28 de novembro de 2007

Wole Soyinka - Negro no Premio Nobel de Literatura.










Wole Soyinka - Negro no Premio Nobel de Literatura.


Wole Soyinka (n. 13 de julho de 1934 -) é um escritor da (Nigéria). Soyinka foi agraciado com o Nobel de Literatura em 1986. Muitas pessoas o consideram o dramaturgo mais notável da África.

Soyinka nasceu em uma família humilde de origem iorubá em Abeokuta, Nigéria. Ele fez o primário escolar em Abeokuta e o secundário no Government College, em Ibadan. Soyinka fez faculdade na University College (1952-1954), em Ibadan, e na University of Leeds (1954-1957), na Inglaterra, onde ele se formou com menção honrosa em Literatura inglesa. Ele trabalhou no Teatro da corte real (Royal Court Theater) em Londres antes de retornar a Nigéria para se dedicar ao estudo da dramaturgia africana. Soyinka lecionou nas universidade de Lagos e Ife (tornando-se professor de Literatura comparativa nesta instituição de ensino em 1975).

Soyinka participou ativamente na história política da Nigéria. Em 1967, durante a Guerra civil nigeriana, ele foi preso pelo Governo federal mantido em confinamento solitário na prisão por suas tentativas de mediar a paz entre os partidos em guerra. Na prisão ele escreveu poemas que mais tarde viriam a ser publicados em uma coleção sob o título Poems from Prison. Soyinka foi liberado vinte e dois meses mais tarde após haver se formado uma conscientização internacional sobre a sua situação. Mais tarde ele recontou a sua experiência no confinamento em um livro: The Man Died: Prison Notes.

Soyinka tem criticado abertamente as administrações da Nigéria e de tiranias políticas mundo afora, inclusive fez denúncias contra o regime de Mugabe de Zimbabwe. Muitos de seus escritos tratam do que ele chama de "the oppressive boot and the irrelevance of the colour of the foot that wears it", ou seja, parafraseando: o coturno opressivo e a irrelevância da cor do pé que a calça. Essas formas de pensar e de se expressar tem causado grande risco de vida ao autor, especialmente durante o governo do ditador nigeriano Sani Abacha (1993-1998). Durante a ditadura do General Abacha, Soyinka se retirou de seu país de origem em exílio voluntário (passando a maioria desse tempo nos Estados Unidos onde lecionou na University of Emory, na cidade de Atlanta. Quando do retorno do governo civil na Nigéria, em 1999, Soyinka aceitou emérito da Ife (agora Obafemi Awolowo University, mas somente com a condição de que nenhum dos ex generais do regime prévio jamais fossem designados como chanceller da universidade no futuro. Após algum tempo na África, ele passou a ocupar a cadeira Elias Ghanem Professor of Creative Writing no Departamento de inglês da University of Nevada, na cidade de Las Vegas, Estados Unidos.

23 de novembro de 2007

ainda prêmio Nobel.








ainda prêmio Nobel.


Gana, 8 de abril de 1938) é um diplomata de Gana. Foi, entre 1º de janeiro de 1997 e 1º de janeiro de 2007, o sétimo secretário-geral da Organização das Nações Unidas, tendo sido laureado com o Prêmio Nobel da Paz em 2001.

De origem nobre em sua terra natal, seu nome significa "nascido em uma sexta-feira". Após começar a estudar Economia na Universidade de Ciência e Tecnologia de Kumasi, Kofi recebeu uma bolsa de estudos para continuar seus estudos nos EUA.

Annan começou a trabalhar nas Nações Unidas ao ingressar em 1962 na Organização Mundial da Saúde. Ao longo dos anos exerceu diferentes funções na ONU até chegar ao posto de secretário-geral em 1° de Janeiro de 1997.


fonte : wikipedia.



Qual Kofi Você conhece ?

Com quantos Nobel da Paz foram agraciados os Negros ?






Com quantos Nobel da Paz foram agraciados os Negros ?


responda quem souber, ou quem quiser ou ainda quem puder.!!!

22 de novembro de 2007

Negros no Prêmio Nobel da Paz.






Negros no Prêmio Nobel da Paz.


Nelson Rolihlahla Mandela (Qunu, 18 de julho de 1918) é um advogado, ex-líder rebelde e ex-presidente da África do Sul de 1994 a 1999. Principal representante do movimento antiapartheid, como ativista, sabotador e guerrilheiro. Considerado pela maioria das pessoas um guerreiro em luta pela liberdade, era considerado pelo governo sul-africano um terrorista. Passou a infância na região de Thembu, antes de seguir carreira em Direito. Em 1990 foi-lhe atribuído o Prêmio Lênin da Paz, que foi recebido em 2002.


Em 1961 tornou-se comandante do braço armado do CNA, o chamado Umkhonto we Sizwe ("Lança da Nação", ou MK), fundado por ele e outros. Mandela coordenou uma campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo, fazendo também planos para uma possível guerrilha se a sabotagem falhasse em acabar com o apartheid; também viajou em coleta de fundos para o MK, e criou condições para um treinamento e atuação paramilitar do grupo.

