2 de fevereiro de 2012

Costumes Africanos No Brasil Manuel Querino Yorubá Nagô Ifá







AUTOR: MANUEL QUERINO

TÍTULO: COSTUMES AFRICANOS NO BRASIL.

EDITORA: Civilização Brasileira - RIO DE JANEIRO

ANO : 1938

PÁGINAS: 351

Comentário: Livro em bom estado de conservação, capa brochura.

Uma escassa primeira edição de obra referencial para os estudos sobre o negro no Brasil, não perca saiba mais ....

Prefacio e nota de Arthur Ramos, com muitas ilustrações, um precioso livro com descrição de costumes antigos dos africanos, sua religião, sua cultura, seu modo de vida...

Descreve entre outras coisas:

o culto feitichista, invocação dos orixás, gunuco, costumes nagôs, o ifa, tradução em português de alguns cânticos sagrados dos yorubás, costumes referentes ao pegi, antigos ritos funebres, orações nagô, gege, malês, angola, bem como seus feitiços;

Imagens raras de momentos pouco conhecidos da religião dos orixás na Bahia, A troca de cabeça; O inhame novo; o pegi; olhar ou advinhar; quizilla; o ogan; do ebó; caracteristico das diversas tribus; alimentos puramente africanos; algumas noções do systema alimentar na bahia; Efó; Ecuru; Latipá ou Amori; Efun-Oguedé;

Alimentação: sua regra, sua importância, sua participação na ritualística das diversas religiões dos negros, a famosa descrição da capoeira...

E muito mais ...

O primeiro historiador negro no Brasil (1854-1923) deu a primeira descrição da capoeira baiana. Ao voltar sua atenção para a História, esperava reequilibrar a ênfase tradicional na experiência europeia no Brasil. Nenhum afro-brasileiro havia até então dado sua perspectiva da História do Brasil. Querino surgiu como o primeiro Brasileiro - afro ou branco - a detalhar, analisar e fazer justiça às contribuições Africanas ao Brasil. Apresentou suas conclusões num clima na melhor das hipóteses indiferente, e na pior racista e até hostil.

dedicou muito de seu tempo e energia a estudos históricos, em particular à pesquisa e ao registro das contribuições dos Africanos ao crescimento do Brasil. Esses estudos tinham dois objetivos. Por um lado ele queria mostrar a seus irmãos de cor a contribuição vital que deram ao Brasil; e por outro desejava lembrar aos Brasileiros da raça branca a dívida que tinham com a frica e com os Afro Brasileiros.


Manuel Raimundo Querino, o primeiro historiador negro no Brasil (1854-1923) deu a primeira descrição da capoeira baiana no seu último livro, A Bahia de Outrora, em 1916.


Querino, na época, trouxe à História do Brasil a perspectiva do Afro-Brasileiro. Morando na comunidade de descendência Africana, ele conhecia com intimidade os hábitos, aspirações e frustrações dos Afro-Brasileiros. Falando de suas fontes de pesquisa, Querino revelou que muitas de suas informações vinham diretamente de Afro-Brasileiros idosos que conversavam com ele sem inibição, pois o viam como um amigo.

Existem provas de que além de escrever sobre os Afro-Brasileiros, Querino também ajudava a defendê-los. Chamou a atenção dos oficiais municipais às perseguições existentes aos praticantes das religiões Afro-Bahianas. A polícia, rotulando essas religiões como bárbaras e pagãs, freqüentemente apareciam nos terreiros onde haviam as cerimónias destruindo propriedades e ferindo os participantes. A intervenção de Querino defendendo esta comunidade junto ao govêrno local revelou mais uma vez sua realização original em criar uma ponte entre culturas e classes sociais diferentes.


"É o tributo de homenagem prestado a Oxalá, o santo principal do terreiro. É o início das festas do feiticismo. Na primeira sexta-feira do mês de setembro, a mãe-do-terreiro reúne as filhas-de-santo e se dirigem à fonte mais próxima, com o fim de captarem, muito cedo, a água precisa à lavagem do santo. Finda esta cerimônia, o santo é recolhido ao peji. Logo em seguida sacrificam um caprino, que é cozido juntamente com o inhame, não sendo permitido o azeite-de-dendê, que é substituído pelo limo da Costa. Retirada do fogo, a refeição é distribuída pelas pessoas presentes, que depois se retiram. Decorridos três sóis, começam as festas. Entre as cerimônias sobressai a seguinte: a mãe-do-terreiro, munida de pequeno cipó, bate nas costas das pessoas da seita. É a disciplina do rito e tem o efeito de perdoar as ações más, praticadas durante o ano."

Manuel Querino, em suas pesquisas, tentou combater a péssima imagem atribuída ao candomblé, afirmando que esta era uma das manifestações que mais representavam a religiosidade brasileira, uma vez que era um fruto sincrético do processo de miscigenação das raças formadoras do Brasil.


