o mais temido dos Oba de Oyo; A tradição religiosa do Babalaô: Fadele professor de culto;
O pé de Dende: função dentro do sistema religioso; Ogun: O Ooni Rei dos Reis de Ile-Ife;
Osonyin: o poder da cura do sábio das folhas; Fundação do Oshogbo; etc...
Ornato, foi pioneiro e um dos mais batalhadores pela liberdade de culto, defensor dos cultos afro-brasileiros com outros expoentes da época, tais como Mestre Didi, Agenor Miranda, Tancredo Silva, etc.
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CASO HAJA INTERESSE NESSE LIVRO, OUTRO, OU EM NOSSO SERVIÇO, ENVIE UM E-MAIL PARA
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Pemba: a Grafia Sagrada dos Orixás Mestre Itaoman Ifá Orixá adivinhação Candomblé buzios efun pó etc
Pemba: a Grafia Sagrada dos Orixás
Mestre Itaoman
editora: Thesaurus - ano: 1990
bom estado, escasso, ilustrado, 318 pgs., não perca, saiba mais ... Candomblé.
Uma análise e explanação detalhada, alicerçada em fatos históricos, antropológicos e sociológicos do meio de comunicação entre os Orixás e seus fiéis. As origens consubstanciada na fusão das suas quatro raízes e as bases para identificar uma autêntica codificação de uma grafia sagrada, refletindo estruturas esquemáticas. Glossário, fotos, desenhos e tabulações.
Paralelamente a sua outra obra prima "Ifá: o Orixá do Destino: Jogo de Ôpon e do Ôpêlê Ifá", mestre Itaoman dedicouu-se quase toda a vida ao estudo da grafia sagrada, o resultado este "Pemba: a Grafia Sagrada dos Orixás". Escritor pioneiro e sério que acumulou e compartilhou sabdoria ancestral, muito fazendo pela divulgação e ensinamento da sabedoria africana entre os brasileiros de diversos ritos, iniciações e nações.
A Lei de Pemba Grafia Sagrada dos Orixás, é muito ampla e apresenta a necessidade de exposição pessoal e, por sua vez, poderia ser até desastroso pessoas sem "Ordens e Direitos" manipulá-la.
Se for aplicado de forma incorreta, poderá produzir resultados diferentes daqueles esperados.
A pemba, de origem africana, é um instrumento ritualístico de alto significado.
No culto de nação da derivante Ketu é utilizada também com a mesma finalidades dos umbandistas. A sua confecção trata-se de um processo muito difícil. Faz-se necessário uma espécie de retiro para a concentração e equilíbrio do material preparado. A pemba praticamente é usada em quase todos os rituais de umbanda.
Confecciona-se a pemba com uma substância chamada "caulim" (argilapura de cor branca), importado da África. Com o tempo, o "caulim"foi substituído pela dificuldade de importação, pelo "calcário" e a "tabatinga". É misturado ao caulim, pós resultante da torra e trituração de algumas sementes como o Alibê, a Nóz-moscada, Dandá da Costa, Ataré, Aridan, Obi e Orogbô....
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Dancing Wisdom: Embodied Knowledge In Haitian Vodou, Cuban Yoruba, And Bahian Candomble Yvonne Daniel dança afro africa bahia vodu santeria candomblecista ritos corporais iniciaticos ioruba estetica etc
Dancing Wisdom: Embodied Knowledge In Haitian Vodou, Cuban Yoruba, And Bahian Candomble.
Yvonne Daniel
Illinois - 2005
livro em bom estado, ilustrado, capa brochura, com 348 Páginas, antropologia, etnografia, danças rituais, corpo sagrado, etc,não perca, saiba mais....
Deciphering diaspora dances: Their origin nations and belief systems;
Body knowledge at the crossroads; Days of remembrance; Dances of memory; Praise dance and liturgical orders; informal learning with Haitian Lwas; informal learning with Bahian Orixás, formal learning with Cuban Orichas; Dancing body and embodied wisdom
Trata-se de um erudito e muito bem documentado estudo sobre as heranças africanas na dança ritualistica.
Entre as influências africanas em Cuba, aponta-se as de quatro grupos distintos: Kongo, Arará, Carabalí e Yoruba, descrevendo os movimentos corporais típicos de cada tradição.
Descrevendo as danças de origem Yoruba, que incluem povos das atuais regiões da Nigéria e República do Benin, Yvonne Daniel explica como estas são danças específicas representando as divindades por ela chamadas orixas e seus movimentos, os quais retratam as vidas e os arquétipos de cada divindade.
Yvonne Daniel, Concentrando-se na Bacia do Caribe e da zona costeira do nordeste da América do Sul, estuda três sistemas religiosos que dependem em grande parte o comportamento da dança, são o Vodu haitiano, os ritos cubanos de origem iorubá, e o Candomblé. Faz isso da melhor maneira possível combinando sua experiência em dança e antropologia unindo em paralelo a presença participante/estudioso.examina danças performáticas em termos de fisiologia, psicologia, filosofia, matemática, ética e estética, ritualistica, liturgia, tradições sagradas, ancestralidade de costumes, aspectos religiosos da dança,
descrição etnográfica fascinante do corpo que dança e que nos faz sentir o movimento dos músculos e do espírito, no vodu, santeria e candomblé, originados do iorubá.
Um livro soberbo, bem feito, bem ilustrado e pesquisado que traz um grande serviço às tradições africanas estabelecidas representadas pelo vodu no Haiti, pela santeria Cubana, e pelo Candomblé no Brasil. Esta obra é um livro referencial para todos aqueles que são praticantes e estudiosos sérios do tema.
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