Em agosto de 1962 Nelson Mandela foi preso após informes da CIA à polícia sul-africana, sendo sentenciado a 5 anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves. Em 12 de junho de 1964 foi sentenciado novamente, dessa vez a prisão perpétua ( apesar de ter escapado de uma pena de enforcamento), por planejar ações armadas, em particular sabotagem (o que Mandela admite) e conspiração para ajudar outros países a invadir a África do Sul (o que Mandela nega). No decorrer dos vinte e seis anos seguintes, Mandela se tornou de tal modo associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se tornou bandeira de todas as campanhas e grupos anti-apartheid ao redor do mundo.

Enquanto estava na prisão, Mandela enviou uma declaração para o CNA (e que viria a público em 10 de Junho de 1980) em que dizia: "Unam-se! Mobilizem-se! Lutem! Entre a bigorna que é a ação da massa unida e o martelo que é a luta armada devemos esmagar o apartheid!" [1]

Recusando trocar uma liberdade condicional pela recusa em incentivar a luta armada (Fevereiro de 1985), Mandela continuou na prisão até Fevereiro de 1990, quando a campanha do CNA e a pressão internacional conseguiram que ele fosse libertado em 11 de fevereiro, por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk. O CNA também foi tirado da ilegalidade.

Nelson Mandela e Frederik de Klerk dividiram o Prémio Nobel da paz em 1993.


fonte:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Nelson_Mandela

20 de novembro de 2007

Negros no Prêmio Nobel.








Negros no Prêmio Nobel.


Wangari Muta Maathai (nascida em 1º de abril de 1940 em Nyeri, Quênia) é uma ativista do meio-ambiente e da política. Em 2004 ganhou o Prêmio Nobel da Paz por "sua contribuição ao desenvolvimento sustentável, democracia e paz", tornando-se a primeira mulher africana a receber o prêmio.

Prêmio Nobel da Paz

"Maathai permanaceu corajosamente contra o antigo regime opressivo no Quênia", o Comitê Nobel Norueguês anunciou em uma declaração anunciando-a como a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2004. "Suas formas de ações únicas contribuíram para chamar a atenção a opressão política - nacional e internacionalmente. Ela serviu como uma inspiração para muitos na luta por direitos democráticos e tem especialmente encorajado as mulheres a melhorar sua situação."

Controvérsia

Maathai causou controvérsia entre os comentadores da mídia, quando numa conferência de imprensa seguinte ao anúncio do Prêmio Nobel, ela falou em favor da alegação de que o vírus HIV era um produto criado pelo homem através de bio-engenharia, e então lançado na África por cientistas ocidentais não-identificados como uma arma de destruição em massa para "punir os negros". A alegação foi apoiada apenas por uma pequena minoria, é uma das várias teorias conspiratórias da AIDS. Desde então ela tem fugido de uma posição definitiva, alegando que "Eu não sei sobre a origem... E espero que um dia saibamos, porque isso é algo que obviamente todos queremos saber, da onde vem a doença".

Prêmios

* 1984: Right Livelihood Award (conhecido como "Prêmio Nobel Alternativo")
* 1991: Prêmio Goldman do Meio-Ambiente
* 1991: Prêmio África
* 1993: Medalha de Edingburg (para "incrível contribuição a humanidade através da ciência")
* 2004: Prêmio Petra Kelly
* 2004: Prêmio Sophie
* 2004: Prêmio Nobel da Paz


fonte:


http://pt.wikipedia.org/wiki/Wangari_Maathai

Negros no Prêmio Nobel.







Negros no Prêmio Nobel.

Desmond Mpilo Tutu é um bispo Anglicano sul-africano. Nascido em Klerksdorp, no Transvaal, a 7 de outubro de 1931.

Estuda na Escola Normal de Joahannesburgo e, em 1954, na Universidade da África do Sul. Depois de trabalhar como professor secundário, ordena-se sacerdote anglicano em 1960. De 1967 a 1972, estuda teologia na Inglaterra.

Em 1975 é o primeiro negro a ser nomeado deão da catedral de Santa Maria, em Johannesburgo. Sagrado bispo, dirige a diocese de Lesoto de 1976 a 1978, ano em que se torna secretário-geral do Conselho das Igrejas da África do Sul.

Sua proposta para a sociedade sul-africana inclui direitos civis iguais para todos; abolição das leis que limitam a circulação dos negros; um sistema educacional comum; e o fim das deportações forçadas de negros.

Sua firme posição anti-apartheid – a política oficial de segregação racial – lhe vale, em 1984, o Prêmio Nobel da Paz. Recebe o título de doutor honoris causa de importantes universidades dos Estados Unidos (EUA), do Reino Unido e da Alemanha.

Em 1996 preside a Comissão de Reconciliação e Verdade, destinada a promover a integração racial na África do Sul após a extinção do apartheid. Tem poderes para investigar, julgar e anistiar crimes contra os direitos humanos praticados na vigência do regime.

Em 1997 divulga o relatório final da comissão, que acusa de violação dos direitos humanos tanto as autoridades do regime racista sul-africano como as organizações que lutavam contra o apartheid.

É membro do Comité da patrocínio da Coordenação internacional para o Decênio da cultura da não-violência e da paz.



fonte:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Desmond_Tutu