Da convivência íntima [do indígena] com o africano, nas aldeias, ou nos engenhos, originou-se, por assim dizer, a celebração de um novo rito intermediário, incutindo-lhes no espírito idéias novas.


Exatamente por defender o valor do candomblé como manifestação genuinamente nacional, afirmando, por exemplo, que “incontestavelmente, o feiticismo africano exerceu notória influência em nossos costumes”, Querino denunciou a truculência da atuação policial frente a esses cultos, ajudando a defendê-los.

"Há no Matatu Grande, distrito de Brotas, nesta Capital, uma casa, onde os crentes no feiticismo festejam os seus santos. Em a noite de 18 de maio de 1920, o delegado auxiliar bacharel Pedro de Azevedo Gordilho, cercou a dita casa, com praças de cavalaria, e, aí, cometeu as maiores arbitrariedades possíveis. Espancou os assistentes e levou presos, sendo que as mulheres seguiram amarradas, acompanhando o trote dos cavalarianos até a estação. Os soldados por ordem do referido delegado cometeram proezas: arrebentaram todos os vasilhames que encontraram, quebraram cadeiras, guarda roupa, arrombaram os baús e conduziram toda a roupa que encontraram, dinheiro, objetos de prata, um anel com brilhante, a mobília ficou em estado deplorável. Parecia mais um saque do que uma diligência policial."


Temos um vasto acervo sobre a bibliografia temática afro-brasileira, religião dos orixás, candomblé, nagô, yorubá, jejê, angola, minas, bantu, capoeira, etc..., saiba mais, pergunte-nos.   


CASO HAJA INTERESSE NESSE LIVRO, OUTRO, OU EM NOSSO SERVIÇO, ENVIE UM E-MAIL PARA  philolibrorum@yahoo.com.br que conversaremos sobre como conseguir.   



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25 de janeiro de 2012

Concepção Afro-brasileira do Universo Nagô Ornato J. Silva Inforbral 1994 Candomble. Fon. Yorubá. Nagô. Jeje. Banto. Odu. etc




Concepção Afro-brasileira do Universo Nagô

Ornato J. Silva

Inforbral - 1994

Livro em bom estado de conservação, escasso, não perca, saiba mais...

Exemplar especialmente autografado com uma dedicatória escrita de próprio punho do autor para o Oluwo Agenor Miranda, "mestre e amigo".


O autor, candomblecista sério, assume o compromisso determinado pela tradição milenar dos cultos aos Orixás, passado de geração a geração, de lutar pela preservação da tradição da cultura nagô.

Com cópia de Carta da Ialorixá Regina Bomboshê de Iemanjá. Ya Omi Ashe Aire Intile.

O jogo de búzios; Ancestralidade religiosa; Preparativos para a festa anual de Iemanjá;

Iemanjá mãe dos orixás; Função Ogan/Ekedi no interior do terreiro;

Função Egboni no interior do terreiro; Cromin; Ofertório;

O processo de aprendizagem do Babalaô; Literatura oral; Orixá e Egbe-Awo;

Xango: o mais temido dos Oba de Oyo; A tradição religiosa do Babalaô: Fadele professor de culto;

O pé de Dende: função dentro do sistema religioso; Ogun: O Ooni Rei dos Reis de Ile-Ife;

Osonyin: o poder da cura do sábio das folhas; Fundação do Oshogbo; etc...



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ESTA PÁGINA VISA CONTRIBUIR PARA A ELABORAÇÃO DA BIBLIOGRAFIA SOBRE A TEMÁTICA 'NEGRO', SOBRETUDO NO BRASIL. TRABALHAMOS COM O FORNECIMENTO DE LIVROS ESGOTADOS, RAROS, FORA DO COMÉRCIO, RECOLHIDOS E OUTROS SOBRE A TEMÁTICA AFRO BRASILEIRA, CASO QUEIRA É SÓ NOS CONTACTAR. ABRANGEMOS DIVERSAS ÁREAS DO CONHECIMENTO DESDE OS ORIXÁS ATÉ MILTON SANTOS O MAIOR INTELECTUAL NEGRO DO SÉCULO XX.

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19 de janeiro de 2012

Júlio Braga O Jogo de Búzios: Um Estudo de Adivinhação no Candomblé. Ifá Odu Orixá Yoruba Nagô Orumila Oraculo destino Babalawo Opele-Ifá religiao africa orumila iorubá ofã Ikin Geledes babalawo ancestral Fon






Júlio Braga

O Jogo de Búzios: Um Estudo de Adivinhação no Candomblé.

Editora Brasiliense,

1988.

Livro em bom estado de conservação, um clássico estudo, o mais sério e importante trabalho cientifico realizado sobre o Ifá no Brasil, com vasta bibliografia, um livro de referência para a biblioteca de qualquer estudioso da religião dos orixás, ou interessados na cultura e religião dos orixás, edição esgotada há muito tempo, ilustrado, não perca.

O saber jogar os búzios é de imensa necessidade para o grupo, pois ele constitui o veículo pelo qual o orixá vai revelar suas vontades a seus filhos. Ali se sabe como se conduzir durante qualquer momento da vida do grupo e do indivíduo. O Babalorixá é o instrumento que veicula a vontade divina para o profano através dos búzios.



Braga assinala que o jogo dos búzios é um sistema simplificado, não sendo ensinado nem aprendido, mas que revela o próprio destino da pessoa. A fragilidade do humano é substituída pela incontestável revelação do orixá. Qualquer desacato às ordens do orixá será admoestado por sinais, olhares e nunca diretamente.

No candomblé nada se diz frente a frente. A instrumentalização dos búzios pelo Babalorixá credencia toda a representação do grupo quanto a sua sacralidade. Os filhos não estão abandonados, os orixás os guiam por onde devem percorrer.


O Jogo de Búzios é a modalidade de consulta por excelência adotada nos cultos afro-brasileiros. Uma atividade importante que direciona tudo o que é feito, desde os problemas particulares de seus integrantes, até o próprio destino de uma comunidade. O Jogo de Búzios consiste na manipulação de 16 búzios, os quais o adivinho os sacode com as mãos em concha e os atira sobre uma mesa previamente preparada para tal fim.

Enquanto assim procede, faz perguntas, conversa com as divindades, procurando respostas às dúvidas e situações diversas. Ao caírem, os búzios poderão tomar uma das duas posições - aberta ou fechada - surgindo, assim, um Odú revelador da mensagem desejada.

Os sistemas de consulta praticados, entre eles, os jogos do Ibò, do Obí, Orógbó e Búzios, são também devidamente explicados de forma clara e fácil entendimento. Para cada tarefa uma série de observações a serem seguidas com exemplos práticos de como tudo se desenvolve.


Livro em bom estado de conservação, um sério e importante trabalho, um livro de referência para a biblioteca de qualquer estudioso da religião dos orixás, ou interessados na cultura e religião africana, não perca, saiba mais...


Temos um vasto acervo sobre a bibliografia temática afro-brasileira, saiba mais, pergunte-nos.

Caso haja interesse nesse livro ou em outro, envie e-mail para:

philolibrorum@yahoo.com.br

que conversaremos sobre como conseguir.

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18 de janeiro de 2012

Júlio Braga O Jogo de Búzios: Um Estudo de Adivinhação no Candomblé. Ifá Odu Orixá Yoruba Nagô Orumila Oraculo destino Babalawo Opele-Ifá religiao africa orumila iorubá ofã Ikin Geledes babalawo ancestral Fon



Júlio Braga

O Jogo de Búzios: Um Estudo de Adivinhação no Candomblé.

Editora Brasiliense,

1988.

Livro em bom estado de conservação, um clássico estudo, o mais sério e importante trabalho cientifico realizado sobre o Ifá no Brasil, com vasta bibliografia, um livro de referência para a biblioteca de qualquer estudioso da religião dos orixás, ou interessados na cultura e religião dos orixás, edição esgotada há muito tempo, ilustrado, não perca.

O saber jogar os búzios é de imensa necessidade para o grupo, pois ele constitui o veículo pelo qual o orixá vai revelar suas vontades a seus filhos. Ali se sabe como se conduzir durante qualquer momento da vida do grupo e do indivíduo. O Babalorixá é o instrumento que veicula a vontade divina para o profano através dos búzios.


Braga assinala que o jogo dos búzios é um sistema simplificado, não sendo ensinado nem aprendido, mas que revela o próprio destino da pessoa. A fragilidade do humano é substituída pela incontestável revelação do orixá. Qualquer desacato às ordens do orixá será admoestado por sinais, olhares e nunca diretamente.

No candomblé nada se diz frente a frente. A instrumentalização dos búzios pelo Babalorixá credencia toda a representação do grupo quanto a sua sacralidade. Os filhos não estão abandonados, os orixás os guiam por onde devem percorrer.


O Jogo de Búzios é a modalidade de consulta por excelência adotada nos cultos afro-brasileiros. Uma atividade importante que direciona tudo o que é feito, desde os problemas particulares de seus integrantes, até o próprio destino de uma comunidade. O Jogo de Búzios consiste na manipulação de 16 búzios, os quais o adivinho os sacode com as mãos em concha e os atira sobre uma mesa previamente preparada para tal fim.

Enquanto assim procede, faz perguntas, conversa com as divindades, procurando respostas às dúvidas e situações diversas. Ao caírem, os búzios poderão tomar uma das duas posições - aberta ou fechada - surgindo, assim, um Odú revelador da mensagem desejada.

Os sistemas de consulta praticados, entre eles, os jogos do Ibò, do Obí, Orógbó e Búzios, são também devidamente explicados de forma clara e fácil entendimento. Para cada tarefa uma série de observações a serem seguidas com exemplos práticos de como tudo se desenvolve.


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17 de janeiro de 2012

História da África J. D. Fage Edições 70

História da África

J. D. Fage

Editora: Edições 70

Colecção: História Narrativa

descrição: Livro em bom estado,coda5b-x16.694 págs. traz importante análise sobre o tema abordado. Excelente fonte de pesquisa.

John D. Fage, que foi professor de História na Universidade de Birmingham e director do Centro de Estudos da África Ocidental dessa mesma universidade, dedicou quase toda a sua carreira académica a estudar as fontes documentais. A sua capacidade analítica e de síntese permitiu-lhe escrever num único volume uma história dos reinos, povos e civilizações do continente africano numa perspectiva que abarca a aparição dos primeiros homens, a evolução da agricultura, da pecuária e da metalurgia, factos que tornaram possível o desenvolvimento de amplas sociedades.

A obra analisa, também, o impacto das duas maiores influências externas que se verificaram no continente africano: o cristianismo e o islão. O texto aborda ainda, e com grande acuidade, o crescimento de um sistema comercial mundial dirigido pelos europeus ocidentais – enfatizando a forma como os africanos adaptaram as suas próprias sociedades de modo a colher todas as vantagens destas influências.

Realce para a história da expansão europeia – e, neste âmbito, de um tema intrinsecamente ligado ao continente, mas que o extravasou, a escravatura – e para a análise do sistema colonial imposto em África, à partilha do continente e às razões que levaram ao fim dos impérios coloniais.


com um Posfácio de Ricardo Soares de Oliveira – doutorado em Relações Internacionais pela Universidade de Cambridge e professor de Ciência Política e Estudos Africanos na Universidade de Oxford – que esboça a evolução do continente na última década e analisa as tendências de evolução que se perspectivam.




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O Negro e a Igreja J. E. Martins Terra editora: Loyola

O Negro e a Igreja

J. E. Martins Terra

editora: Loyola

ano: 1984

descrição: Livro em bom estado,coda5b-x4,com 311 páginas.traz importante análise sobre o tema abordado. Excelente fonte de pesquisa.

15 de dezembro de 2011

Silvia Hunold Lara Campos da Violência - negros revolta costumes africanos opressores portugal brasil africa lutas quilombo resistEcia




Silvia Hunold Lara
Campos da Violência
Paz e Terra
1988 - Páginas: 389

Comentário: Livro em bom estado de conservação, brochura com capa original.

Estudo sobre a questão da violência e das relações entre senhor e escravo no Brasil colonial.

O autor busca realizar um exercício de desmistificação e reinterpretação dos esteriótipos historiagráficos da violência senhorial.

Silvia Lara faz uma análise das relações sociais no Brasil de fins do século XVIII e início de XIX, demonstrando que a divisão entre senhores dominantes e escravos submetidos esteve longe de confirmar a rigidez que muitos pesquisadores lhe atribuíram.



Silvia Lara com o seu magistral livro Campos da violência, advoga a necessidade de compreender, numa perspectiva dialética, o sistema escravista como produto das imbricações do paternalismo e da violência, além de se atentar para o estudo da subjetividade do cativo, demonstrando que a violência do sistema não colocou o escravo numa situação de anomia social.

Diante dessa nova perspectiva, desenvolveram-se novos estudos sobre o protesto do escravizado que, até então, só tinha sido analisado como 'reação', passando a ser visto como 'ação política' dotada de significados pelos cativos.

Novos estudos desbravaram campos como a família escrava, o universo das alforrias, a escravidão urbana, o tráfico atlântico pensado também do prisma das sociedades africanas, as religiosidades, as festas, entre outros.





Trabalhamos com um vasta acervo sobre o tema.

Temos condição de conseguir muitos outros títulos da área, diga-nos quais você precisa e lhe daremos a resposta.

Envio em até 24 horas após a confirmação de pagamento com confirmação via e-mail e número de postagem .

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Vendemos diretamente ou via Mercadolivre.

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26 de novembro de 2011

O Negro Na Ficção Brasileira - Gregory Rabassa. literatura nacional elemento servil afrodescendente africa-brasil poesia romance letras de combate etc



O Negro Na Ficção Brasileira -

Gregory Rabassa

Editora Tempo Brasileiro,

1965,

1ª edição. Ensaio. Encadernação original brochura. Livro em bom estado de conservação. 461 pp, Meio seculo de historia literária. Tradução de Ana Maria Martins. 460pgs. 21cms. Brochura. Exemplar usado, perfeito. ( Coleção - Biblioteca de Estudos literários vol 4 )

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